Conheça os principais fatores de risco para a saúde da mulher moderna

Seja conciliando estudos e trabalho, buscando bater metas, construindo sonhos, cuidando da família e de si mesma, a mulher moderna precisa ser multitarefas.

No mês de março, dedicado a celebrar todas essas heroínas, queremos ajudar você a cuidar melhor de si mesma, para ter mais saúde e condições de buscar os objetivos que são importantes para você, sejam eles quais forem.

A gente sabe que a saúde é um quesito fundamental antes de buscar qualquer outra coisa. 

Por isso, a Clínica Viver separou uma lista com os principais fatores de risco para a saúde da mulher moderna. Esperamos que essa lista te ajude a empreender mudanças transformadoras na sua vida e sua saúde! 

Principais fatores de risco para a saúde da mulher moderna

Como já mencionamos, a rotina da mulher moderna geralmente é corrida e, de vez em quando, não sobra tempo para cuidar tão bem assim de si mesma. Confira abaixo os principais pontos para prestar atenção na sua rotina! 

1. Tabagismo 

Não é segredo que fumar faz mal para a saúde. Na verdade, é um fato estampado por lei em todas as carteiras de cigarros que compramos. Mas você sabia que eles podem ser ainda mais prejudiciais para a saúde da mulher moderna

O cigarro é composto por cerca de 4.700 substâncias tóxicas. Dentre elas, podemos dar destaque à nicotina e ao alcatrão que, por si só, já são constituídos por 50 compostos com propriedades cancerígenas. Na prática, isso quer dizer maior propensão ao desenvolvimento de vários tipos de câncer. 

Vale destacar que o câncer de mama é a segunda principal causa de morte para a população feminina, e fumar é um dos fatores de risco para o desenvolvimento da doença. 

Além disso, o tabagismo também está associado à maior propensão ao desenvolvimento da osteoporose e à redução da taxa de fertilidade em mulheres. 

Como substituir o cigarro? 

Para muitas pessoas, fumar é uma forma de aliviar o estresse do dia a dia. Contudo, existem outras maneiras de desestressar e relaxar que não são prejudiciais para a saúde. A prática de exercícios, por exemplo, pode liberar uma série de substâncias associadas à redução de estresse, como a endorfina. 

Se você está pensando em parar de fumar, converse com um médico para que ele te ajude com soluções. Hoje existem diversas alternativas para quem quer interromper o hábito. Mas o primeiro passo é procurar ajuda. 

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2. Má alimentação

“Você é o que você come”. 

Certamente, você já escutou essa expressão em algum lugar e, apesar de parecer clichê, ela é uma verdade. Tudo o que comemos acaba influenciando nossa saúde e nosso metabolismo. 

Uma dieta rica em vegetais, frutas e proteínas, e pobre em gorduras, carboidratos simples, sal e açúcar, garante que o seu corpo funcione melhor como um todo. 

Confira outros benefícios de uma boa alimentação:

  • Maior disposição no dia a dia.
  • Melhor qualidade de sono.
  • Manutenção e redução do peso corporal.
  • Prevenção de doenças (ou auxílio no tratamento).

Alimentar-se bem não significa viver em restrição alimentar. T

odos os grupos de alimentos são importantes e podem estar presentes na sua dieta, nas quantidades e frequências adequadas. 

Não existe uma receita fechada da “melhor rotina alimentar” para todas as mulheres. Cada caso é um caso e, por isso, para que você tenha melhores resultados, é importante procurar o nutricionista para planejar sua rotina alimentar de acordo com suas necessidades. 

“Mas a correria me impede de comer bem”.

Em rotinas mais corridas de algumas mulheres, nem sempre é possível ter a comida mais saudável à disposição na hora que você precisa, e muitas vezes isso afeta a rotina alimentar que planejamos.

Para contornar, uma boa opção é adotar a estratégia das musas fitness do Instagram: as famosas marmitas

Crie o costume de planejar e preparar porções e refeições no final de semana. Além de ser mais saudável, você também pode acabar pegando o gosto por esse momento de cuidado consigo mesma. Experimenta! 

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3. Sedentarismo 

Segundo pesquisas realizadas pelo IBGE em 2017, cerca de 66% das mulheres não realizam nenhum tipo de exercício físico.

Isso é preocupante porque os principais problemas de saúde que acometem as mulheres, como doenças cardiovasculares, hipertensão, varizes e osteoporose, podem ser prevenidas a partir da prática regular de atividades físicas. 

