Ecocardiograma: o que é e como é feito?

O ecocardiograma é o exame mais eficiente para visualizar, analisar e diagnosticar condições cardíacas. 

O ecocardiograma pode ser realizado durante todas as fases da vida (desde a fase fetal até a velhice), e é um exame rápido, simples e indolor, praticamente sem contraindicações.  

Mas como esse exame é feito e quais são as recomendações para realizá-lo? Acompanhe o artigo abaixo e te ajudaremos a responder essas perguntas. 

O que é o ecocardiograma?

O ecocardiograma é um exame de imagem, realizado por meio da transmissão de ondas sonoras de altíssima frequência (inofensivas e inaudíveis ao ser humano), capazes de construir uma imagem detalhada das estruturas cardíacas com o auxílio de um computador. Assim, válvulas, câmaras, circulação sanguínea e frequência cardíaca podem ser avaliadas durante o exame.

A tecnologia já permite que as imagens captadas sejam unidimensionais, bidimensionais e até mesmo tridimensionais

Quais são os tipos de ecocardiograma?

O tipos de ecocardiograma requisitado e realizado com maior frequência são:

  1. Ecocardiograma transtorácico (na região do tórax).
  2. O ecocardiograma fetal: será feito na região abdominal/pélvica, pois terá o intuito de captar e analisar o coração do feto em desenvolvimento. Esse exame é muito importante especialmente para a detecção de cardiopatias, definidas  como malformações cardíacas que atingem 1 a cada 100 crianças.
  3. O ecocardiograma com doppler poderá ser transtorácico, transesofágico ou fetal. Esse recurso de ultrassom altamente tecnológico acrescentará ao exame mais um grau de análise, proporcionando uma visão ampla do fluxo sanguíneo por artérias e veias.
  4. O ecocardiograma transesofágico apresenta algumas diferenciações em sua realização, podendo envolver o uso de anestesia local. Esse procedimento geralmente é realizado quando alguma dificuldade ou condição impede a visualização completa pelo ecocardiograma transtorácico (como em alguns casos de paciente com obesidade, por exemplo).

Conheça para que serve o exame de ecocardiograma transtorácico!

Como é realizado o ecocardiograma

Para a realização do ecocardiograma, em geral, o paciente deita-se na maca com a parte superior do corpo desnuda e recebe uma aplicação de gel para auxiliar o trânsito do transdutor (emissor de ondas de ultrassom) pela área torácica a ser analisada. O procedimento é indolor, não invasivo e dura por volta de 20 minutos. Depois de concluído, o paciente poderá voltar às suas atividades cotidianas normalmente. O procedimento é muito similar para o ecocardiograma fetal, alterando apenas o foco de área a ser analisado.  

O ecocardiograma transesofágico é a única modalidade do exame que pode se utilizar de anestesia e realizará a inserção do transdutor inserido em um tubo flexível até o esôfago para analisar as estruturas cardíacas. 

Para que serve ecocardiograma ?

Devido à sua altíssima qualidade e riqueza de detalhes, o exame será capaz de detectar qualquer anomalia no sistema cardiovascular do paciente

O que pode ser detectado no ecocardiograma?

Dentre as doenças que podem ser diagnosticadas por esse exame, podemos citar:

  • insuficiência cardíaca;
  • doenças congênitas;
  • doenças do pericárdio(membrana que envolve o coração);
  • doenças da aorta torácica (aorta dilatada);
  • doenças nas válvulas cardíacas (sopro cardíaco);
  • tumores;
  • coágulos;
  • crescimento de cavidades atriais;
  • ventriculares. 

No caso da avaliação fetal, um grande destaque é a utilização do exame para diagnosticar cardiopatias ainda no útero materno. 

Veja onde fazer o exame de ecocardiograma com doppler colorido fetal em Brasília-DF!

Quando se deve fazer um ecocardiograma?

