Quanto tempo pode durar o climatério?

O climatério é um período pelo qual naturalmente todas as mulheres vão passar, com os ciclos menstruais se tornando irregulares até cessarem completamente. Apesar de natural, essa fase costuma trazer incômodos, então é comum a mulher desejar saber quanto tempo pode durar o climatério. 

Levando isso em consideração, elaboramos esse conteúdo para que você saiba não só qual é a sua duração, mas também qual é o tratamento indicado para diminuição de seus sintomas. Boa leitura!

Qual a diferença entre climatério e menopausa?

Antes de saber quanto tempo pode durar o climatério, é fundamental que você entenda a diferença entre ele e a menopausa, evitando confusões e dificultando ou retardando o acompanhamento médico adequado.

O climatério corresponde ao período de vida da mulher que indica a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva. Nessa fase, a mulher pode apresentar diversos sintomas, como a diminuição do desejo sexual.

A fase do climatério em que a mulher deixa de menstruar é conhecida como menopausa, portanto climatério e menopausa não são sinônimos, já que a menopausa é uma das fases do climatério.

Descubra qual é a relação entre a menopausa e as doenças cardiovasculares:

Por que a menopausa aumenta o risco de doenças cardiovasculares?

Quanto tempo pode durar o climatério?

O climatério não tem uma duração exata, podendo a data do seu início e de seu término variar para cada mulher.

Por conta disso, vamos trazer aqui uma média.

O climatério pode ter seu início por volta dos 40 e durar até os 55 anos. Os sintomas podem variar a depender da fase do climatério em que a mulher se encontra. No entanto, os sintomas mais característicos, como ondas de calor e irregularidade no ciclo menstrual, duram, em média, 5 anos.

O climatério está dividido em 3 fases, cada um com a sua própria duração:

1. Perimenopausa

A perimenopausa é o primeiro estágio do climatério e começa normalmente entre 40 e 45 anos. Porém, é possível que algumas mulheres comecem a sentir os seus sintomas por volta dos 35 anos.

Novamente, não há um período determinado para todas as mulheres, mas em média a duração da perimenopausa é de até 5 anos.

Os sintomas que caracterizam essa fase são:

  • Irregularidade menstrual;
  • Dificuldade para engravidar;
  • Diminuição da acuidade visual;
  • Diminuição da libido;
  • Fadiga; 
  • Acúmulo de gordura na região abdominal.

2. Menopausa

Como você já viu, a menopausa é uma das fases do climatério, representada pelo fim do ciclo menstrual.

Uma idade comum para a última menstruação é após os 50 anos, mas, assim como na outra fase, isso pode ocorrer antes ou depois.

A menopausa corresponde à última menstruação, portanto é algo pontual, ocorre em um dia e horário específicos. No entanto, para que haja a confirmação de que realmente a mulher já passou pela menopausa, o protocolo médico estabelece que a mulher deve estar no mínimo 12 meses sem apresentar novos ciclos menstruais.

3. Pós-menopausa

Os sintomas que acompanham a perimenopausa e a menopausa perduram por mais alguns anos, configurando a fase conhecida como pós-menopausa, que dura cerca de 10 anos.

Além dos já bastante conhecidos, outros sintomas podem surgir, como:

  • Dificuldade para esvaziar a bexiga
  • Sintomas psíquicos: irritabilidade, depressão, choro descontrolado, lapsos de memória e distúrbios de ansiedade;
  • Insônia;
  • Secura vaginal; 
  • Dor de cabeça; 
  • Osteoporose.

É importante que haja acompanhamento médico durante todo o climatério, para que os sintomas sejam controlados/contornados. Com as orientações e o tratamento adequado, a mulher pode manter sua qualidade de vida.

Conheça os exames que fazem  parte do check-up pós-menopausa:

Check-up após a menopausa: 6 exames que não podem faltar

Como é o tratamento dos sintomas do climatério?

Agora que você já sabe quanto tempo pode durar o climatério, é fundamental também conhecer o tratamento, afinal a diminuição na produção de estrogênio, característica dessa fase, pode gerar alguns problemas.

É importante lembrar que o climatério não é uma doença e nem todas as pessoas precisarão realizar tratamentos para amenizar os seus sintomas.

A falta de estrogênio pode, por exemplo, levar ao enfraquecimento dos ossos, já que o hormônio é fundamental para a reposição do cálcio.

Portanto, o principal tratamento médico que envolve o climatério é a reposição hormonal, nos casos em a falta de estrogênio esteja gerando osteopenia (perda de massa óssea).

Para os outros sintomas, como as mudanças de humor e as ondas de calor, o mais recomendado é a busca por um estilo de vida saudável, por meio de uma alimentação balanceada e da prática de atividades físicas.

Saiba mais neste outro artigo.

mulheres se exercitando

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Ultrassom abdominal inferior, superior e total: descubra as diferenças

O ultrassom abdominal é um exame de imagem que se utiliza de ondas de alta frequência (ultrassons) para a análise detalhada de estruturas e órgãos situados na região do abdômen. 

Devido à sua ampla área geral de avaliação, o ultrassom abdominal pode ser direcionado e subdividido em compartimentos diferentes do abdômen, de acordo com as necessidades investigativas e com os objetivos do médico, podendo ser feito:

Caso você (ou alguém próximo) tenha recebido a indicação de fazer esse exame tão frequente e queira entender melhor, este artigo vai te trazer as respostas que você precisa. Confira! 

Diferenças entre ultrassom abdominal inferior, superior e total

O ultrassom abdominal é um exame indolor e não invasivo, que pode ser utilizado tanto na investigação de sintomas (dores, desconfortos na região abdominal), como em consultas de rotina, e até mesmo integrar o conjunto de exames pré-natais em mulheres grávidas. 

A subdivisão do exame em três categorias tem o intuito de focar a busca e a análise em um grupo específico de órgãos. 

É importante ressaltar, contudo, que o exame só é capaz de avaliar órgãos e estruturas sólidas, vascularizadas ou preenchidas por líquidos.  

Assim, órgãos que apresentem grande presença de gases, como intestino e estômago, apesar de estarem na região abdominal, não podem ser avaliados em detalhe por esse tipo de procedimento. Para uma avaliação destes dois órgãos, o mais indicado é a realização da endoscopia ou colonoscopia.  }
Confira abaixo as características de cada um dos tipos de ultrassom abdominal. 

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Ultrassom abdominal superior para que serve?

Avalia órgãos, veias e artérias vitais localizados na parte superior do abdômen, como pâncreas, baço, fígado, vesícula, vias biliares, veia cava inferior e artéria aorta

Pode auxiliar no diagnóstico de doenças como esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado), cirrose, pancreatite, pedras e pólipos na vesícula, aterosclerose e aneurismas na aorta. 

Além disso, também é capaz de detectar concentrações incomuns de líquidos no abdômen, alteração de tamanho e formato dos órgãos, inflamações, lesões e tumores/cistos no geral. 

ultrassom abdominal superior

Como é feito a ultrassom abdominal superior?

Com o paciente deitado, é feita a aplicação de um gel à base de água na pele para facilitar a movimentação do transdutor na região abdominal superior. 

Esse transdutor emite ondas sonoras de alta frequência que vão ajudar a criar os sinais que serão convertidos no computador, gerando as imagens em tempo real no monitor, para avaliação do médico.

Ao identificar imagens de melhor qualidade e mais esclarecedoras do quadro do paciente, o médico as seleciona e imprime no laudo, juntamente com suas observações, para avaliação do médico que solicitou o exame.

O procedimento não tem contraindicações e costuma durar cerca de 15 minutos. 

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Ultrassom abdominal inferior para que serve?

Avalia órgãos relacionados ao sistema urinário e reprodutivo em homens e mulheres. Inclui a visualização de  vesículas seminais, próstata, ovários, útero, e bexiga. 

O ultrassom abdominal inferior pode auxiliar na detecção e diagnóstico de cálculos e cistos renais, divertículos na bexiga, alterações no tamanho e formato da  próstata,  sinais de endometriose, pólipos uterinos, miomas, cistos ovarianos e ovários micropolicísticos. 

O ultrassom de abdômen inferior é um importante aliado durante o acompanhamento pré-natal, a fim de monitorar o desenvolvimento fetal intraútero. 

Além disso, também costuma ser utilizado para a investigação de dores no baixo ventre e na região lombar. 

Como é feito ultrassom abdominal inferior?

A realização do exame é a mesma da variação para o abdômen superior, porém nesse caso focando a movimentação do transdutor na região infra-abdominal, que é a que se deseja investigar.

Ultrassom abdominal total para que serve?

É voltado para ampla avaliação das estruturas da cavidade abdominal, reunindo órgãos avaliados tanto no ultrassom abdominal inferior quanto superior. 

Possibilita a avaliação do fígado, pâncreas, baço, vesícula biliar, vias biliares, rins, artéria aorta, veia cava, e bexiga. 

Através deste exame podem ser detectadas alterações nestes órgãos,  como gordura no fígado, cálculos e pólipos na vesícula biliar, cálculos renais, placas de gordura e aneurismas na aorta, além de processos inflamatórios, como apendicite e diverticulite, e ainda tumores benignos ou malignos.

Essa opção de avaliação mais ampla é geralmente indicada nas avaliações de check-up anual geral ou para investigação de dores abdominais.

Como é feito ultrassom abdominal total?

Novamente, o procedimento para essa variação da ecografia do abdômen é feito da mesma maneira, no entanto, englobando toda a região do abdômen.