A OMS defende a prática de 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana. Contudo, é importante lembrar que atividade física não se refere apenas à prática de esportes ou idas à academia. 

Atividade física é definida como qualquer ação que cause movimentação do corpo e promova gasto de energia. Assim, subir escadas, fazer caminhadas, dançar e até arrumar a casa fazem parte dessa categoria. 

Por isso, uma boa solução – se você realmente não tem tempo para uma rotina regular de exercícios – é inserir a atividade física dentro da sua rotina, preferindo subir escadas ao invés de usar o elevador, fazer caminhadas sempre que puder, dançar e afins. 

O importante é manter o corpo em movimento! 

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4. Insônia 

Diversos estudos ressaltam a importância de uma boa rotina de sono para ter (e manter) uma vida saudável.

Além de nos relaxar e repor as energias, é por meio do sono que nós fixamos informações na memória e concluímos todo o processo de aprendizado do dia. 

Pessoas que dormem bem experimentam um melhor funcionamento do metabolismo, maior disposição, melhor imunidade e, consequentemente, menor predisposição para contrair doenças. 

Além disso, pessoas que dormem mal frequentemente sentem 30% mais vontade de consumir alimentos ricos em açúcar e carboidratos durante o dia? Isso se dá devido à maior demanda de açúcar de corpo pelo cansaço e pode resultar em ainda mais danos para sua saúde, por meio dos exageros nos doces durante o dia. 

Como dormir melhor? 

Existem diversas razões para que você não esteja dormindo com qualidade, e essas razões precisam ser investigadas para que o problema seja tratado corretamente. 

De qualquer forma, a primeira ação é sempre cuidar da chamada “higiene do sono”. Para isso, evite luzes estimulantes algum tempo antes de dormir (celular, computador, TV), vá reduzindo a iluminação da casa horas antes de ir para a cama, evite alimentos ricos em cafeína (café, Coca-Cola, chocolate, entre outros). 

Isso significa criar uma rotina que indique ao seu corpo que está na hora de descansar. 

Outras dicas são tomar um banho morno antes de se deitar, ler (no papel, não na tela) e evitar fazer atividades intensas pelo menos 1 hora antes de dormir. 

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5. Deixar os check-ups de lado 

Os check-ups são exames realizados periodicamente (geralmente de forma anual), para avaliar a saúde geral da mulher e detectar possíveis condições iniciais, antes que elas evoluam. 

Os exames que compõem um check-up vão depender do perfil, da idade e do histórico de cada mulher. Para isso, é fundamental as consultas médicas regulares.

No caso das mulheres, diferentes faixas etárias pedem diferentes investigações e diferentes tipos de exames. 

Para te ajudar a entender os exames mais importantes, de acordo com a faixa etária em que a mulher se encontra, criamos um conteúdo específico sobre isso. Confira!

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6. Ansiedade, depressão e estresse

Para ser saudável, não basta apenas cuidar do corpo: é preciso cuidar da mente também. Sabemos como o dia a dia pode ser estressante. São muitas coisas para serem feitas em poucas horas, muitas cobranças e, às vezes, muito pouca empatia por parte das pessoas com quem convivemos. 

Por essa razão, é comum que o estresse cresça e possa ser acompanhado de outras condições mentais que causam muito sofrimento: a ansiedade e a depressão. 

Sua saúde mental não pode ser deixada de lado. Sem estar bem emocionalmente, seu corpo não vai funcionar como deveria. 

E não há porque ter receio de procurar ajuda psicológica. Se achamos normal procurar o ortopedista para cuidar do joelho, ou o dermatologista para cuidar da pele, por que não procurar o psicólogo ou o psiquiatra?

Não deixe sua saúde mental de lado! 

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Saúde da mulher moderna: o primeiro passo

Neste artigo, destacamos 6 fatores de risco para a saúde da mulher moderna. Contudo, é preciso dar um destaque especial à importância da realização dos exames de check-up. 

Boa parte das doenças são assintomáticas em seu início (que é quando são mais facilmente tratadas), e se tornam mais complexas e difíceis de tratar com o passar do tempo.

Exames como a mamografia, densitometria óssea, ecografia das mamas e ultrassom transvaginal são essenciais para manter e monitorar a saúde de toda mulher.

A escolha de um local confiável para realização de seus exames também é um cuidado importante para garantir a sua saúde. 

