Qual a relação entre miocardite e Covid-19?

A principal ação do novo coronavírus é mesmo sobre o sistema respiratório, mas o vírus também afeta outras áreas do corpo, entre elas o coração.

Um estudo divulgado pelo American College of Cardiology, feito com pacientes internados devido à Covid-19, confirmou essa relação entre a infecção e problemas cardíacos:

  • 40% dos internados também tinham alguma doença cardiovascular ou cerebrovascular.
  • Dos casos que foram a óbito, 33% tinham problemas cardíacos e respiratórios.
  • 7% das mortes ocorreram em pessoas que tinham apenas problemas cardíacos.

Dentre os problemas cardiológicos causados pelo novo coronavírus, um dos principais tem sido a miocardite, especialmente por ser uma alteração provocada pela ação de vírus e infecções.

Se você quer entender a relação entre miocardite e Covid-19, confira as próximas linhas deste artigo!

Qual é a relação entre Miocardite e Covid-19?

Como dito no início, a miocardite é uma inflamação que acomete o coração, sendo provocada principalmente pela ação de vírus, como é o caso da Covid-19.

Como os efeitos provocados pela infecção pelo novo coronavírus ainda são recentes e sem muitos estudos, os especialistas ainda são receosos em afirmar relações muito claras para a ação do vírus nos casos de miocardite.

As maiores suspeitas estão no fato de que, ao enfraquecer o sistema imunológico, a Covid-19 abre portas para que o vírus se aloje no coração, levando à miocardite. Outra linha de investigação também estuda uma maior afinidade do vírus com o tecido cardíaco.

Trata-se de uma relação semelhante à de outras doenças infecciosas, que também favorecem a ocorrência da miocardite, como gripes, doença de Chagas, febre reumática, catapora e, até mesmo, a AIDS.

Por isso, é extremamente importante ficar atento aos sintomas e procurar pela avaliação de um cardiologista, assim que possível, em casos de infecção pelo novo coronavírus.

A miocardite é apenas uma entre as muitas doenças cardiovasculares, mas existem várias outras igualmente perigosas. Confira neste artigo uma lista com as mais comuns e como preveni-las!

Como saber se estou com miocardite

Nos casos mais leves da doença, a miocardite não apresenta nenhum sintoma. Em geral, nesses quadros, nosso próprio sistema imunológico se encarrega de combater o agente infeccioso e resolver o problema, sem que seja preciso qualquer tipo de tratamento.

No entanto, em quadros mais graves, com infecções mais severas e longas, diversos sintomas cardíacos podem ser observados, como:

  • Febre.
  • Dor no peito.
  • Batimento cardíaco irregular.
  • Sensação de falta de ar.
  • Cansaço excessivo.
  • Inchaço das pernas e pés.
  • Tonturas.

Mesmo nos quadros com sintomas mais leves, é fundamental a avaliação de um cardiologista, para investigação do caso e definição da melhor linha de tratamento.

A evolução da miocardite para quadros mais graves pode levar a situações de insuficiência cardíaca (redução da capacidade do coração), arritmias e até de morte súbita.

💡 Em estudo publicado pela revista médica americana JAMA Cardiology, analisando 26 atletas com cerca de 20 anos de idade, recuperados da Covid-19, os exames de ressonância magnética mostraram que 15% deles apresentavam sinais de miocardite

relação entre miocardite e Covid-19

Como saber se é hora de procurar um cardiologista? Somente em situações graves? Confira neste artigo todas as situações em que esse especialista é fundamental para garantir sua saúde!

Quem devo procurar em caso de sintomas?

Esperamos que este artigo tenha te ajudado a entender um pouco mais sobre essa importante relação entre miocardite e a Covid-19. 

Porém, independentemente de ter sido causada pela Covid-19 ou por outro agente infeccioso, os quadros de miocardite precisam ser investigados o quanto antes por um médico cardiologista, a fim de evitar maiores complicações à saúde do seu coração.

Além disso, realizar os exames indicados é outro passo fundamental, tanto para o diagnóstico quanto para o acompanhamento dos problemas cardiovasculares.

Para isso, conte com a Clínica Viver. Dispomos de equipamentos modernos, um ambiente confortável e acolhedor, além de um time de profissionais experientes e atenciosos, prontos para cuidar da sua saúde.

