Nódulo na tireoide é perigoso?

Nódulos na tireoide são mais comuns do que se imagina. Grande parte da população terá nódulos na tireoide ao longo da vida.

Por mais alarmante que essa informação possa parecer, ela não é sinônimo de desespero.

Na maior parte dos casos, trata-se de cistos benignos – na maioria, preenchidos de líquido – e somente uma pequena parte pode oferecer maiores riscos. 

Para que você entenda um pouco mais sobre essa questão e possa se tranquilizar – ou tomar maiores cuidados – vamos mostrar neste artigo quando os nódulos na tireoide podem ser perigosos e por quê.

Boa leitura!

Nódulo na tireoide: o que pode ser?

Os nódulos formados na tireoide em geral são massas de tecido do próprio órgão, que cresceram por conta de alguma alteração na estrutura da glândula.

Estima-se que 60% da população vai desenvolver nódulos na tireoide ao passar dos 60 anos.

Apesar da alta incidência, a origem desses nódulos ainda não é completamente conhecida, sendo atualmente atrelada principalmente a fatores genéticos e uma das condições que podem ser desenvolvidas por quem possui Tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune que é a principal causadora do hipotireoidismo.

👉 Neste artigo, você confere mais detalhes sobre a Tireoidite de Hashimoto, seus perigos e sintomas.

Os nódulos podem ser únicos, ou múltiplos, se espalhando por todo o tecido do órgão. Porém, mesmo que cheguem a tamanhos avançados, a maior parte dos casos não apresenta grandes riscos.

A maioria dos nódulos na tireoide é benigno, enquanto que somente uma pequena parcela – cerca de 4% nas mulheres e 8% em homens – são malignos, ou seja, cancerígenos.

A definição quanto à malignidade ou não de uma formação na tireoide deve ser confirmada por um especialista – em geral endocrinologista – após a realização de exames apropriados.

Veja como é feito e para que serve o exame de Ultrassonografia da Tireoide Com Doppler!

Como é feito o diagnóstico de nódulos tireoidianos

O nódulo na tireoide é diagnosticado na maioria dos casos apenas por exames de imagem, porém, a palpação da região do pescoço também permite encontrar caroços que já estejam em tamanho avançado.

Além do autotoque, outros 3 exames  – feitos por solicitação de um médico – podem ser utilizados para oferecer um diagnóstico preciso:

  • Ecografia da tireoide: por meio de ondas sonoras, esse exame é capaz de gerar imagens bastante precisas da tireoide e de sua superfície, como tamanho, formato, textura e possíveis alterações. Em geral, é o primeiro exame solicitado, podendo determinar se os nódulos têm características benignas ou suspeitas.
  • Ecografia da tireoide com doppler: em alguns casos – ou para uma avaliação mais detalhada – pode ser solicitada a ecografia com a função doppler, que avalia também o fluxo sanguíneo na região da tireoide, para verificar diferentes padrões de fluxo nos nódulos , que  geralmente é maior em caso de tumores.
  • Punção aspirativa de tireoide por agulha fina: a partir da detecção de um nódulo na tireoide, pode ser necessária uma avaliação do conteúdo desse nódulo em laboratório, para melhor confirmação. Para isso, é feita uma aspiração de células e tecidos do nódulo. 

👉 Algumas pessoas ainda têm receio deste exame, por ser feito com uso de agulha. Veja neste artigo como é feito o exame de punção da tireoide e tire suas dúvidas.

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Artrite reumatoide: causas, sintomas e tratamentos modernos!

Nódulo na tireoide: quando é preciso operar?

Quando o nódulo na tireoide é identificado como benigno, a cirurgia será necessária apenas se o seu tamanho for muito grande e causar complicações, como dificuldade em respirar, falar ou comer.

Já para tumores malignos, a cirurgia será necessária para a sua retirada. É fundamental realizar esse procedimento com um médico com experiência na área, priorizando um especialista em cirurgias da cabeça e do pescoço.