A Clínica Viver é referência em exame de imagem em Brasília. Oferecemos aos nossos pacientes os recursos mais modernos e um time de profissionais especializados, com um atendimento sempre humanizado. 

Aqui, os exames são sempre realizados por médicos. Caso você esteja em Brasília ou Entorno e tenha exames solicitados, agende online agora mesmo e venha cuidar da sua saúde conosco!

Vacina para Covid-19: 5 cuidados que você deve ter, mesmo após ser vacinado!

O Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19 já está em curso no Brasil, com algumas vacinas já aprovadas pela Anvisa, com mais e mais pessoas sendo vacinadas a cada dia.

Se você faz parte do grupo que já foi vacinado, significa que está imunizado e já pode retomar sua rotina e voltar à vida normal, certo?

A resposta é: infelizmente ainda não.

Mesmo com a vacinação progressiva da população, pode demorar ainda alguns meses para que a rotina normal possa ser restabelecida. Por isso, para manter sua saúde, de seus familiares e das outras pessoas, ainda é necessário seguir alguns cuidados, mesmo que você já tenha sido vacinado.

Neste artigo a gente te mostra alguns dos cuidados mais importantes! 

5 cuidados importantes, mesmo após tomar a vacina para Covid-19

De acordo com médicos e especialistas, uma pessoa não está completamente imunizada logo após tomar a vacina. A produção de anticorpos e a resposta do organismo ao imunizante leva algum tempo para ocorrer.

Apesar de haver diferentes vacinas sendo utilizadas, estima-se que esse efeito ocorra no período mínimo de 15 dias após a vacinação. E isso vale tanto para vacinas de dose única (Janssen) quanto para as de duas doses (Pfizer, Oxford, CoronaVac).

Isso quer dizer, na prática, que os efeitos imunizantes esperados só serão completamente atingidos em um indivíduo cerca de um mês e meio, contando com a aplicação da primeira e segunda doses. 

É importante ressaltar também que, apesar de estar em vigor, o PNI ainda conta com atrasos, falta de doses, problemas de armazenamento e muitas outras questões que podem aumentar esse tempo mínimo para que eu indivíduo seja considerado imune.

Por isso, para garantir a sua segurança e a dos outros, ainda é preciso observar os cuidados sanitários.

Confira os principais cuidados:

1. Continue usando máscara 

Sempre que você for sair, use uma máscara que cubra toda a região do nariz e da boca. De acordo com a OMS, o ideal é que máscaras de tecido tenham 3 camadas e sejam utilizadas pela população geral quando em contato com outras pessoas. 

Já as máscaras cirúrgicas (como a N95) são recomendadas não apenas para profissionais de saúde, mas também para pessoas nas seguintes condições:

  • 60 anos ou mais.
  • Pertençam a grupos de risco ou apresentem comorbidades, como doenças cardiovasculares ou diabetes, doença pulmonar crônica, câncer, doença cerebrovascular ou imunossupressão. 
  • Apresentem sintomas sugestivos de Covid-19.
  • Tenham contato direto com pessoas diagnosticadas com Covid-19.

Estudos de 2020 já tinham demonstrado a eficiência do uso de máscaras na contenção do vírus. De lá pra cá, os números têm confirmado essa eficácia, que continua sendo – junto com o distanciamento social – a estratégia mais poderosa contra o coronavírus. 

Isso se dá devido à natureza do vírus, que é transmitido principalmente pelas partículas de saliva transportadas pelo ar, quando alguém fala, tosse ou espirra, por exemplo. 

Ao utilizar máscaras apropriadas, posicionadas da maneira correta, mesmo pessoas contaminadas não liberam partículas no ar – ou liberam muito menos –, e as pessoas à sua volta acabam tendo uma barreira filtrante para não receberem o vírus. 

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2. Mantenha o distanciamento social 

Ainda segundo a OMS, a distância mínima que deve ser mantida de uma pessoa para outra é de no mínimo 1 metro. Isso quer dizer mais ou menos, um pouco mais do que a distância de um braço adulto estendido. 

Contudo, a recomendação geral é que se evite locais com muitas pessoas, sempre que possível. Aglomerações, festas e reuniões de qualquer tipo, especialmente em espaços fechados, potencializam o caráter transmissivo do vírus e devem ser evitadas a qualquer custo. 