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Como saber se é hora de procurar um cardiologista?

O mais comum é as pessoas procurarem um cardiologista somente quando estão com algum problema cardíaco ou ao menos com uma suspeita. Além disso, boa parte das pessoas enxerga o cardiologista somente como aquele profissional que acompanha a saúde de idosos.

Mas não é bem assim!

A cardiologia é uma especialidade importante em todas as fases da nossa vida, devido ao grande risco trazido pelas doenças cardiovasculares, que costumam ser silenciosas e não dar muitos sinais, até que estejam graves.

Nas próximas linhas você vai conhecer os sinais indicativos de que é hora de procurar um cardiologista e os riscos de não fazer isso.

Confira a leitura e aprenda a se proteger!

Quando é hora de procurar um cardiologista?

Quando falamos dos cuidados necessários para manter a saúde do coração e dos vasos sanguíneos, existem duas formas básicas de prevenção:

  • Prevenção primária: conjunto de cuidados – incluindo consultas, exames e mudanças de hábitos – que visam prevenir o surgimento de doenças e alterações, como no caso dos check-ups regulares, especialmente nos casos em que há a presença de fatores de risco.
  • Prevenção secundária: acompanhamento regular e periódico  de quadros cardiovasculares que já estão ocorrendo, a fim de reverter ou evitar possíveis complicações.

Conheça para que serve o exame de ecocardiograma transtorácico!

Principais sinais de problemas cardiovasculares

As doenças relacionadas ao sistema cardiovascular, em geral, costumam ser silenciosas e não darem muitos sinais, até que o quadro já esteja avançado e grave. Esse, inclusive, é tido pelos especialistas como um dos principais fatores que fazem com que essas doenças provoquem tantas mortes.

Porém, alguns sinais podem bons indicativos de que você precisa procurar um cardiologista, como:

  1. Dor no peito (especialmente do tipo peso e aperto).
  2. Falta de ar mesmo aos pequenos esforços.
  3. Cansaço excessivo sem motivo.
  4. Palpitações e batimentos cardíacos irregulares.
  5. Desmaios.
  6. Suor frio.
  7. Pele pálida ou azulada.
  8. Enjoo ou falta de apetite constante.
  9. Tosse seca duradoura.
  10. Urinar muitas vezes durante a noite.
  11. Inchaço em pernas, tornozelos e pés.
  12. Dores de cabeça sem causa aparente.
  13. Dor no pescoço e região do maxilar.

Alguns são mais frequentes que outros, com destaque para dor no peito, falta de ar, cansaço, tonturas e desmaios. Porém, todos eles podem indicar que há algo de errado com o seu coração.

Vale lembrar que esses sintomas podem também estar presentes em diversos outros quadros não relacionados ao coração, mas é sempre importante estar atento.

Caso você note a presença desses sintomas – principalmente de forma combinada –, essa é uma boa hora para procurar um cardiologista. Assim, você poderá eliminar a possibilidade de problemas no coração ou, se for o caso, já começar um acompanhamento e tratamento.

Aprenda a identificar quando uma dor no peito pode ser sinal de problema no seu coração, acessando este artigo do nosso Blog:

Dor no peito é sempre sinal de problemas cardíacos?

Como saber se tenho um problema cardiovascular?

Como dissemos, a maioria das doenças cardiovasculares se desenvolvem de maneira lenta, progressiva e silenciosa.

Por isso, para garantir uma boa prevenção ou diagnóstico precoce, o ideal é se manter em dia com check-ups periódicos com o cardiologista, especialmente se houver fatores de risco, como veremos a seguir.

Além disso, não demore a procurar um cardiologista, assim que notar a presença de alguns dos sintomas listados acima, independentemente de idade ou fatores de riscos.

Os check-ups anuais em geral são indicados a partir dos 40 anos, para prevenir doenças ou identificá-las logo no seu início, já que os problemas cardiovasculares se tornam mais frequentes à medida que envelhecemos.

Porém, se apresenta fatores de risco, esse acompanhamento deve começar ainda mais cedo. São consideradas fatores de risco cardiovascular as seguintes condições:

  • Idade avançada.
  • Diabéticos.
  • Histórico familiar de hipertensão.
  • Histórico familiar de colesterol elevado.
  • Obesos.
  • Fumantes.
  • Consumo elevado de álcool.
  • Estresse, depressão ou ansiedade.
  • Histórico familiar de problemas cardiovasculares.

