Caroço na mama: o que pode ser?

O caroço na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres. Obviamente receosas de um possível câncer de mama.

Apesar disso ter razão de ser, já que o câncer mamário é o segundo tipo mais comum entre as mulheres, segundo o Instituto Nacional do Câncer, a presença de um caroço na mama pode significar várias coisas.

A presença de pequenos cistos nas mamas são comuns para muitas mulheres, especialmente no período pré-menstrual, e costumam se desfazer ao final do ciclo.

Contudo, isso não exclui a necessidade de se consultar com um mastologista, caso esse cisto não desapareça após alguns dias, especialmente se você tem mais de 40 anos.

Neste artigo você vai conhecer as principais causas de caroços nas mamas, quando isso pode ser preocupante e como se proteger!

Caroço na mama: o que pode ser?

Para entender por que os cistos costumam surgir nas mamas, é importante entender a estrutura do tecido mamário.

As mamas femininas são formadas por cerca de 15 a 25 lóbulos mamários (glândulas que produzem leite), dutos lobulares (tubos que levam o leite até o mamilo) e estromas (tecido gorduroso e conjuntivo).

Esses cistos nas mamas podem surgir quando ocorre algum tipo de obstrução nos dutos lobulares, resultando no acúmulo de líquido (água e sais minerais). Resumindo, é possível afirmar que os caroços na mama se devem principalmente ao acúmulo de líquidos nas glândulas mamárias.

Isso é mais frequente em alguns períodos do ciclo menstrual e devido a flutuações hormonais que também tornam a área das mamas mais sensível. 

Por isso é normal sentir as mamas doloridas e “encaroçadas” em alguns momentos do mês. Você pode notar que a menstruação vem geralmente logo depois e que os cistos somem em seguida. 

Saiba mais: Cistos podem se transformar em câncer de mama?

Entenda como surge o câncer de mama no vídeo abaixo:

O que mais pode causar caroço na mama?

Além dos cistos ou nódulos causados pelas flutuações hormonais relacionadas ao ciclo menstrual, ainda há outros tipos de alterações que podem surgir nas mamas.

1. Fibroadenomas

Os fibroadenomas são nódulos mamários comuns em mulheres mais jovens, causados por um crescimento exagerado do tecido mamário e das glândulas produtoras de leite. Não são caroços fixos e geralmente não são dolorosos, apesar de serem mais sólidos. 

2. Lipomas 

São nódulos de gordura, que ocorrem em várias partes do corpo, e podem aparecer também na mama, sendo completamente benignos.

3. Cistos por infecções

Infecção  na mama , a chamada mastite, também pode estar associada ao surgimento de caroços na mama. Nesse caso, os nódulos são formados pela inflamação de tecidos mamários e pela obstrução de dutos, o que causa o aparecimento de coleções de pus; os abscessos. 

Esse tipo de caroço na mama costuma ser acompanhado por outros sintomas comuns à mastite, como alterações de tamanho, cor e textura dos seios

Em casos mais graves de mastite, como a mastopatia diabética, a mulher pode experimentar o surgimento de diversos caroços nas mamas. Esse quadro é mais preocupante, podendo estar associado a fortes dores e vermelhidão na área. É mais comum em diabéticas usuárias de insulina e que apresentam um mau controle da glicose no sangue. 

4. Esteatonecrose 

É um processo benigno, que leva à liquefação e calcificação de uma área de gordura normalmente presente nas mamas, ocorrendo após pancadas ou cirurgias. Forma nódulos endurecidos, que podem ser dolorosos.

Conheça os sintoma comuns e causas do câncer de mama no vídeo abaixo:

Quando um nódulo é preocupante?

Em geral, cistos ou nódulos nas mamas costumam ser preocupantes quando são fixos (não se movem mesmo com a manipulação) e sólidos, ou seja, formados de massa, e não de líquido, como os cistos.

Também merecem atenção especialmente se surgirem acompanhados de outros sintomas, como  alteração no formato, textura e tamanho das mamas, e afundamento dos mamilos. 

Em geral, a presença de dor não é um indicativo de câncer de mama. 

