Alzheimer: sintomas, diagnóstico e tratamentos

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 1,2 milhão de pessoas vivem com alguma forma de demência no Brasil e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. Em todo o mundo, o número chega a 50 milhões de pessoas.

Esses números impressionantes mostram a importância de se informar mais sobre esse tema que, direta ou indiretamente, quase todos nós ainda teremos contato.

Abaixo você vai entender o que é o Alzheimer, seus sintomas, diagnóstico e formas de tratamento.

Acompanhe!

Afinal, o que é o Mal de Alzheimer?

O Mal de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva e a forma mais comum de demência entre idosos. Caracteriza-se pela deterioração contínua das funções cognitivas, afetando principalmente a memória, a capacidade de raciocínio, o julgamento, a linguagem e eventualmente a habilidade de realizar as tarefas mais simples do dia a dia.

Na essência da doença de Alzheimer está a degeneração e morte de neurônios cerebrais, processo que acarreta uma diminuição significativa do tecido cerebral e afeta a funcionalidade dos neurotransmissores, que são substâncias químicas essenciais para a comunicação entre as células nervosas. À medida que a doença avança, observa-se uma redução na massa cerebral, especialmente nas regiões associadas à memória e ao pensamento.

Embora a causa exata do Mal de Alzheimer ainda não esteja completamente entendida, acredita-se que envolva uma combinação de fatores genéticos, ambientais e do estilo de vida, que contribuem para o desenvolvimento da doença. Pesquisas identificaram a formação anormal de placas beta-amiloides e emaranhados neurofibrilares dentro e ao redor das células cerebrais, como marcas distintas da condição, interferindo nas funções neuronais e levando à morte celular.

O Mal de Alzheimer é tipicamente uma doença de início tardio, com a maioria dos casos ocorrendo em pessoas com 65 anos ou mais. No entanto, existe uma forma menos comum, conhecida como “Alzheimer de início precoce”, que pode afetar indivíduos tão jovens quanto na faixa dos 30 a 60 anos. Esta forma tende a ter uma progressão mais rápida e frequentemente tem uma base genética mais clara.

A doença tem um impacto significativo não apenas nos pacientes, mas também em seus familiares e cuidadores, exigindo uma abordagem multidisciplinar para o manejo e apoio ao longo de sua progressão.

Quais os principais sintomas? Como identificar?

Os sintomas do Mal de Alzheimer variam ao longo de suas fases, começando sutilmente e tornando-se mais severos com o tempo. Aqui estão os principais sintomas e sinais de alerta que indicam a necessidade de investigação profissional:

Sintomas iniciais

Os primeiros sinais da demência de Alzheimer, e que costumam passar despercebidos, são:

Perda de memória de curto prazo: Dificuldade em reter informações recentes, como esquecer conversas, compromissos ou onde objetos foram colocados.

Dificuldades de linguagem: Problemas em encontrar as palavras certas durante conversas, substituição de palavras por outras inapropriadas ou uso de frases genéricas para descrever objetos específicos.

Desorientação temporal e espacial: Perder-se em lugares familiares, confundir datas e ter noção imprecisa do tempo.

Dificuldade em tomar decisões: Problemas em julgar situações que requerem decisão, como gerenciar finanças ou seguir instruções de receitas.

Alterações de humor e comportamento: Mudanças repentinas de humor sem uma razão clara, incluindo irritabilidade, ansiedade ou apatia.

Sintomas moderados

À medida que os sintomas evoluem – especialmente quando não são identificados e tratados – outros sinais passam a surgir, como:

Dificuldades cognitivas mais acentuadas: Problemas com a fala, compreensão e realização de sequências de tarefas.

Esquecimento de eventos ou informações pessoais importantes: Como esquecer o próprio endereço, telefone ou eventos significativos da vida pessoal.

Confusão sobre lugar e tempo: Não reconhecer sua própria casa ou confundir noite com dia.

Dificuldade em reconhecer familiares e amigos: Falha em reconhecer rostos familiares, podendo até confundir pessoas.

Alterações de personalidade e comportamento: Sintomas como paranoia, agitação, agressividade ou andar sem direção aparente.

Sintomas avançados:

Já no estágio final da doença, o quadro se agrava bastante, tornando o paciente extremamente dependente e limitado. Nesse estágio, os sinais costumam ser:

Incapacidade de comunicar-se: Dificuldade severa ou incapacidade de falar, ler ou escrever.