Mesmo que você e as pessoas que você pretende encontrar não apresentem sintomas, lembre-se que o coronavírus não se manifesta com sintomas em algumas pessoas. Porém, ainda pode ser transmitido. 

3. Higienize compras e embalagens de alimentos 

Durante a pandemia, as compras online se tornaram cada vez mais populares. Com isso, um enorme trânsito de pacotes acontece das lojas até a casa das pessoas. 

Contudo, uma medida importante, sempre que você receber um pacote, é higienizar a superfície externa com álcool 70°. Você pode utilizar um pano umedecido ou comprar borrifadores para facilitar a tarefa, mas é importante não deixar nenhuma parte da embalagem sem higienização, especialmente se você for mantê-la e usá-la. 

A mesma regra se aplica para as compras feitas em supermercados. Utilize o álcool 70° para higienizar embalagens de plástico. Para verduras e frutas, siga as instruções sanitárias da Anvisa de lavagem, sanitização com hipoclorito de sódio e enxágue.

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4. Não entre em casa com as roupas e sapatos da rua 

Quando for voltar para casa, lembre-se de retirar suas roupas, máscaras e sapatos que utilizou na rua o mais próximo possível da porta. Assim, você evita levar microorganismos para dentro da sua casa, mantendo o ambiente mais seguro. 

Separe um local para colocar os sapatos e coloque as máscaras e roupas para lavar logo depois de retirá-los.

Depois de chegar, lave as mãos com água e sabão. Sempre que possível, tome um banho antes de interagir com outras pessoas ou tocar em superfícies. 

5. Higienize pisos e superfícies 

Para garantir que você esteja em um ambiente protegido contra microorganismos, como o coronavírus, é importante que você higienize pisos com uma solução de água e sabão, desinfetante ou uma solução de água sanitária e água comum (proporção de 1 para 9).

Além disso, lembre-se de higienizar também mesas, descargas de banheiro e maçanetas.

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Quem pode tomar a vacinar para Covid-19? Já posso ir ao posto de saúde?

O Plano Nacional de Imunização prevê as prioridades de diferentes grupos. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação deve ocorrer na seguinte ordem:

  1. Pessoas com 60 anos ou mais, hospitalizadas.
  2. Pessoas com deficiência, hospitalizadas.
  3. Povos indígenas, vivendo em terras indígenas
  4. Trabalhadores da saúde.
  5. Pessoas de 80 anos ou mais.
  6. Pessoas de 75 a 79 anos.
  7. Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.
  8. Povos e comunidades tradicionais quilombolas.
  9. Pessoas de 70 a 74 anos.
  10. Pessoas de 65 a 69 anos.
  11. Pessoas de 60 a 64 anos.
  12. Indivíduos com doenças que favoreçam o agravamento da Covid-19.
  13. Pessoas com deficiência permanente grave.
  14. Pessoas em situação de rua.
  15. Presos.
  16. Funcionários do sistema prisional.
  17. Trabalhadores da educação, do ensino básico.
  18. Trabalhadores da educação, do ensino superior.
  19. Forças de segurança e salvamento.
  20. Forças Armadas. 
  21. Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros.
  22. Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário.
  23. Trabalhadores de transporte aéreo.
  24. Trabalhadores de transporte aquaviário.
  25. Caminhoneiros.
  26. Trabalhadores portuários.
  27. Trabalhadores industriais.

* Fonte: Site Abril

Apenas após a vacinação de todos esses grupos, a vacinação para o público geral será autorizada. Por isso, caso você não se encontre em alguma dessas categorias, espere até novas instruções do Ministério da Saúde. 

A aplicação da vacina é gratuita, e quem não tem cartão do SUS, também poderá se vacinar, bastando levar um documento de identificação para comprovar que está dentro da faixa etária ou grupo a ser vacinado.

Vacina para Covid-19: quanto melhor sua saúde, menores os riscos

Devido aos esforços da comunidade científica, foi possível criar vacina para Covid-19 em tempo recorde. Isso é uma vitória para todos nós e significa perspectivas muito positivas para contenção dos efeitos da pandemia e normalização de nossas rotinas, no menor tempo possível. 

Para que voltemos ao normal, a OMS estima que cerca de 80% a 90% da população precisa ser vacinada; isso pode ainda demorar um tempo para acontecer. Por isso, nós também precisamos fazer a nossa parte, sempre seguindo as recomendações sanitárias. 