Nesta cirurgia pode ser retirada parte da glândula, ou até mesmo toda a glândula, a depender do tamanho do nódulo e tipo da lesão .

O câncer na tireoide raramente precisa de radioterapia ou quimioterapia para ser combatido. No entanto, com sua retirada, o(a) paciente pode passar a precisar da reposição contínua dos hormônios produzidos pela tireoide (T3 e T4), a fim de evitar os efeitos do hipotireodismo.

👉 Neste outro artigo, você encontra mais sintomas e características dos nódulos na tireoide.

Conheça as causas do hipotireoidismo, sintomas e como funciona o diagnóstico! 

Nódulos na tireoide: o diagnóstico precoce é fundamental!

Por menores que sejam as alterações na tireoide, já são capazes de causar impactos na nossa saúde. Por essa razão, é sempre importante estar atento a sintomas que possam indicar algum desequilíbrio hormonal.

Lembre-se que identificar e tratar qualquer doença é mais fácil, simples e rápido quanto mais cedo ela for diagnosticada.

No caso do nódulo na tireoide, mesmo em casos mais graves – como o câncer – a situação não é diferente, e as chances de cura são muito grandes.

Para realizar seus exames de imagem – como os da tireoide – considere a Clínica Viver como sua melhor opção!

Somos referência em exames de imagem em Brasília, e nossos pacientes podem contar com uma estrutura moderna e confortável, além de um time de profissionais experientes, atenciosos e acolhedores.

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Quais problemas o hipotireoidismo pode causar?

Provocado pela baixa produção de hormônios pela glândula tireoide – ou pela ausência dessa glândula, por retirada cirúrgica – o hipotireoidismo é uma condição que pode ocorrer em qualquer pessoa, mas acomete principalmente as mulheres

O problema pode ter duas origens:

  • Primária: provocada por alterações da própria glândula, como no caso de inflamações (tireoidites, como a doença de Hashimoto),  tratamentos que prejudicam seu funcionamento, falta de iodo, radioterapia na região do pescoço, ou problemas genéticos.
  • Secundária: quando a tireoide não é estimulada adequadamente pela hipófise, a glândula cerebral que controla seu funcionamento, o que é bem mais raro.

A tireoide é uma das glândulas mais importantes para o funcionamento de todo o corpo, e a redução dos seus hormônios – triiodotironina (T3) e tiroxina (T4) – podem levar a diversas alterações.

Neste artigo você vai conhecer quais problemas o hipotireoidismo pode causar.

Boa leitura!

infográfico: check-up pós-menopausa

Conheça as causas do hipotireoidismo, sintomas e como funciona o diagnóstico! 

Quais os males que o hipotireoidismo pode causar?

É importante citar que todos os sintomas citados a seguir são possibilidades que podem ocorrer, porém vai depender da predisposição de cada pessoa e do grau de severidade do hipotireoidismo apresentado.

Independentemente disso, conhecer as possíveis complicações é importante para ligar o sinal de alerta sobre os riscos trazidos pelas alterações da tireoide.

1. Anemias

Dentre os problemas que o hipotireoidismo pode causar, a anemia é um deles e geralmente ocorre nos casos moderados dessa condição.

Provocada pela redução do metabolismo, relacionada à baixa hormonal do hipotireidismo, a anemia se caracteriza pela deficiência do número de hemácias, do teor de hemoglobinas e do volume de glóbulos vermelhos, podendo levar levar à falta de oxigenação em diversos tecidos do corpo.

Como resultado, a pessoa pode apresentar fadiga constante, palidez, dificuldade para respirar, tontura e aceleração dos batimentos cardíacos.

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2. Problemas gastrointestinais

A tireoide é considerada um “motor do nosso organismo”, regulando o ritmo, a velocidade e o funcionamento de diversos órgãos e sistemas. E um dos sistemas que podem ser afetados pelo hipotireidismo é nosso aparelho gastrointestinal.

No intestino está concentrada grande parte das células do sistema imunológico, e sabe-se que a tireoide exerce grande influência nesse sistema de defesa do corpo.

