Sangramento na menopausa: pode ser câncer, causas e tratamento

Uma dúvida comum e que preocupa muitas mulheres é quanto aos motivos que levam ao sangramento na menopausa. Pode ser algo grave? O que fazer afinal?

Hoje veremos quais são as causas mais comuns e quais medidas devem ser adotadas em cada uma delas. Continue a leitura deste artigo e acabe com as suas dúvidas sobre o assunto de uma vez por todas. 

Causas do sangramento vaginal na menopausa

Isso ocorre na maioria das vezes por um processo benigno, a atrofia do endométrio, que consiste no afinamento dessa camada que reveste o útero e se dá em razão da queda da produção hormonal na menopausa.

sangramento na menopausa é normal?

Antes da menopausa, o endométrio se espessa pela ação do estrogênio e depois se descama pela ação da progesterona, o que resulta na menstruação. 

Acontece que sem a presença destes hormônios, o endométrio fica atrofiado, perdendo espessura e chega até mesmo a se romper, o que vai ocasionar o chamado Sangramento Transvaginal na Menopausa.

Sangramento na menopausa é normal ou grave? O que pode ser?

Apesar da causa mais comum decorrer de um processo natural, toda a paciente que apresente sangramento na menopausa deve procurar o ginecologista. Isso porque há outras doenças que podem ocasioná-lo, como é o caso do câncer de endométrio, que pode ser grave se não for diagnosticado no início. 

Sintomas do câncer de endométrio

Dentre outros sintomas que podem surgir em se tratando de câncer de endométrio, citamos: sangramento vaginal escuro, corrimento aquoso e amarelado, dor pélvica e dor durante a relação sexual.

Fatores de risco para o câncer de endométrio

Os principais fatores de risco para o câncer de endométrio são mulheres que nunca tiveram filhos, com idade acima de 50 anos, obesas, hipertensas e diabéticas, portadoras de síndrome dos ovários micropolicísticos ou que façam reposição hormonal com o estrogênio sem associação com progesterona.

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Outras patologias que podem causar sangramento na menopausa

Outras patologias que podem causar sangramento vaginal após a menopausa são os pólipos uterinos e a hiperplasia endometrial

Pólipos são nódulos em forma de badalo de sino, que se desenvolvem no endométrio ou no canal endocervical a partir da proliferação de células glandulares localizadas. A maioria dos pólipos é benigna. São mais comuns após a menopausa e geralmente nesta fase não causam sintomas. 

a hiperplasia endometrial é o espessamento do endométrio em resposta ao estímulo estrogênico sem a oposição da progesterona, podendo ser simples (benigna) ou atípica (possui células alteradas, com propensão para malignidade).

O principal sintoma da hiperplasia endometrial é o sangramento uterino anormal, sendo responsável por 15% dos sangramentos na menopausa.

Os fatores que podem ocasionar esta doença são os mesmos que causam o câncer de endométrio,  tais como: obesidade, diabetes, hipertensão e nuliparidade (mulheres que nunca tiveram filhos). 

Assista ao nosso vídeo sobre sangramento na menopausa:

Diagnóstico do sangramento na menopausa

Destacamos que o diagnóstico das patologias mencionadas acima – pólipos uterinos e a hiperplasia endometrial é feito com a Ecografia Transvaginal com Estudo Dopplerfluxométrico, que permite avaliar as características e espessura endometrial, além do útero e ovários. 

Um endométrio de até 4.0 mm de espessura na mulher pós menopáusica que não usa reposição hormonal é considerado normal. 

Já um endométrio acima de 8.0 mm de espessura, heterogêneo e vascularizado em uma mulher que realiza terapia de reposição hormonal  é suspeito e deve ser investigado

O próximo exame a ser realizado nos casos suspeitos de Hiperplasia Endometrial ou Câncer de Endométrio é a histeroscopia com biópsia,  que vai retirar o material do útero para estudo anatomopatológico, determinando se a lesão é benigna ou maligna. 

A partir daí podem ser indicados outros exames, como a Ressonância Magnética da Pelve para se avaliar se há extensão para outros órgãos. No caso dos pólipos, eles podem também ser retirados pela histeroscopia endoscópica.

Como dissemos, o sangramento na menopausa geralmente resulta de um processo natural do atrofiamento do endométrio, não sendo nesse caso motivo para se preocupar. 

Ainda assim, o acompanhamento médico é essencial, sendo indicado sempre que você perceber essa ou outras anormalidades. Caso já tenha passado pelo ginecologista e tenha algum pedido de exame médico em mãos, agende seu exame de diagnóstico com a Clínica Viver.

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Doppler Vascular: para que serve e como é feito?

O Doppler Vascular é um exame fundamental para se analisar artérias e veias, com o propósito de diagnosticar todas doenças vasculares, como por exemplo, tromboses, varizes, estenoses e aneurismas, por exemplo, além de uma variedade de outros tipos de condições, incluindo coágulos sanguíneos e má circulação.