Contudo, essa avaliação só é possível se você tem o costume de praticar o autoexame das mamas.

Apesar da importância do autoexame das mamas, somente a avaliação médica e os exames especializados podem confirmar ou descartar a hipótese de um câncer de mama. 

Nesses casos, os exames de investigação costumam ser a mamografia e o ultrassom. Caso esses exames levantem suspeitas, o médico pode pedir uma punção da mama, para confirmação diagnóstica.

Conheça em mais detalhes como é feito o ecodoppler venoso de membros inferiores aqui na Clínica Viver e agende seu exame!

Quando devo procurar o médico?

O ideal é que qualquer alteração em suas mamas seja percebida o mais precocemente possível, através dos exames de imagem, que são capazes de detectar sinais ainda muito pequenos. Para isso, a regularidade nas consultas e exames é fundamental.

No entanto, caso você perceba a presença de qualquer  nódulo ou alteração em suas mamas, o ideal é procurar o mastologista o quanto antes. 

Mulheres a partir dos 40 anos devem realizar o exame de mamografia anualmente. Para mulheres abaixo dessa idade, a recomendação é realizar uma ecografia mamária uma vez ao ano, como parte do check-up ginecológico.

Apesar de ser importante, o autoexame só é capaz de detectar caroços na mama em geral maiores que 1 cm. A mamografia, por outro lado, é capaz de detectar nódulos milimétricos ou até microcalcificações (primeiros estágios de um nódulo maligno). 

Leia mais:

Ecografia das Mamas na Clínica Viver 

Mamografia na Clínica Viver

Exames de imagem das mamas é na Clínica Viver! 

Neste artigo você conheceu as várias possibilidades que podem justificar um caroço na mama. Apesar de, na maioria dos casos, tratar-se de alterações benignas, é importante estar atenta e, se for o caso, investigar o quanto antes.

Quando se fala em câncer de mama, a principal recomendação é o acompanhamento médico regular e a realização dos exames preventivos, pois ainda que surja uma alteração não benigna, ela poderá ser descoberta ainda cedo e, nesses casos, os índices de cura passam de 90%.

Aqui, na Clínica Viver, você conta com o que há de mais moderno em diagnósticos por imagem. A qualidade dos nossos exames de mamografia é certificada pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Nossas instalações contam com um ambiente amplo e confortável, com 9 salas de ultrassonografia (ecografia), sendo uma delas com ecógrafo para ecodoppler fetal, além de mamografia digital e densitometria óssea.

Todos os exames são realizados sempre por médicos. Assim, garantimos profissionalismo e segurança durante a realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível. 

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Onde fazer exame de imagem em Brasília-DF

Conheça a Clínica Viver de Imagens Médicas em Brasília-DF

  • 3º Andar Setor Hospitalar Sul Torre I, Via W5 Sul, Salas 320-324, Brasília – DF, 70390-700

Onde fazer exame de imagem em Taguatinga-DF

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  • QS 3 Lotes 3, 5 e 7 Pistão Sul, Edifício Pátio Capital, Salas 232 e 233 – Taguatinga, Brasília – DF, 71953-000
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Veja como é feito o ecodoppler venoso de membros inferiores

O ecodoppler venoso de membros inferiores é um exame de imagem realizado através de um aparelho de ultrassom, associado ao estudo dopplerfluxométrico (ou somente doppler). 

É um exame utilizado principalmente para investigar a causa de inchaços e dores persistentes nas pernas, comumente associados às varizes. A principal preocupação nesses casos é a formação de coágulos nas veias, inclusive com risco de vida.

Além de detectar coágulos intravenosos, o ecodoppler venoso de membros inferiores também é capaz de avaliar todo o sistema vascular da região das pernas e identificar outras doenças. 

Se você quer saber mais sobre esse importante exame para a saúde circulatória, neste artigo você confere todas as principais informações.

Boa leitura!

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Como é feito o ecodoppler venoso de membros inferiores?

Este é um exame rápido e indolor, que não possui contraindicações. Ao contrário de outros exames de imagem, o ecodoppler venoso não emite qualquer tipo de radiação, já que funciona através da emissão de sons de alta frequência.