Dependência total de cuidados: Necessidade de assistência contínua para atividades diárias, como se vestir, tomar banho e comer.

Problemas de mobilidade: Dificuldade para caminhar, mudar de posição ou necessidade de cadeira de rodas.

✅ Problemas de saúde geral: Aumento do risco de infecções, problemas de pele, dificuldades alimentares e perda de peso.

Como dito, no início alguns sinais podem ser bastante sutis, o que leva ao atraso na busca por ajuda médica e tratamento precoce. No entanto, alguns sinais de alerta devem ser observados para buscar uma investigação profissional, como dificuldade notável em lembrar novas informações, lidar com tarefas cotidianas, resolver problemas simples, usar linguagem corretamente, entender imagens visuais e julgamentos espaciais, mudanças no julgamento ou decisão, retraimento social e alterações de humor ou personalidade sem causas aparentes.

Quando esses sintomas começam a afetar significativamente a vida diária de uma pessoa, é crucial buscar avaliação médica. Um diagnóstico precoce pode abrir caminhos para o manejo dos sintomas e planejamento para o futuro, além de possibilitar que o paciente e seus familiares busquem recursos e suporte adequados.

Veja também:
Gordura no fígado: sintomas, causas e como eliminar?
Prolapso da válvula mitral: sintomas, causas e tratamentos
Osteopenia: O que é, Causas, Diagnóstico e Tratamentos
Fibromialgia: sintomas e tratamentos

Alzheimer: diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico de Alzheimer é complexo e envolve a exclusão de outras possíveis causas de demência. Não existe um único teste que confirme a doença, então o processo diagnóstico combina avaliação clínica detalhada com uma série de exames complementares.

Em relação ao diagnóstico, o processo costuma incluir:

Histórico médico e avaliação de sintomas: Inclui conversas com o paciente e familiares para entender os sintomas, histórico de saúde, medicamentos utilizados e mudanças comportamentais.

Exames físicos e neurológicos: Avaliação da função neurológica para verificar reflexos, força muscular, movimento dos olhos, coordenação e equilíbrio.

Testes cognitivos e de memória: Avaliações padronizadas que medem memória, capacidade de resolver problemas, atenção, linguagem e outras habilidades mentais.

Exames de imagem: Ressonância magnética ou tomografia computadorizada do cérebro podem ajudar a identificar mudanças cerebrais típicas da doença de Alzheimer, como atrofia do hipocampo ou presença de placas senis e emaranhados neurofibrilares. A tomografia por emissão de pósitrons (PET) também pode ser usada em casos selecionados.

Testes Laboratoriais: Exames de sangue para descartar outras condições que podem causar sintomas semelhantes, como deficiências vitamínicas ou problemas de tireoide.

👉 Como funciona o tratamento?

Atualmente, não há cura para o Mal de Alzheimer, mas existem tratamentos disponíveis que podem ajudar a gerenciar os sintomas da doença.

Medicamentos

Inibidores da colinesterase: esses medicamentos podem ajudar a melhorar os sintomas cognitivos (memória, comunicação e julgamento) em pessoas com Alzheimer leve a moderado.

Antagonistas dos receptores NMDA: essa classe de medicamentos, usada para tratar os sintomas de Alzheimer moderado a grave, pode melhorar a memória, atenção, razão, linguagem e a capacidade de realizar tarefas simples.

Intervenções não medicamentosas

Terapias cognitivo-comportamentais: Para ajudar a gerenciar comportamentos problemáticos e promover um ambiente tranquilo e seguro.

✅ Atividades estimulantes: Como jogos de memória, música, artes e exercícios físicos que podem melhorar o bem-estar e retardar o declínio cognitivo.

✅ Suporte nutricional e controle de fatores de risco: Dieta equilibrada, controle de hipertensão, diabetes e colesterol, que podem influenciar a progressão da doença.

Apoio a cuidadores e familiares

Educação sobre a doença, estratégias de manejo comportamental, suporte emocional e orientação sobre serviços de apoio disponíveis são essenciais para cuidadores e familiares.

Embora o tratamento atual se concentre na gestão dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida, a pesquisa continua avançando na busca por tratamentos mais eficazes, incluindo abordagens para retardar ou interromper a progressão da doença.

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Gordura no fígado: sintomas, causas e como eliminar?

A gordura no fígado em pequenas quantidades é normal, mas o excesso pode se tornar m problema.