Geralmente é utilizado como uma prévia para a realização de cirurgias.

Trata-se de um exame bastante simples, indolor (sem dor), com duração de aproximadamente meia hora e que não utiliza nenhum meio de contraste nem radiação, podendo ser realizado sem problemas por grávidas.

O Doppler portanto é um ultrassom que usa ondas sonoras de alta freqüência para se avaliar a quantidade de fluxo sanguíneo de diferentes partes do corpo através das artérias e vasos sanguíneos.

Estudos de circulação sanguínea vascular podem detectar o fluxo anormal do sangue no organismo e assim identificar possíveis doenças ou complicações.

Os exames de Doppler Vascular são muitos, e todos igualmente importantes para nos anteciparmos a problemas potencialmente sérios.

Doppler Vascular: O que é o Exame? 

O Doppler Vascular é o exame indicado para a busca dos perigosos coágulos de sangue.

Esses coágulos, quando se fixam em uma artéria formam os trombos, que causam as tromboses. E, quando se soltam e se deslocam para outros órgãos, formam os êmbolos, que provocam as embolias.

O Ecodoppler Vascular associa as imagens da ecografia (ultrassonografia) à análise do fluxo sanguíneo, e verifica, da mesma forma, a anatomia dos vasos da região analisada.

Por oferecer imagens de muita qualidade, também auxilia na visualização de tumores e sua atividade (suprimento sanguíneo).

Além disso, a análise da anatomia mostra estreitamentos dos vasos (estenoses) e dilatações (aneurismas).

A Clínica Viver atende seu convênio, consegue marcar seu exame até para o mesmo dia e ainda libera o resultado de imediato. Entre em contato conosco para marcar seu exame!

Doppler vascular: Para que serve o exame? 

O ultrassom Doppler é um teste que usa ondas sonoras de alta frequência para medir a quantidade de fluxo sanguíneo nas artérias e veias, geralmente aquelas que fornecem sangue aos braços e pernas. Os estudos de fluxo vascular, também conhecidos como estudos de fluxo sanguíneo, podem detectar fluxo anormal dentro de uma artéria ou vaso sanguíneo.

Os estudos vasculares são testes que verificam o fluxo sanguíneo nas artérias e veias. Esses testes não são invasivos. Isso significa que eles não usam agulhas. Os estudos vasculares usam ondas sonoras de alta frequência (ultrassom) para medir a quantidade de fluxo sanguíneo nos vasos sanguíneos.

Conheça em mais detalhes como é feito o ecodoppler venoso de membros inferiores aqui na Clínica Viver e agende seu exame!

doppler vascular

Doppler Vascular: A Importância dos Exames 

O exame de Doppler Vascular identifica a localização de um problema. E, de acordo com a localização do entupimento ou do destino do deslocamento do trombo ou êmbolo, pode ocorrer de o coágulo:

  • Vir de artéria pulmonar, se soltar e deslocar-se para os pulmões, quando ocorre a embolia pulmonar;
  • Obstruir vaso(s) do cérebro e causar um acidente vascular cerebral (AVC);
  • Obstruir vaso(s) das pernas e dos pés, e causar as tromboses. Isso também podem acontecer com os membros superiores. O exame ajuda, também, no acompanhamento de problemas com varizes.
  • Obstruir a irrigação de regiões ou tecidos, causando isquemias.

Os exames de Doppler Vascular são rápidos e seguros pois:

  • duram menos de 30 minutos,
  • são indolores e,
  • não têm riscos ou contraindicações, por não serem invasivos, não usarem radiação ou contraste e não precisarem de preparo. São exames que utilizam ondas de som de alta frequência a fim de captar as imagens.

São vários os tipos de doppler vasculares, de acordo com o que o exame pode identificar.

Veja os tipos de exame e informações completas clicando nos links abaixo:

Ecodoppler de Membro Superior (Arterial e Venoso)

O Ecodoppler de Membro Superior (Arterial e Venoso) é um doppler vascular que tem como objetivo analisar a circulação, nos braços, do sistema venoso.

Além disso, por meio deste exame, é possível encontrar coágulos no interior de veias dos braços (trombose). Estes coágulos implicam em risco, já que podem se soltar e ir para os pulmões, causando embolia pulmonar. Se diagnosticado a tempo, há tratamentos que podem impedir esta ocorrência.

Em casos mais graves podem surgir inchaço persistente nos braços, com feridas e alterações na coloração da pele. O exame de Ecografia de Membros Superiores com Doppler é importante para definir se é necessária a intervenção cirúrgica.

Ecodoppler de Membro Inferior (Arterial e Venoso)

O Ecodoppler de Membro Inferior (Arterial e Venoso) é um doppler vascular que tem como objetivo encontrar coágulos no interior de veias da perna (trombos). Estes trombos podem se soltar para os pulmões, causando embolia pulmonar. Se diagnosticado a tempo, há tratamentos que podem impedir esta ocorrência.