Além disso, não é necessário qualquer tipo de preparação especial, sendo necessário somente o paciente trazer o pedido médico no dia do exame. 

Para realização do procedimento, o paciente é posicionado de pé, mediante a aplicação de um gel aquecido nos membros inferiores, o médico vai deslizar o transdutor (parte do ecógrafo que capta as imagens) pela área a ser analisada. 

Os “ecos” sonoros captados pelo transdutor são, então, enviados para um computador, onde serão processados e visualizados no monitor. Simultaneamente, o aparelho de doppler age analisando o fluxo e irrigação sanguínea.

Através do monitor, o médico pode acompanhar em tempo real as imagens captadas, selecionando as mais importantes para constarem no laudo.

Todo o processo leva cerca de 30 minutos, e o paciente recebe o laudo geralmente poucos minutos depois. 

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O que o ecodoppler venoso de membros inferiores pode detectar?

Além de promover uma ampla avaliação do sistema vascular nos membros inferiores, o ecodoppler venoso também é muito eficiente para identificar coágulos intravenosos e assim prevenir quadros graves e potencialmente letais, como a embolia pulmonar. 

Além disso, o exame também é capaz de detectar outras doenças comuns do sistema vascular, que afetam os membros inferiores, como insuficiências venosas e quadros de trombose.

Veja como é feito e para que serve o exame Ecodoppler de Aorta e Ilíacas!

Varizes 

Apesar de ser vista apenas como questão estética por muita gente, as varizes afetam milhares de pessoas ao redor do mundo – a maioria mulheres – todos os anos. Só no Brasil, é uma doença que afeta cerca de 30% da população.

As varizes podem evoluir para quadros clínicos mais graves, como a trombose venosa profunda, caso não seja devidamente acompanhada e tratada. 

Apesar de poderem ser diagnosticadas com um simples exame físico, uma avaliação mais detalhada do quadro requer a realização do ecodoppler venoso de membros inferiores, para ajudar o médico a definir a melhor conduta.

Saiba mais: 

O que acontece se eu não tratar as varizes?

Trombose 

A trombose, em todas as suas variações, é uma doença vascular grave, provocada pelo surgimento de coágulos sanguíneos. O agravamento dessa condição pode levar a quadros graves, como de embolia pulmonar, inclusive com risco de vida. 

Por meio do ecodoppler venoso de membros inferiores, os coágulos podem ser identificados com bastante eficiência, sendo possível ao médico definir a melhor linha de tratamento para o paciente. 

Saiba mais: 

Trombose: o que é, sintomas e diagnóstico

Onde fazer o ecodoppler venoso de membros inferiores em Brasília?

Neste artigo você conheceu um pouco mais sobre a importância do ecodoppler venoso de membros inferiores para diagnóstico e acompanhamento de problemas relacionados ao sistema circulatório das pernas.

Como vimos, certos problemas vasculares vão avançando de forma lenta e progressiva e, se não tratados adequadamente, podem evoluir para condições graves e potencialmente letais.

Por isso, caso você sinta dores, inchaços, sensação de peso ou qualquer outro sintoma do tipo nos membros inferiores, não perca tempo e procure uma avaliação com o médico angiologista. Esse é o profissional responsável por avaliar a sua saúde vascular.

E, na hora de fazer seus exames de imagem, o cuidado na escolha da clínica também é um passo importante para que você tenha o resultado mais preciso e seguro, a fim de garantir o melhor tratamento.

Aqui, na Clínica Viver, oferecemos aos nossos pacientes os mais modernos recursos e equipamentos do mercado. Além disso, aqui todos os exames são realizados por médicos, garantindo assim mais segurança na realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível. 

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O que é o ecodoppler arterial e venoso?

O ecodoppler arterial e venoso é um exame de ultrassom que, aliado à função doppler, permite a visualização do fluxo sanguíneo nas veias e artérias de várias regiões do corpo, gerando imagens coloridas e de alta resolução.

Este exame é considerado hoje o padrão-ouro para avaliação da saúde vascular, já que permite o monitoramento do fluxo, sentido e velocidade da circulação sanguínea, de forma não invasiva, podendo ser feito por pessoas de todas as idades.