O ecocardiograma é recomendado para pacientes que apresentem sintomas sugestivos de doenças cardíacas, tais como dores no peito, palpitações, dificuldade para respirar, cianose nos lábios e extremidades ou a ocorrência de síncopes cardíacas (perda de consciência, desmaios associados à diminuição do fluxo de sangue para o cérebro).

Pessoas que já apresentem um diagnóstico de doenças cardiovasculares são indicadas a fazer o exame como forma de monitoramento (como, por exemplo, pessoas hipertensas e portadoras de doenças cardiovasculares crônicas). Além disso, o exame é altamente recomendado para pacientes diabéticos e mulheres que estejam passando pela menopausa. 

Leia mais 

Check-up após a menopausa: 6 exames que não podem faltar

Outra forte recomendação para realização do exame é para pacientes grávidas. O ecocardiograma fetal é um exame sem contraindicações e poderá ajudar no monitoramento da saúde cardiovascular e circulatório do feto, permitindo avaliar se tudo está nos conformes ou mesmo se existe a ocorrência de alguma malformação ou anomalia, geralmente denominada cardiopatia. 

Nós oferecemos esse exame na Clínica Viver! Conheça mais sobre ele hoje mesmo: ecocardiograma fetal com doppler.

Apesar de ser um exame muitas vezes requisitado apenas quando surgem sintomas associados a um possível diagnóstico de doença cardiovascular, os ecocardiogramas podem ser incríveis aliados para o monitoramento da sua saúde e realizados na carga anual de exames periódicos (check-up). Consulte seu médico para avaliar a necessidade e frequência ideal para realizar esses exames! 

Onde fazer o exame de ecocardiograma em Brasília-DF

Ecocardiograma em Brasília-DF

SHLS 716 Sul | Ed. Centro Clínico Sul Torre I | 3º andar | Salas 320 à 324 CEP: 70390-700

Ecocardiograma em Taguatinga-DF

QS 3 Lotes 3, 5 e 7 | Edifício Pátio Capital Pistão Sul | 2º andar | Salas 232 e 233 Taguatinga/DF

Se você está com seu pedido em mãos e gostaria de agendar um exame ou uma consulta conosco, clique aqui e agende agora mesmo! Não deixe sua saúde para depois! 

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Cisto no ovário é perigoso? Sintomas, tipos e tratamento

Cisto no ovário é perigoso? Com cisto de ovário se pode engravidar? Cisto no ovário atrasa a menstruação? Cisto ovariano pode virar câncer? São muitas as dúvidas que recebemos, por isso vamos tratar deste assunto neste artigo.

Os cistos são bolsas de líquido que podem existir em vários locais do corpo, como mama, fígado, tireoide e rins, além de ovários.

Quando o cisto se localiza nos ovários, é chamado de cisto ovariano ou, similarmente, cisto de ovário.

Continue acompanhando para saber mais sobre cistos ovarianos!

Cisto no Ovário é perigoso?

Não necessariamente, já que a maioria dos cistos ovarianos são benignos e os responsáveis por causar sintomas na mulher. Porém, quando o cisto é maligno, geralmente cresce silenciosamente, sem sintomas aparentes. Nesses casos, o cisto no ovário é perigoso, pois costuma ser descoberto apenas em estágios mais avançados.

Os cistos de ovários benignos são considerados normais em mulheres durante a idade reprodutiva (entre 20 e 40 anos) e estão relacionados ao ciclo menstrual. Os principais sintomas, quando presentes, são dor abdominal e irregularidade no ciclo menstrual.

Isso também pode representar um problema, visto que esses sintomas são parte da rotina da mulher e, muitas vezes, passam despercebidos.

Já os cistos malignos são mais frequentes após a menopausa. Os sintomas, quando ocorrem, são inespecíficos, como dor abdominal, sensação de estômago cheio mesmo que com a ingestão de pequenas quantidades de alimentos, sangramento vaginal e necessidade urgente de urinar.