Este exame é mais comumente realizado para avaliação de inchaço e dores nos membros inferiores, causados por varizes. As varizes são veias dilatadas, tortuosas e que podem apresentar comprometimento das válvulas existentes em seu interior, que facilitam o movimento do sangue na direção correta.

Em casos mais graves, podem surgir inchaço persistente nos pés, feridas nas pernas e alterações na coloração da pele. O exame é importante a fim de definir a indicação cirúrgica.

doppler vascular

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O que acontece se eu não tratar as varizes?

Ecodoppler de Artérias Viscerais

O Ecodoppler Artérias Viscerais é um doppler vascular indicado quando há suspeita de insuficiência intestinal, ou seja, isquemia mesentérica, que é a redução do fornecimento de sangue para os intestinos delgado e grosso.

Este exame é aconselhável quando pacientes têm dores abdominais sem explicação ou incomuns, que aparecem após uma refeição, ou associadas à perda de peso e diarreia.

Ecodoppler do Fígado

O Ecodoppler do Fígado avalia o fluxo sanguíneo nas veias porta, supra-hepática, cava inferior e artéria hepática.

Este exame é indicado para a avaliação de distúrbios vasculares no fígado, principalmente na hipertensão portal, causada pela cirrose hepática, na oclusão da veia porta por trombose ou tumor, e na oclusão das veias hepáticas.

Ecodoppler de Veia Cava Inferior

O Ecodoppler de Veia Cava Inferior é um doppler vascular que avalia o fluxo sanguíneo na veia cava inferior, com o objetivo principal de verificar a presenta de trombos em seu interior.

A colocação de filtros na veia cava inferior e as neoplasias são as causas mais comuns de trombose, principalmente nos membros inferiores.

A trombose é uma das principais causas de morte de pessoas internadas, pois os coágulos podem se desprender e ir para o pulmão, causando embolia pulmonar.

Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais

O Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais analisa as carótidas, que são artérias que passam pela região do pescoço, originadas na curvatura torácica da aorta e direcionando-se ao encéfalo.

Como essas artérias são de fácil acesso ao ultrassom, permitem a analogia com as outras artérias de nosso corpo, de mais difícil acesso.

A síncope (desmaio), a pré-síncope (sensação de desmaio), os acidentes vasculares cerebrais, a hipertensão arterial de longa data ou complicada (aquela de difícil controle), as dislipidemias (alterações nas dosagens do colesterol e dos triglicerídeos) e o diabetes devem merecer estudo específico das carótidas.

doppler vascular

Ecodoppler de Aorta e Ilíacas

O Ecodoppler de Aorta e Ilíacas é o exame que se avalia a aorta e as artérias ilíacas, além de seu fluxo sanguíneo.

Este exame é indicado na avaliação dos aneurismas de aorta, que são dilatações na parede aórtica, assintomáticos e normalmente relacionados à aterosclerose, fumo e doenças cardíacas.

É também recomendado para a avaliação de dissecções e obstruções arteriais, assim como no controle posterior ao tratamento clínico ou cirúrgico dos aneurismas. O exame avalia, da mesma forma, as próteses endovasculares, os stents.

Ecodoppler de Aorta e Artérias Renais

O Ecodoppler de Aorta e Artérias Renais é um doppler vascular que avalia a aorta abdominal, seu calibre, fluxo e a presença de aneurisma.

Normalmente, os aneurismas de aorta, que são dilatações na parede aórtica, são assintomáticos e relacionados à:

  • aterosclerose,
  • fumo e,
  • doenças cardíacas.

Este exame estuda, também, as artérias renais desde a sua origem na aorta até os rins, a fim de se identificar áreas de estenose (estreitamentos) destes vasos.

Ecografia de Bolsa Escrotal Com Doppler

O Ecografia de Bolsa Escrotal Com Doppler avalia os testículos, epidídimos e, graças ao uso do Doppler, sua vascularização. É indicada principalmente para diagnóstico de varicocele.

A Clínica Viver

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável.

Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, mesmo que você não esteja em Brasília. Oferecemos, também, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

Se você está em Brasília, estamos sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde.

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, tem os mais modernos aparelhos de ultrassonografia, mamografia digital e densitometria óssea. Realizamos, da mesma forma, punções de tireoide e mama, além de biópsias.

Além disso, temos profissionais experientes e preparados para consultas nas especialidades de Endocrinologia, Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, a fim de cuidar de seus exames e da sua saúde.

Na Clínica Viver, oferecemos aos nossos pacientes os mais modernos recursos e equipamentos do mercado. Aqui todos os exames são realizados por médicos. Assim, garantimos profissionalismo e segurança durante a realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível.

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Menopausa engorda? Entenda o motivo e como evitar

Menopausa engorda? Entenda neste artigo os motivos que tornam o ganho de peso a realidade de muitas mulheres. Acompanhe!
A menopausa se inicia após a última menstruação, geralmente acontecendo entre 45 e 55 anos, período esse marcado por grandes mudanças na vida da mulher.
Além das ondas de calor, tonturas, insônia, mudanças de humor, ressecamento vaginal e incontinência urinária, outra mudança percebida é o aumento de peso.