O histórico familiar é um dos principais indicadores porque, mesmo pessoas saudáveis, sem nenhum dos outros fatores listados, podem apresentar problemas no coração por terem casos na família.

Portanto, se você ainda não conhece seu histórico familiar, é importante ir atrás de informações sobre pais, avós e tios, por exemplo.

Veja, neste artigo, por que o ecocardiograma é um exame tão importante e conheça as doenças que ele pode detectar:

Ecocardiograma transtorácico: 8 doenças que podem ser detectadas!

Para cuidar do coração: não se esqueça dos exames!

Neste artigo, você conheceu os sinais indicativos de que é hora de procurar um cardiologista, bem como os fatores de risco mais importantes para se manter atento e proteger a saúde do seu sistema cardiovascular.

Se você (ou alguém próximo) tem apresentado algum desses sintomas ou pertence aos grupos de maior risco, não perca tempo e busque logo uma avaliação o quanto antes. Como vimos, os problemas cardiovasculares avançam de forma progressiva e silenciosa, e precisam ser tratados de forma precoce, para evitar complicações.

Juntamente com as consultas, a realização dos exames cardiológicos é parte fundamental para esse cuidado. 

Para isso, conte com a Clínica Viver. Dispomos de uma estrutura moderna e um time de profissionais experientes e atenciosos, prontos para cuidar da sua saúde.

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Dor no peito é sempre sinal de problemas cardíacos?

O sintoma de dor no peito pode ter diversas origens, mas quando alguém apresenta esse tipo de queixa, a principal preocupação é de algum problema no coração.

Mas será que dor no peito é sempre sinal de problemas cardíacos?

Já adiantamos que não, nem sempre a origem do problema será essa. Mesmo questões emocionais – como ansiedade – podem provocar dores no peito. Saber identificar as características desse tipo de dor é importante para aprender a se prevenir, mas também para evitar preocupações desnecessárias, quando for o caso.

Para te ajudar a entender se essa dor no peito é sinal de problemas cardíacos ou não, nas próximas linhas você vai conhecer algumas das causas mais comuns para essa queixa e quando é preciso procurar o cardiologista.

Vamos à leitura!

Dor no peito é sinal de problemas cardíacos?

A principal preocupação das pessoas, ao sentir algum incômodo na região do peito, é sem dúvida um infarto ou ataque cardíaco.

Para que você seja capaz de identificar a dor provocada por um infarto, esse problema ocorre quando as artérias não são capazes de levar a quantidade necessária de sangue ao coração, provavelmente por algum entupimento – parcial ou total. 

A dor no peito, provocada por esse motivo, pode então se manifestar como uma sensação de compressão, queimação ou aperto no tórax, e também vir acompanhada de outros sintomas.

Porém, embora a dor no peito seja, de fato, o sintoma mais comum do ataque cardíaco, ela pode ser um alerta para problemas que não estão relacionados ao coração.

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Os mais comuns são:

1. Dores musculares

Atividades físicas muito intensas podem inflamar e enrijecer os músculos, o que pode vir a causar dores musculares no peito

Embora sejam mais comuns depois de treinos e atividades com esforço acima do que a pessoa está habituada, situações comuns do dia a dia, como tossir ou levantar objetos pesados também podem provocar dores musculares.

Existem ainda os episódios de dores musculares na região próxima à área cardíaca, sem motivo aparente, geralmente provocadas por espasmos musculares involuntários ou mesmo algum tipo de distensão. Nesses casos, a queixa de dor não costuma ser muito intensa e geralmente passa espontaneamente, após algum tempo.

O ecocardiograma é um dos principais exames usados para avaliar a saúde do coração. Conheça as doenças que ele é capaz de diagnosticar:

Ecocardiograma transtorácico: 8 doenças que podem ser detectadas!

2. Doenças respiratórias e pulmonares

Doenças como pneumonia, bronquite e embolia pulmonar podem causar dores no peito que se confundem com as cardiovasculares, nas pessoas que desconhecem as características desses problemas.