É importante ressaltar que cistos no ovário benignos não evoluem para câncer no ovário.

No vídeo abaixo, a Dra. Nubia da Clínica Viver de Imagens Médicas esclarece melhor a questão. Assista:

O que pode causar um cisto no ovário?

Quais as possíveis complicações de um cisto no ovário? O que ele pode causar? Essa é uma das questões que também ajuda a entender se o cisto no ovário é perigoso ou não. Em geral, os principais riscos que um cisto ovariano oferece são a ruptura do cisto e a torção do cisto ou das tubas uterinas.

A ruptura ocorre quando o cisto cresce tanto em tamanho a ponto de deixar a parede ovariana mais fraca e sensível, fazendo com que o cisto “estoure”. 

Com isso, o líquido presente no cisto se espalha pela cavidade abdominal, provocando dores intensas na mulher.

Médica mostrato uma figura do utero indicando o cisto no ovario

Além disso, o crescimento do cisto também pode levar à torção do mesmo ou das tubas uterinas. Nesses casos, o tamanho do cisto é tão grande que faz com que ele gire em torno do próprio eixo e resulte na torção, o que também causa dores pélvicas e abdominais intensas.

Essa torção prejudica o fluxo sanguíneo para os ovários, podendo levar à morte do tecido ovariano.

Devido a essas possíveis complicações e riscos, é fundamental a consulta médica para avaliação e acompanhamento do cisto no ovário.

Tipos de Cistos no Ovário Benignos ou Funcionais

Os cistos de ovário mais comuns são chamados de cistos funcionais, que são benignos. Eles são menos preocupantes, já que estão relacionados à ovulação e costumam regredir espontaneamente.

Os principais cistos funcionais são categorizados como:

Cistos foliculares

Ocorrem quando o folículo, que é um pequeno cisto com o óvulo em seu interior, não se rompe durante o processo de ovulação e acumula líquido em seu interior.

Geralmente medem entre 3 cm a 6 cm e desaparecem espontaneamente, pois estão relacionados ao ciclo menstrual.

Normalmente, não causam sintomas, a não ser quando maiores que 6 cm, já que nessa situação podem se romper, causando dor abdominal.

Na ultrassonografia aparecem como uma bolinha preta, homogênea, com conteúdo apenas líquido.

Cistos de corpo lúteo

São aqueles que ocorrem após a ovulação e produzem progesterona, um hormônio que prepara o útero para receber o embrião.

Geralmente são assintomáticos, a não ser quando maiores que 5 cm, quando, por causa de seu volume, podem causar dor no baixo ventre.

Os cistos de corpo lúteo costumam apresentar regressão espontânea em até 3 semanas.

Na ultrassonografia com doppler fluxometria, esse tipo de cisto ovariano apresenta um aspecto muito característico, que é a presença de artérias formando um anel em volta do cisto.

Cistos hemorrágicos

É o cisto de corpo lúteo em que ocorreu um pequeno sangramento em seu interior. Na grande maioria das vezes, não é necessária intervenção, já que também costumam regredir espontaneamente. Além disso, podem causar uma dor discreta no baixo ventre, do lado afetado.

Igualmente, quando maiores que 6 cm, podem vir a se romper, derramando líquido na cavidade abdominal, o que pode causar dor intensa.

Na ultrassonografia, o cisto hemorrágico apresenta conteúdo espesso, com um aspecto de teia de aranha em seu interior.

Cistos hemorrágicos rompidos

Um cisto hemorrágico pode se romper quando não é tratado corretamente, causando alguns sintomas e complicações como:

  • Torção ou ruptura do ovário;
  • Dor intensa na região abdominal;
  • Se trata de uma emergência ginecológica;
  • Deve ser tratado com cirurgia de emergência.

Porque Cisto no Ovário dói?

