Cálculos ureterais: diagnósticos e tratamentos!

Relatados pelas pessoas que já tiveram como “uma das piores dores que uma pessoa pode sentir”, os cálculos ureterais são o tipo de condição que pode ser extremamente limitante e incômoda.

Como não há formas definitivas de evitar o problema, conhecer mais do assunto, suas possíveis causas, diagnósticos e tratamentos é algo importante para todos.

Neste artigo vamos te explicar o que são os cálculos ureterais, como surgem, diagnósticos e tratamentos.

Acompanhe!

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Cálculos ureterais: o que são e por que se formam?

Cálculos ureterais – também conhecidos como cálculos urinários ou pedras nos rins – são depósitos sólidos que se formam nos rins e podem se deslocar para o trato urinário, incluindo os ureteres, os tubos que conectam os rins à bexiga. 

Quando isso acontece, recebem o nome de cálculos ureterais.

Quando uma pedra se move dos rins para os ureteres, ela pode ficar presa e obstruir parcial ou completamente o fluxo de urina. Isso pode resultar em:

✅ Sintomas dolorosos e desconfortáveis, como dor nas costas e dor abdominal;

✅ Dor ao urinar;

✅ Hematúria (sangue na urina);

✅ Dificuldade para esvaziar a bexiga.

✅ Necessidade frequente de urinar.

Essas pedras são compostas por minerais e sais, que se acumulam na urina devido a várias razões, como desidratação, dieta inadequada, predisposição genética e outros fatores.

Os cálculos ureterais podem variar em tamanho, desde pequenos cristais quase microscópicos até pedras maiores, que podem causar obstruções no trato urinário. 

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Quais os  riscos dos cálculos urinários?

Idoso com dor lombar.

Os cálculos ureterais podem trazer vários riscos e complicações, quando não são tratados ou quando causam obstruções significativas no trato urinário. Alguns dos principais riscos associados aos cálculos ureterais incluem:

Dor Intensa

Quando uma pedra está se movendo pelo ureter ou causa obstrução, pode causar dor intensa nas costas, abdômen ou região pélvica, que se irradia para os testículos ou grandes lábios vaginais.Essa dor é frequentemente descrita, pelas pessoas que já tiveram esse tipo de problema, como “uma das piores dores que uma pessoa pode sentir”.

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Infecção urinária

A obstrução causada pelas pedras pode dificultar o esvaziamento adequado da bexiga, tornando o trato urinário mais suscetível a infecções do trato urinário (ITUs).

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Danos aos rins

Se uma pedra bloqueia completamente o fluxo de urina de um rim, isso pode causar pressão crescente no órgão e eventualmente levar a danos nesses órgãos.

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Hematúria

As pedras podem causar pequenos danos aos revestimentos internos do trato urinário, levando à presença de sangue na urina (hematúria).

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Dificuldade no fluxo urinário

Pedras menores podem passar pelo trato urinário por conta própria, mas pedras maiores podem obstruir completamente o ureter, tornando impossível urinar.

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Insuficiência renal aguda

Em casos graves de obstrução bilateral (ambos os ureteres), a função renal pode ficar comprometida, resultando em insuficiência renal aguda.

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Recorrência

Pessoas que já tiveram cálculos ureterais têm um risco aumentado de desenvolver pedras novamente no futuro.

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Complicações cirúrgicas

Em casos em que o tratamento cirúrgico é necessário, pode haver riscos associados à cirurgia, como infecções, sangramentos ou lesões dos órgãos circundantes.

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Impacto na qualidade de vida

A dor e o desconforto causados pelos cálculos ureterais podem afetar significativamente a qualidade de vida do paciente.

É importante notar que nem todas as pedras ureterais causarão complicações ou sintomas graves. Muitas pedras são pequenas o suficiente para passar naturalmente pelo trato urinário sem causar obstruções ou sintomas severos. 