Veja neste post:

  • Por que menopausa engorda;
  • Principais problemas de engordar na menopausa
  • Perder perde peso na menopausa
  • Vídeo: Por que a mulher engorda na menopausa?
infográfico: check-up pós-menopausa

Por que a menopausa engorda?

Metabolismo mais lento

Uma das consequências naturais do envelhecimento é o metabolismo mais lento, o que, combinado ao sedentarismo e à alimentação inadequada pode levar ao aumento da gordura corporal e, consequentemente, ao ganho de peso. 

Perda do tônus muscular 

Diante do metabolismo mais lento, outra consequência comum é relativa à perda de tônus muscular, especialmente quando a mulher não pratica exercícios, como a musculação.

E, uma vez que os músculos queimam mais calorias que a gordura, essa mudança também contribui para a mulher engordar na menopausa. 

Queda do estrogênio 

Outro fator é a queda do estrogênio, também consequência natural do envelhecimento. Com a redução das suas taxas, a gordura corporal (chamada de gordura androide) passa a se depositar principalmente no abdômen.

Assim, o corpo da mulher deixa de ter o predomínio da gordura ginoide, que se deposita nas coxas e quadril, em forma de pera, e passa a ter um padrão mais comum aos homens, em forma de maçã.

Quanto a isso, através do exame Densitometria de Corpo Inteiro para avaliação de massa corporal, é possível quantificar as taxas de gordura androide e o tecido visceral adiposo. Esse é um exame rápido, com baixíssimas doses de radiação, e que é essencial para acompanhar o acúmulo desse tipo de gordura. 

Mulher sentada pensando se menopausa engorda

Principais problemas de engordar na menopausa

O ganho de peso associado a uma vida sedentária e alimentação desregulada pode levar a uma série de consequências graves, tais como: hipertensão, aumento do açúcar no sangue, aumento do colesterol ruim (LDL) e dos triglicérides, bem como a chamada Síndrome Metabólica. 

A Síndrome Metabólica, por sua vez, está relacionada ao Diabetes tipo 2 e ao  aumento do risco de ocorrência de doenças cardiovasculares, como o infarto e os acidentes vasculares cerebrais (derrames).

A gordura androide que mencionamos acima também é igualmente prejudicial, estando relacionada a outras doenças como diabetes e doenças cardiovasculares. 

Por isso é tão importante o acompanhamento médico nessa nova fase, de modo que ela seja vivenciada de forma saudável, sempre se pensando em melhorias na sua qualidade de vida. 

Veja também:

Menopausa: o que é e como se manifesta

Perder peso na menopausa

Alimentação saudável e prática de exercícios físicos

Geralmente se inicia o tratamento com uma orientação de alimentação saudável, reduzindo carboidratos e gorduras saturadas, buscando a ingestão adequada de cálcio  e indicando a prática de exercícios físicos por pelo menos 30 minutos e 5 vezes por semana.

Como já alertamos, ocorre na menopausa a redução do tônus muscular, sendo importante a prática de exercícios que contribuam para o aumento da massa muscular. 

Importante dizer que a redução da gordura corporal também diminui chances de doenças como o câncer de mama e endométrio. 

Então, muito além de preocupações com padrões estéticos relacionados ao peso, a sua saúde como um todo agradece a prática de atividades físicas e uma alimentação balanceada.  

Reposição hormonal

Com o início da menopausa, considere a reposição hormonal. 

Lembrando que a terapia de reposição hormonal deve ser discutida com o ginecologista  e pode ser muito benéfica na qualidade de vida da paciente.

Além disso, a necessidade de medicamentos para redução do colesterol deve ser avaliada pelo cardiologista.

Cuide da sua saúde mental

Não são poucas as transformações sentidas por uma mulher na fase da menopausa, por isso é essencial ter cuidado também com a saúde mental

Muito além do monitoramento de peso, cuidar de si significa valorizar a sua trajetória até o dia de hoje, aceitando as mudanças naturais do tempo e se amando cada dia mais pelo que você é

Assista ao nosso vídeo sobre o assunto:

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Pré-eclâmpsia: o que é, sintomas e tratamento

A pré-eclâmpsia é, dentre as doenças hipertensivas da gestação, uma das principais causas de morte materna, prematuridade e restrição de crescimento intraútero no Brasil.

Ela acontece, em média, em 6% das gestações. Pode atingir a mãe, o feto, e, às vezes, os 2 aos mesmo tempo.

Se não for tratada, a doença pode levar a complicações sérias – até fatais – para a mãe e seu bebê. Se você tem pré-eclâmpsia, mesmo após o parto, ainda pode demorar um pouco para melhorar.

Raramente a pré-eclâmpsia se desenvolve após o parto, uma condição conhecida como pré-eclâmpsia pós-parto.