Em geral, a dor do cisto no ovário está relacionada ao tamanho do cisto. Cistos maiores costumam provocar incômodos e desconfortos na região da pelve. A dor também pode estar relacionada a alguma complicação, como rompimento ou torção, o que causa dores intensas.

Mulheres com Cisto no Ovário podem engravidar?

Sim, pois raramente cistos ovarianos causam infertilidade. Portanto, mulheres que possuem cisto no ovário podem engravidar (mesmo que seja somente no ovário esquerdo, direito ou ambos). O que acontece é que o cisto dificulta a gravidez, pelas alterações hormonais que causa.

Por isso, para quem possui cisto no ovário e deseja engravidar, o recomendado é realizar a consulta e o acompanhamento ginecológico para obter uma orientação profissional sobre uma forma de tratamento adequada à gravidez.

Cisto no ovário

Cistos atrasam a menstruação?

Sim, pois o cisto no ovário também tende a causar alterações hormonais no organismo, o que pode interferir no ciclo menstrual. Em geral, os tipos de cistos que costumam atrasar a menstruação são os cistos de corpo lúteo que não se romperam para liberação do óvulo.

foliculares, pois surgem antes da ovulação.

Quando o Cisto no Ovário deve ser operado?

Geralmente, a cirurgia para cisto no ovário costuma ser indicada em casos mais graves, quando o tamanho do cisto é anormal ou quando há ruptura ou torção do cisto. Nesses casos, pode ser necessária a retirada do cisto ou até mesmo de todo o ovário.

Porém, a indicação de interferência cirúrgica também depende de outros fatores, como tipo e composição (líquida ou sólida) do cisto, além dos sintomas percebidos pela paciente, caso sejam muito intensos.

Somente uma avaliação médica pode determinar com precisão a necessidade ou não da cirurgia.

Cisto no Ovário engorda?

O que acontece é que o cisto no ovário pode provocar aumento do volume abdominal, quando muito grande, o que dá a sensação de ganho de peso. As alterações hormonais causadas pelo cisto também podem facilitar o ganho de peso.

Como saber se tenho Cisto no Ovário? Sintomas principais

Em geral, um cisto no ovário não apresenta sintomas e tende a desaparecer naturalmente com o tempo. Porém, quando o cisto cresce e atinge um tamanho maior, a mulher pode começar a apresentar sintomas como:

  • Dor constante na região abdominal ou pélvica;
  • Dor durante as relações sexuais;
  • Vontade frequente de urinar;
  • Náuseas e enjoos;
  • Dificuldade para evacuar;
  • Sensação de inchaço ou peso na região abdominal/pélvica;
  • Ciclo menstrual irregular ou sangramento fora do período da menstruação;
  • Dor ou incômodo constante nas costas ou pernas.

O que causa Cisto no Ovário?

As causas para cisto no ovário são diversas e, por isso, é necessária uma avaliação médica aprofundada para diagnosticar exatamente o que pode ter causado o problema. De modo geral, os principais fatores que podem levar ao surgimento do cisto ovariano são:

  • Histórico na família de cisto no ovário;
  • Uso de medicação para estimular ovulação;
  • Alterações hormonais;
  • Presença de tumores benignos ou malignos;
  • Endometriose.

Tratamento para Cisto no Ovário

Na maior parte dos casos, não é necessário tratar o cisto no ovário, já que tende a desaparecer naturalmente. Nessas situações, é preciso apenas realizar o acompanhamento médico regular para avaliar a redução ou evolução do cisto.

Já quando o cisto não desaparece, apresenta características malignas ou sintomas, o tratamento mais adequado irá variar de acordo com fatores como a idade da paciente, sintomas, tamanho e tipo do cisto.

De modo geral, as principais opções de tratamento para cisto no ovário são o uso de anticoncepcional ou cirurgia para retirada do cisto (nos casos mais graves).