Em geral, as dores de origem pulmonar se manifestam quando respiramos fundo e vêm acompanhadas de sintomas como tosse, febre e mudança no ritmo e na qualidade da respiração; sinais que não costumam estar associados a problemas cardiovasculares.

Doenças cardíacas muitas vezes são silenciosas, o que as torna ainda mais perigosas. Aprenda a identificar alguns sinais que elas podem dar:

6 sintomas que podem indicar problemas no coração!

3. Problemas gástricos e digestivos

Refluxo, gastrite, úlceras e até mesmo o acúmulo de gases podem causar dores no peito, graças à proximidade do estômago, do esôfago e do intestino com a região onde fica o coração.

Particularmente no caso do refluxo, a dor no peito pode ser bem semelhante à do ataque cardíaco e, por isso, é frequentemente confundida com um problema cardiovascular.

Dores na região do estômago podem ter diferentes causas. Neste artigo você vai aprender o que pode ser:

Quais as principais causas de dor no estômago?

4. Ansiedade

Episódios em que a ansiedade se manifesta fisicamente, como em ataques de pânico, costumam gerar dores no peito e, por isso, também são muito confundidos com ataques cardíacos.

Outros sinais importantes para identificar uma crise de ansiedade é que, geralmente, esses episódios são acompanhados de tremores, náusea, palpitação e falta de ar.

A vida moderna tem trazido muitas conquistas, mas também desafios para as mulheres. O que tem elevado o risco de doenças:

Conheça os principais fatores de risco para a saúde da mulher moderna!

Como saber se é uma dor cardíaca?

Já que existem tantas possibilidades, como saber se a dor no peito é sinal de problemas cardiovasculares.

Infartos ou ataques cardíacos costumam vir acompanhados de algumas características combinadas e, caso a sua queixa também apresente esses sintomas, é importante procurar médica imediatamente:

  • A dor se espalha para outras regiões do corpo, principalmente do lado esquerdo, como pescoço, braço, costas e mandíbula.
  • Vem acompanhada de falta de ar, náusea, tontura ou suor frio.
  • A dor tem características de queimação ou pontadas no peito.
  • Se mantém por mais de 10-20 minutos.

Também é possível ter dores intensas e súbitas de curta duração, mas que já podem indicar que, embora as artérias não estejam totalmente entupidas, já podem ter sofrido danos.

Você sabe quais são os exames mais utilizados para investigar problemas no coração? Clique e descubra no artigo:

7 exames que avaliam a saúde do coração!

Quando se preocupar e procurar um cardiologista? 

Antes de mais nada, vale dizer que é altamente recomendado que todos mantenham um acompanhamento periódico com cardiologista, para realização de exames e avaliações. No caso dos homens, a partir dos 40 anos; para as mulheres, a partir dos 45.

Porém, se você apresenta fatores e hábitos de risco, é recomendado iniciar esse acompanhamento ainda mais cedo.

Se você é diabético, obeso, tem colesterol elevado, hipertensão, histórico familiar, fuma e consome álcool em excesso, já deve procurar um cardiologista para acompanhá-lo.

No entanto, alguns sintomas costumam ser apontados como sinais de que é mesmo o momento de procurar uma avaliação de emergência, como:

  • Dor no peito.
  • Cansaço excessivo.
  • Palpitações,
  • Dores de cabeça anormais.
  • Falta de ar ao realizar atividades de baixo esforço.
  • Náuseas.
  • Desmaios. 

Na presença desses sintomas, a recomendação é procurar socorro médico o mais rápido possível, para entender a causa do seu problema. Em casos de maior urgência, com sintomas mais intensos, ligue imediatamente para o serviço do SAMU, no telefone 192.

Dor no peito: não deixe para lá!

Toda dor no peito, independentemente de quantos anos você tem, deve ser observada, ter suas características avaliadas e, se for o caso, passar pela avaliação de um especialista – no caso, o médico cardiologista.

Os problemas cardiovasculares são hoje a principal causa de mortes no mundo, sendo responsáveis por mais de 200 mil óbitos no Brasil, somente este ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

Por isso, caso você (ou alguém próximo) esteja apresentando algum dos sintomas que citamos neste artigo, não deixe de avaliar com o cardiologista e fique tranquilo. Caso seja necessário, o médico irá solicitar os exames adequados para investigação.