Como se preparar para um ultrassom abdominal?

A preparação para às três modalidades de ultrassom abdominal são semelhantes e incluem:

  • Jejum (6-8 horas).
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas ou alimentos pesados, ou gordurosos no dia anterior.
  • Estar com a bexiga cheia. 

Não é necessário suspender medicações que você tome regularmente. Caso tenha problemas com gases, é possível que o médico receite um medicamento específico para ser tomado algumas horas ou dias antes do exame. 

Onde fazer ultrassom abdominal em Brasília?

O diagnóstico precoce é a principal ferramenta no tratamento de diversas condições de saúde. Quando uma doença ou alteração é detectada em seus estágios iniciais, todo tratamento se torna mais simples, rápido e eficiente. Por isso, é essencial estar em dia com suas consultas e exames regulares.

Caso você esteja sentindo dores abdominais frequentes e/ou intensas, não perca tempo e procure atendimento médico o mais rápido possível.

A escolha de um local confiável para realização de seus exames também é um cuidado importante para garantir um diagnóstico rápido, eficiente e seguro.

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A Clínica Viver é referência em exame diagnóstico em Brasília. Oferecemos aos nossos pacientes sempre os recursos mais modernos e um time de profissionais especializados, com um atendimento sempre humanizado. Aqui, os exames são sempre realizados por médicos.

Caso você esteja em Brasília ou Entorno e tenha exames solicitados, agende online agora mesmo e venha cuidar da sua saúde conosco!

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Pólipos na Vesícula São Perigosos? Conheça os Sintomas

Os pólipos na vesícula são pequenos nódulos que crescem na parede da vesícula biliar. Eles se originam, geralmente, por excesso de colesterol ou devido a processos inflamatórios crônicos. A maioria dos pólipos de vesícula é de pólipos de colesterol que, em 90 a 95% do casos, não causam nenhum sintoma.

Características dos Pólipos na Vesícula

Quando os pólipos causam sintomas, os mais comuns são as náuseas. Da mesma forma, os pólipos na vesícula podem causar dor na parte superior do abdome, à direita, além de má digestão.

polipo na vesicula

Uma preocupação comum dos pacientes é saber se os pólipos na vesícula podem ser malignos. É importante deixar bem claro que a grande maioria dos pólipos é benigna, mas existem alguns fatores que podem aumentar o risco de malignidade, como quando:

  • Se tem idade acima de 50 anos,
  • Há associação de pólipos e cálculos na vesícula biliar, e
  • O pólipo é maior que 10 mm (1 cm).

Leia também: Ultrassom de abdômen total: 9 doenças que podem ser detectadas

Sintomas de Pólipo na vesícula

Por mais que os pólipos vesiculares sejam considerados lesões na parte interna da vesícula, os pólipos não costumam manifestar sintomas de fácil percepção ao paciente. Contudo há raros casos de pessoas que relataram sentirem desconforto ou dor ao lado direito do abdome associado a náuseas acompanhadas de vômitos.

Por não apresentarem sintomas perceptíveis na grande maioria dos casos, os pólipos costumam ser achados por acaso durante ultrassonografias do abdômen de rotina. Quando isso acontece o procedimento correto é acompanhar se há alterações no tamanho com o decorrer do tempo.

De forma geral, avaliar o tamanho do pólipo é uma maneira de se fazer o diagnóstico, sendo os pólipo menores que 1 centímetro normalmente benignos, e os maiores que 1 centímetro tem maiores chances de serem malignos.

Há casos também de pólipos pré-malignos ou até mesmo adenomas (tumores benignos) que podem gerar determinados problemas mais graves, como as pedras na vesícula e inflamações.

Nestes casos extremos, o paciente será direcionado para um exame completo para melhor identificação e tratamento. Caso haja necessidade de exames complementares para confirmar se o PV é maligno ou não, o ultra-som endoscópico ou a RM colangiorressonância podem ser solicitadas para sua melhor avaliação.

Leia também: Pedra na Vesícula é perigoso? Sintomas, causas e como eliminar

Diágnóstico e Tratamento de Pólipo na Vesícula Biliar

O diagnóstico é feito por meio da ultrassonografia de abdome, cuja imagem mostra um pequeno nódulo fixo na parede da vesícula, o que difere do cálculo, já que este é móvel.

O tratamento de pólipos na vesícula biliar e seu consequente acompanhamento depende do tamanho do pólipo, dos sintomas apresentados pelo paciente e da existência dos fatores já apresentados.

polipo na vesicula

Quando os pólipos são menores que 6 mm, como não causam sintomas, devem ser acompanhados por ultrassonografia de 6 em 6 meses, por 2 anos e, a partir de então, o controle deve ser anual.

As condutas para os pólipos com tamanho entre 6 e 10 mm são um pouco conflitantes, porém geralmente também se opta pelo controle semelhantes ao dos pólipos menores.

Já para os pólipos de vesícula maiores que 10 mm está indicada a cirurgia. O tipo de cirurgia mais aplicada é a laparoscopia, já que é a menos invasiva. São realizados pequenos furos na parede abdominal, por onde são introduzidos uma cânula ótica e outros materiais cirúrgicos, instrumentos com os quais se retira a vesícula biliar.

polipo na vesicula

A recuperação é rápida e, além disso, a ausência da vesícula biliar não costuma causar problemas.

Pólipos na vesícula podem desaparecer?

Os pólipos menores podem não causar nenhum sintoma e podem sim desaparecer por si próprios. Em outros casos, pólipos não tratados podem causar sintomas que afetam a qualidade de vida e apresentar uma pequena chance de se tornarem cancerígenos. Por isso, não deixe de lado o acompanhamento de um profissional especializado.

Os pólipos na vesícula se dividem, portanto, em dois grupos, podendo ser malignos e benignos. Diante dessa diferença, é evidente que cada um recebe um tratamento completamente diferente, sendo necessário avaliar o caso de perto a fim de se determinar qual tratamento a ser seguido.

Se você for diagnosticado com pólipos na vesícula biliar, seu médico pode recomendar monitorá-los com exames de ultrassom. Se houver uma alta probabilidade de câncer, ou se você tiver cálculos biliares, seu médico pode recomendar a remoção cirúrgica.

Você prefere ver este vídeo sobre pólipos na vesícula em vídeo? Assista o vídeo que a Dra. Nubia preparou sobre o assunto.

A Clínica Viver

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável.

Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, mesmo que você não esteja em Brasília. E, se você está em Brasília, estamos à sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde.

Oferecemos, também, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, tem os mais modernos aparelhos para exames de ultrassonografia, mamografia digital e densitometria óssea.

Realizamos, da mesma forma, punções de tireoide e mama, além de biópsias.

Além disso, temos profissionais experientes e preparados para consultas nas especialidades de:

  • Endocrinologia,
  • Ginecologia,
  • Obstetrícia e
  • Mastologia.

Na Clínica Viver, oferecemos aos nossos pacientes os mais modernos recursos e equipamentos do mercado. Aqui todos os exames são realizados por médicos. Assim, garantimos profissionalismo e segurança durante a realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível.

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Tireoidite de Hashimoto é perigoso? Saiba o que é e sintomas

A Tireoidite de Hashimoto é uma doença da tireoide, também conhecida pelos nomes Tireoidite Linfocítica Crônica ou Doença de Hashimoto.

Publicamos, recentemente, uma série de textos com vídeos sobre a saúde da tireoide. Clique no link respectivo ao seu interesse:

Como recebemos um bom feedback desses conteúdos, resolvemos completar a série com as principais dúvidas sobre a Tireoidite de Hashimoto.

Se preferir ver este conteúdo em vídeo, clique abaixo.

Tireoidite de Hashimoto: O que causa?

A Tireoidite de Hashimoto é uma doença benigna, autoimune, ou seja, o organismo produz anticorpos contra a glândula tireoide, causando um processo inflamatório, que vai destruir as próprias células tireoidianas.

Isso provoca uma redução do volume da glândula, além de fibrose e diminuição dos hormônios produzidos pelas células tireoidianas.

Leia também: O Que É BIRADS? Classificação de Lesões Encontradas nos Exames

Tireoidite de Hashimoto é mais comum nas mulheres?

Sim, a doença é oito vezes mais comum nas mulheres do que nos homens, principalmente naquelas com idades entre 30 aos 50 anos.

Nota-se, além disso, uma tendência ao desenvolvimento da doença em pessoas que tenham, na família, casos de Doença de Hashimoto, ou de outras doenças autoimunes.

Tireoidite de hashimoto

Conheça as causas do hipotireoidismo, sintomas e como funciona o diagnóstico! 

A Tireoidite de Hashimoto causa dor?

Geralmente, a doença não provoca dor, ainda que em alguns pacientes há relato de desconforto na região do pescoço.

Note que isso, claro, é bom, mas não é 100% positivo, já que, infelizmente, a dor costuma ser a maior motivadora da busca por aconselhamento médico. Assim, como a dor não irá acender o alerta da necessidade de uma pesquisa médica, é importante conhecer os sintomas, para você saber se deve consultar-se com o médico especialista, o endocrinologista.

Tireoidite de hashimoto pode matar?

Com a inflamação da tireoide podem ocorrer casos em que ela é assintomática por muitos anos até a doença causar de fato um desequilíbrio hormonal, sendo mais comum o hipotireoidismo.

A maioria dos pacientes com tireoidite de Hashimoto precisará de tratamento pelo resto da vida com medicação apropriada. Como ainda não há uma cura para a tireoidite de Hashimoto, o tratamento para os casos de Hashimoto é o mesmo que para outras causas de hipotireoidismo: reposição hormonal.