No entanto, qualquer pessoa que experimente sintomas de cálculos ureterais, como dor abdominal intensa ou sangue na urina, deve procurar atendimento médico o quanto antes para avaliação e tratamento adequados, a fim de evitar possíveis complicações e riscos à saúde.

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Como é feito o diagnóstico 

O diagnóstico de cálculos ureterais envolve uma série de procedimentos e exames, que ajudam os profissionais de saúde – em geral urologistas – a confirmar a presença das pedras, determinar o tamanho, a localização e avaliar os danos que elas podem causar. 

A seguir, listamos os principais métodos usados para diagnosticar cálculos ureterais.

1. Exame clínico

O médico realizará um histórico médico detalhado e fará perguntas sobre os sintomas do paciente, como dor abdominal, dor lombar, sangue na urina e outros sintomas relacionados às pedras.

Além disso, é comum que o médico pressione suavemente a área abdominal ou lombar – ou dê leves batidas nessas regiões – para verificar a presença de dor ou sensibilidade.

A natureza e a localização da dor relatada pelo paciente podem fornecer pistas importantes para o diagnóstico.

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2. Exames de imagem

Exames de imagem são frequentemente usados para detectar e localizar pedras nos rins e ureteres. Os principais exames incluem:

Ultrassonografia: A ultrassonografia ou ecografia é um dos exames mais solicitados pelos médicos para avaliar esse tipo de condição, sendo indicada a ecografia de rins e vias urinárias, que avalia todo o trato urinário do(a) paciente e ajuda na detecção de pedras, além de investigar possíveis alterações anatômicas que favoreçam esse tipo de problema.

Tomografia computadorizada (TC): A TC é um dos métodos mais precisos para identificar cálculos ureterais. Ela cria imagens detalhadas do trato urinário e pode determinar o tamanho e a localização das pedras.

Radiografia: A radiografia simples do abdômen , pode ajudar a identificar pedras radiopacas (que aparecem na radiografia) nos rins e ureteres.

Urografia excretora: Esse é um exame de raios-X especial,, que envolve a administração de um contraste por via intravenosa para visualizar o trato urinário e identificar obstruções causadas por pedras.

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3. Análise de urina

A análise laboratorial de uma amostra de urina pode identificar a presença de sangue na urina (hematúria) e determinar se há infecção do trato urinário, o que pode estar relacionado às pedras.

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4. Exames de sangue

Os exames de sangue, como dosagem de creatinina e ureia, podem avaliar a função renal e determinar se os rins estão afetados pela presença das pedras.

O diagnóstico de cálculos ureterais é fundamental para determinar o tratamento adequado. Com base nos resultados dos exames, o médico pode decidir se é necessário tratamento imediato, como a remoção da pedra, ou se o paciente pode ser monitorado para ver se a pedra passará por conta própria.

Quais os melhores tratamentos para cálculos ureterais 

Paciente conversando com médico.

O tratamento dos cálculos urinários depende de vários fatores, incluindo o tamanho e a localização da pedra, a gravidade dos sintomas e a saúde geral do paciente. Existem diferentes abordagens para o tratamento de cálculos ureterais, e o médico selecionará a opção mais adequada para cada caso. 

Aqui estão os principais tratamentos:

Observação e hidratação

Muitos cálculos ureterais pequenos podem passar naturalmente pelo trato urinário, sem a necessidade de intervenção médica. O médico pode recomendar hidratação adequada e analgésicos para aliviar a dor enquanto a pedra é expelida. 

Durante esse período, o paciente é monitorado para garantir que a pedra seja eliminada.

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Litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LEOC)

 A LEOC é um procedimento não invasivo no qual ondas de choque são direcionadas para a pedra, fragmentando-a em pedaços menores que podem ser eliminados pela urina. Essa abordagem é adequada para cálculos de tamanho médio.

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Ureteroscopia

A ureteroscopia é um procedimento endoscópico no qual um tubo fino e flexível (ureteroscópio) é inserido no ureter para visualizar e remover a pedra. É uma opção eficaz para pedras maiores ou que não podem ser tratadas com LEOC.