Em casos como da Tireoidite de Hashimoto, em que o corpo fabrica anticorpos que atacam as células da tireoide, as consequências também recaem sobre o intestino, desregulando a flora intestinal; a chamada microbiota.

Saiba o que é e conheça todos os riscos da Tireoidite de Hashimoto, acessando este outro artigo!

3. Problemas cardíacos

Como os hormônios tireoidianos regulam o ritmo e o funcionamento dos órgãos, a lentificação dos processos corporais, provocadas pelo hipotireoidismo também pode acabar afetando o funcionamento do coração.

Uma das possíveis complicações ocasionadas pelo hipotireoidismo é a coronariopatia, por conta da elevação dos níveis de homocisteína que essa alteração hormonal provoca.

Essa alteração afeta as artérias do coração, dificultando ou mesmo impedindo o fluxo de oxigênio para o músculo cardíaco. 

Outra alteração cardiológica possível é a insuficiência cardíaca, que é a incapacidade do coração de bombear sangue suficiente para atender as necessidades do corpo.

4. Disfunções respiratórias

Alterações respiratórias também são comuns nos quadros de hipotireoidismo, sendo que a dispneia, a fraqueza e a fadiga constantes são alguns dos possíveis problemas que podem surgir.

Em geral, essas disfunções estão relacionadas a um comprometimento cardiovascular e da musculatura respiratória.

Especialmente no caso das mulheres após os 40 anos – as mais afetadas pelo hipotireoidismo – ocorre uma associação entre a fraqueza e fadiga geradas pela tireoide e os mesmos sintomas causados pela chegada da menopausa, agravando ainda mais o quadro.

Conheça, neste artigo, qual a relação entre a menopausa e a tireoide!

5. Dislipidemia

É comum que portadores de hipotireoidismo também apresentem alterações no perfil lipídico – colesterol e triglicerídeos – principalmente com sua elevação.

Os lipídios são gorduras que podem acabar se acumulando nas artérias, levando a obstrução do fluxo sanguíneo que chega no coração e no cérebro.

6. Glaucoma

O glaucoma também é um dos possíveis males ocasionados pelo hipotireoidismo não tratado, sendo uma doença que, em casos graves, pode levar inclusive à cegueira.

O glaucoma se caracteriza pelo aumento da pressão dentro do olho.

A possível associação entre esses dois problemas se dá pois o hipotireoidismo pode provocar um aumento de substâncias chamadas mucopolissacarídeos, que são responsáveis por retirar água de dentro das células, levando a um aumento da pressão intra ocular.

7. Hipertensão arterial

Alterações da tireoide também podem afetar sua pressão arterial. Isso mesmo!

Tanto o hipotireoidismo (redução de hormônios) quanto o hipertireoidismo (excesso de hormônios) podem influenciar nos níveis pressóricos.

Alguns estudos mostram que, no hipotireoidismo o desempenho cardíaco fica prejudicado, ocorrendo diminuição dos batimentos cardíacos e  causando constrição dos vasos sanguíneos periféricos.  Já no hipertireoidismo, o excesso de hormônios aumenta os receptores adrenérgicos em vários tecidos do corpo, incluindo o coração, fazendo com que ocorra aceleração dos batimentos cardíacos.

Tanto uma quanto outra situação acabam elevando a pressão arterial.

Conheça, neste artigo, os principais fatores de risco para a saúde da mulher moderna!

8. Insuficiência cardíaca

Quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para atender as necessidades do corpo, está caracterizada uma insuficiência cardíaca, que também pode ser uma das complicações do hipotireoidismo.

Saiba mais sobre os problemas da tireoide, como hipotireoidismo, neste outro artigo do nosso Blog! 

Quais os sintomas do hipotireoidismo descontrolado?

Todas as complicações citadas podem ser evitadas por meio do tratamento correto, prescrito geralmente por um(a) endocrinologista.