Conclusão

Neste artigo, para esclarecer se um cisto no ovário é perigoso ou não, abordamos os seguintes conceitos:

  • O cisto no ovário caracterizado como cisto funcional é normalmente benigno e não se transforma em câncer.
  • Cistos ovarianos geralmente apresentam sintomas quando maiores que 6 cm.
  • Ruptura do cisto e a torção das tubas uterinas são possíveis complicações.
  • Na grande maioria das vezes, regridem sem tratamento específico.
  • Seu diagnóstico é feito pela ultrassonografia.

Para saber mais sobre Cisto no Ovário, questões relacionadas e saúde da mulher, recomendamos que leia estes conteúdos:

A Clínica Viver

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável. Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, ainda que você não esteja em Brasília.

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Se você está em Brasília, estamos à sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde. A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, tem os mais modernos aparelhos de ultrassonografia, mamografia digital e densitometria óssea. Igualmente, realizamos punções de tireoide e mama, além de biópsias.

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Principais exames para diagnóstico de câncer ginecológico

Por ser uma aflição de progressão lenta e muitas vezes assintomática em seus estágios iniciais, todos os diagnósticos dos diferentes tipos de câncer ginecológico (colo de útero, ovário, endométrio, vagina e vulva) se beneficiam com a realização de exames de rotina (check-ups), que podem ser capazes de identificá-los com rapidez. 

Abaixo listamos alguns dos principais exames utilizados no diagnóstico do câncer ginecológico. 

Papanicolau

Também conhecido como exame preventivo, o papanicolau é um exame que coleta material orgânico do colo do útero para a análise. O objetivo principal do procedimento é localizar lesões ou pré-lesões malignas, que possam apontar a infecção pelo vírus HPV (Papilomavírus Humano). 

Boa parte da ocorrência das neoplasias (câncer ginecológicos) está relacionado à infecção persistente pelo HPV. Por essa razão, o exame se torna uma das principais ferramentas de detecção especialmente para o câncer de útero e de vagina. 

Como o exame é feito?

O exame costuma ser realizado no próprio consultório do ginecologista, uma vez que não precisa de outros equipamentos eletrônicos para ser realizado. Com o auxílio de um espéculo e uma pá apropriada, o profissional fará a coleta do material do colo do útero por meio de uma espécie de “raspagem”. Depois de coletado, o material é enviado para um laboratório para ser analisado. 

O papanicolau dói? 

O exame, em geral, é indolor, e causa apenas um leve desconforto. 

Com que frequência devo fazer o exame? 

Além de detectar a presença de HPV no organismo, o papanicolau também é capaz de verificar a existência de células disformes ou um crescimento bacteriano fora do comum. Por isso, ele é essencial para a manutenção geral da saúde ginecológica da mulher. É recomendado que seja feita anualmente, durante os check-ups.

Ecografia transvaginal

A ecografia ou ultrassom trasnvaginal é um exame de imagem capaz de fornecer uma ampla e clara visualização dos canal vaginal, colo do útero, útero, e os ovários da mulher.

Devido à alta resolução de suas imagens, que permitem uma análise em maior detalhe, o ultrassom transvaginal é capaz de detectar modalidades do câncer ginecológico que o papanicolau não consegue descobrir  como o câncer de ovário e o câncer de endométrio.

Como o exame é feito?

O exame é realizado com a inserção de um transdutor (envolto com um preservativo e lubrificante) na cavidade vaginal da mulher. Por meio da emissão de ondas sonoras de alta frequência, o exame é capaz de criar uma imagem bem definida do interior do sistema reprodutor feminino, possibilitando uma análise ampla. 

Leia mais:

Ecografia transvaginal: tudo sobre esse exame ginecológico

A ecografia transvaginal dói? 

Não. A ecografia transvaginal, na maioria dos casos, pode gerar apenas um pequeno desconforto recorrente das pequenas movimentações do transdutor pelo profissional para melhor visualização das estruturas. 

Com que frequência devo fazer o exame? 