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Cirurgia treteral

Em casos raros, pedras muito grandes ou pedras que não podem ser tratadas com outros métodos podem exigir cirurgia para remoção. A cirurgia pode envolver a incisão do ureter (ureterotomia) para acessar e retirar a pedra.

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Stent ureteral

Às vezes, um stent ureteral (um tubo flexível) é colocado temporariamente no ureter para aliviar a obstrução causada pela pedra e permitir o fluxo de urina. Isso é frequentemente feito antes de outros procedimentos para evitar complicações.

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Tratamento médico

Em casos de infecção do trato urinário ou dor intensa, o médico pode prescrever antibióticos para tratar a infecção e analgésicos para aliviar a dor.

A escolha do tratamento depende da avaliação clínica individual e da situação do paciente. É importante discutir com o médico as opções disponíveis, os riscos e benefícios de cada tratamento, além do plano adequado para o caso específico. 

Em geral, a grande maioria das pedras ureterais pode ser tratada de forma eficaz com procedimentos minimamente invasivos ou observação cuidadosa.

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Insuficiência cardíaca (coração fraco): o que é, seus riscos, sintomas e tratamentos

Falta de ar, inchaço nas pernas e pés, falta de energia e sensação de cansaço: esses e muitos outros são sintomas típicos da insuficiência cardíaca, popularmente conhecida como coração fraco.

Problema que afeta mais de 2 milhões de brasileiros, com 240 mil novos casos por ano, e que é uma das principais causas de óbitos no mundo todo.

Confira a seguir as informações mais importantes sobre insuficiência cardíaca (coração fraco): o que é, seus riscos, sintomas e tratamentos!

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O que é insuficiência cardíaca (coração fraco)?

A insuficiência cardíaca – ou simplesmente coração fraco – é uma condição médica crônica (ou seja, sem cura) que faz com que o coração não consiga bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo. 

Na verdade, a insuficiência não é o problema original, mas uma consequência de outras condições que tiram a eficiência do coração em realizar seu trabalho.

O coração é um órgão muscular que atua como uma bomba para fornecer sangue oxigenado e nutrientes para todas as partes do corpo e, quando não consegue desempenhar essa função adequadamente, os órgãos e tecidos do corpo não recebem a quantidade adequada de sangue, oxigênio e nutrientes, o que pode resultar em uma série de sintomas e complicações.

Existem duas principais categorias de insuficiência cardíaca:

  • Insuficiência cardíaca sistólica: nesta categoria, ocorre uma enfraquecimento do músculo cardíaco, que acaba não conseguindo contrair com a eficiência esperada em cada batimento cardíaco. Isso provoca uma redução na quantidade de sangue bombeada para o corpo.
  • Insuficiência cardíaca diastólica: Já neste outro tipo, o músculo do coração se torna mais rígido e não relaxa adequadamente entre os batimentos cardíacos. Isso torna mais difícil para o coração encher-se de sangue, antes de cada contração.

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Quando suspeitar de insuficiência cardíaca? Quais os sintomas de coração fraco?

Os sintomas da insuficiência cardíaca podem variar e até se confundir com outras condições, por isso o ideal é buscar uma avaliação médica com o cardiologista para uma avaliação especializada.

Mas, a título de informação, os sintomas mais comuns do coração fraco incluem:

  • Falta de ar (dispneia) ao realizar atividades físicas ou mesmo em repouso.
  • Fadiga ou fraqueza.
  • Inchaço (edema) nos tornozelos, pernas, abdômen ou região lombar.
  • Retenção de líquidos.
  • Tosse persistente, especialmente à noite.
  • Batimentos cardíacos irregulares ou acelerados.

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O que pode deixar o coração fraco? Quais as causas?

Como dito no início, a insuficiência cardíaca não é a causa, mas o efeito ou a consequência de diversas outras condições, como:

  • doenças cardíacas congênitas (de nascimento);
  • doença arterial coronariana;
  • hipertensão arterial;
  • doenças valvulares cardíacas, entre outras. 