O que se pode fazer portanto é o acompanhamento da doença através de um tratamento pontual dos sintomas mais graves da inflamação e balancear o descompasso hormonal através de injeções.

Como estamos diante de uma doença autoimune, não há muito o que fazer a não ser atenuar as complicações ocasionadas como: fadiga, ganho de peso, ressecamento da pele, queda dos cabelos, aumento das taxas de colesterol, além de infertilidade e depressão.

Tireoidite de Hashimoto: Quais os principais sintomas?

Os sintomas se manifestam, acima de tudo, devido à redução no funcionamento da glândula, o que leva ao hipotireoidismo.

Assim, as características do hipotireoidismo podem levar o paciente a apresentar:

  • bócio (crescimento da tireoide),
  • pele seca,
  • fadiga e sonolência,
  • depressão,
  • cabelos e unhas fracas,
  • falhas de memória e outros casos de deficit cognitivo,
  • irregularidade menstrual e
  • diminuição da libido.

Tireoidite de Hashimoto: Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da Tireoidite de Hashimoto é feito por meio da dosagem de alguns hormônios no sangue, como TSH, T3, T4 e dos anticorpos antitireoidianos, do exame clínico e da Ecografia de Tireoide com Estudo Dopplerfluxométrico.

O exame de imagem confirma a Tireoidite de Hashimoto se a glândula tiver:

  • eco textura difusamente heterogênea, com pseudonódulos, isto é, falsos nódulos formados pelo processo inflamatório,
  • aumento da vascularização glandular, ou seja, muito sangue na glândula.
  • Na fase crônica, ocorre, ainda, a diminuição do volume da tireoide, além de fibrose.
tireoide-de-hashimoto

É verdade que existe um maior risco de câncer de tireoide nos pacientes com a Doença de Hashimoto?

Alguns estudos sugerem um maior risco do carcinoma papilífero de tireoide, câncer de crescimento lento e bom prognóstico de cura, e do linfoma de tireoide, em pacientes com Tireoidite de Hashimoto.

Assim, esses pacientes devem ter acompanhamento periódico, por meio Ecografias de Tireoide com Doppler, para a detecção de nódulos suspeitos.

Tireoidite de Hashimoto: Existe cura?

Não, já que é uma doença geralmente progressiva, existe apenas o controle da disfunção tireoidiana, com a reposição de hormônios, geralmente para o resto da vida.

A medicação mais comum, nestes casos, é a Levotiroxina, tomada diariamente, em jejum.

Se você tem algum(uns) dos sintomas descritos acima, marque seu exame na Clínica Viver.

Clique para saber tudo sobre a Ecografia de Tireoide com Doppler, como: preparo, outros nomes, características, o que consta do laudo e mais.

Existe dieta para Tireoidite de Hashimoto?

Apesar dos estudos sobre dieta e alimentação na área ainda não serem conclusivos, pacientes com Hashimoto muitas vezes acabam experimentando dietas diferentes até encontrar uma que os faça se sentir melhor.

Muitos pacientes com problemas na tireoide dizem sentir menor intensidade nos sintomas ao mudarem a dieta seguindo algumas orientações básicas:

  • Alimentos que deve-se evitar: Alimentos gordurosos, bebidas alcoólicas, alimentos industrializados, soja, café e glúten.
  • A melhor dieta para Hashimoto é aquela rica em alimentos não processados, incluindo frutas com alto teor de fibras, vegetais e grãos inteiros; gorduras saudáveis; e proteínas magras. Sendo assim, consuma mais: Iodo, Cálcio, Complexo B e mantenha o corpo hidratado bebendo bastante água.

ecodoppler de tireoide

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Ultrassom de abdômen total: 9 doenças que podem ser detectadas

O ultrassom de abdômen total (ultrassonografia abdominal total) é um exame de imagem que utiliza sons de alta frequência (ultrassons) para gerar imagens detalhadas de órgãos e estruturas de todo o abdômen. 

Algumas razões fazem desse exame uma excelente opção para a investigação diagnóstica de diversas condições de saúde, como:

  • Ser capaz de gerar imagens de excelente qualidade.
  • Exame seguro, que não expõe o paciente a radiação.
  • Pode ser realizado inclusive por gestantes e crianças, sem qualquer risco.
  • Capta imagens em tempo real, inclusive de órgãos que se movem.
  • Exame de baixo custo, facilitando o acesso dos pacientes.

Neste artigo você vai conhecer 9 doenças que podem ser detectadas através do exame de ultrassom de abdômen total.

Doenças que o Ultrassom de abdômen total (ultrassonografia abdominal total) pode detectar?

Os principais órgãos analisados pelo ultrassom de abdômen total são: vesícula biliar, pâncreas, fígado, baço, bexiga e rins. O exame também é capaz de analisar uma série de artérias e veias, como a veia cava inferior e a aorta. 

Caso o exame seja realizado pela técnica doppler, ele ainda é capaz de analisar a circulação sanguínea desses órgãos, permitindo uma análise ainda mais detalhada da condição de saúde do paciente.

Apesar de ser capaz de avaliar características externas do estômago e do intestino, os gases presentes nesses órgãos dificultam a ação do aparelho para a geração de imagens nítidas. Por essa razão, para a análise mais detalhada dessas estruturas, recomenda-se a utilização de outros exames, como a colonoscopia e a endoscopia digestiva alta. 

Leia também: Ultrassom Transvaginal: o que é e como é feito?

Confira abaixo as principais doenças que o ultrassom de abdômen total é capaz de detectar:

1. Esteatose hepática

É uma doença caracterizada pelo acúmulo de gordura no fígado. Geralmente está associada ao consumo excessivo de álcool, mas também pode se desenvolver como efeito colateral de outras condições de saúde, como obesidade, hipotiroidismo, colesterol elevado, diabetes e até mesmo gravidez. 

Apesar de ser uma condição crônica, o acúmulo de gordura no fígado pode ser tratado, impedindo condições de saúde mais graves, como a evolução para a esteato-hepatite, que pode levar à cirrose hepática.

Esteatose hepática pode ser detectada pelo Ultrassom de abdômen total

2. Pancreatite

A pancreatite é um quadro de inflamação do pâncreas, que pode ser classificada como aguda ou crônica.

No caso da pancreatite aguda, a infecção costuma surgir repentinamente e causar dores na parte superior do abdômen, geralmente caracterizadas como pontadas. Em casos crônicos, a infecção é recorrente e pode causar lesões permanentes ao pâncreas.

A principal razão associada aos casos de pancreatite é o consumo excessivo de álcool. Porém, outras razões também podem levar à infecção, como tabagismo, cálculos biliares, triglicerídeos elevados, excesso de cálcio, hiperparatireoidismo e histórico familiar.

pancreatite pode ser detectada pelo Ultrassom de abdômen total

3. Pedra na vesícula 

Também chamado de colelitíase, o acúmulo de pedras na vesícula se caracteriza pela solidificação de partes da bile (líquido produzido pelo fígado). Em alguns casos, as pedras podem permanecer na vesícula e até serem expelidas naturalmente, sem apresentar sintomas. 

Porém, em alguns casos, podem acabar obstruindo a entrada da vesícula, impedindo a saída da bile, resultando no aumento de pressão e tamanho do órgão. O principal sintoma associado a essa condição é a dor do lado direito do abdômen, logo abaixo das costelas, geralmente após as refeições

As pedras na vesícula são uma condição mais comum nas mulheres durante ou após o climatério, mas também pode afetar pessoas diagnosticadas com diabetes, anemia falciforme, obesidade, cirrose e doença de Crohn.

Caso não seja diagnosticada e tratada, a colelitíase pode evoluir para um quadro inflamatório chamado colecistite. 

Colecistite pode ser detectada pelo Ultrassom de abdômen total

4. Cálculo renal (pedra nos rins) 

O cálculo renal é caracterizado pela cristalização de compostos da urina, como cálcio, fosfatos, oxalatos ou cistina. Essas cristalizações criam pequenas pedrinhas que, dependendo do tamanho, podem ser eliminadas naturalmente pela urina.

Em alguns casos, porém, essas pedras podem bloquear os canais urinários, resultando em uma condição mais séria, conhecida como hidronefrose.

Os indicativos mais característicos de cálculo renal são dores lombares agudas, que se irradiam para a virilha, além de dificuldade ou dor para urinar

Dependendo da gravidade e tamanho dos cálculos, a pessoa também poderá apresentar náuseas, vômitos, febre e sangue na urina. Caso a hidronefrose se instale, é muito comum que o volume urinário diminua ou seja interrompido.

Cálculo renal pode ser detectada pelo Ultrassom de abdômen total

5. Aneurismas da aorta

Esse quadro é caracterizado por dilatações ou protuberâncias nas paredes da artéria aorta, que podem se encher de sangue, obstruindo a circulação, aumentando a chance de um rompimento, o que poderia provocar um quadro sério de hemorragia interna

É comum que os aneurismas passem despercebidos, já que podem não apresentar sintomas até que aconteça uma ruptura. Em caso de ruptura, o principal indício são fortes dores que se iniciam nas costas e podem irradiar para outras partes do corpo.

Aneurisma da aorta pode ser detectada pelo Ultrassom de abdômen total

Conheça como funciona e para que serve o exame de Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais!