A Clínica Viver é referência em diagnósticos por imagem. Investimos constantemente em oferecer equipamentos de ponta em um ambiente confortável e acolhedor para nossos pacientes.

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Doenças cardiovasculares mais comuns: sintomas e causas

Ao contrário do que muitos pensam, a principal causa de mortes em nosso país não é a violência ou o trânsito, mas sim as doenças cardiovasculares. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças relacionadas ao coração e ao sistema circulatório, provocam mais de 1.100 mortes por dia, o que equivale a 46 pessoas perdendo a vida por hora, por essa causa.

Para se ter uma ideia, as doenças cardiovasculares causam mais que o dobro das mortes provocadas por todos os tipos de câncer juntos, três vezes mais mortes que as doenças respiratórias e 2,3 vezes mais que a violência ou os acidentes.

Para te ajudar entender mais sobre o tema e saber como se cuidar, listamos neste artigo as doenças cardiovasculares mais comuns, suas causas e formas de tratamento.

Boa leitura!

Quais são as doenças cardiovasculares mais comuns?

1. Insuficiência cardíaca

Doença cardiovascular que acomete principalmente idosos (mas que também pode afetar adultos jovens), a insuficiência cardíaca atinge hoje cerca de 23 milhões de pessoas no mundo, segundo estudos.

O problema consiste na incapacidade do coração de bombear sangue de maneira correta para o restante do corpo, seja por falta de força do músculo cardíaco para se contrair ou para relaxar.

 Existem duas formas básicas da doença:

  • Insuficiência cardíaca sistólica: quando o coração é incapaz de bombear (expulsar) o sangue com a pressão necessária, por não conseguir se contrair com a força suficiente.
  • Insuficiência cardíaca diastólica: quando há um excesso de rigidez no músculo cardíaco, levando a uma falta de sangue no coração.

Com a falta do bombeamento de sangue para as áreas necessárias, alguns órgãos podem passar a sofrer com falta de oxigênio e de nutrientes. Além disso, esse bombeamento inadequado pode causar dificuldade para fazer esforços físicos, falta de ar, fraqueza, episódios de tosse seca, desânimo, além de inchaço nas pernas.

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Causas

De modo geral, a insuficiência cardíaca é a consequência de situações que agridem a saúde do coração, tornando-o mais fraco ou mais rígido. Para isso, diversos fatores podem contribuir, como:

  • Pressão alta
  • Diabetes
  • Fumar
  • Beber em excesso
  • Genética
  • Doença de Chagas
  • Medicações como as usadas no tratamento do câncer

Conheça a importância do ecocardiograma transtorácico para a identificação e monitoramento de diversas doenças que põem em risco a saúde do seu coração:

Ecocardiograma transtorácico: 8 doenças que podem ser detectadas!

2. Pressão alta

Essa doença se caracteriza pela elevação crônica da pressão do sangue na parede das artérias e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, mais de 30% dos brasileiros apresentam essa alteração.

Para ser considerada hipertensa, uma pessoa precisa apresentar pressão igual ou superior a 14 por 9 em várias medições. É essencial que essa avaliação seja feita por um profissional de saúde, com aparelhos bem calibrados, para que seja confiável.

A hipertensão arterial faz com que o coração faça um esforço excessivo, podendo causar consequências muito graves, em diferentes órgãos, como coração (infarto, insuficiência cardíaca e dor no peito), no cérebro (dilatação de vasos sanguíneos e derrame), nos rins (insuficiência renal ou até paralisação do órgão) e até nos olhos, chegando a possibilidade de cegueira. 

Causas

A tendência a ter hipertensão está ligada a questões genéticas, mas os hábitos de vida também são fatores decisivos para desenvolver a doença.

O que mais influencia no surgimento da hipertensão é:

  • Obesidade.
  • Não praticar exercícios físicos.
  • Alimentação ruim, principalmente com excesso de sal.
  • Consumir bebidas alcoólicas de forma exagerada.
  • Diabetes
  • Familiares com pressão alta

Conheça o funcionamento e a importância de um dos principais exames para avaliar a saúde do seu coração:

Ecocardiograma com doppler: o que é, como é feito e para que serve?