Devido à sua grande capacidade investigativa, é utilizado como exame de investigação diagnóstica por diversas especialidades, como:

  • Cardiologistas em busca de avaliar o sistema cardiovascular.
  • Neurologistas que precisam verificar a circulação sanguínea cerebral.
  • Obstetras em busca de acompanhar a saúde do bebê antes de nascer.
  • Angiologistas que investigam varizes e outras alterações vasculares. 

Neste artigo você vai conhecer um pouco mais sobre este importante exame.

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Para que serve ecodoppler arterial e venoso?

Como vimos até aqui, o exame de ecodoppler arterial e venoso avalia o fluxo de sangue de veias e artérias do corpo, assim como as estruturas desses vasos.

Este exame é uma associação de duas tecnologias (eco + doppler).

Enquanto a ecografia produz imagens que mostram as estruturas e a saúde de veias e artérias – dilatações, inchaços, entre outras alterações –, a função doppler age monitorando a circulação sanguínea dentro dessas estruturas.

Por ser capaz de fazer uma avaliação completa da saúde vascular, este exame é usado para avaliações de praticamente todas as áreas do corpo, como cérebro, coração, membros (braços e pernas) e outros órgãos.

Algumas finalidades do ecodoppler arterial e venoso:

  • Verificar presença de fluxo sanguíneo em cistos ou tumores.
  • Investigar dilatações ou inchaço das veias (varizes).
  • Acompanhamento pós-operatório de cirurgias cardíacas ou cerebrais.
  • Investigar possíveis quadros de trombose ou presença de coágulos.

Por sua característica não invasiva, é usado como opção preferencial antes de outras medidas, como procedimentos que exijam o uso de contraste injetado nas veias, por exemplo. Também é um exame preferencial para avaliação da saúde vascular infantil, em busca de informações sobre possíveis malformações cardíacas congênitas.

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O que o ecodoppler arterial e venoso pode detectar?

De modo geral, os exames de ecodoppler arterial e venoso são capazes de captar obstruções em vasos sanguíneos (totais ou parciais), dilatações e estreitamentos de vasos e auxiliar no diagnóstico de algumas doenças. 

Confira algumas das doenças ou condições que podem ser diagnosticadas com o ecodoppler arterial e venoso: 

Ecodoppler arterial e venoso de membros superiores

  • Doença de Raynaud.
  • Roubo da subclávia.
  • Acompanhamento de hemodiálise.
  • Maturidade da fístula arteriovenosa.

Saiba mais sobre o ecodoppler de membros superiores feito na Clínica Viver! 

Ecodoppler arterial e venoso de membros inferiores

  • Insuficiência venosa.
  • Trombose venosa aguda (TVP).
  • Trombose venosa superficial e profunda.
  • Varizes.

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Um ponto essencial a ser destacado é a prevenção de condições que podem ser fatais, como a embolia pulmonar. Classificada como uma emergência clínica, essa condição pode levar o paciente à morte em poucas horas, se não for tratada, e é comumente associada a complicações da Trombose Venosa Aguda (TVP). 

Leia mais:

Trombose: sintomas, diagnóstico e tratamento

Outra condição que também pode ser prevenida a partir do ecodoppler vascular é o Acidente Vascular Cerebral (AVC). O ecodoppler vascular também é capaz de auxiliar no diagnóstico de aterosclerose e distúrbios vasculares no fígado.  

Leia mais:

Exame de Doppler Vascular: o que é e como é feito?

Como é feito o ecodoppler arterial e venoso?

O ecodoppler arterial e venoso é feito com o auxílio de um ecógrafo (aparelho capaz de transmitir ondas ultrassom). Para facilitar a movimentação do transdutor (parte do ecógrafo que fica em contato com a pele) e a visualização das estruturas analisadas, é aplicado na pele um pouco de gel aquecido à base de água.

Esse transdutor, através da emissão de ondas sonoras, vai formar as imagens que serão enviadas ao computador e serão exibidas no monitor, para acompanhamento em tempo real pelo médico radiologista.