Quando não há o devido acompanhamento e tratamento, pacientes com hipotireoidismo podem evoluir com diversos sintomas, como:

  • Desaceleração dos batimentos cardíacos;
  • Intestino preso;
  • Menstruação irregular;
  • Diminuição da memória;
  • Cansaço excessivo;
  • Dores musculares;
  • Sonolência excessiva;
  • Pele seca;
  • Queda de cabelo;
  • Ganho de peso;
  • Depressão.

Se você quer saber como é feita a investigação de problemas na tireoide, não deixe de conferir as informações deste outro artigo!

Hipotireoidismo: não descuide das consultas e exames!

Neste artigo você conferiu quais problemas o hipotireoidismo pode causar.

Por menores que sejam as alterações na tireoide, já são capazes de causar grande impacto na nossa saúde. Por essa razão, é sempre importante estar atento a sintomas que possam indicar algum desequilíbrio hormonal.

Lembre-se: no início toda doença é mais fácil, simples e rápida de tratar. Com o hipotireodismo não é diferente.

A Clínica Viver é referência em exames de imagem em Brasília, como os exames para a tireoide. Nossos pacientes podem contar com uma estrutura moderna e confortável, além de um time de profissionais experientes, atenciosos e acolhedores.

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A menopausa pode afetar a tireoide?

Você já ouviu falar que a menopausa pode afetar a tireoide? Ambas os casos têm a ver com questões hormonais e, por isso, é comum ficar a dúvida se uma coisa está interferindo na outra.

Compreender as características de cada condição é importante para que as mulheres entendam seus sintomas e, principalmente, tenham mais condições de buscar a ajuda correta, caso seja necessário.

Para te ajudar a entender melhor o assunto, neste artigo você vai conhecer a relação entre menopausa e tireoide e como os possíveis problemas podem ser diagnosticados.

Boa leitura!

Hipertireoidismo e hipotireoidismo: as disfunções mais comuns na tireoide

Para entender se a menopausa pode afetar a tireoide, é fundamental saber diferenciar os principais problemas relacionados a essa glândula.

O hipertireoidismo ocorre quando a glândula tireoide produz mais hormônios que o necessário, acelerando os processos corporais e o metabolismo como um todo.

Conheça as causas do hipotireoidismo, sintomas e como funciona o diagnóstico! 

Já o hipotireoidismo, que ocorre quando a glândula tireoide produz menos hormônios que o necessário para o funcionamento adequado do corpo e dos órgãos, leva a uma redução do ritmo de funcionamento dos órgãos e seus processos, situação que pode se assemelhar com os provocados pela menopausa em algumas mulheres.

O hipotireoidismo ocorre numa frequência 7 vezes maior nas mulheres que nos homens e ocorre principalmente entre aquelas que estão entre os 40 e 50 anos e, por isso, muitas vezes seus sintomas acabam sendo confundidos com os da menopausa.

Confira alguns dos sintomas parecidos entre o hipotireoidismo e a menopausa:

  • Sensação de tristeza;
  • Pele seca;
  • Queda de cabelo;
  • Desânimo;
  • Redução do ritmo intestinal;
  • Diminuição da velocidade dos batimentos cardíacos;
  • Cansaço constante.
  • Ganho de peso ou dificuldade para reduzir.

👉 Neste outro artigo, você encontra mais informações sobre o hipotireoidismo e sobre as disfunções da tireoide.

infográfico: check-up pós-menopausa

Conheça como funciona e para que serve o exame de Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais!

A menopausa pode afetar a tireoide?

Como você viu, o hipotireoidismo possui algumas semelhanças com a menopausa, porém, não existem estudos que comprovem que a menopausa possa afetar a tireoide

Portanto, uma mulher que entra nesse estágio – que marca o fim do seu período fértil – não estará mais propensa a desenvolver doenças da tireoide simplesmente por entrar na menopausa.

🚨 Isso não significa, porém, que um quadro não possa contribuir com os sintomas do outro. Uma mulher que já possui quadro de hipotireoidismo, por exemplo, pode ter seus sintomas agravados ao entrar na menopausa, se não tiver o tratamento adequado!