A gordura no fígado não relacionada ao álcool, pode ocorrer devido à obesidade, diabetes, gravidez, hepatites virais, ganho ou perda rápida de peso, uso de medicações como corticoides e cirurgias do aparelho digestivo.

O fígado gorduroso também é conhecido como esteatose hepática. Acontece quando a gordura se acumula no fígado. Apesar de assintomática e com tratamento baseado em mudança de hábitos alimentares e de vida, o problema de gordura no fígado pode evoluir para condições mais sérias e, portanto, deve ser acompanhado e tratado.

Quando a gordura no fígado se desenvolve em alguém que bebe muito álcool, passa a ser chamada de doença hepática gordurosa alcoólica.

Para quem não bebe muito álcool, é conhecida como doença hepática gordurosa não alcoólica. De acordo com pesquisadores do World Journal of Gastroenterology, a doença afeta 25 a 30% dos americanos e europeus.

Quais são os sintomas de gordura no fígado?

A presença de gordura no fígado geralmente não causa sinais perceptíveis. Geralmente, não há sintomas nos estágios iniciais, então você provavelmente não saberá que tem, a menos que seja diagnosticado durante exames realizados por outros motivos.

Em alguns casos que a doença progride e há comprometimento do fígado, é possível aparecer alguns sintomas como:

  • cansaço excessivo;
  • dor abdominal;
  • Inchaço da barriga;
  • perda de apetite;
  • coceira na pele;
  • fezes esbranquiçada;
  • dor de cabeça.

Ocasionalmente, pessoas com esteatose não-alcoólica ou fibrose (estágios mais avançados de esteatose não-alcoólica) podem sentir:

  • Dor no canto superior direito da barriga/abdômen (sobre o lado direito inferior das costelas)
  • Cansaço
  • Perda de peso inexplicável
  • Fraqueza
  • Se a cirrose (o estágio mais avançado) se desenvolver, você pode ter sintomas mais graves, como amarelecimento da pele e da parte branca dos olhos (icterícia), coceira na pele e inchaço nas pernas, tornozelos, pés ou barriga (edema).
Quais são os sintomas de gordura no fígado?
Quais são os sintomas de gordura no fígado?

O que a gordura no fígado pode causar?

A presença de gordura no fígado pode causar esteato-hepatite, é uma inflamação no corpo, que se não tratada pode evoluir para cirrose. Mas o quadro é reversível com as indicações do médico e estilo de vida saudável.

O que fazer para eliminar gordura no fígado? Tem cura?

Atualmente, nenhum medicamento foi aprovado para tratar o problema. São necessárias mais pesquisas para desenvolver e testar medicamentos para tratar essa condição.

Figado gorduroso gordura

Em muitos casos, as mudanças no estilo de vida podem ajudar a reverter o problema. Por exemplo, seu médico pode aconselhá-lo a:

  • Limitar ou evitar álcool
  • Perder peso
  • Realizar mudanças em sua dieta

Gordura no fígado é grave?

O fígado é o segundo maior órgão do corpo. Ajuda a processar os nutrientes dos alimentos e bebidas e filtra as substâncias nocivas do sangue.

O excesso de gordura no fígado pode causar inflamação, o que pode danificá-lo e criar cicatrizes. Em casos graves, essa cicatriz pode levar à insuficiência hepática.

Se você desenvolveu complicações maiores, seu médico pode recomendar tratamentos adicionais. Para tratar a cirrose, por exemplo, ele pode prescrever:

  • Mudancas de estilo de vida
  • Medicamentos
  • Cirurgia

A cirrose pode causar insuficiência hepática. Se você desenvolver insuficiência hepática, pode ser necessário um transplante de fígado.

Gordura no fígado é grave?
Gordura no fígado é grave?

Remédios caseiros para gordura no fígado

Mudanças no estilo de vida são o tratamento de primeira linha para gordura no fígado. Dependendo da sua condição atual e hábitos de vida, pode ser necessário (a):

  • perder peso
  • reduzir a ingestão de álcool
  • dieta rica em nutrientes com baixo teor de calorias, gordura saturada e gorduras trans
  • fazer pelo menos 30 minutos de exercício na maioria dos dias da semana

Há pesquisas que sugerem que os suplementos de vitamina E podem ajudar a prevenir ou tratar os danos ao fígado causados ​​por um fígado gorduroso.