Veja neste artigo: 

  • O que é Pré-eclâmpsia na gravidez?
  • Causas da Pré-Eclâmpsia
  • Sintomas de Pré-eclâmpsia
    • Pré-eclâmpsia leve 
    • Pré-eclâmpsia grave
  • Exames para detectar pré eclâmpsia
  • Exames de sangue
  • Análise de urina

O Que é Pré-eclâmpsia na gravidez?

Esta condição também é chamada de PE, DHEG (doença específica da gravidez) ou de toxemia.

A pré-eclâmpsia é uma doença que surge após a 20ª semana de gestação. Na mãe, a doença é caracterizada pela hipertensão, além da perda de proteínas pela urina e o consequente acometimento de órgãos maternos.

No feto, é comum o atraso no crescimento, o CIUR – crescimento intrauterino restrito. Este pode evoluir para a morte do feto, partos prematuros e para a morte neonatal, após o parto, por complicações associadas à prematuridade.

O maior risco da pré-eclâmpsia é a evolução para a eclâmpsia.

Pré-eclâmpsia: o que é, sintomas

Causas da Pré-Eclâmpsia

A hipertensão é caracterizada pela pressão arterial máxima maior ou igual a 14 mmHg ou pressão arterial mínima maior ou igual a 9.0 mmHg, medidas em pelo menos 2 ocasiões com intervalo de 4 horas.

Existem alguns fatores maternos que aumentam o risco de pré-eclâmpsia como: ser da raça negra, ter diabetes, hipertensão, lúpus ou obesidade, possuir histórico familiar ou pessoal de pré-eclâmpsia, ou das doenças anteriormente listadas. Gravidezes de gêmeos ou que ocorram antes dos 18 ou após os 35 anos podem representar risco.

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Sintomas de Pré-eclâmpsia

A proteinúria é perda de proteína pela urina maior ou igual a 300 mg em 24 horas. Com essa perda, pode acontecer de a mãe ter reações que incorram no aumento da pressão.

Essa hipertensão provoca uma série de problemas na mãe. Os órgãos maternos mais acometidos são:

  • os rins, podendo levar à insuficiência renal,
  • o fígado, causando uma disfunção hepática, e dor abdominal,
  • o sistema nervoso central, levando à confusão mental, escotomas, cefaleia, acidentes vasculares cerebrais e convulsões, e
  • quando se estabelece a eclâmpsia, com consequentes alterações nas plaquetas, podem ocorrer sangramentos generalizados.

Pré-eclâmpsia leve geralmente os sintomas são:

  • Hipertensão arterial
  • Inchaço nos membros inferiores
  • Aumento exagerado do peso corpóreo como 2 a 3 kg em 1 ou 2 dias

Pré-eclâmpsia grave, além dos sinais leves podem aparecer:

  • Sangramento vaginal
  • Dor no lado direito do abdómen
  • Dor de cabeça forte e constante
  • Visão embaçada
  • Ardência no estômago

Exames para detectar pré eclâmpsia

Quanto mais severa for a pré-eclâmpsia e quanto mais cedo ocorrer na gravidez, maiores serão os riscos para você e seu bebê. A pré-eclâmpsia pode exigir parto induzido.

Se o seu médico suspeitar de pré-eclâmpsia, você pode precisar de alguns exames e testes, incluindo:

Exames de sangue

O seu médico pode pedir exames de sangue para medir a função hepática, testes de função renal ou também para medir plaquetas – as células que ajudam a coagular o sangue.

Análise de urina

O seu médico poderá solicitar exames de urina, para medir a concentração e quantidade de proteína presentes na sua urina. Uma única amostra de urina que mede a proporção de proteína para creatinina – uma substância química que está sempre presente na urina – também pode ser usada para fazer o diagnóstico.

Pré-eclâmpsia: o que é, sintomas e

Ultra-som fetal

Seu médico também pode recomendar um monitoramento cuidadoso do crescimento de seu bebê, geralmente por meio de ultrassom. As imagens do seu bebê criadas durante o exame de ultrassom permitem que o médico estime o peso fetal e a quantidade de líquido no útero (líquido amniótico).

Perfil biofísico fetal (PBF)

O perfil biofísico usa um ultrassom para medir a respiração, o tônus ​​muscular, os movimentos e o volume do líquido amniótico no útero do bebê.

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Diagnóstico e Tratamento da Pré-eclâmpsia

Alguns estudos tem demonstrado que, com o rastreamento combinado de medida da pressão arterial média, dosagem de uma proteína no sangue materno, a PGLF, e o ecodoppler de artérias uterinas entre a 11ª e a 13ª semanas, podemos detectar 90% das pacientes que desenvolverão pré-eclâmpsia precoce, ou seja, antes de 34 semanas, e 75% de pré-eclâmpsia pré termo, ou seja, antes de 37 semanas de gravidez.