A pandemia do Covid-19 já causou muito sofrimento, mortes e dificuldades para milhares de pessoas ao redor do mundo. Sabemos que todos estão cansados, emocional e fisicamente. Porém, é importante que você continue seguindo todas as recomendações para proteger a sua saúde e a de outras pessoas. 

Para garantir ainda mais a sua saúde, não deixe de lado as consultas de check-up.

Lembre-se que o coronavírus pode apresentar condições mais severas para pessoas que apresentam comorbidades, como doenças cardíacas, por exemplo. Manter essas comorbidades sob controle aumenta sua imunidade e te deixa mais forte para resistir, não só à Covid-19 como também a outras doenças. 

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Aqui, na Clínica Viver, estamos seguindo todas as recomendações sanitárias, como a utilização de máscaras, higienização de superfícies e banheiros em curtos espaços de tempo, além de mantermos o distanciamento social. 

Caso você esteja em Brasília ou Entorno e tenha exames de imagem solicitados, faça seu agendamento online agora mesmo e venha cuidar da sua saúde conosco!

Câncer de colo de útero: causas, sintomas, diagnóstico e prevenção

Março é o Mês da Mulher. Por isso, é o mês em que reforçamos ainda mais a importância dos cuidados com a saúde feminina.

É neste mês também que se comemora o chamado Março Lilás, mês de conscientização quanto ao câncer de colo do útero.  Este é, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o terceiro tipo de câncer mais comum na população feminina.

Uma das informações mais importantes de se divulgar – neste mês e em todos os outros – é que o câncer de colo de útero tem cura e que o tratamento será consideravelmente mais rápido, eficaz e não invasivo, quanto mais cedo for diagnosticado. 

Por essa razão, as consultas e os exames periódicos (check-ups) são tão importantes para garantir a saúde da mulher.

Acompanhe o artigo para descobrir mais sobre o câncer de colo de útero: suas causas, sintomas, diagnóstico e, principalmente, formas de prevenção!

Causas do câncer de colo de útero

Todo tipo de câncer é uma anomalia no processo de divisão celular, que acabam se multiplicando de forma descontrolada, gerando tumores

A Ciência ainda não tem todas as respostas sobre as causas para o desenvolvimento do câncer de colo do útero, mas alguns fatores já são bem conhecidos.

Confira alguns abaixo:

O principal fator de risco para câncer de colo do útero

No caso do câncer do colo de útero, a principal causa está na infecção recorrente pelo vírus HPV (papilomavírus humano). Esse vírus é extremamente frequente e estima-se que cerca de 80% a 90% da população já tenha ou terá contato com ele durante a vida. 

Contudo, é importante deixar claro que ser diagnosticada com  HPV não significa necessariamente que você terá câncer de colo do útero.

Por mais que o HPV seja o maior fator de risco – devido às lesões que ele provoca nas paredes uterinas – a evolução para o câncer é um processo às vezes de anos sem o devido acompanhamento das lesões, que acaba evoluindo para um quadro maligno. 

Além disso, o HPV possui mais de 200 variantes e nem todas elas são cancerígenas. Dentre os principais tipos, podemos citar o 16 e o 18, que são responsáveis por cerca de 70% de casos de câncer de colo de útero. 

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Principais exames para diagnóstico de câncer ginecológico

Outros fatores de risco 

A ocorrência de câncer de colo de útero está intimamente ligada aos fatores de risco do HPV, uma vez que são doenças relacionadas. Por isso, podemos citar: 

  • Início precoce da vida sexual.
  • Múltiplos parceiros.
  • Relações sexuais sem preservativos.
  • Histórico de outras ISTs, como clamídia, gonorréia e HIV.
  • Uso prolongado de anticoncepcionais (5-10 anos).
  • Sistema imunológico debilitado.
  • Tabagismo. 

De modo geral também são consideradas parte do grupo de risco as mulheres que não mantêm uma rotina saudável, estejam acima do peso, sejam sedentárias ou consumam bebidas alcoólicas com muita frequência. 

Um destaque especial deve ser dado à pacientes que apresentem histórico familiar de câncer de colo de útero, especialmente próximas, como mães, irmãs e avós.

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Exames que devo fazer para prevenir o câncer do colo do útero

Sintomas do câncer de colo de útero

Um dos motivos de preocupação em relação ao câncer de colo do útero é seu comportamento silencioso. Ele geralmente não apresenta sintomas em seus estágios iniciais, o que ocorre somente nos estágios mais avançados da doença.