Um dos sintomas é o enfraquecimento dos ossos, causados pela diminuição na produção de estrogênio que, com a fraqueza muscular provocada pelo hipotireoidismo, pode elevar o risco de osteoporose e fraturas graves.

Resumindo, a menopausa não afeta a tireoide, mas os sintomas que ambos os quadros provocam podem se associar ou se agravar, sem o devido cuidado médico.

Veja como é feito e para que serve o exame de Ultrassonografia da Tireoide Com Doppler!

Exames para diagnosticar problemas na tireoide

Por conta da similaridade dos sintomas, é fundamental procurar um(a) especialista para identificar a origem dos sintomas, diferenciando o que é provocado pela tireoide e o que é efeito da menopausa.

Caso seja, por exemplo, verificado a menopausa seja a origem dos sintomas, é possível buscar tratamentos, como a reposição hormonal. Se o problema for o hipotireoidismo, também é possível fazer a reposição desses hormônios ou identificar o que pode estar prejudicando o funcionamento dessa glândula.

Os exames mais indicados para detectar alterações na tireoide são:

  • Exames sanguíneos laboratoriais para verificar a produção de hormônios T3 e T4, que são produzidos pela glândula, ou o hormônio TSH, que é responsável por estimular o funcionamento da tireoide.
  • Ecografia da tireoide, que é um exame de imagem por meio de ultrassom, que mostra informações como o tamanho e formato da glândula, além de indicar a presença ou não de cistos ou tumores.
  • Ecografia da tireoide com doppler, que além dos achados anteriores, também é capaz de avaliar o fluxo sanguíneo na região.
  • Punção aspirativa de tireoide por agulha fina, que costuma ser indicada para investigação e confirmação de  nódulos ou tumores na tireoide. 

👉 Leia também:

Artrite reumatoide: causas, sintomas e tratamentos modernos!

Por menores que sejam as alterações na tireoide, ainda assim são capazes de causar grande impacto na nossa saúde. Por essa razão, é sempre importante estar atento a sintomas que possam indicar algum desequilíbrio hormonal.

Lembre-se que tratar e resolver qualquer doença é mais fácil, simples e rápido quanto mais cedo ela for diagnosticada.

No caso de problemas da tireoide, mesmo em casos mais graves, como o câncer, o diagnóstico precoce eleva muito as chances de cura. 

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Por que mulheres têm mais risco de osteoporose?

Com incidência principalmente após os 50 anos, a osteoporose é uma condição que acomete os ossos, podendo evoluir para dores e um risco maior de fraturas.

Estudos apontam que a doença atinge mais de 10 milhões de pessoas no Brasil, sendo a maioria dos  casos em mulheres, que também respondem por mais de 60% das fraturas ocorrem por esse motivo, segundo dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

O mais perigoso disso tudo é que a grande maioria das mulheres não sabe que elas possuem um risco muito maior de desenvolver o problema e não buscam se prevenir.

Neste artigo vamos mostrar por que mulheres têm mais risco de osteoporose e o que elas devem fazer para se proteger.

Boa leitura!

infográfico: check-up pós-menopausa

O que causa a osteoporose?

Diversos fatores podem levar ao desenvolvimento da osteoporose, mas os principais são as alterações provocadas pela idade.

Com o passar do tempo, o processo de renovação do tecido ósseo, que mantém a densidade dos ossos em níveis saudáveis, passa a não ocorrer com a mesma eficiência. Além disso, a absorção de nutrientes importantes para essa estrutura também fica reduzida, resultando em um processo de fragilização óssea que, se não for tratada em tempo, pode evoluir para o quadro de osteoporose, que é crônico e não reversível.

Além disso, outros fatores também colaboram para o desenvolvimento da doença, como:

  • Alterações hormonais;
  • Baixa massa muscular;
  • Histórico familiar da doença;
  • Sedentarismo;
  • Baixa ingestão de cálcio e de vitamina D;
  • Consumo de álcool em excesso;
  • Tabagismo;
  • Uso de certos medicamentos.