Aliado a isso, alguns fatores de risco podem contribuir para que o problema se instale, como:

  • tabagismo;
  • obesidade;
  • diabetes;
  • histórico familiar de doenças cardíacas, entre outros.

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Coração fraco é perigoso? Quais os riscos?

A insuficiência cardíaca é uma condição médica crônica (sem cura), que pode evoluir para diversos riscos e complicações, se não for controlada e tratada corretamente e no tempo certo. 

Alguns dos principais riscos e complicações da insuficiência cardíaca incluem:

Piora dos sintomas

A insuficiência cardíaca pode progredir ao longo do tempo, resultando em sintomas mais graves. Isso pode incluir uma maior falta de ar, fadiga, inchaço nas pernas e tornozelos, e um maior comprometimento da capacidade de realizar atividades físicas.

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Hospitalizações frequentes

Pessoas com insuficiência cardíaca não controlada têm maior probabilidade de serem hospitalizadas com frequência, devido a descompensações agudas da condição, como edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões) ou insuficiência cardíaca congestiva.

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Arritmias cardíacas

A insuficiência cardíaca pode predispor o paciente a desenvolver arritmias cardíacas, como fibrilação atrial, que podem aumentar o risco de acidente vascular cerebral (AVC) ou outros eventos cardiovasculares.

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Trombose e embolia

A estase sanguínea (redução do fluxo sanguíneo) causada pelo enfraquecimento do coração pode aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos nas câmaras cardíacas, que podem se soltar e causar embolia pulmonar ou acidente vascular cerebral.

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Danos em outros órgãos

A baixa perfusão sanguínea resultante da insuficiência cardíaca pode afetar outros órgãos, como rins e fígado, levando a disfunções e complicações em sistemas múltiplos do corpo.

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Cardiomiopatia dilatada

Em alguns casos, a insuficiência cardíaca pode levar ao alargamento das cavidades cardíacas (cardiomiopatia dilatada), o que piora a função cardíaca e pode exigir tratamentos mais agressivos, como transplante cardíaco.

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Morte súbita

Pessoas com insuficiência cardíaca têm um risco aumentado de morte súbita devido a arritmias graves. Isso pode ocorrer em casos mais avançados da doença.

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Piora da qualidade de vida

Os sintomas da insuficiência cardíaca, como falta de ar e fadiga, podem limitar significativamente a qualidade de vida do paciente, tornando difícil a realização de atividades diárias e a participação em atividades sociais.

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Quais exames investigam coração fraco? Como é feito o diagnóstico?

A investigação e o diagnóstico da insuficiência cardíaca envolvem uma série de exames e testes para avaliar a função cardíaca, identificar as possíveis causas e determinar a gravidade da condição. 

A primeira avaliação é mesmo o exame físico, quando o cardiologista avalia os sintomas do paciente, como auscultar o coração e os pulmões em busca de anormalidades, verificar a pressão arterial e verificar sinais de inchaço nos tornozelos, pernas e abdômen.

Apenas após a avaliação do paciente é que o cardiologista poderá definir a linha de investigação e, assim, os exames para aquele caso. Mas, os principais exames usados para investigar quadros de insuficiência cardíaca incluem:

Ecocardiograma

Este é um exame de ultrassom que fornece imagens detalhadas do coração, incluindo seu tamanho, função, válvulas e movimento das paredes cardíacas. É um dos exames mais importantes para o diagnóstico e avaliação da insuficiência cardíaca.

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Radiografia de tórax

Uma radiografia de tórax pode fornecer informações sobre o tamanho do coração, a presença de congestão pulmonar e outras anormalidades.

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Eletrocardiograma (ECG)

O ECG registra a atividade elétrica do coração e pode ajudar a identificar ritmos cardíacos anormais, como arritmias, e avaliar se houve danos ao músculo cardíaco.