Isso vai depender da necessidade observada pelo médico, porém, especialmente para mulheres acima de 40 anos, o exame deve

começar a fazer parte da bateria anual de exames justamente para garantir que a saúde do aparelho reprodutor esteja em dia. 

Colposcopia

A colposcopia é um exame que permite visualizar com alto grau de detalhes os tecidos da vagina, vulva e do colo de útero. Por meio dele, é possível diagnosticar lesões benignas (inflamações) e pré-malignas (que antecedem o câncer e lesões malignas). 

A colposcopia pode auxiliar no diagnóstico de câncer de útero, vagina e vulva. 

Como o exame é feito?

O procedimento é bastante similar ao do papanicolau, com a utilização de um espéculo para facilitar a visualização e manter a vagina aberta e o posicionamento do colposcópio , um aparelho que possui lentes específicas  e fica posicionado cerca de 30cm da cavidade vaginal. Ao contrário do preventivo,  é um exame que se baseia 

na visualização de lesões suspeitas.

Com que frequência devo fazer o exame? 

O exame geralmente é recomendado quando se observam alterações no resultado do papanicolau, como uma maneira de auxiliar no diagnóstico. Contudo, isso vai depender da orientação do seu médico que, caso acredite ser necessário, pode até mesmo pedir que seja realizado com frequência anual. 

Histeroscopia com biópsia

A histeroscopia é essencialmente um exame de visualização da parte interna do 6útero, com o auxílio de um aparelho denominado histeroscópio. Porém, a histeroscopia com biópsia acontece quando alguma anormalidade é encontrada no aparelho reprodutor feminino e tem o objetivo de coletar parte da área afetada para que se realizem análises laboratoriais.

Esse procedimento pode auxiliar especialmente no diagnóstico do câncer de útero, ovários e endométrio.

Leia mais:

Conheça os principais fatores de risco para a saúde da mulher moderna

Exame Clínico Ginecológico

O exame clínico ginecológico é um exame baseado no toque e observação do profissional, com o auxílio pontual do espéculo. Por meio do exame pélvico de toque, o ginecologista poderá analisar a posição, tamanho dos órgãos genitais femininos internos, em especial do útero, trompas e ovários. Por meio desse exame, ele também poderá detectar possíveis tumores. 

O exame clínico ginecológico pode auxiliar no diagnóstico de diferentes neoplasias, em especial do câncer de vulva, que é o mais visual de todos. 

A palavra-chave para o diagnóstico e tratamento de qualquer tipo de câncer, incluindo os ginecológicos, é prevenção. Esse cuidado precisa ser maior, especialmente para mulheres acima de 50 anos, que estejam passando ou já tenham passado pela menopausa.

Na Clínica Viver nós disponibilizamos um espaço seguro e profissional para a realização dos exames citados nesse artigo. Clique aqui para agendar hoje mesmo uma consulta com nossos profissionais e não deixe sua saúde para depois.

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Linfonodos (Gânglios Linfáticos)

Linfonodos, ou gânglios linfáticos, são pequenos nódulos existentes no nosso corpo, que têm como cuja principal função filtrar substâncias nocivas.

Esses gânglios linfáticos estão presentes principalmente no pescoço, axilas e virilhas.

As substâncias chegam até os linfonodos por uma fina rede de canais linfáticos, que conduz um líquido transparente denominado linfa.

A linfa contém células, resíduos do organismo, vírus e bactérias.

O que são os linfonodos?

Como dito anteriormente a principal função dos Linfonodos ou Gânglios Linfáticos é filtrar substâncias nocivas. O sistema funciona de uma forma peculiar. Quando existe uma infecção causada por vírus ou bactérias, um ferimento ou um tumor, por exemplo, os linfonodos próximos à região do problema recolhem partes dessas células, e imediatamente ativam o sistema imunológico.

E o sistema produz células para combater estes processos. Assim, os gânglios linfáticos aumentam de volume e tornam-se palpáveis, isto é, podem ser percebidos ao toque.