Ainda existem muitas dúvidas sobre o que verdadeiramente causa os aneurismas da aorta na comunidade médica, mas alguns fatores de risco podem ser apontados como: colesterol alto, idade avançada, pressão alta, tabagismo, histórico familiar e aterosclerose.

6. Pólipos na vesícula 

Os pólipos na vesícula ocorrem quando um crescimento anormal do tecido resulta em protuberâncias internas na vesícula.

Em 95% dos casos, os pólipos na vesícula são benignos, no entanto devem ser analisados com maior cuidado se tiverem entre 5 a 10 mm, pois possuem uma chance maior de evoluírem para um quadro de câncer de vesícula.

7. Cistos nos rins

Os cistos renais costumam atingir pessoas geralmente com mais de 40 anos e se caracterizam pela formação de bolsas de água nos rins.

Em casos de cistos pequenos, não há a manifestação de sintomas, nem há a necessidade de intervenção médica. 

Quando os cistos são muito grandes, podendo causar dor e desconforto, o paciente pode ser tratado com a remoção ou esvaziamento cirúrgico do cisto. Cistos nos rins sempre são ocorrências benignas, incapazes de causar ou evoluir para câncer nos rins. 

8. Divertículos na bexiga

Com o enfraquecimento da parede da bexiga, pode ocorrer o aparecimento de divertículos (saquinhos) capazes de reter pequenas quantidades da urina e causar processos inflamatórios mais sérios.

Sintomas associados aos divertículos na bexiga são a sensação de que a bexiga não foi esvaziada completamente após urinar, vontade frequente de urinar e pouca pressão no jato de urina. 

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Dor no baixo ventre: causas e o que pode ser?

9. Tumores 

A ultrassonografia de abdômen total é capaz de delinear órgãos e estruturas da caixa torácica, podendo facilmente denunciar alterações anatômicas que podem ser diagnosticadas como tumores em diferentes órgãos. 

Após a identificação de um tumor, são necessários outros exames complementares, dependendo de onde ele foi encontrado, a fim de determinar se é uma manifestação benigna ou maligna. 

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Quando fazer o Ultrassom de Abdômen Total (ultrassonografia abdominal total)?

O ultrassom de abdômen total é recomendado para pessoas que apresentem qualquer tipo de dor abdominal, seja ela superior ou inferior. 

Ainda que seja muito comum atribuir dores abdominais a problemas cotidianos sem risco, como azia, gases ou cólicas menstruais, toda a dor abdominal mais intensa, repetitiva ou prolongada deve ser avaliada por um médico

O cuidado deve ser maior especialmente para pessoas com idade mais avançada, que apresentem histórico de doenças familiares, sejam fumantes ou bebam com frequência. 

Por ser um exame que não expõe o paciente a radiação, o ultrassom de abdômen total pode ser recomendado para pessoas de todas as idades, inclusive como rastreamento anual para pessoas de mais idade.

Saiba mais!

Para que serve o exame de ultrassom abdominal 

Onde fazer ultrassom de abdômen total (ultrassonografia abdominal total) em Brasília-DF?

O diagnóstico precoce é a melhor ferramenta de combate contra qualquer doença, seja ela abdominal ou não. Muitas condições de saúde não apresentam sintomas em seus estágios iniciais e, por isso, é essencial que se mantenha a constância nos exames de check-up. 

A escolha de uma clínica de confiança é um passo complementar muito importante para garantir mais conforto e segurança na realização dos exames e qualidade na análise de resultados. 

A Clínica Viver é referência no Distrito Federal em exames diagnósticos, como o ultrassom de abdômen total. Oferecemos aos nossos pacientes os melhores recursos – humanos e de equipamentos – a fim de garantir sempre o diagnóstico mais seguro.

Caso você esteja em Brasília ou Entorno, agende online seus exames com toda a facilidade e venha cuidar da sua saúde conosco! 

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Reposição hormonal masculina: como funciona?

A reposição hormonal masculina é um tratamento baseado na reposição sintética da testosterona, que pode decair por diversos fatores, como obesidade, problemas de saúde, estresse psicológico, medicamentos ou como consequência natural do envelhecimento (andropausa).

Como resultado dessa queda nos níveis da testosterona, os homens costumam apresentar diminuição da libido, ganho de peso, insônia, disfunção erétil, calvície, irritabilidade, perda de massa muscular e óssea, dentre outros sintomas. 

Quais são as recomendações para a reposição hormonal masculina e como ela funciona? Acompanhe o artigo para descobrir. 

Quando a reposição é recomendada?

Quando a reposição hormonal masculina é recomendada?

Como vimos acima, a queda nos níveis de testosterona pode ser causada por vários fatores, mas na maioria dos casos, trata-se de um processo natural do envelhecimento.

A queda acentuada de níveis de testosterona é conhecida, ocorrida geralmente após os 40 anos, recebe o nome de andropausa, em referência à fase semelhante apresentada pelas mulheres (menopausa).

Ao contrário das mulheres, nos homens esse processo não traz sintomas tão acentuados nem afeta todos os indivíduos com a mesma intensidade.

Os médicos geralmente indicam a reposição quando a queda da testosterona está prejudicando a qualidade de vida do paciente ou oferecendo riscos à sua saúde.

O início do tratamento se dá após a realização de exames de sangue que comprovem a queda, juntamente com a análise pelo urologista ou endocrinologista, considerando prós e contras específicos de cada paciente. 

Quais exames medem o nível da testosterona? 

Quais exames medem o nível da testosterona? 

Os níveis de testosterona no organismo podem ser avaliados por meio de exames de sangue, como a testosterona livre (disponível no organismo para absorção e uso imediato) e a testosterona total (testosterona livre + testosterona associada a proteínas). 

Não existe atualmente um consenso geral quanto a um nível de testosterona considerado um mínimo saudável.

No Brasil, contudo, diretrizes formuladas em 2014 pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) classificam que valores de testosterona total inferiores a 300 ng/dl são considerados insuficientes e passíveis de tratamento. 

Além dos exames para avaliar os níveis da testosterona propriamente dita, o médico também poderá requisitar outros exames de sangue para melhor análise e consideração do tratamento de reposição hormonal.

Entre os exames complementares mais frequentes estão o LH, o FSH, o PSA e a prolactina.

Como funciona o tratamento? 

Como funciona o tratamento? 

O principal objetivo da reposição hormonal masculina é normalizar os níveis de testosterona na corrente sanguínea, promovendo um alívio de sintomas e melhora na qualidade de vida do paciente. 

A reposição de testosterona poderá ser feita por meio da via oral, transdérmica ou injetável, de acordo com as recomendações da Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA). 

Suplementações vitamínicas também poderão auxiliar no tratamento, atuando na manutenção da saúde e estimulando o corpo a produzir o hormônio naturalmente, como acontece no caso de suplementação da vitamina D

Reposição por via oral 

Essa forma de tratamento pode ser feita através do uso de comprimidos como o  undecanoato de testosterona para ingestão diária. 

De modo geral, não é uma abordagem clínica muito popular, especialmente devido à grande quantidade de pílulas que os pacientes precisam tomar, tornando-se um tratamento mais caro e menos prático de ser mantido. 

Via transdérmica

O tratamento por via transdérmica (pela pele) engloba os medicamentos da modalidade adesivo e gel. É um método bastante popular, especialmente por ser barato e fácil de ser interrompido, caso o tratamento apresente qualquer efeito colateral mais sério.

Os adesivos de testosterona podem ser colocados sobre ou embaixo da pele. Inclusive essa forma subcutânea costuma ser menos utilizada, justamente por ser mais trabalhosa de interromper em caso de efeitos colaterais. 

Via injetável 

Um dos métodos mais utilizados, devido ao seu baixo custo, é a aplicação de testosterona injetável.

As aplicações geralmente são feitas em intervalos de 15 em 15 dias, se usadas as substâncias mais comuns, ou até em intervalos de 3 meses, no caso de medicações mais concentradas, como o undecilato de testosterona. 

Por qual forma devo optar?

Por qual forma devo optar?

A definição da melhor forma para a realização da reposição hormonal deverá ser decidida em conjunto com seu urologista ou endocrinologista, levando em conta fatores como custo, conforto e o próprio tipo de medicação sugerida, que pode só estar disponível em determinadas opções. 

Mantenha em mente que não existe uma técnica melhor ou pior. Todas elas apresentam benefícios e defeitos.

O ideal é alinhar suas necessidades e expectativas juntamente com as opções oferecidas pelo seu médico, a fim de obter os melhores resultados. 

Quais são os benefícios da reposição hormonal masculina? 

Quais são os benefícios da reposição hormonal masculina?

O principal benefício da reposição hormonal masculina é a melhora na qualidade de vida do paciente, que experimentará uma diminuição em todos os sintomas desencadeados pela andropausa.

Esses sintomas vão muito além de problemas sexuais (queda da libido, disfunção erétil e fertilidade reduzida). Os efeitos podem afetar o estado mental (ansiedade, depressão, fadiga, irritabilidade) e físico do homem (redução de massa muscular, óssea e aumento da gordura abdominal). 

Alguns estudos também relacionam baixos níveis de testosterona ao desenvolvimento do Alzheimer e reconhecem na reposição hormonal uma medida de prevenção adicional para o desenvolvimento da doença.

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Quais são as contraindicações? 

A reposição hormonal não é indicada para homens que apresentem suspeita ou diagnóstico de câncer de próstata, câncer de mama, apneia do sono severa, e sintomas urinários intensos devido ao aumento benigno da próstata (hiperplasia prostática benigna).