Para as pacientes que apresentarem indicações de virem a desenvolver pré-eclâmpsia é indicado o uso de aspirina 150 mg/dia da 12ª semana até a 36ª, a fim de reduzir o risco em 60 a 75% de efetivamente desenvolver a doença. Devem, também, reduzir o consumo de sal e ficar de repouso.

A reavaliação com 22 semanas, 32 semanas e 36 semanas também é indicada.

Se preferir ver este conteúdo em vídeo, clique abaixo.

Conclusão

A pré-eclâmpsia é uma complicação da gravidez que pode acontecer a qualquer mulher, em qualquer gravidez. Embora a pré-eclâmpsia ocorra com mais frequência durante a primeira gravidez, pode ocorrer na segunda gravidez, terceira ou qualquer outra.

A pré-eclâmpsia é diagnosticada por pressão alta persistente que se desenvolve pela primeira vez durante a gestação ou logo após o parto. Geralmente está associado a níveis elevados de proteína na urina e/ou ao novo desenvolvimento de plaquetas sanguíneas diminuídas, problemas renais ou hepáticos, fluidos nos pulmões ou sinais de problemas cerebrais, como forte dor de cabeça e/ou distúrbios visuais.

Quando você fica grávida, você faz consultas regulares com seu medico, que verifica rotineiramente sua pressão arterial para se certificar de que não está muito alta. Uma amostra de urina também é geralmente testada em cada consulta para garantir que seus rins estão saudáveis.

Qualquer quantidade excessiva de proteína encontrada na amostra de urina é conhecida como proteinúria e pode ou não estar presente em pacientes com diagnóstico de pré-eclâmpsia.

As consultas pré-natais são agendadas mais próximas perto do final da gravidez. Com 32 semanas em uma gravidez sem complicações, as visitas são geralmente a cada duas semanas; às 36 semanas eles se tornam semanais. Pacientes com maiores riscos são vistos com mais frequência.

A Clínica Viver

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável.

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3 Doenças dos ossos: sintomas, diagnóstico e prevenção

Uma pessoa adulta tem cerca de 206 ossos no corpo! Toda essa estrutura tem a função de dar sustentação ao nosso corpo, proteger nossos órgãos e permitir nossa locomoção.

Fatores genéticos, carências nutricionais, alguns medicamentos e maus hábitos de vida vão enfraquecendo e danificando essa estrutura, tornando nosso sistema ósseo (antes tão forte) mais frágil e propenso a desenvolver algumas doenças. 

Neste artigo, você vai conhecer 3 doenças que acometem os ossos, seus sintomas e como você pode se prevenir.

1. Osteoporose 

Segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose, cerca de 10 milhões de brasileiros apresentam algum grau de osteoporose atualmente.

No mundo, 1 em cada 3 mulheres e 1 em cada 5 homens, com mais de 50 anos, vão apresentar a doença em algum momento da vida. 

Considerada uma condição metabólica, essa doença é caracterizada pela perda acentuada de massa óssea em quantidade igual ou superior a 30%, deixando a estrutura porosa e propensa a fraturas.

osteoporose
Fonte: Hospital Albert Einstein

A principal razão para essa perda são deficiências no processo de fixação e absorção de cálcio e outros minerais pelos ossos, condições comuns em homens e mulheres acima dos 50 anos de idade.

As mulheres são as mais afetadas, devendo haver um maior cuidado com a chegada da menopausa, já que as alterações hormonais ocorridas nessa fase tendem a acentuar a perda óssea.

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Sintomas 

A osteoporose é uma doença silenciosa, que não costuma apresentar sintomas até a ocorrência da primeira fratura. Essa característica torna a doença preocupante porque as fraturas já indicam um quadro avançado.

Apesar de não ser reversível, o avanço da doença poderia ser controlado através do uso de medicamentos e mudanças de hábitos, caso fosse diagnosticado precocemente.

Como a perda óssea que causa a osteoporose pode ter origens diferentes, não há um profissional específico que trate o quadro. O acompanhamento poderá ser conduzido por um reumatologista, endocrinologista, ortopedista ou até pelo ginecologista. Tudo vai depender de qual é a origem do problema.

Diagnóstico 

A densitometria óssea ou DXA é o principal exame para diagnóstico e avaliação da osteoporose.

Através desse exame, é possível ao médico obter informações bastante precisas sobre a composição e o estado em que se encontra o sistema ósseo do paciente. O exame também permite determinar o nível da perda óssea em cada pessoa. 

O exame é fortemente indicado para mulheres a partir da chegada da menopausa e, a partir de então, devem ser mantidas as avaliações periódicas durante todo o período de maturidade, de preferência dentro dos exames de check-up anual.

Um dos principais benefícios da densitometria óssea é sua capacidade de diagnosticar também a osteopenia, uma condição anterior e menos grave da osteoporose, e que ainda é reversível.

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Prevenção 

A osteoporose pode ser prevenida com a adoção de hábitos saudáveis no cotidiano, como a prática regular de exercícios físicos e uma dieta balanceada, rica em cálcio e em vitamina D, substância que está relacionada diretamente à absorção do cálcio pelos ossos.