Veja tudo sobre os linfonodos no vídeo abaixo:

Conheça como funciona e para que serve o exame de Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais!

Onde ficam os linfonodos no corpo humano?

Gânglios Linfáticos onde ficam localização

Os linfonodos ou gânglios linfáticos estão presentes principalmente no pescoço, axilas e virilhas.

1. Linfonodo axilar

Os linfonodos axilares são um grupo de linfonodos da axila e recebem a linfa dos vasos que drenam o braço, as paredes do tórax, a mama e as paredes superiores do abdome.

2. Linfonodos cervicais

Os linfonodos cervicais são linfonodos encontrados no pescoço. Dos 800 gânglios linfáticos do corpo humano, 300 estão no pescoço. Os linfonodos cervicais estão ligados a uma série de diferentes condições patológicas, incluindo tumores, infecção e inflamação.

Problemas nos Linfonodos (gânglios linfáticos)

Deve-se ter em mente que a causa da grande maioria do aumento dos linfonodos é benigna, como viroses ou infecções bacterianas, como amigdalites, sinusites, tuberculose, HIV e a doença da arranhadura do gato.

Entretanto, é importante a consulta ao médico e a realização de exames, a fim de se verificar a ocorrência e afastar o diagnóstico de doenças malignas, como o linfoma. O linfoma é o câncer que se inicia no sistema linfático e que pode ser de 2 tipos, Hodgkin e não-Hodgkin.

Inchaço dos gânglios

Gânglios linfáticos inchados geralmente ocorrem como resultado de infecções por bactérias ou vírus. Raramente são causados ​​por câncer.

Os gânglios linfáticos desempenham um papel vital na capacidade do corpo de combater infecções. Eles funcionam como filtros, capturando vírus, bactérias e doenças antes que possam infectar outras partes do corpo. As áreas comuns onde você pode notar gânglios linfáticos inchados incluem pescoço, axilas e virilha.

Os linfonodos incham em resposta a doenças, infecções ou estresse e são um sinal de que o sistema linfático está trabalhando para livrar o corpo dos agentes responsáveis.

linfonodos aumentados

A causa mais comum de gânglios linfáticos inchados é uma infecção, particularmente uma infecção viral, como o resfriado comum.

Outras possíveis causas de gânglios linfáticos inchados incluem:

  • Garganta inflamada
  • Sarampo
  • Infecções de ouvido
  • Abcessos dentários
  • Mononucleose
  • Infecções de pele ou feridas
  • Vírus da imunodeficiência humana (HIV) – o vírus que causa a AIDS

Exames para os linfonodos

O exame inicial para a avaliação dos linfonodos é a ecografia, que vai demonstrar a forma, o volume e as características dos linfonodos. Geralmente, aqueles que tem formato mais largos que altos, homogêneos, e com a região central mais esbranquiçada e presente, o chamado hilo, são benignos.

Nos casos benignos, os gânglios linfáticos também são móveis e doloridos. Os linfonodos malignos tendem a ser globosos, mais escuros e heterogêneos, com o hilo ausente, e podem apresentar microcalcificações.

O estudo ecográfico, com dopplerfluxometria (doppler), auxilia também na caracterização dos linfonodos, já que analisa a vascularização destes. Os linfonodos benignos apresentam uma vascularização do centro para a periferia, ao passo que os malignos, uma vascularização desorganizada.

O diagnóstico definitivo, entretanto só é feito por meio da punção aspirativa por agulha fina destes linfonodos, com estudo do material colhido. Assim, os exames aconselháveis, de acordo com a localização dos gânglios linfáticos aumentados, são:

Resumo

Linfonodo ou Gânglio Linfático é um órgão do sistema linfático em forma de rim e do sistema imunológico adaptativo. Um grande número de gânglios linfáticos estão ligados por todo o corpo pelos vasos linfáticos.