3. Ataque cardíaco

O ataque cardíaco (ou infarto do miocárdio) é um evento grave, causado pelo bloqueio do fluxo sanguíneo em alguma área do coração, levando à morte das células naquela região. A origem desse bloqueio em geral está na formação de placas de gordura no interior das artérias; fenômeno conhecido como aterosclerose.

Quando esse processo avança, essas placas podem acabar se soltando, levando à formação de coágulos, que causam o entupimento.

Os principais sinais de um infarto são a dor forte no peito, podendo se espalhar para o braço esquerdo (raramente no direito), costas e até para o pescoço e o rosto. A característica dessa dor é como um aperto ou peso na região, além de falta de ar, palidez, suor excessivo e tontura.

O mais importante nesse caso é a prevenção, a fim de evitar a formação de placas de gordura nas artérias. Como formas de tratamento, podem ser usadas medicações em quadros iniciais ou, em situações extremas de bloqueio, procedimentos cirúrgicos para desobstrução.

Causas

As principais causas para a ocorrência do infarto são os fatores que podem levar à aterosclerose e se assemelham a outros fatores de risco cardiovascular, como:

  • Elevação do colesterol e dos triglicerídeos, especialmente da fração LDL.
  • Estresse.
  • Consumo de cigarro.
  • Pressão alta.
  • Obesidade.
  • Depressão.
  • Diabetes (diabéticos apresentam um risco 4 vezes superior à média).

As consultas e os exames regulares estão entre os cuidados mais importantes para prevenir e tratar as doenças cardiovasculares. Conheça os 7 exames mais importantes nesse cuidado:

Conheça os 7 principais exames que avaliam a saúde do coração!

4. Miocardite.

Caracteriza-se pela inflamação do miocárdio (o músculo cardíaco), causada pela ação de vírus, bactérias, fungos ou parasitas, que cheguem a essa região. Trata-se de uma condição relativamente rara.

Em alguns casos, a resposta imunológica do próprio organismo pode se encarregar de resolver essa infecção, porém, em alguns casos, a miocardite pode evoluir para um quadro de insuficiência cardíaca aguda ou causar arritmias (alterações no ritmo dos batimentos).

Os principais sintomas costumam ser febre, dor no peito, falta de ar, sensação de fadiga sem motivo, palpitações e desmaios. Além disso, sintomas que indiquem a presença de alguma infecção também precisam de avaliação médica urgente, pois pode se tratar de miocardite.

Causas

Como dito acima, a principal causa da miocardite é a ação de microrganismos no músculo cardíaco, o que pode ocorrer após algum episódio infeccioso ou mesmo pela complicação de quadros de gripe, especialmente em pacientes com sistema imunológico comprometido, seja por medicações imunossupressoras, seja por doenças como AIDS.

Além disso, a miocardite pode ser decorrente de doenças como febre reumática e doença de Chagas. 

As doenças cardiovasculares costumam ser silenciosas, mas às vezes elas dão alguns sinais. Conheça neste artigo como identificar alguns deles:

7 sintomas que podem indicar problemas no coração!

5. Arritmia cardíaca

Arritmias cardíacas são alterações no ritmo normal dos batimentos cardíacos, seja de forma descompassada, acelerada ou lenta. 

Elas podem ser classificadas como benignas ou malignas, sendo que, no primeiro caso, é possível realizar o tratamento por meio de medicações, sem grandes complicações à qualidade de vida do paciente.

Já no segundo caso, pode se tratar de um quadro grave, inclusive com risco de morte, devido ao desgaste causado, comprometendo o coração. Em situações mais complexas, a indicação é de uso de marcapasso, que é um dispositivo implantado para monitorar e normalizar o ritmo cardíaco.

Causas

Diversos fatores podem levar a alterações no ritmo dos batimentos cardíacos. Em alguns casos, de forma temporária; em outros, de forma crônica. Confira os principais:

  • Alterações congênitas (de nascimento) no coração.
  • Problemas nas válvulas cardíacas (valvulopatias).
  • Aterosclerose (placas de gordura nos vasos cardíacos).
  • Anemia.
  • Doença de Chagas.
  • Estresse e ansiedade.

Como prevenir doenças cardiovasculares mais comuns

Com exceção de alguns casos, provocados por alterações congênitas na formação do coração, a maioria das doenças cardiovasculares está relacionada aos hábitos de vida.