Através do ecodoppler, o médico pode acompanhar em tempo real o fluxo de sangue nas artérias e veias, verificar a velocidade desse fluxo e observar se está adequado ou não. Também é possível observar a presença de placas de gordura na parede das artérias, e quantificar se estas placas causam obstruções importantes. 

Aneurismas, que são dilatações da parede das artérias, e que dependendo do seu tamanho, características e localização causam risco à vida do paciente,  podem também ser diagnosticados por este exame.

No coração, o ecodoppler pode observar a direção do fluxo sanguíneo, e medir a capacidade de contração do músculo cardíaco, além de verificar se existe dilatação ou estreitamentos de vasos. 

Já em obstetrícia o ecodoppler é de extrema importância na avaliação do bem estar fetal, e pode  também predizer se a paciente tem chance de desenvolver pré eclâmpsia.

Algumas das principais vantagens do exame de ecodoppler é que ele não emite radiação, não utiliza agulhas, não necessita da injeção de contraste venoso nem requer qualquer tipo de preparo para sua realização.

Ao final do exame – que dura poucos minutos – o paciente está liberado retomar suas atividades normais. 

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Faça seu ecodoppler arterial e venoso com a Clínica Viver

Neste artigo, você conheceu um pouco mais sobre este importante exame de investigação da saúde circulatória, que é o ecodoppler arterial e venoso. Diversas condições de saúde – das mais simples às mais delicadas – são investigadas com esse recurso, sendo hoje a principal escolha dos médicos para esse tipo de avaliação.

Para a máxima segurança e qualidade no resultado, no entanto, é importante que você busque realizar seu exame de ecodoppler em um local confiável, com boa estrutura, equipamentos modernos e uma equipe experiente.

Aqui, na Clínica Viver, oferecemos aos nossos pacientes os mais modernos recursos e equipamentos do mercado. Além disso, todos os exames são realizados por médicos. Assim, garantimos profissionalismo e segurança durante a realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível. 

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O que acontece se eu não tratar as varizes?

As varizes são um problema relacionado à saúde circulatória, que atinge cerca de 30% da população mundial, de acordo com a OMS. Entre todos os casos, cerca de 70% são mulheres

Esse problema de saúde se caracteriza pela presença de veias dilatadas, que acabam tendo uma coloração esverdeadas, arroxeadas ou avermelhadas, que vão se tornando mais e mais visíveis, com o passar do tempo, especialmente na área das coxas, pernas e pés. 

Outros sintomas muito associados às varizes são:

  • Dor e inchaço nas pernas; 
  • Fadiga; 
  • Sensação de peso nos membros inferiores. 

Para muita gente, a preocupação parece ser apenas estética. De fato, grande parte dos procedimentos para se livrar das varizes são feitas com essa motivação. Porém, você sabia que as varizes também podem oferecer riscos à sua saúde, se não forem tratadas?

Acompanhe o artigo para conhecer todos os riscos de não tratar as varizes bem como os tratamentos disponíveis. 

Como surgem as varizes?

As varizes surgem com o congestionamento do sangue nas veias e arteiras. Veja mais detalhes sobre o aparecimento das varizes no vídeo abaixo:

Qual o perigo de não tratar as varizes?

As varizes surgem devido a deficiências nas válvulas e paredes venosas, que perdem sua capacidade de manter a circulação sanguínea de maneira eficiente. Dessa forma, as veias vão perdendo a capacidade de retornar o sangue de volta ao coração normalmente.

Com isso, vai se acumulando sangue nas veias, principalmente nos membros inferiores. Essa condição faz as veias irem dilatando progressivamente e isso causa as varizes, além das inflamações, dores e inchaços das pernas. 

Em quadros mais graves, esse sangue residual, que deveria ter sido transportado de volta ao coração, pode provocar outras complicações de saúde. Conheça as principais:

1. Tromboflebites 

Ocorre quando o sangue residual nas veias varicosas ocasiona a formação de coágulos em veias superficiais ou profundas. Dessa forma, o fluxo sanguíneo é totalmente interrompido, causando dores muito intensas. 

A gravidade desse quadro vai depender de quais veias foram afetadas. O pior caso possível ocorre quando veias mais profundas são afetadas, caracterizando a trombose venosa profunda (TVP).