Em relação ao cálcio, as recomendações são aquelas já conhecidas, como o consumo de leite e seus derivados. Caso você apresente algum tipo de intolerância à lactose, uma opção é reforçar o consumo de vegetais verde-escuros, como brócolis, espinafre e couve, ou ainda fazer a suplementação desse nutriente, de acordo com a orientação do seu médico.

Já no caso da vitamina D, tomar banhos de sol de pelo menos 10 minutos, até às 10h da manhã e depois das 16h, também está associado a uma maior produção de vitamina D pelo corpo. 

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2. Artrite 

A artrite é uma espécie de reumatismo, caracterizada por um processo inflamatório nas cartilagens que envolvem e separam os ossos uns dos outros. As causas para a ocorrência da artrite são diversas e podem estar associadas a processos inflamatórios no corpo, doenças ou lesões.

Geralmente costuma afetar as articulações dos pés, joelhos, tornozelos, dedos, punhos e mãos, sendo uma doença bastante associada ao envelhecimento.

Artrite
Fonte: Hospital Albert Einstein

Existem diversos tipos de artrite, sendo os mais conhecidos:

  • artrite reumatóide;
  • artrite anquilosante;
  • artrite gonocócica;
  • gota;
  • condrocalcinose;
  • artrite reumatoide juvenil (em crianças);
  • artrite reativa

Acredita-se que haja mais de 100 tipos de artrite diferentes, e os estudos apontam uma maior prevalência de casos em mulheres a partir dos 50 anos. 

Sintomas 

Os principais sintomas observados em casos de artrite são dor, vermelhidão e inchaço nas articulações e, em casos mais graves, dificuldade ou perda dos movimentos.

Além disso, principalmente devido ao seu quadro infeccioso, a artrite também está relacionada à rigidez das articulações, principalmente pela manhã, além de falta de disposição

Diagnóstico

O diagnóstico da artrite é feito a partir do exame físico, sendo confirmado por exames de sangue (fator reumatóide, VHS, proteína C-reativa) e exames de imagem (ultrassonografia, ressonância magnética e raio-x).

O médico de referência para quadros de artrite é o reumatologista.

Durante a consulta, o médico vai avaliar sua história, a fim de determinar as chances de seu quadro realmente se tratar de artrite, como o tempo de duração dos sintomas, seu histórico familiar, em quantas articulações você sente dor, se teve febre, entre outras questões.

Essas informações, juntamente com os resultados dos exames, é o que vai permitir ao médico determinar se realmente se trata de artrite, e qual tipo seria.

Prevenção 

Apesar de ter um forte componente genético envolvido, os cuidados para prevenção da artrite são principalmente a adoção de hábitos saudáveis, como uma dieta balanceada e uma rotina de exercícios

O consumo de alimentos com propriedades antiinflamatórias também pode beneficiar muito o organismo, atuando na prevenção ou controle de casos de artrite. Alguns exemplos de alimentos são: alho, gengibre, peixes, uva, nozes, espinafre e azeite

O controle do peso também está fortemente associado à prevenção da artrite, uma vez que essa doença é mais frequente em pessoas com obesidade. 

3. Artrose

Apesar de também afetar as articulações e cartilagens que envolvem e protegem os ossos, a artrose se caracteriza pelo processo de desgaste das estruturas ósseas, devido ao atrito, provocando deformações. 

A artrose está geralmente associada à sobrecarga das articulações e costuma afetar ossos do quadril, coluna e joelhos. É uma condição fortemente relacionada ao envelhecimento, afetando grande parte da população mundial acima dos 45 anos. 

artrose
Fonte: Hospital Albert Einstein

Sintomas

Um dos sintomas mais característicos da artrose é a dor mecânica, isto é, quando o paciente movimenta a articulação afetada. Geralmente essa dor melhora ou passa durante o repouso, distinguindo-se das dores constantes características da artrite. 

Outros sintomas associados são limitações no movimento e inchaço das articulações afetadas. 

Assim como no caso da artrite, o médico de referência para diagnosticar e tratar a artrose também é o reumatologista.

Diagnóstico 

O diagnóstico da artrose é feito a partir do exame clínico e de exames de imagem.

No exame físico, o médico vai avaliar os ossos e articulações do paciente, observando a sensibilidade na região, bem como se está inchada ou vermelha. Além disso, vai observar se o paciente tem alguma restrição de movimento naquela articulação.

Para confirmação do diagnóstico, os exames mais pedidos são o raio X da articulação e a ressonância magnética

Prevenção 

Por ser uma doença relacionada especialmente à sobrecarga de ligamentos e articulações, a artrose apresenta poucas medidas de prevenção diretas. No entanto, a adoção de uma rotina de exercícios e uma dieta saudável podem ajudar, uma vez que a obesidade é um dos principais fatores de risco. 

Além disso, investir em alongamento e não exagerar nos exercícios nem carregar muito peso (caso isso seja possível) também são medidas preventivas eficientes.