Nas situações em que a pessoa já nasce com alguma alteração cardíaca, o ideal é o acompanhamento médico precoce e, para isso, é recomendado que – especialmente quando há história familiar de doenças cardíacas – que as crianças passem por uma avaliação cardiológica, para ter uma referência diagnóstica.

Já com relação às causas relacionadas à rotina, a melhor forma de se prevenir das doenças cardiovasculares mais comuns é adotar hábitos mais saudáveis.

Mudanças simples, como buscar uma alimentação mais saudável, praticar exercícios físicos de forma regular, parar de fumar, controlar o consumo de álcool e evitar o estresse já podem reduzir significativamente os riscos de eventos cardiovasculares.

Além disso, especialmente após os 40 anos, as visitas regulares ao médico cardiologista são essenciais para acompanhar a saúde do seu coração e evitar ser surpreendido por problemas cardíacos.

Principais sintomas das doenças cardiovasculares? 

Em geral, não há sintomas de doenças subjacentes cardiovasculares, porém, existem alguns sinais como: 

  • dor ou desconforto no centro do peito;
  • dor no braço esquerdo;
  • dificuldade em respirar;
  • sensação de enjoo; 
  • sensação de desmaio
  • tontura, suor frio; 
  • palidez.

Pessoas que apresentam esses sintomas devem procurar um cardiologista! 

Doenças cardiovasculares: a importância das consultas e exames!

Como vimos ao longo do artigo, as doenças cardiovasculares mais comuns possuem causas e origens semelhantes, na maioria das vezes associadas ao sedentarismo, maus hábitos alimentares e à falta de cuidados com a saúde do coração e dos vasos sanguíneos, como as consultas e exames regulares.

A adoção de um estilo de vida mais saudável, com atividades físicas regulares e mudanças na alimentação já podem fazer grande diferença nesse processo de prevenção ou tratamento.

No entanto, o primeiro passo é procurar o cardiologista, entender como anda sua saúde cardiovascular e realizar os exames indicados.

Na Clínica Viver você conta com uma estrutura moderna de equipamentos para realizar seus exames cardíacos e ficar em dia com a saúde do coração. Nosso time de profissionais está pronto para te atender de maneira cuidadosa e humana. 

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Ultrassom abdominal inferior, superior e total: descubra as diferenças

O ultrassom abdominal é um exame de imagem que se utiliza de ondas de alta frequência (ultrassons) para a análise detalhada de estruturas e órgãos situados na região do abdômen. 

Devido à sua ampla área geral de avaliação, o ultrassom abdominal pode ser direcionado e subdividido em compartimentos diferentes do abdômen, de acordo com as necessidades investigativas e com os objetivos do médico, podendo ser feito:

Caso você (ou alguém próximo) tenha recebido a indicação de fazer esse exame tão frequente e queira entender melhor, este artigo vai te trazer as respostas que você precisa. Confira! 

Diferenças entre ultrassom abdominal inferior, superior e total

O ultrassom abdominal é um exame indolor e não invasivo, que pode ser utilizado tanto na investigação de sintomas (dores, desconfortos na região abdominal), como em consultas de rotina, e até mesmo integrar o conjunto de exames pré-natais em mulheres grávidas. 

A subdivisão do exame em três categorias tem o intuito de focar a busca e a análise em um grupo específico de órgãos. 

É importante ressaltar, contudo, que o exame só é capaz de avaliar órgãos e estruturas sólidas, vascularizadas ou preenchidas por líquidos.  

Assim, órgãos que apresentem grande presença de gases, como intestino e estômago, apesar de estarem na região abdominal, não podem ser avaliados em detalhe por esse tipo de procedimento. Para uma avaliação destes dois órgãos, o mais indicado é a realização da endoscopia ou colonoscopia.  }
Confira abaixo as características de cada um dos tipos de ultrassom abdominal. 

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Ultrassom abdominal superior para que serve?

Avalia órgãos, veias e artérias vitais localizados na parte superior do abdômen, como pâncreas, baço, fígado, vesícula, vias biliares, veia cava inferior e artéria aorta

Pode auxiliar no diagnóstico de doenças como esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado), cirrose, pancreatite, pedras e pólipos na vesícula, aterosclerose e aneurismas na aorta. 