Quando os sintomas se manifestam, podem ser: 

  • Sangramento vaginal irregular, fora do período menstrual.
  • Dores no baixo ventre.
  • Dores durante relações sexuais.
  • Corrimento vaginal com odor forte e coloração amarelada, branca, purulenta ou esverdeada. 
  • Anemia.
  • Problemas intestinais e urinários.
  • Variações de peso.
  • Dores nas costas e pernas.

Esses sintomas, porém, não são tão específicos como você provavelmente deve ter notado. Existem diversas outras doenças (ginecológicas ou não) que apresentam sintomas parecidos. Por isso é tão importante o acompanhamento médico precoce e periódico.

Câncer no útero avançado: sintomas

Em casos mais avançados de câncer no colo do útero, os sintomas podem ser: 

  • Inchaço das pernas.
  • Problemas ao urinar ou evacuar.
  • Sangue na urina.

Esses sintomas podem ser provocados por outras patologias além do câncer no colo do útero. Sendo assim, caso você identifique algum dos sintomas, agende imediatamente uma consulta com o ginecologista para iniciar o diagnóstico e se necessário o tratamento. 

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Diagnóstico do câncer de colo do útero

O câncer de colo uterino tem cura em cerca de 95% dos casos, se for diagnosticado em estágios iniciais. Por isso é tão importante estar em dia com os exames periódicos. 

Ainda no consultório do ginecologista, uma série de exames iniciais podem ser feitos para detectar as lesões uterinas características do câncer de colo do útero, como o papanicolau, colposcopia e próprio exame físico. 

Caso sejam identificadas lesões suspeitas, o ginecologista geralmente solicita a realização de exames laboratoriais, para que seja feita uma investigação mais detalhada.

A biópsia do colo uterino é uma das técnicas mais eficientes para essa investigação e para o diagnóstico definitivo do câncer do colo de útero. Para isso, é feita a retirada de uma pequena parte do tecido uterino, que é enviado para análise laboratorial.

Essa coleta é um procedimento simples e rápido, que dura entre 5 a 10 minutos, e é feito com uso de anestesia local. 

Saiba mais sobre a biópsia de colo do útero feita na Clínica Viver!

Uma outra modalidade de investigação que é mais moderna e mais eficiente que o papanicolau é a captura híbrida. Trata-se de uma técnica que se utiliza dos recursos da medicina molecular e se baseia na análise de ácidos nucléicos.

Essa técnica tem índice maior de sensibilidade, podendo captar até mesmo indícios mínimos de lesões, mesmo quando a paciente ainda está completamente assintomática. 

Saiba mais sobre a técnica de captura híbrida realizada na Clínica Viver!

Tratamento do câncer de colo de útero 

O tratamento do câncer de colo pode ser dividido em diversas modalidades, que vão desde o uso de medicamentos para aumentar a imunidade a procedimentos cirúrgicos  (histerectomia, conização, criocirurgia ou cirurgia a laser).

No caso das cirurgias, em geral, elas têm o objetivo de retirar a área lesada da parede uterina e impedir a proliferação de células cancerígenas. 

Além disso, também podem ser utilizadas outras estratégias de tratamento oncológico que apresentam bons resultados, como:

  • Radioterapia.
  • Braquiterapia.
  • Quimioterapia.

Prevenção do câncer de colo de útero 

A prevenção do câncer de colo do útero está associada a dois pontos principais: a  prevenção contra HPV e a realização das consultas e exames periódicos. Como já foi dito, com os cuidados e o acompanhamento adequado, a quase totalidade dos casos pode ser evitada.

Vacinação contra o HPV

Em relação ao HPV, a prevenção se inicia já na infância, com a vacinação contra o HPV, sendo que há duas modalidades de vacina aprovadas pela Anvisa atualmente:

  • Bivalente: protege contra as variações 16 e 18 do HPV.
  • Quadrivalente: protege contra as variações 6, 11, 16 e 18 do vírus. 

Desde 2014 o SUS oferece gratuitamente as vacinas para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Porém, mesmo para quem já ultrapassou essa janela ideal de idade, ainda é importante se vacinar.

Segundo a Anvisa, a vacina quadrivalente tem aprovação para mulheres entre 9 a 45 anos e homens entre 9 e 26 anos, e a vacina bivalente para mulheres entre 10 e 25 anos. Porém, nesses casos, a vacina deve ser feita em clínicas particulares.