Remédios caseiros para gordura no fígado
Remédios caseiros para gordura no fígado

No entanto, mais pesquisas são necessárias. Existem alguns riscos à saúde associados ao consumo excessivo de vitamina E.

Sempre converse com seu médico antes de tentar um novo suplemento ou remédio natural. Alguns suplementos ou remédios naturais podem causar estresse no fígado, ou interagir com medicamentos que você está tomando.

Gordura no Fígado: 10 Informações mais importantes sobre a esteatose não-alcoólica

Gordura no Fígado: 10 Informações mais importantes sobre a esteatose não-alcoólica
Gordura no Fígado: 10 Informações mais importantes sobre a esteatose não-alcoólica
  1. Ao acúmulo de gordura no fígado que não seja ligada ao consumo ou abuso de álcool, chamamos de esteatose hepática não-alcoólica.
  2. Não é uma condição necessariamente ligada à obesidade. Indivíduos magros também podem apresentar a doença, desde que tenham um aumento do colesterol ou triglicérides.
  3. A esteatose não-alcoólica normalmente não apresenta sintomas, e, quando causa, estes são inespecíficos, como fraqueza e mal-estar. Apenas exames podem confirmar o quadro.
  4. A gordura no fígado está intimamente relacionada à resistência à insulina.
  5. É um problema mais comum entre os 40 aos 50 anos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.
  6. A esteatose hepática, se se prolongar por alguns anos, pode evoluir para condições mais graves como para um processo inflamatório chamado esteato-hepatite, fibrose do fígado, e em algumas pessoas, em 20 a 30 anos, podem progredir para cirrose e até câncer de fígado.
  7. Os pacientes que têm maior tendência a desenvolver esteato-hepatite, a inflamação do fígado, são: diabéticos, obesos, aqueles com idade superior a 45 anos, com taxas de enzimas hepáticas elevadas, hipertensão e colesterol ou triglicérides elevados.
  8. O diagnóstico de gordura no fígado é geralmente feito por meio da ultrassonografia de abdome, conjuntamente com a dosagem de enzimas hepáticas, lipidograma, e exame físico.
  9. O tratamento se baseia principalmente na dieta com restrição de açúcar e gorduras, associada a exercícios físicos.
  10. A esteatose não-alcoólica, a gordura no fígado, é uma doença reversível! Não espere para adquirir hábitos mais saudáveis se confirmado o problema.

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Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável.

Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, mesmo que você não esteja em Brasília. E, se você está em Brasília, estamos sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde. Oferecemos, da mesma forma, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

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Pedra na vesícula é perigoso? Sintomas, causas e como eliminar

Pedras na vesícula é perigoso?  É necessário passar por cirurgia, a fim de removê-las? Essas dúvidas acometem todas as pessoas que recebem o diagnóstico de pedras na vesícula.

Sua vesícula biliar é um órgão em forma de pêra de dez centímetros. Ele está posicionado sob o fígado, na seção superior direita do abdômen.

A vesícula biliar armazena bile, uma combinação de fluidos, gordura e colesterol. A bile ajuda a quebrar a gordura dos alimentos em seu intestino. A vesícula biliar fornece bile para o intestino delgado, permitindo que vitaminas e nutrientes solúveis em gordura sejam mais facilmente absorvidos pela corrente sanguínea.

As pedras na vesícula são igualmente chamadas de cálculos na vesícula ou cálculos biliares. Este artigo o ajudará a entender os sinais e sintomas de pedras na vesícula e como podem ser tratadas.

O Que Causa a Pedra na Vesícula?

A maioria das pedras na vesícula é formada dentre outros componentes, pelo excesso de colesterol na vesícula biliar, o que faz a bile ficar mais espessa, formando cristais.

Estes cálculos são mais comuns em pessoas:

  • com mais de 40 anos, mulheres,
  • com dieta em que há consumo excessivo de gordura,
  • obesas,
  • diabéticas, e
  • naquelas que têm histórico de familiares com esta doença.

As pedras na vesícula também são comuns em pessoas que passaram por rápida perda de peso, inclusive nos pacientes submetidos à cirurgia bariátrica.

Leia também: Ovários Micropolicísticos: o que é, sintomas e tratamento

Sintomas de Pedra na vesícula

Como posso reconhecer os sintomas de pedra na vesícula?

Os cálculos biliares podem causar dor no abdome superior direito. Você pode começar a sentir dor de vez em quando ao comer alimentos ricos em gordura, como frituras. A dor geralmente não dura mais do que algumas horas.