Apesar de não causar câncer ou favorecer o aparecimento de tumores, a reposição hormonal de testosterona pode agravar casos já existentes. 

Para garantir mais segurança ao tratamento, é recomendável que se faça a avaliação do exame de PSA e de toque retal antes do início da reposição, além de outros exames solicitados pelo médico, para assegurar que seu organismo está preparado para receber novas cargas hormonais sem prejuízos para a saúde. 

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Que tal um plano de apoio? 

Que tal um plano de apoio?

Se você está se perguntando, existem sim medidas naturais que você pode tomar para ajudar seu corpo a manter a produção mais eficiente de testosterona com a chegada da idade. A boa notícia é que se trata de ações simples, que você pode empregar no dia-a-dia. 

A primeira delas é a prática regular de atividades físicas, principalmente aeróbicas, por pelo menos 150 minutos por semana.

Além disso, também é recomendado o consumo de zinco e das vitaminas A e D.

Outro grande aliado na manutenção de bons níveis de testosterona são os vegetais crucíferos, como brócolis, rúcula, couve, e todos os outros dessa família.

Dormir bem, controlar o estresse, abandonar o tabagismo e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas também vão ajudar seu tratamento de reposição hormonal, permitindo que você observe resultados mais rápidos. 

Sua saúde em primeiro lugar 

Sua saúde em primeiro lugar

O fator mais importante de toda essa equação é você!

Caso você esteja percebendo os sintomas típicos da queda da testosterona, o primeiro passo é procurar um urologista ou endocrinologista. Esses profissionais vão te avaliar e orientar sobre as causas de seus sintomas e, se for o caso, indicar a terapia de reposição hormonal.

Lembre-se: a andropausa, assim como a menopausa, é um processo natural e marca apenas o início de uma nova fase da sua vida. Mas com acompanhamento médico, exames em dia e os tratamentos indicados, é possível manter a saúde e a qualidade de vida.

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O Novembro Azul é o mês de conscientização para a saúde masculina. Aproveite para ficar em dia com seus exames e sua prevenção.

Se você está em Brasília e tem exames solicitados, agende conosco. Você pode fazer tudo com toda facilidade do seu celular ou computador.

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BIRADS: Classificação de Lesões Encontradas nos Exames

O BIRADS é a acrônimo formado pelas primeiras letras do termo, em inglês, Breast Imaging Reporting and Data System (em português, “Sistema de Relatório de Dados de Imagens da Mama”). Em suma, a classificação BIRADS estima a chance de uma lesão visualizada em exames de mama ser um câncer de mama.

Se você está com dúvidas sobre esse termo, o que pode indicar, se é preocupante ou não, continue lendo este artigo.

Vamos explicar melhor esse sistem e o que você precisa saber sobre ele. Confira!

Veja no artigo:

Exames de Imagem em Taguatinga-DF, agende o seu exame agora!

Caso prefira ver este conteúdo em vídeo, a Dra. Nubia, da Clínica Viver de Imagens Médicas, preparou um vídeo especial sobre BIRADS, esclarecendo cada classificação e o que significam.

Por que a classificação BIRADS é tão importante?

Na Medicina, a padronização é um procedimento importantíssimo, pois estrutura a análise. Ela gera a produção de checklists, listas de ações ordenadas por prioridade; auxilia na produção de protocolos, que são listas de procedimentos obrigatórios em um tratamento, exame, consulta ou pesquisa; enfim, cria padrões de trabalho.

Dessa forma, é possível, por exemplo, que o relatório de um médico, de qualquer lugar do mundo, seja fonte de informação para qualquer outro médico.

Com isso em mente, foi criado o padrão BIRADS, para laudos de mamografias e outros exames de mamas.

O BIRADS categoriza as lesões, de acordo com diversas análises, em 6 categorias.

Entenda melhor sobre as categorias do BIRADS e o que significam abaixo.

Veja também: Ecografia transvaginal

O que significa e o que indica cada categoria do BIRADS?

Veja a tabela abaixo e a explicação de cada classificação, recomendações a se seguir e o risco de câncer:

O que significa e o que indica cada categoria do BIRADS?

BIRADS 0: Exame Inconclusivo

Está se perguntando se BIRADS 0 (zero) é perigoso?

A imagem encontrada necessita de avaliação por outros métodos, como a ecografia mamária, ou que sejam realizados outros exames adicionais.

resultado de birads 0 - Exame Inconclusivo

Essa categoria indica que as imagens colhidas não são suficientes para um diagnóstico preciso. Assim, exames complementares são necessários para a produção do laudo.

Veja também: Sintomas e como prevenir a gordura no fígado!

BIRADS 1: Exame normal ou negativo

Isso significa que o médico não encontrou nenhuma alteração. Lembrando que negativo, em termos de exame, significa que está tudo bem. Essa categoria indica que nada de mau foi encontrado.

resultado de birads 1 - Exame normal ou negativo

O risco de malignidade é zero e é indicado apenas o rastreamento mamográfico periódico, de rotina.

BIRADS 2: Achados mamográficos benignos

Isso significa que o médico encontrou algumas alterações na sua mama, mas que estas são 100% benignas.

resultado de birads 2 - Achados mamográficos benignos

Dentre estas alterações podemos citar: linfonodos (que são ínguas dentro das mamas), calcificações do tipo benignas, nódulos de gordura, implantes de silicone, fibroadenomas calcificados, dentre outros.

Leia também:

O Que São Linfonodos, Mais Conhecidos Como Gânglios Linfáticos?

Há Relação entre Prótese de Silicone e Câncer de Mama?

BIRADS 3: Achados provavelmente benignos

Isso quer dizer que o médico encontrou alterações com grande chance de benignidade, isto é, maior que 98%.

Aqui se incluem os nódulos com contorno todo definido, assimetrias (pequenas alterações nas formas) muito próximas do tecido mamário normal e calcificações, redondas e uniformes, agrupadas.

resultado de birads 3 - Achados provavelmente benignos

No caso de as lesões encontradas serem da categoria 3, reduz-se o espaço de tempo entre uma mamografia e outra. Então, a conduta, nestes casos, é repetir a mamografia em 6 meses.

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BIRADS 4: Achados mamográficos suspeitos

Neste caso a lesão encontrada tem a chance de malignidade entre 2 e 95%.

resultado de birads 4 - Achados mamográficos suspeitos

Essa categoria foi subdividida, já que o campo percentual de malignidade abrangido é muito amplo:

  • BIRADS 4A – lesões com risco baixo de malignidade, entre 2% a 10%;
  • BIRADS 4B – com risco moderado, entre 11 a 50%;
  • BIRADS 4C – lesões com risco alto, entre 51 a 95%.

Independentemente da subcategoria, todos os casos desta categoria devem ser submetidos à biópsia.

Aqui podem ser incluídas os agrupamentos de calcificações finas e irregulares, heterogêneas grosseiras, calcificações amorfas (sem forma definida), distorções arquiteturais e os nódulos mal definidos.

Tem dúvidas sobre como é feita uma biópsia? Confira este outro artigo.

BIRADS 5: Achados altamente suspeitos

Neste caso, as lesões têm chance de malignidade maior que 95%.

resultado de birads 5 - Achados altamente suspeitos

Aqui estão incluídos os nódulos espiculados e as calcificações pleomórficas, ou seja, de formas irregulares e tamanhos e densidade variadas. A conduta de ordem é a biópsia de mama.

Saiba mais em:

Biópsia de mama: quando é indicada?

BIRADS 6: Exame com lesão com malignidade confirmada, mas que não foi completamente retirada

Esta categoria engloba os pacientes que estão em tratamento com quimioterapia com a finalidade de reduzirem a lesão, antes da cirurgia definitiva.

Aqui o paciente já está fazendo, ou deve fazer imediatamente, tratamento oncológico do câncer de mama. Pode-se até fazer a biópsia, mas dificilmente uma cirurgia para remoção completa da lesão deixará de ser necessária.

O resultado é definitivo? A classificação BIRADS pode mudar?

A classificação BIRADS pode variar com o passar do tempo, de acordo com a melhora ou piora do quadro da paciente. 

No caso de diagnóstico inicial de câncer de mama, indicado por BIRADS 4 ou 5 (achados suspeitos ou altamente suspeitos), a classificação pode mudar após a conclusão do tratamento, em que os exames passam a apontar uma nova categoria, como BIRADS 2 (achados benignos), por exemplo, confirmando a cura do tumor maligno.

birads 2 - Achados mamográficos benignos

O contrário também pode acontecer. Uma paciente que realizou os exames e recebeu a classificação inicial como BIRADS 3 (achados provavelmente benignos) pode evoluir no quadro com o tempo, desenvolvendo o câncer, e a lesão passa a ser reclassificada nos exames como BIRADS 4 ou 5.

A classificação BIRADS pode variar de acordo com o exame realizado?

Sim, exames diferentes podem apontar categorias BIRADS diferentes, pois a classificação é feita de forma independente para cada exame e resultado, de acordo com suas características individuais.

Sendo assim, uma mamografia pode indicar BIRADS 2, enquanto a ecografia realizada na mesma mama e na mesma época pode apontar BIRADS 3. Nesses casos, cabe ao médico avaliar os exames e oferecer o laudo mais adequado.

Leia também:

Mamografia ou Ecografia Mamária? Qual o melhor exame para mim?

Dúvidas frequentes

Quando o Câncer de Mama é considerado avançado?