Consultas e exames periódicos

Além da vacinação, outro ponto fundamental é o acompanhamento médico para mulheres que já iniciaram sua vida sexual, principalmente nas faixas etárias dos 25 aos 59 anos, de acordo com o Ministério da Saúde.

Caso sejam detectadas lesões uterinas pré-cancerígenas, uma das formas adotadas para prevenir a evolução para o câncer é por meio da cauterização química. Esse procedimento é similar ao papanicolau, sendo completamente indolor, podendo ocasionar apenas uma leve sensação de queimação no momento da aplicação. 

É importante que, apesar de não eliminar o HPV, a cauterização química é capaz de impedir a evolução da lesão, ajudando a prevenir quadros cancerígenos. 

Saiba mais sobre o procedimento de cauterização química da Clínica Viver. 

Previna-se com a Clínica Viver Brasília-DF

Para prevenção ou tratamento do câncer de colo do útero, tão importante quanto manter a constância dos seus exames periódicos, é realizá-los em um local de tradição e confiança, que ofereça tratamento personalizado, humanizado e seguindo os mais altos padrões de qualidade. 

Na Clínica Viver você encontra tudo isso. Além de contarmos com o que há de mais moderno em equipamentos e recursos, todos os nossos exames são realizados por médicos. Tudo isso para proporcionar os diagnósticos mais precisos e seguros aos nossos pacientes.

Caso você esteja em Brasília ou Entorno, agende online seus exames e venha cuidar da sua saúde conosco! 

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8 exames periódicos imprescindíveis para a saúde da mulher (todas as idades)

Março é o mês internacional da mulher. Pensando nisso, a Clínica Viver preparou uma lista com os exames periódicos mais importantes para garantir a saúde da mulher em cada etapa da vida. 

Afinal de contas, muita gente não sabe, mas ser saudável não significa apenas comer bem, se exercitar e cultivar bons hábitos.

A saúde também vem em forma de prevenção e detecção precoce de doenças. É só manter em mente que quanto mais cedo uma doença é diagnosticada, mais simples, rápido e eficiente costuma ser o seu tratamento.

A recomendação é de que os exames periódicos tenham constância anual e se iniciem após a primeira menstruação, acompanhando a mulher ao longo da vida. 

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Exames periódicos imprescindíveis para a saúde da mulher 

Confira abaixo quais são os exames periódicos que não podem faltar no seu check-up. 

Tenha em mente que a época para iniciar essas avaliações, bem como a frequência das consultas e exames vão depender da avaliação médica de cada paciente. Nesse sentido, merecem atenção diferenciada mulheres que apresentem:

  • gravidez;
  • câncer;
  • histórico familiar de doenças; 
  • doenças crônicas; 
  • imunodepressão. 

Caso você apresente algumas condições listadas acima, converse com o ginecologista sobre a melhor maneira de realizar os seus exames periódicos. 

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Exames periódicos para mulheres até os 20 anos

Com a chegada da menstruação, a mulher ainda está no início do seu período fértil. Nessa época ainda não existe predisposição para nenhuma das doenças mais comuns para as mulheres. Por isso, a avaliação costuma englobar a saúde no geral. 

Um dos pontos de atenção para essa faixa etária é a vacinação contra HPV. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) indica que a idade mínima para a vacinação feminina é de 9 anos de idade. 

Vale lembrar que a vacina tetravalente contra HPV, apesar de ser melhor assimilada pelo corpo em idades menores, é uma ferramenta de proteção extremamente importante e eficaz se for tomada por mulheres adultas também, respeitando as faixas etárias preconizadas pelo Ministério da Saúde. Converse com seu médico.

Os exames periódicos recomendados para esse período são: 

  • Papanicolau (exame preventivo).
  • Exames de sangue: hemograma completo, perfil lipídico (colesterol), níveis hormonais e detecção de patologias existentes (clamídia, HIV, dentre outras). 
  • Ultrassom pélvico, por via abdominal ou transvaginal: sendo o primeiro recomendado para mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual. 

Exames periódicos para mulheres entre 20 e 30 anos

Para mulheres de 20 a 30 anos, são mantidos todos os exames da lista anterior com a adição da ecografia das mamas. 