Sintomas de Pedra na vesícula

Os sinais e sintomas comuns de pedra na vesícula são:

  • Dor. Dor no lado superior direito ou no meio do abdômen. A dor pode ser aguda ou cólica. A dor geralmente começa de repente. A sensação de dor pode se espalhar para as costas ou para a área abaixo da omoplata direita. Sentir dor constante, especialmente após as refeições, é um sintoma comum de cálculos biliares;
  • Náusea. Náuseas ou vômitos são sintomas comuns de todos os tipos de problemas da vesícula biliar;
  • Icterícia. A pele amarelada pode ser um sinal de um bloqueio do ducto biliar comum de um cálculo biliar.

Você também pode ter:

  • urina escura
  • dor de estômago
  • arrotos
  • diarréia
  • indigestão

Esses sintomas também são conhecidos como cólicas biliares.

Quais as principais causas de dor no estômago?

Como é feito o tratamento da Pedra na vesícula? 

A cirurgia é normalmente indicada para os cálculos biliares. O método cirúrgico mais indicado é a laparoscopia, para retirada total da vesícula, chamada colecistectomia. Essa cirurgia é indicada pois é menos invasiva, o que permite uma recuperação mais rápida.

 

Pedra na vesícula: Cirurgia é indicada?

Sim, a cirurgia para retirada das pedras na vesícula é quase sempre indicada, porque quando estes cálculos biliares ficam maiores, podem obstruir a vesícula.

A obstrução causa dores ainda mais intensas do lado direito do abdome, principalmente durante ou logo após a alimentação, além de má digestão, náuseas e vômitos.

Prefere saber mais sobre Pedras na Vesícula em vídeo? Assista, abaixo, o vídeo que preparei para você.

Pedras na Vesícula são perigosas?

Tudo irá depender de cada caso mas no geral sim, as pedras na vesícula precisam de tratamento. Se não tratadas podem desenvolver um processo inflamatório crônico e mesmo quando os cálculos são pequenos podem ocasionar diversos problemas.

Agravamento de Quadro por Obstrução

Os cálculos biliares podem se depositar em 3 locais:

  • na vesícula em si,
  • nos ductos que descem para o intestino (marcado como 1, na imagem abaixo) e
  • no ducto que segue para o pâncreas (marcado como 2, abaixo).

Se essa obstrução da vesícula continuar por um tempo maior, pode ocorre a infecção, que é um quadro mais grave, com piora da dor e aparecimento de febre.

É importante sabermos que o processo inflamatório crônico, causado pelos cálculos biliares, é um agravante, já que pode até levar ao câncer de vesícula.

Migração dos Cálculos Biliares

Além do problema em si, como dissemos, quando as pedras na vesícula são pequenas, elas podem migrar para outros lugares, seguindo por pequenos ductos que levam a bile para o intestino.

E isso é grave, pois se elas causarem obstrução do ducto na região marcada como 2, na imagem acima, o ducto pancreático, pode ocorrer pancreatite aguda, uma doença extremamente grave.

Diagnóstico de Pedras na Vesícula

O exame mais indicado, a fim de identificar a existência de cálculos biliares é a Ultrassonografia de Abdome.

Essa ultrassonografia vai demonstrar os cálculos como pequenos nódulos brilhantes e móveis, no interior da vesícula biliar.

A Clínica Viver

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Além disso, temos profissionais experientes e preparados, a fim de cuidar de seus exames e da sua saúde. Oferecemos consultas nas especialidades de:

  • Endocrinologia,
  • Ginecologia,
  • Obstetrícia e
  • Mastologia.

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Miomas Uterinos: o que são e principais sintomas

Os miomas uterinos são tumores benignos na grande maioria das vezes, e comuns nas mulheres.

Estima-se que mais de 80% das mulheres adultas possuem miomas, que começam a surgir principalmente a partir dos 30 anos. Na consulta de rotina com o seu médico ginecologista, é bastante importante conversar sobre o assunto, principalmente se possuir parentes próximas que tiveram esse problema.

Apesar de alta incidência, nem todos os quadros precisam ser tratados e na grande maioria das vezes, eles não apresentam qualquer sintoma ou manifestação clínica.

Eles se originam das fibras musculares do útero e são formados por tecidos musculares e fibrosos.