O câncer de mama é considerado avançado quando atingiu o estágio 4, sendo denominado câncer metastático. Nesse estágio, o câncer de mama já se espalhou para outros órgãos, como fígado, pulmões, ossos, cérebro, entre outros.

Qual o tipo de Câncer de Mama mais grave?

O tipo de câncer de mama que pode ser considerado o mais grave é o câncer inflamatório. Esse tipo de câncer mamário é raro e agressivo, causa a inflamação da mama e possui altas chances de se espalhar para outras partes do organismo.

O que é Birads?

BI-RADS (Breast Imaging-Reporting and Data System) é uma ferramenta de avaliação de risco e garantia de qualidade desenvolvida pela American College of Radiology que fornece uma classificação amplamente aceita e um esquema de relatório para imagens da mama.

Neste artigo, para esclarecer o que significam as diversas classificações BIRADS, abordamos os seguintes conceitos:

  • BIRADS 0: resultado inconclusivo, em que as imagens obtidas não são suficientes para um diagnóstico preciso. São necessários exames complementares.
  • BIRADS 1: exame normal ou negativo, o que significa que não foram encontradas alterações na mama.
  • BIRADS 2: foram encontradas alterações na mama, chamados de achados mamográficos benignos, como o nome diz, são totalmente benignas.
  • BIRADS 3: foram encontradas alterações na mama com acima de 98% de chances de serem benignas.
  • BIRADS 4: foram encontradas lesões na mama que possuem entre 2 e 95% de chances de serem malignas.
  • BIRADS 5: foram encontradas lesões na mama com mais de 95% de chances de serem malignas.
  • BIRADS 6: indica a presença do câncer de mama já em tratamento.

Também é importante lembrar que a classificação BIRADS pode mudar com o tempo, de acordo com evolução do quadro da paciente.

Possui mais alguma dúvida? Coloque nos comentários deste artigo!

Para saber mais sobre questões relacionadas ao câncer de mama e à saúde da mulher, recomendamos que leia estes conteúdos:

Clínica de exame de imagem Viver em Brasília-DF

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília (DF), já se consolidou como referência em exames por imagem, porque preza pela experiência e credibilidade de seu corpo clínico, pelo constante aperfeiçoamento das suas equipes médicas e de atendimento, e pela disponibilidade de equipamentos de última geração.

Nosso compromisso é proporcionar a quem nos procura um atendimento humano e ético, garantindo um diagnóstico seguro e rápido.

Nós dispomos de ambiente amplo e confortável, composto de grande área de recepção e espera, com área para crianças e 3 banheiros, com 9 salas de ultrassonografia (ecografia), sendo uma delas com ecógrafo para ecodoppler fetal, além de mamografia digital e densitometria óssea.

Temos também consultórios para fazer punções e biópsias, de mama e tireoide. Todos os nossos equipamentos são recentes e de última geração.

Nossa equipe de mamografia, ecografia e punção mamária (PAAF de Mama ou Core Biopsy de Mama) conta com profissionais altamente qualificados, pois são treinados para as particularidades do atendimento ao público feminino.

Fazemos, também, punções guiadas por ultrassonografia de tireoide (punção de tireoide) e mama (core biopsy de mama), além de biópsias e consultas médica nas especialidades de Endocrinologia, Mastologia, Ginecologia e Obstetrícia.

Prezamos também pela agilidade na marcação de consultas e exames, assim como na entrega dos resultados. Nossos laudos ecográficos são entregues minutos após o término do exame, enquanto os laudos de mamografias e densitometrias ósseas em até 3 dias, sempre com checagem dupla. Teremos grande prazer em receber você na nossa clínica.

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Tipos de Cistos no Ovário Maligno (Não Funcionais) e Funcionais

Nesse artigo iremos abordar um assunto importante dentro da saúde da mulher: tipos de cistos no ovário não funcionais e funcionais.

É comum cistos se desenvolverem em um dos ovários. Muitas mulheres desenvolverão pelo menos um cisto durante a vida e, na maioria dos casos, os cistos são indolores e não causam sintomas.

Leia o artigo ou veja o vídeo no final da página que preparamos para você sobre o assunto!

O que são Cistos Ovarianos não funcionais?

Cistos não funcionais são aqueles que não têm relação com o ciclo menstrual e que não apresentam regressão espontânea.

Esta é a segunda parte dessa série sobre cistos no ovário. Clique, a fim de acessar a parte 1 – Cisto de Ovário é Perigoso?

Tipos de Cistos no Ovário não Funcionais

tipos de cistos

Leia também: A perigosa relação entre o Coronavírus e as doenças cardiovasculares.

São diversos os tipos de cistos no ovário não funcionais, assim, vamos caracterizá-los:

  • Cisto Dermoide ou Teratoma Maduro

Primeiramente, você deve saber que Cisto Dermoide ou Teratoma Maduro são tumores benignos e muito frequentes em mulheres jovens. Este tipo de cisto no ovário não funcional pode apresentar células dos 3 folhetos embrionários, que podem conter cabelo, dente, gordura, músculos, pele e, inclusive, tecido tireoidiano.

Em 10% dos casos os cistos dermoides (ou teratomas maduros) podem ser bilaterais.

Geralmente não apresentam sintomas, a não ser se atingirem grandes dimensões, quando podem ocasionar dores abdominais e alterações urinárias e/ou digestivas.

Quando estes cistos não funcionais se tornam grandes tumores a situação piora, pois existe o risco de torção, situação em que a paciente sente dores abdominais muito intensas, e deve ser encaminhada para cirurgia de urgência.

O diagnóstico é feito, geralmente, por meio de ultrassonografia transvaginal. Este exame vai demonstrar um tumor misto, com o aspecto característico de gordura em seu interior. Em alguns casos, pode ser necessária a realização de ressonância magnética, a fim de confirmarmos o diagnóstico.

O tratamento é cirúrgico, e para as pacientes que desejam engravidar, uma maior preservação do ovário é indicada.

A cirurgia pode ser feita via laparoscopia, que é a introdução de uma cânula pelo umbigo, com uma câmera em sua extremidade e pequenas incisões na parede abdominal onde são introduzidas pinças, a fim de promover a retirada do tumor. Esse tipo de cirurgia permite uma recuperação mais rápida, além de melhor resultado estético.

Conheça como funciona e para que serve o exame de Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais!

  • Cistoadenoma seroso e mucinoso

São tumores benignos, que podem atingir grandes dimensões, principalmente os mucinosos.

Seu pico de incidência ocorre entre os 20 e 50 anos.

Os cistoadenomas serosos ou mucinosos são cistos que costuma apresentar septos (divisões) e projeções sólidas em seu interior.

Nas ecografias, estes cistos também são similarmente chamados de cistos complexos ou multiloculares.

Os cistoadenomas mucinosos podem apresentar grande quantidade de material gelatinoso em seu interior. Quando eles se implantam na cavidade abdominal, podem causar a produção de grande quantidade de liquido no abdome.

As pacientes acometidas por estes tipos de cistos no ovário não funcionais podem permanecer sem sintomas (assintomáticas) ou apresentar dor abdominal, além de aumento do volume abdominal, irregularidade menstrual e alterações urinárias ou digestivas.

O diagnóstico é realizado por meio de ultrassonografia com dopplerfluxometria (doppler), porque avalia as características e a vascularização do tumor e a dosagem no sangue dos marcadores tumorais, como o CA 125, CA 19.9, alfafetoproteína e da gonadotrofina coriônica humana.

Os tumores benignos não apresentam marcadores tumorais positivos, em geral. Entretanto, é importante saber que várias condições benignas podem aumentar o Ca 125, como diverticulite, infecções pélvicas, endometriose, gravidez, hepatite crônica, cirrose hepática, inflamações da vesícula, etc.

O tratamento dos cistoadenomas serosos ou mucinosos é cirúrgico, com preservação máxima do ovário em mulheres que ainda não tiverem filhos.

Indica-se a remoção dos ovários quando esses cistos aparecerem após a menopausa.

Leia também: Futuras mamães: tirem as suas principais dúvidas sobre gravidez e coronavírus

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  • Cisto endometriótico ou endometrioma

Esses tipos de cistos ovarianos não funcionais ocorrem na endometriose, quando células do endométrio, o tecido que reveste o útero internamente descamam com a menstruação, desprendem-se e se implantam nos ovários, formando cistos com conteúdo espesso, hemorrágico.

Veja o artigo, com vídeo, sobre a endometriose, a fim de saber mais.

Os cistos endometrióticos são a principal causa de dor em baixo ventre, relacionada à menstruação. Essa dor  costuma piorar com o tempo, e causam dor também nas relações sexuais.

Os cistos endometrióticos são mais comuns em pacientes jovens.

Os cistos endometrióticos são apenas uma manifestação da endometriose, uma doença complexa, porque pode comprometer intestino, trato urinário, vagina, ligamentos e, ainda, causar aderências e infertilidade.

Os cistos endometrióticos são diagnosticados por meio da ultrassonografia transvaginal, onde observamos cistos com conteúdo espesso, por meio de exame laboratorial, que mostrará a dosagem do CA 125, que estará aumentada.

A laparoscopia é realizada para diagnóstico e tratamento, onde são retirados os cistos, removidos os focos de endometriose em outros órgãos e as aderências.

Tipos de Cistos no Ovário Funcionais ou Benignos

Os cistos de ovário mais comuns são chamados de cistos funcionais, que são benignos. Eles são menos preocupantes, já que estão relacionados à ovulação e costumam regredir espontaneamente.