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Exames de sangue

Os exames de sangue podem ajudar a identificar possíveis causas da insuficiência cardíaca, como níveis elevados de enzimas cardíacas (troponina) ou BNP (peptídeo natriurético do tipo B), que são marcadores de estresse cardíaco.

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Teste ergométrico (teste de esforço)

Este teste – geralmente realizado em esteira ergométrica – monitora a resposta do coração ao exercício físico e pode revelar anormalidades no ritmo cardíaco ou na pressão arterial durante o esforço.

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Holter de 24 horas

Um dispositivo portátil registra continuamente a atividade elétrica do coração ao longo de 24 horas, permitindo a detecção de arritmias intermitentes.

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Ressonância magnética cardíaca

A ressonância pode fornecer imagens mais detalhadas do coração e é útil para avaliar a função cardíaca, identificar áreas de cicatrização e determinar a causa da insuficiência cardíaca.

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Tomografia computadorizada cardíaca

A tomografia computadorizada cardíaca pode ser usada para avaliar as artérias coronárias, a anatomia cardíaca e a função cardíaca.

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Cateterismo cardíaco

Um cateter é inserido em uma artéria para avaliar a pressão no coração e nas artérias pulmonares, bem como para identificar bloqueios nas artérias coronárias.

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Quais os tratamentos para a insuficiência cardíaca?

Como a insuficiência cardíaca é uma condição que, uma vez instalada, não há como ser revertida, os tratamentos visam principalmente aliviar os sintomas, melhorar a função cardíaca e evitar complicações

Entre as principais medidas que podem ser adotadas, estão:

  • Mudanças no estilo de vida, como dieta equilibrada e exercícios regulares;
  • Controlar a pressão arterial;
  • Fazer uso correto dos medicamentos prescritos pelo cardiologista.
  • Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de dispositivos médicos, como marcapassos e desfibriladores.

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Já em casos extremos, quando os tratamentos anteriores não foram eficazes, ou quando há algum outro problema que precise ser tratado, pode ser indicada uma cirurgia cardíaca, que podem ser de diversos tipos, como:

  • Revascularização miocárdica (cirurgia de ponte de safena ou ponte de artéria mamária) – Usada para tratar a insuficiência cardíaca causada por doença arterial coronariana. Durante essa cirurgia, os cirurgiões criam novas vias de circulação sanguínea para o músculo cardíaco, contornando as artérias coronárias bloqueadas ou estreitadas com enxertos de veias ou artérias, o que melhora o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco.
  • Reparação (ou substituição valvular) – Nos casos em que a insuficiência cardíaca é causada por doenças valvulares, como estenose aórtica ou insuficiência mitral, a cirurgia pode ser realizada para reparar a válvula existente ou substituí-la por uma prótese valvular.
  • Dispositivos de assistência ventricular (DAV) – Para pacientes com insuficiência cardíaca avançada, que não respondem bem a outras terapias, os DAVs podem ser implantados para ajudar o coração a bombear sangue de maneira mais eficaz. Existem dispositivos temporários e permanentes disponíveis.

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Quando é necessário transplante cardíaco?

Quando nem mesmo um procedimento cirúrgico é capaz de trazer uma boa qualidade de vida para o paciente, a última opção passa a ser o transplante cardíaco, como foi o caso do apresentador Fausto Silva, o Faustão.

Isso envolve a substituição do coração doente por um coração saudável de um doador compatível. No entanto, a disponibilidade de órgãos doadores é limitada, e os pacientes passam por rigorosa avaliação para determinar a elegibilidade para o transplante.

É importante ressaltar que a decisão de realizar a cirurgia em casos de insuficiência cardíaca é complexa e depende de muitos fatores, incluindo a causa da insuficiência cardíaca, a gravidade da condição, a idade e a saúde geral do paciente, entre outros. 

Além disso, a cirurgia cardíaca envolve riscos e complicações, e os benefícios devem ser cuidadosamente avaliados em relação aos riscos.

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