Apesar de não se tratar de uma doença fatal, a TVP causa muito desconforto e pode aumentar o risco de um quadro de embolia pulmonar, condição que pode levar à morte. 

Saiba mais:

Trombose: sintomas, diagnóstico e tratamentos

2. Embolia pulmonar 

Como dissemos, trata-se de um quadro que, se não tratado adequadamente, pode levar à morte.

A embolia pulmonar é uma condição clínica emergencial, caracterizada por dores no peito, falta de ar e tosse. Ocorre especialmente como complicação da trombose venosa profunda (TVP), a partir da movimentação de um dos coágulos de veias varicosas em direção aos pulmões. 

3. Eczema 

Como vimos no início, as varizes se formam quando o sistema de válvulas das veias – especialmente nas pernas – não é capaz de retornar o fluxo de sangue adequadamente para o coração; sangue esse que acaba se acumulando nas veias.

Já os eczemas ocorrem devido aos processos inflamatórios gerados por essas veias varicosas. 

As veias dilatadas acabam gerando um quadro de hipertensão na pele ao seu redor, o que frequentemente provoca lesões como os eczemas, além de outras alterações de pele.

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4. Úlceras varicosas 

Semelhantemente aos eczemas, outro quadro de feridas nas pernas geralmente em consequência das varizes são as chamadas úlceras varicosas ou úlceras venosas.

Também são associadas aos processos inflamatórios na região, esse tipo de ferida costuma surgir na região dos tornozelos e têm, por característica, sua difícil cicatrização – algumas nunca cicatrizam.

Caso não sejam tratadas, essas úlceras podem levar a quadros graves de infecção, sendo fundamental os cuidados profissionais das lesões, com higienização e desinfecção constante das feridas, além da aplicação de curativos.

Leia mais:

Como melhorar e o que é bom para circulação do sangue (sanguínea)?

Como é o tratamento para varizes?

O 1° passo: diagnóstico  

O tratamento para varizes vai depender da gravidade de cada caso. Assim, é muito importante que o médico angiologista seja sempre consultado, já que é esse o profissional indicado para acompanhar os problemas relacionados ao sistema vascular. 

Apesar de poderem ser percebidas e diagnosticadas facilmente por qualquer profissional, o tratamento das varizes é muitas vezes complexo e especializado, demandando medicações, procedimentos e, às vezes, até cirurgias. Coisa que apenas o angiologista está habilitado a fazer. 

Falando em diagnóstico, um dos exames mais modernos para a avaliação do sistema vascular é o doppler vascular. Esse procedimento é capaz de esclarecer muitos aspectos relacionados às condições das varizes, sendo fundamental no acompanhamento do quadro. 

Saiba mais!

Exame de doppler vascular: o que é e como é feito?

O 2° passo: tratamentos 

Depois de ter sua condição avaliada pelo médico angiologista, uma série de ações poderão ser recomendadas para o tratamento das varizes. 

  • Casos leves: recomendação de adoção de hábitos saudáveis (dieta e exercícios físicos), aliados ao uso de meias de compressão.  
  • Casos medianos: podem ser recomendados procedimentos semi-cirúrgicos, com a utilização de medicamentos por via venosa, como a escleroterapia. 
  • Casos avançados: geralmente é recomendada a cirurgia vascular, com a utilização de laser ou remoção total de veias prejudicadas. 

Leia mais:

Exames para avaliação de varizes

Tratamento de varizes: busque ajuda médica!

Agora você já sabe o que acontece se não tratar as varizes e que isso vai muito além de uma simples preocupação estética, o principal passo a ser dado é buscar ajuda médica.

Para reduzir as chances de varizes ou evitar sua progressão, é sempre importante manter uma rotina saudável, com uma dieta balanceada, evitar o sobrepeso, manter a prática de exercícios físicos regulares e os cuidados posturais, como não permanecer numa mesma posição – sentada ou de pé – por muitas horas.

Contudo, mesmo quem tem um estilo de vida saudável pode acabar sofrendo de varizes em algum momento. Por isso, não deixe de consultar o angiologista! 

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