Por meio da ecografia tradicional das mamas, verificam-se tecidos, estruturas e glândulas mamárias. Assim, torna-se possível a localização de nódulos, lesões ou quaisquer outras alterações nas mamas. 

Apesar de não substituir a mamografia, a ecografia das mamas é classificada como um exame complementar no diagnóstico do câncer de mama e é o método mais indicado para pacientes mais novas, devido à densidade das mamas e também por esse exame não emitir radiação. 

Quando acompanhada da funcionalidade doppler, a ultrassonografia mamária também é capaz de avaliar o fluxo sanguíneo na região. 

Essa análise permite a avaliação mais detalhada de possíveis nódulos e tumores (caso sejam encontrados), permitindo prever as possibilidades de crescimento e proliferação da lesão. 

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Exames periódicos para mulheres entre 30 a 40 anos

Dos 30 aos 40 anos, adiciona-se à carga de exames os cuidados com a tireóide, a partir da análise de hormônios tireoidianos (T3, T4 e TSH) na corrente sanguínea.

Além disso, outros exames que podem auxiliar na avaliação da tireóide são a cintilografia e a punção da tireóide, caso a médica verifique alguma alteração que exija uma investigação mais aprofundada. 

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infográfico: check-up pós-menopausa

Exames periódicos para mulheres entre 40 e 50 anos.

Com a chegada dos 40 anos, a mulher inicia seus últimos anos de período fértil. Nessa etapa da vida geralmente acontece o climatério e a menopausa, que trarão uma série de mudanças no organismo feminino. 

Nesse estágio, a mamografia entra como exame essencial para a detecção precoce de câncer de mama

O câncer de mama é o segundo câncer mais incidente no mundo, tendo registrado cerca de  2,1 milhões de casos em 2020. De acordo com o INCA, estima-se que 1 em cada 8 mulheres poderão desenvolver a doença. 

Um forte indicativo de predisposição da doença é o histórico familiar. Porém, todos os anos, diversas mulheres são diagnosticadas, mesmo sem terem casos de câncer aparente na família. 

Por isso, a melhor proteção contra o câncer de mama é a realização periódica da mamografia. Recomenda-se pela Sociedade Brasileira de Mastologia a frequência anual , caso os resultados tenham registrado mamas saudáveis. 

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4 exames para detectar o câncer de mama

Exames periódicos para mulheres acima dos 50 anos.

No período acima dos 50 anos, a mulher geralmente já atingiu seu estado de completa maturidade, encerrando o ciclo fértil da sua vida. 

Mulheres nesse período possuem uma predisposição maior a doenças cardiovascularesosteoporose. Essas doenças estão diretamente relacionadas ao período da menopausa e à redução da produção de estrogênio. 

Com isso em mente, os procedimentos a serem adicionados ao check-up de exames periódicos são:

  • Ecocardiograma e ecodopplercardiograma
  • Densitometria Óssea. 

Ecocardiograma

Está diretamente associado à avaliação da saúde do coração. Por não apresentar radiação para a construção de imagens, o ecocardiograma não tem contraindicações e pode ser realizado em qualquer momento da vida. 

Acompanhado da função doppler, o exame fica ainda mais específico, podendo avaliar também a circulação e vascularização da região cardíaca. 

Densitometria óssea

Avalia a massa óssea total da paciente, possibilitando o cálculo preciso de percentuais de perda de massa óssea. É o principal exame para o diagnóstico de osteoporose.

Além disso, tem como diferencial a capacidade de diagnosticar a osteoporose em seus estágios iniciais (osteopenia), que é o momento em quando a doença ainda é curável. 

Leia mais:

O que é osteoporose? Prevenção pela densitometria óssea

Por que os exames periódicos são tão importantes?

A maioria das doenças não apresenta sintomas em seus estágios iniciais. Porém, é exatamente nesses momentos que elas podem ser tratadas com mais facilidade e eficiência. Por essa razão, os exames periódicos são tão importantes. 

Como já dissemos anteriormente, cuidar da saúde deve ser um exercício diário de bons hábitos, aliado à uma rotina de prevenção e checagem médica. Todos esses cuidados são fundamentais para garantir a saúde da mulher. 

Agora que você já sabe a importância de estar em dia com seus exames periódicos, você já checou os seus?

A Clínica Viver é referência em exames de imagem no Distrito Federal. Aqui aliamos o que há de mais moderno na medicina diagnóstica com uma equipe especializada, oferecendo sempre um atendimento humanizado e ético. 

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