Seu crescimento está relacionado aos hormônios femininos estrogênio e progesterona. A transformação para malignos é rara nos Miomas Uterinos, pois gira em torno de 0,5%.

Trata-se de um assunto que causa bastante desconforto nas mulheres por não entenderem de fato suas causas e consequências. Então não deixe de ler esse artigo que irá esclarecer todas as suas dúvidas sobre o tema!

O que pode causar miomas no útero?

Estudos mostram que certos fatores de risco se mostram como mais importantes para o desenvolvimento dos miomas de útero. Eles são:

  • Histórico familiar – existe forte predisposição genética para o aparecimento dos miomas em mulheres com casos de mioma na família direta.
  • Idade – os casos ocorrem principalmente nas 3ª e 4ª décadas, onde o nível hormonal é maior.
  • Raça negra – É de duas a três vezes mais frequente o aparecimento de miomas uterinos em mulheres da raça negra.
  • Menarca precoce – Miomas são mais frequentes quando a 1ª menstruação ocorreu antes dos 10 anos.
  • Hipertensão arterial – A probabilidade do desenvolvimento de miomas é maior em pessoas hipertensas.
  • Nuliparidade – Miomas uterinos são mais comuns em mulheres que nunca tiveram filhos.
  • O consumo excessivo de álcool e/ou uma dieta rica em carnes vermelhas devem ser evitados, pois são fatores estimuladores do desenvolvimento de miomas.
  • A obesidade, porque aumenta a possibilidade do desenvolvimento de miomas.
mioma parido

Classificação de Miomas de Acordo com sua Localização

Os Miomas de útero podem ser classificados de diversas formas e uma delas é quanto a sua localização. Os sintomas também são peculiares de acordo com essa localização.

  • Mioma Subseroso – Cresce a partir da superfície externa do útero e geralmente não apresenta sintoma.
  • Mioma Intramural – Localiza-se na parede interna do útero e costuma provocar hemorragias uterinas.
  • Mioma Submucoso – Fica alojado dentro do útero, na cavidade endometrial, onde o embrião se fixa. Este tipo de mioma causa hemorragias e aumenta a probabilidade de infertilidade.
  • Mioma Parido – Raro e grave, este mioma se exterioriza por meio do colo uterino, isto é, sai do útero. Isto, além de dilatação do útero e hemorragia, pode causar anemia e infecção.
  • Mioma no Colo do Útero – Costuma ocasionar dor nas relações sexuais.

Mioma parido

Sintomas do Miomas Uterinos

Pelo menos metade dos Miomas de útero são assintomáticos, isto é não apresentam sintomas. Quando ocorrem, certos sintomas facilitam a identificação do problema. Os sintomas mais frequentes são:

  • Aumento do volume abdominal.
  • Sangramento anormal – pode ocorrer aumento do fluxo menstrual, e inclusive sangramentos fora do período menstrual.  Isto pode ser perigoso, já que, os sangramentos podem ser muito intensos e podem causar anemia.
  • Cólicas menstruais – Dor pélvica é decorrente da compressão de estruturas próximas ao tumor.
  • Infertilidade – A obstrução de trompas ou alterações no endométrio dificultam a implantação do embrião.
  • Abortamentos recorrentes – Miomas, de acordo com as pesquisas, pois estão diretamente relacionados a abortos.
  • Dificuldade para urinar ou incontinência urinária – A compressão da bexiga pode causar dificuldade ou aumento do número de micções.
  • Intestino preso e hemorroidas – a compressão do reto causa prisão de ventre e o esforço para evacuar aumenta a possibilidade da ocorrência de hemorroidas.

Diagnósticos do Miomas Uterinos

O diagnóstico pode ser feito por meio de diferentes exames de imagem:

  • Ultrassonografia (US) Pélvica ou Transvaginal – A ecografia transvaginal ou pélvica é o exame mais acessível, pois permite a visualização, medição e classificação dos miomas, de acordo com a sua localização.
  • Ressonância Magnética – Permite um maior detalhamento e deve ser feito quando se suspeita de malignização do mioma ou para diferenciar mioma da adenomiose, que é o crescimento de pedaços de endométrio fora do útero.
  • Histeroscopia – procedimento, sob anestesia, por meio do qual se introduz uma cânula com câmera para a visualização interna do útero e consequente identificação de miomas submucosos e intramurais, e que permite avaliar se as trompas estão permeáveis, isto é, abertas para capturar os óvulos.
mioma parido