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Artrite reumatoide: causas, sintomas e tratamentos modernos!

Por que mulheres têm mais risco de osteoporose?

As mulheres têm mais chances de desenvolverem osteoporose do que os homens, além de uma chance maior de apresentarem fraturas por esse motivo. Estudos revelam que 1 em cada 5 homens, com mais de 50 anos, sofrerá alguma fratura por esse motivo. Entre as mulheres, a quantidade é de 1 em cada 3, ou seja, bem mais.

Essa disparidade em desfavor das mulheres se dá por diferentes motivos, como uma menor quantidade de massa muscular, mas principalmente por questões hormonais.

Por conta da menopausa, ocorre uma redução acentuada do estrogênio, responsável por proteger a saúde dos ossos, levando a um maior risco de complicações. Esse hormônio tem a função de manter o equilíbrio entre a perda e a reposição do tecido ósseo – processo natural que ocorre durante toda a vida – e com a sua redução, a produção de novas células ósseas acaba sendo menor que a quantidade perdida, levando a um enfraquecimento dessas estruturas.

Além disso, as mulheres têm mais risco de osteoporose por conta do tamanho e formato dos ossos, que são geralmente menores que os dos homens.

Você sabe qual é a diferença entre osteoporose e osteopenia? Confira nosso artigo completo sobre o assunto:

Quais as diferenças entre osteopenia e osteoporose?

Como é feito o diagnóstico e o tratamento da osteoporose?

Com a passagem do tempo, torna-se extremamente importante avaliar a densidade dos seus ossos, para identificar possíveis perdas de massa óssea ainda em seus estágios iniciais.

1. Diagnóstico da osteoporose

Uma das características da osteoporose é que, a partir de certo nível de perda óssea, o processo torna-se irreversível, não havendo mais tratamentos que resolvam o quadro, mas somente para tratar seus sintomas. Por isso, o diagnóstico precoce é essencial.

A densitometria óssea é o principal exame para essa finalidade, sendo feito por meio de um aparelho que funciona de forma semelhante a um Raio X para avaliar a densidade dos ossos do paciente. 

O procedimento dura, em média, entre 10 e 15 minutos, e não oferece nenhum risco, pois a radiação usada é mínima. 

Segundo recomendações da Organização Mundial da Saúde, este exame deve fazer parte da rotina preventiva dos seguintes grupos:

  • Mulheres saudáveis a partir dos 65 anos, e homens a partir dos 70;
  • Mulheres com fatores de risco, já a partir dos 50 anos;
  • Pessoas com histórico de fraturas;
  • Pacientes que fazem uso crônico de medicamentos corticoides;
  • Mulheres em uso de reposição hormonal.

Quer saber como funciona o exame de densitometria óssea? Confira nosso artigo completo sobre o assunto!

2. Tratamento da osteoporose

O tratamento dos quadros de perda óssea deve iniciar a partir de seu diagnóstico.

Em casos leves e intermediários – classificados como osteopenia – ele consiste na adoção de hábitos saudáveis, como o consumo de alimentos ricos em cálcio e a prática de exercícios físicos, além de práticas como o tabagismo e o consumo excessivo de álcool.

Já nos quadros mais graves – classificados como osteoporose – com maior risco de fraturas, também são orientadas as medidas acima, além da possibilidade de uso de medicamentos que reduzem a absorção (perda) do tecido ósseo e medicamentos estimuladores da formação de massa óssea.

Já para o caso específico de mulheres que apresentam o quadro por conta de deficiência de estrogênio, pode-se incluir no tratamento a reposição hormonal, capaz de retardar ou mesmo prevenir o desenvolvimento da doença.

Osteoporose em mulheres: a prevenção é o melhor caminho!

Agora que você já sabe que as mulheres têm mais risco de osteoporose, não deixe também de realizar o exame de densitometria óssea de maneira, caso tenha indicação, favorecendo o diagnóstico e o tratamento precoces.

Para isso, esteja em dia com as consultas médicas com seu ginecologista ou com o endocrinologista.

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