Prevenção: o melhor remédio para as doenças que acometem os ossos  

O sistema ósseo é de extrema importância para o nosso corpo, oferecendo sustentação, mobilidade e proteção. Condições como a osteoporose, a artrose, a artrite e outras doenças que acometem os ossos podem gerar grandes desconfortos e dificuldades, podendo até mesmo representar riscos de acidentes graves.

Como resultado, isso compromete a qualidade de vida e a independência das pessoas.

Vale lembrar que, muitas vezes, em seus estágios iniciais, essas doenças não apresentam muitos sintomas, e o paciente fica com a falsa sensação de normalidade. Por essa razão, é extremamente importante ficar atento e em dia com seus exames de rotina. Como quase tudo em saúde, é sempre mais fácil tratar uma doença em seus estágios iniciais do que quando o quadro já se instalou. Por isso, não descuide da prevenção. 

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Quais as principais causas de dor no estômago?

A dor no estômago é um sintoma bastante comum, e que possui diversas causas relacionadas. Caso esteja lidando com o problema, acompanhe este artigo, conheça as principais causas e saiba como buscar auxílio médico! 

Dor no estômago: o que pode ser?

 

Gastrite ou úlceras gástricas e duodenais

Dentre as principais causas de dor na região do estômago citamos a gastrite ou úlceras gástricas e duodenais. 

Os principais responsáveis são bactérias (como o Helicobacter pylori), o uso de medicamentos,  como antiinflamatórios, fatores genéticos e tabagismo.

Causam uma dor em queimação, azia, e náuseas, que podem ser aliviadas com alimentos ou antiácidos.  

O diagnóstico é feito através da endoscopia digestiva alta e seu o tratamento consiste no uso da medicação para erradicar o Helicobacter e reduzir a secreção gástrica. 

Colelitíase (pedras na vesícula) 

As pedras ou cálculos na vesícula são geralmente formados quando a bile é rica em colesterol, sendo mais comum em mulheres, devendo ser considerada também possível predisposição genética. 

Os principais sintomas são: dor na região do estômago ou no abdome superior direito, náuseas, vômitos e má digestão.  A dor pode ocorrer após a ingestão de alimentos gordurosos.

O diagnóstico é feito pela ultrassonografia de abdome superior. Já o tratamento consiste na retirada da vesícula,  geralmente por via laparoscópica.

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Pedras na Vesícula – Devo operar?

Refluxo gastroesofágico

É o retorno do alimento ou líquidos do estômago para o esôfago  e, ainda que possa aparecer em qualquer idade, é mais comum em pessoas idosas e que estão acima peso.

Os sintomas mais comuns são: queimação na região do estômago,  que se estende para a região retroesternal (atrás do osso que fica no meio do tórax); dificuldade para engolir; rouquidão; tosse crônica; e dor na região do coração,  podendo ser confundida com infarto do miocárdio.  

O diagnóstico pode ser feito com a ultrassonografia , pHmetria esofágica e esofagografia baritada

O seu tratamento é realizado com medidas que evitem o refluxo (elevação da cabeceira, evitar líquido durante as refeições,  fracionamento da dieta), com medicações e, por último, quando não há melhora com a adoção destas medidas, com cirurgia.

Pancreatite aguda 

É a inflamação do pâncreas, causada principalmente pelos cálculos biliares e pelo consumo de álcool.

Os pequenos cálculos (pedrinhas) formados na vesícula biliar podem obstruir as vias biliares e aumentar a pressão em seu interior,   causando a inflamação do pâncreas,  já o álcool causaria um efeito tóxico nas células pancreáticas.

Os principais sintomas são: dor na região do estômago ou abdominal difusa, que geralmente se irradia para as costas,  náuseas e vômitos. 

O diagnóstico é feito com o exame clínico,  exames laboratoriais e ultrassonografia de abdome ou Tomografia computadorizada

O paciente deve ser internado, medicado, e ficar em dieta zero até melhora do quadro.

 

Doença coronariana

A obstrução das artérias coronárias por placas de gordura causa interrupção do fluxo sanguíneo à musculatura do coração e dor.  

A doença coronariana é mais comum em homens após os 50 anos e em mulheres após os 60 anos.

A dor da angina se caracteriza por piora com o exercício físico e melhora com o repouso.  

Também é comum que o paciente sinta aperto ou pressão atrás do osso do esterno, podendo esta se irradiar para os braços, principalmente o esquerdo,  e região do queixo, estando relacionada com sudorese, náuseas e vômitos. 

O diagnóstico é feito com exames laboratoriais,  eletrocardiograma, cintilografia e angiotomografia de coronárias com  score de cálcio. O tratamento pode ser medicamentoso ou cirúrgico.

Como buscar auxílio médico?

Neste artigo, listamos algumas das principais causas de dor no estômago. Para um diagnóstico preciso, com o devido tratamento, consulte um gastroenterologista e siga com a realização de exames específicos.

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