Leia também: Autoexame das mamas: por que e como fazer

Os principais tipos de cistos no ovário funcionais são categorizados como:

Cistos foliculares

Ocorrem quando o folículo, que é um pequeno cisto com o óvulo em seu interior, não se rompe durante o processo de ovulação e acumula líquido em seu interior.

Geralmente medem entre 3 cm a 6 cm e desaparecem espontaneamente, pois estão relacionados ao ciclo menstrual.

Normalmente, não causam sintomas, a não ser quando maiores que 6 cm, já que nessa situação podem se romper, causando dor abdominal.

Na ultrassonografia aparecem como uma bolinha preta, homogênea, com conteúdo apenas líquido.

Cistos de corpo lúteo

São aqueles que ocorrem após a ovulação e produzem progesterona, um hormônio que prepara o útero para receber o embrião.

Geralmente são assintomáticos, a não ser quando maiores que 5 cm, quando, por causa de seu volume, podem causar dor no baixo ventre.

Os cistos de corpo lúteo costumam apresentar regressão espontânea em até 3 semanas.

Na ultrassonografia com doppler fluxometria, esse tipo de cisto ovariano apresenta um aspecto muito característico, que é a presença de artérias formando um anel em volta do cisto.

Cistos hemorrágicos

É o cisto de corpo lúteo em que ocorreu um pequeno sangramento em seu interior. Na grande maioria das vezes, não é necessária intervenção, já que também costumam regredir espontaneamente. Além disso, podem causar uma dor discreta no baixo ventre, do lado afetado.

Igualmente, quando maiores que 6 cm, podem vir a se romper, derramando líquido na cavidade abdominal, o que pode causar dor intensa.

Na ultrassonografia, o cisto hemorrágico apresenta conteúdo espesso, com um aspecto de teia de aranha em seu interior.

Leia também: O que a ecografia transvaginal pode diagnosticar?

Resumo

Assim, podemos guardar algumas dicas importantes da parte 2 desta série de artigos sobre os ovários:

  • A grande maioria dos cistos não funcionais nas mulheres de 20 a 40 anos são benignos, já após a menopausa 30% são malignos.
  • Os tumores benignos geralmente são assintomáticos, mas podem causar dor abdominal, irregularidade menstrual, e quando maiores que 6 cm, aumenta o risco de ruptura ou torção.
Tipos de Cistos no Ovário Não Funcionais
  • Apenas 2% dos cistos constituídos só de liquido e sem divisões (uniloculares) são malignos, ao passo que quando apresentam parte sólida, septos grossos, e multiloculares aumenta a chance de malignidade, que vai para 43%.
  • O diagnóstico é feito com a ultrassonografia com dopplerfluxometria e dosagem de marcadores tumorais no sangue.
  • A cirurgia dos tumores benignos vai depender:
  1. Do tamanho do tumor,
  2. Das células presentes,
  3. Da idade da paciente e
  4.  Se já teve filhos ou não.

Leia também: Cartão Conviver: como solicitar e vantagens de aderir

Prefere saber mais sobre cistos não funcionais de ovário em vídeo? Assista o vídeo que a Dra. Nubia, da Clínica Viver preparou para você:

No próximo artigo, falaremos do câncer de ovário. Clique, a fim de acessá-lo.

A Clínica Viver

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável.

Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, ainda que você não esteja em Brasília.

Oferecemos, igualmente, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

Se você está em Brasília, estamos sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde.

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, tem os mais modernos aparelhos de ultrassonografia, mamografia digital e densitometria óssea. Igualmente, realizamos punções de tireoide e mama, além de biópsias.

Além disso, temos profissionais experientes e preparados para consultas nas especialidades de Endocrinologia, Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, a fim de cuidar de seus exames e da sua saúde.

Ligue para a Viver. Conseguimos agendar sua consulta e/ou exame até para o mesmo dia.

Saiba Mais

Gostou de saber mais sobre cisto não funcional no ovário? Leia, igualmente, as partes 1 e 3 da série sobre problemas no ovário que está disponível no blog. Comente, pergunte e, acima de tudo, participe das nossas discussões a fim de aprimorarmos nossas informações.

Aguardamos e agradecemos sua participação.

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Ultrassom Transvaginal: o que é e como é feito?

O Ultrassom Transvaginal ou ecografia é um exame de imagem gerado a partir do “eco” nos órgãos, produzido pelas ondas sonoras características do procedimento. Por meio da ultrassonografia transvaginal é possível realizar o diagnóstico de diversas doenças ginecológicas como: ovários policísticos, endometriose , miomas , e tumores benignos e malignos .

Além disso, trata-se de um exame muito utilizado tanto para confirmar a gravidez, quanto para checar seus diferentes desenvolvimentos. 

Acompanhe o artigo para descobrir mais sobre o exame. 

O que é ultrassom transvaginal e como funciona?

O ultrassom transvaginal é um exame de diagnóstico comumente solicitado pelos ginecologistas, uma vez que é indolor e gera resultados preciosos sobre a região uterina da mulher.

Então, se você é mulher e tem por hábito cuidar da sua saúde preventivamente, certamente irá realizar o procedimento várias vezes ao longo da vida. Nesse sentido, acompanhe o artigo e tire suas dúvidas sobre a ultrassonografia transvaginal.

Com o auxílio de uma sonda introduzida no canal vaginal, imagens são geradas por meio de ondas sonoras emitidas dentro do corpo da mulher. 

Toda a imagem gerada pode ser vista pelo ginecologista imediatamente em um monitor conectado ao aparelho. 

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O que o Ultrassom Transvaginal irá analisar? 

O Ultrassom Transvaginal analisa a anatomia dos órgãos reprodutores femininos ovários, útero e colo do útero. Esse exame é baseado na emissão de ondas sonoras a partir de um transdutor que é inserido na cavidade vaginal da mulher. É um exame rápido e indolor.

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Quando o exame é recomendado? 

Não há fatores de risco conhecidos associados à ultrassonografia transvaginal. A realização do ultrassom em mulheres grávidas também é segura, tanto para a mãe quanto para o feto. Isso ocorre porque nenhuma radiação é usada nesse tipo de exame.

Quando o transdutor é inserido na vagina, você irá sentir uma pressão e, em alguns casos, desconforto. O desconforto deve ser mínimo e desaparece quando o procedimento for concluído.

Recomenda-se, portanto, esse exame:

Mediante aparecimento de sintomas

O ultrassom Transvaginal pode ser recomendada mediante a aparição de sintomas reportados pela própria mulher; a ocorrência dedores no pé da barriga”, sangramentos irregulares, cólicas muito intensas , suspeita de gravidez, dentre outros. 

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Check-up

Esse exame também é utilizado como forma preventiva e é comum que seja requisitado em check-ups. Isso acontece devido ao alto grau de detalhamento que ele pode fornecer, permitindo que condições silenciosas (assintomáticas) sejam diagnosticadas o mais rápido possível. 

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Mulheres na menopausa

Devido a extensa lista de alterações que ocorrem no corpo decorrentes da diminuição de produção dos hormônios reprodutivos femininos progesterona e estrogênio, a ultrassonografia transvaginal se torna uma grande aliada para garantir que a saúde da mulher esteja em dia. 

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O exame não só diagnostica uma série de doenças, como também avalia a situação geral dos órgãos reprodutores, auxiliando na avaliação de processos como a reposição hormonal, por exemplo. 

Mulheres com DIU

Recomenda-se que mulheres que tenha um DIU (Dispositivo intrauterino) realizem o exame de ultrassom transvaginal logo após o procedimento,  e  cerca de seis meses após a colocação para verificar o posicionamento na cavidade uterina. Depois disso, a checagem desse dispositivo não precisa ser tão constante a não ser que se observem sintomas que possam apontar para um possível deslocamento.

Mulheres em tratamento de fertilização

Por meio do procedimento, realizado de dois em dois dias durante o período de estimulação ovariana, o médico poderá analisar a efetividade das medidas tomadas e identificar o melhor momento para a fertilização. 

Ultrassom Transvaginal na gravidez: é recomendado?

Sim; o exame é muito utilizado não só na ginecologia, como também na obstetrícia, sendo o principal exame para acompanhar o desenvolvimento do feto

A Ultrassonografia Obstétrica Transvaginal do 1° Trimestre, por exemplo, é um exame muito importante para a avaliação do embrião em seus primeiros estágios de desenvolvimento. Por meio dele, é possível medir o comprimento do embrião, os batimentos cardíacos fetais, a placenta e o saco gestacional. Neste exame pode ser avaliada a prega ou translucência nucal, cujo espessamento pode indicar aumento de risco para Síndrome de Down e cardiopatias congênitas.

Saiba mais sobre a Ecografia Obstétrica Transvaginal do 1° Trimestre clicando aqui.

Pelo procedimento também é possível confirmar a gravidez, caso exista a suspeita. 

A ultrassonografia transvaginal pode machucar o bebê? 

Não, pode ficar tranquila! O transdutor não chega até a cavidade uterina, deixando o bebê bem protegido. 

Quando a Ultrassonografia Transvaginal não é recomendada? 

As contraindicações do procedimento são muito escassas; ele é um procedimento seguro,  que não apresenta risco de radiação, não costuma ser acompanhado de dor e não irá interferir de forma potencialmente perigosa com nenhum órgão ou a saúde da mulher. 

Porém, por ser um exame de introdução na cavidade vaginal, não costuma ser recomendado para pacientes virgens. 

Como é feito o Ultrassom Transvaginal? 