Tratamento de Miomas de Útero

O tratamento com medicamentos é limitado, e indicado principalmente para a redução do volume do mioma, para posterior retirada cirúrgica, em pacientes próximas da menopausa ou com risco cirúrgico elevado. Os medicamentos mais eficazes são:

  • Os chamados análogos do GNRH (hormônio liberador de gonadotropina) que são medicamentos que induzem a menopausa, causando, assim, a redução do tamanho dos miomas.
    • Este tratamento deve ser feito por no máximo 6 meses, já que pode causar sensível redução da massa óssea.
    • Durante o tratamento podem ocorrer fogachos (os calores da menopausa) e ressecamento vaginal durante o tratamento, pois estes são sintomas comuns quando da menopausa.
    • Outro problema é que, com a parada do uso da medicação, os miomas voltam a crescer.
  • DIU liberador de hormônio. Este tipo de DIU reduz o fluxo menstrual, mas não interfere no tamanho dos miomas.
  • Anti-inflamatórios não hormonais e antifibrinolíticos, que são medicamentos que visam apenas a diminuir o sangramento.

Quando operar miomas uterinos? (Opções Cirúrgicas)

O tratamento cirúrgico dos miomas uterinos é indicado quando:

  • A paciente apresentar hemorragias importantes.
  • Houver aumento do número e volume dos miomas.
  • Ocorrer infertilidade proveniente de mioma.
  • Houver histórico de abortos recorrentes.
Mioma parido
Laparoscopia

A retirada dos miomas pode ser realizada por Laparoscopia, ou seja, por meio da introdução de uma cânula pelo umbigo, ou pela corte cirúrgico da parede abdominal (laparotomia). Nesses casos o útero é preservado.

A Histerectomia, retirada total ou parcial do útero, é indicada para miomas muito volumosos e/ou quando a paciente não tem mais desejo de engravidar. +

Por outro lado, há casos em que é possível proceder à Embolização, que é um bloqueio de artérias uterinas para cessar a nutrição de sangue aos miomas. Ela, porém, não é indicada para miomas submucosos, pelo risco de necrose e de expulsão dos miomas.

A Ablação do endométrio é outro tipo de cirurgia conservadora, em que a camada que reveste o útero internamente é retirada, a fim de que não haja mais sangramentos.

Conceitos Básicos

Assim, gostaria que você ficasse com alguns conceitos:

  • Miomas de útero são normalmente benignos, isto é a sua malignização é muito rara. O aumento muito rápido de seu tamanho pode indicar malignidade.
  • São vários os fatores de risco ou condições que aumentam a chance do desenvolvimento de Miomas.
  • Os Miomas são classificados de acordo com sua localização.
  • Os sintomas variam de desconfortos tais como pequenos sangramentos e cólicas leves, a graves, como abortamentos e infertilidade.
  • Os exames mais indicado para o diagnóstico são a Ultrassonografia (US) Pélvica ou Ultrassonografia Transvaginal.
  • O tratamento depende da sintomatologia, da idade da paciente, do desejo de engravidar e do número, tamanho e localização dos Miomas.
  • Em casos mais graves, o tratamento cirúrgico é o mais indicado.

Como eliminar miomas uterinos de forma natural

Os chás feitos com casca do uxi-amarelo e unha-de-gato são bastante utilizados no tratamento natural de miomas uterinos.

A unha-de-gato é também considerada um ótimo anti-inflamatório natural, usado contra diversos tipos de viroses e resfriados. O composto ajuda a tornar o sistema imunológico mais resistente.

É importante lembrarmos que deve-se sempre ter um acompanhamento médico.

O chá aqui citado deve servir de sugestão para as mulheres que buscam um composto natural para miomas no útero, tendo como finalidade a redução dos problemas causados, danos da doença e possibilitar uma recuperação do organismo.

Mioma parido

Mioma uterino engorda?

A idéia de que miomas uterinos engordam é um mito bastante popular. Isso está errado: não há relação de uma coisa com a outra. Então para deixar esse assunto bem claro: Mioma uterino não engorda, nem causa inchaço e também não faz a mulher ganhar peso. Lembre-se de que os miomas são tumores benignos formados no útero por tecido muscular e fibroso e eles causam sintomas em apenas 20% dos casos. Na maior parte dos casos (80%) ele não irá causar absolutamente nada à mulher, não tendo crescimento rápido e também não irá se transformar em câncer.

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