Além disso, também é capaz de detectar concentrações incomuns de líquidos no abdômen, alteração de tamanho e formato dos órgãos, inflamações, lesões e tumores/cistos no geral. 

ultrassom abdominal superior

Como é feito a ultrassom abdominal superior?

Com o paciente deitado, é feita a aplicação de um gel à base de água na pele para facilitar a movimentação do transdutor na região abdominal superior. 

Esse transdutor emite ondas sonoras de alta frequência que vão ajudar a criar os sinais que serão convertidos no computador, gerando as imagens em tempo real no monitor, para avaliação do médico.

Ao identificar imagens de melhor qualidade e mais esclarecedoras do quadro do paciente, o médico as seleciona e imprime no laudo, juntamente com suas observações, para avaliação do médico que solicitou o exame.

O procedimento não tem contraindicações e costuma durar cerca de 15 minutos. 

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Ultrassom abdominal inferior para que serve?

Avalia órgãos relacionados ao sistema urinário e reprodutivo em homens e mulheres. Inclui a visualização de  vesículas seminais, próstata, ovários, útero, e bexiga. 

O ultrassom abdominal inferior pode auxiliar na detecção e diagnóstico de cálculos e cistos renais, divertículos na bexiga, alterações no tamanho e formato da  próstata,  sinais de endometriose, pólipos uterinos, miomas, cistos ovarianos e ovários micropolicísticos. 

O ultrassom de abdômen inferior é um importante aliado durante o acompanhamento pré-natal, a fim de monitorar o desenvolvimento fetal intraútero. 

Além disso, também costuma ser utilizado para a investigação de dores no baixo ventre e na região lombar. 

Como é feito ultrassom abdominal inferior?

A realização do exame é a mesma da variação para o abdômen superior, porém nesse caso focando a movimentação do transdutor na região infra-abdominal, que é a que se deseja investigar.

Ultrassom abdominal total para que serve?

É voltado para ampla avaliação das estruturas da cavidade abdominal, reunindo órgãos avaliados tanto no ultrassom abdominal inferior quanto superior. 

Possibilita a avaliação do fígado, pâncreas, baço, vesícula biliar, vias biliares, rins, artéria aorta, veia cava, e bexiga. 

Através deste exame podem ser detectadas alterações nestes órgãos,  como gordura no fígado, cálculos e pólipos na vesícula biliar, cálculos renais, placas de gordura e aneurismas na aorta, além de processos inflamatórios, como apendicite e diverticulite, e ainda tumores benignos ou malignos.

Essa opção de avaliação mais ampla é geralmente indicada nas avaliações de check-up anual geral ou para investigação de dores abdominais.

Como é feito ultrassom abdominal total?

Novamente, o procedimento para essa variação da ecografia do abdômen é feito da mesma maneira, no entanto, englobando toda a região do abdômen.

Como se preparar para um ultrassom abdominal?

A preparação para às três modalidades de ultrassom abdominal são semelhantes e incluem:

  • Jejum (6-8 horas).
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas ou alimentos pesados, ou gordurosos no dia anterior.
  • Estar com a bexiga cheia. 

Não é necessário suspender medicações que você tome regularmente. Caso tenha problemas com gases, é possível que o médico receite um medicamento específico para ser tomado algumas horas ou dias antes do exame. 

Onde fazer ultrassom abdominal em Brasília?

O diagnóstico precoce é a principal ferramenta no tratamento de diversas condições de saúde. Quando uma doença ou alteração é detectada em seus estágios iniciais, todo tratamento se torna mais simples, rápido e eficiente. Por isso, é essencial estar em dia com suas consultas e exames regulares.

Caso você esteja sentindo dores abdominais frequentes e/ou intensas, não perca tempo e procure atendimento médico o mais rápido possível.

A escolha de um local confiável para realização de seus exames também é um cuidado importante para garantir um diagnóstico rápido, eficiente e seguro.

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A Clínica Viver é referência em exame diagnóstico em Brasília. Oferecemos aos nossos pacientes sempre os recursos mais modernos e um time de profissionais especializados, com um atendimento sempre humanizado. Aqui, os exames são sempre realizados por médicos.

Caso você esteja em Brasília ou Entorno e tenha exames solicitados, agende online agora mesmo e venha cuidar da sua saúde conosco!

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