Com a paciente deitada em uma cadeira ginecológica, com os joelhos dobrados e pernas abertas, o médico introduzirá o transdutor ou sonda do ultrassom no canal vaginal. Esse aparelho é um tubo, envolto em um preservativo e embebido com lubrificante para facilitar a entrada. 

Com o transdutor bem posicionado, o médico poderá realizar pequenos movimentos para a melhor captação das imagens. Auxiliado de um computador que traduzirá os ecos em imagens, ele realizará a medição dos órgãos reprodutores, bem como de possíveis cistos que possa encontrar para auxiliar no processo de diagnóstico. 

Quanto tempo dura? 

O exame é muito rápido, durando, em sua totalidade, entre 15 e 20 minutos para ser realizado. Os resultados também são rápidos e costumam ser entregues no mesmo dia, poucos minutos depois da realização do exame. 

Como me preparar? 

A ultrassonografia transvaginal não requer nenhuma preparação prévia, apenas a ida da paciente ao laboratório de imagem. Esse exame também não prevê a administração prévia de nenhum medicamento para a sua realização. 

Geralmente, não se recomenda a ecografia transvaginal durante o período menstrual, a não ser que seja por uma recomendação médica específica. 

A ecografia transvaginal dói? 

O procedimento costuma ser indolor, podendo gerar um certo incômodo para algumas mulheres. A ocorrência de dor intensa durante o procedimento é rara e indica a ocorrência de alguma anomalia que deve resultar na interrupção imediata do exame para averiguação das causas. 

Quais doenças a ultrassonografia transvaginal poderá diagnosticar? 

Devido ao seu alto nível de detalhamento e capacidade de análise, a ultrassonografia é capaz de detectar a maior parte dos distúrbios ginecológicos que possa acometer a mulher

Podemos destacar: cistos ovarianos , pólipos uterinos,  infecções, gravidez ectópica (gravidez nas trompas), ovários policísticos, endometriose, mioma uterino e câncer do endométrio, que é a camada que reveste o útero internamente. 

Muitas dessas condições podem passar despercebidas no dia a dia por apresentarem sintomas muito leves em seus primeiros estágios, como é o caso do câncer  de endométrio. Por essa razão é essencial que não deixe de fazer parte da bateria de exames anuais (check-up). 

O que achou do artigo? Ficou alguma dúvida? Nós da Clínica Viver queremos te ajudar a estar 100% saudável sempre! 

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Ovários Micropolicísticos: o que é, sintomas e tratamento

A Síndrome dos Ovários Micropolicísticos ou policísticos, também chamada de SOP, é responsável por 30 a 40% dos casos de infertilidade, pela grande maioria dos casos de amenorreia, que é a ausência de menstruação, e pelos ciclos menstruais irregulares.

Além disso, esta síndrome responde por cerca de 80% dos casos de aumento de pelos na face, seios e queixo das mulheres, o hirsutismo.

Acompanhe esse artigo que preparamos para você sobre o assunto!

Diferença entre ovários micropolicísticos, policísticos e a Síndrome dos Ovários policísticos (SOP)

Uma confusão comum entre as mulheres é entender a diferença entre ter ovários policísticos e ter sido diagnosticada com a síndrome do ovário policístico (SOP).

Ovários policísticos se referem a uma imagem de ultrassom dos ovários que parecem ser policísticos (ovários contendo alta densidade de folículos parcialmente maduros).

A SOP é uma condição metabólica que pode ou não vir com ovários policísticos. Na verdade, para ser diagnosticada com SOP, uma mulher precisa ter 2 dos seguintes itens:

  1. Ovários policísticos aparecem na ultrassonografia.
  2. Períodos menstruais irregulares.
  3. Aumento do hormônio masculino no exame de sangue ou sintomas associados, como crescimento de pelos ou acne.

Portanto, se uma mulher tem período menstrual irregular e hormônio masculino acima do normal, ela pode ter SOP sem que seus ovários sejam micropolicísticos.

O que é a Síndrome dos Ovários policísticos? 

É uma doença que se caracteriza pelo aumento dos hormônios masculinos nas mulheres, principalmente da testosterona e da androstenidiona. Estes hormônios, na síndrome,  produzidos principalmente nos ovários, sob comando da hipófise.

Por isso, como os pequenos folículos não se desenvolvem, a ovulação não ocorre. Formam-se vários pequenos cistos na periferia dos ovários, que dão um aspecto bem característico nas ultrassonografias.

Síndrome do Ovários Micropolicísticos

Calcula-se que este problema atinja entre 7 e 8% da população feminina em fase fértil.

Sintomas da Síndrome dos Ovários Micropolicísticos (SOP)

Sem ovulação, a menstruação ou não ocorre ou fica extremamente irregular. Por isso, e pelas diversas condições que acompanham a síndrome, a SOP demanda tratamento.

São problemas comuns, relacionados à Síndrome dos Ovários Micropolicísticos:

  • A redução na frequência das menstruações, que normalmente passa a ocorrer em intervalos maiores que 35 dias, que chamamos de oligomenorreia.
  • Hemorragias também são comuns nessa situação.
  • O hirsutismo, aumento nos pelos na face, seios, queixo , tórax e abdome, é bastante comum na SOP.
  • Casos de acne,  seborreia, alopecia (queda de cabelos) principalmente nas áreas frontal e temporal.
  • A infertilidade é outra queixa bastante frequente nas pacientes com Síndrome dos Ovários Micropolicísticos, visto que resulta da falta de ovulação.
  • Há, também, maior tendência ao abortamento precoce em comparação com a população em geral.
  • A Síndrome dos Ovários Micropolicísticos também produz complicações nas gravidezes, como diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e partos prematuros.
  • A distribuição da gordura tende a acumular-se na região central do corpo, a gordura androide,  que é a mais prejudicial.
  • Na Síndrome dos Ovários Micropolicísticos ocorre também a resistência à insulina, que faz com que a glicose aumente no sangue, causando obesidade, aumento do colesterol e hipertensão, a chamada Síndrome Metabólica. As pacientes tem também maior risco de desenvolver diabetes tipo 2.
  • As mulheres com esta patologia podem apresentar, ainda, Acantose Nigricans, que são manchas escuras nas axilas, mamas, nuca e face interna .

Diagnóstico da Síndrome dos Ovários policísticos

O diagnóstico é feito por meio de exames clínico, pela análise de histórico descrito pela paciente; de imagem, no caso, ecografias pélvicas ou transvaginais; e exames de laboratório, como pesquisa da dosagem de testosterona, androstenediona, LH e FSH.

É importante salientar que a mera identificação de ovários micropolicísticos nas imagens das ecografias não é suficiente para o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Micropolicísticos. Além disso, a paciente deve apresentar também anovulação (ausência de ovulação) ou hiperandrogenismo (excesso de hormônios masculinos), comprovados por exame clínico ou laboratorial.

Veja o video que a Dra Núbia preparou sobre este assunto.

Tratamento para Ovários policísticos (síndrome)

Na definição do tratamento, é importante saber se a paciente deseja ou não a gravidez.

Para as pacientes que não desejam engravidar, utilizam-se anticoncepcionais, preferencialmente os que têm propriedades anti-androgênicas.

Para combater a infertilidade, a primeira escolha é o citrato de clomifeno, visto que é um indutor da ovulação. As gonadotrofinas são alternativamente indicadas nas pacientes que não respondem ao citrato de clomifeno.

O hirsutismo é tratado com espironolactona ou com finasterida, anticoncepcionais anti-androgênicos.

Para os casos de diabetes relacionada à Síndrome dos Ovários Micropolicísticos, por resistência à insulina, utiliza-se a metformina.

Em todos os casos, é muito importante salientar a importância de uma dieta adequada e exercícios físicos, para fins de redução de peso, já que algumas pacientes conseguem retornar a ter uma ovulação normal apenas com a perda de peso.

Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, já se consolidou como referência em exames por imagens, porque preza pela experiência e credibilidade de seu corpo clínico, pelo constante aperfeiçoamento das suas equipes médicas e de atendimento, e pela disponibilidade de equipamentos de última geração.

Nossos Compromissos

Nosso compromisso é proporcionar a quem nos procura um atendimento humano e ético, garantindo um diagnóstico seguro e rápido.

Nós dispomos de ambiente amplo e confortável, composto de grande área de recepção e espera, com área para crianças e 3 banheiros. Temos 9 salas de ultrassonografia (ecografia), sendo uma delas com ecógrafo para ecodoppler fetal, além de mamografia digital e densitometria óssea.

Todos os nossos equipamentos são recentes e de última geração. Veja nossas instalações em fotos normais e 360º.

Temos, também, consultórios para fazer punções, guiadas por ultrassonografia, de mama, linfonodos, parótida e tireoide.

Além disso, nossa equipe de mamografia, ecografia e punção mamária (PAAF de Mama ou Core Biopsy de Mama) conta com profissionais altamente qualificados, treinados para as particularidades do atendimento ao público feminino. Oferecemos, ainda, consultas médicas de Endocrinologia, Mastologia, Ginecologia e Obstetrícia.

Prezamos pela agilidade na marcação de consultas e exames, assim como na entrega dos resultados. Nossos laudos ecográficos são entregues minutos após o término do exame, enquanto os laudos de mamografias e densitometrias ósseas, em até 3 dias, sempre com checagem dupla.

Na Clínica Viver, oferecemos aos nossos pacientes os mais modernos recursos e equipamentos do mercado. Aqui todos os exames são realizados por médicos. Assim, garantimos profissionalismo e segurança durante a realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível.

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