Eles são os principais locais de linfócitos que incluem células B e T. Os Gânglios Linfáticos são importantes para o bom funcionamento do sistema imunológico, atuando como filtros de partículas estranhas, incluindo células cancerosas, mas não têm função de desintoxicação.

No sistema linfático, um linfonodo é um órgão linfóide secundário. Os linfonodos são envolvidos por uma cápsula fibrosa e são compostos por um córtex externo e uma medula interna.

Os gânglios linfáticos ficam inflamados ou inchados em várias doenças, que podem variar de infecções na garganta e até câncer. O estado dos linfonodos é muito importante durante um câncer, que influencia o tipo de tratamento a ser utilizado e determina o prognóstico. Linfadenopatia refere-se a glândulas que estão aumentadas ou inchadas. Quando inflamados ou aumentados, os Gânglios Linfáticos podem ficar sensíveis.

A Clínica Viver de Brasília-DF

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Oferecemos, da mesma forma, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

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Setembro: o mês de prevenção ao câncer ginecológico

O câncer ginecológico (colo de útero, ovário, endométrio, vagina e vulva) muitas vezes é uma ocorrência silenciosa, que só costuma apresentar sintomas em fases mais avançadas. 

Estima-se que 27.700 novos casos sejam diagnosticados a cada ano. Por isso, o mês de setembro é voltado para a conscientização dos tipos de câncer que podem atingir o sistema reprodutor feminino (também chamados de neoplasias ginecológicas). Nesse mês, o maior objetivo promover cada vez mais o diagnóstico rápido e precoce dessas condições, que pode aumentar a taxa de recuperação para até 90% dos casos.  

Acompanhe o artigo abaixo para conhecer mais sobre os tipos de câncer ginecológicos, formas de diagnóstico, sintomas e tratamento. 

Câncer de colo de útero

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de colo de útero é o terceiro tumor maligno mais frequente nas mulheres. Também denominado de Câncer Cervical, está associado à infecção persistente do vírus HPV (Papilomavírus Humano), especialmente em seus subtipos  HPV16 e o HPV18.  

Sintomas 

O câncer de colo do útero apresenta uma progressão lenta, não apresentando sintomas em seus primeiros estágios. Sangramento vaginal intermitente e/ou sangramento após relações sexuais, dor à relação sexual, dores abdominais, secreções vaginais atípicas são alguns dos sintomas relacionados aos quadros mais avançados de câncer de colo útero. 

Diagnóstico

O principal exame associado ao diagnóstico do câncer do colo de útero é o Papanicolau ou exame preventivo. Por meio desse exame podem ser identificadas inflamações,   células de aspectos anormais relacionadas à infecção pelo vírus HPV, e células  precursoras de um quadro de câncer. 

Leia mais:

Exames que devo fazer para prevenir o câncer do colo do útero 

O Papanicolau é um exame simples e rápido, realizado sem a necessidade de aparelhos auxiliares em uma consulta ginecológica usual. Realiza-se uma “raspagem” do colo do útero para a coleta de material orgânico, que será analisado para verificar a presença de anomalias. O exame dificilmente é associado à dor, muitas vezes podendo causar apenas certo desconforto. É recomendado que se faça o papanicolau anualmente para as mulheres que já iniciaram a vida sexual, ou a cada três anos, após dois exames consecutivos normais, realizados   com intervalo anual.

Outros exames relacionados ao diagnósticos de câncer cervical são: colposcopia, que é o exame do colo uterino por meio de um aparelho que tem lentes, o que permite a visualização de lesões características do HPV, a biópsia (que pode ser indicada quando alterações suspeitas são encontradas no papanicolau e na colposcopia )   e o exame pélvico, através do toque ginecológico e toque retal .

Prevenção

A prevenção acontece principalmente pela realização periódica do papanicolau para identificar e diagnosticar anomalias no menor prazo possível. 

A vacinação, por meio da vacina tetravalente contra o HPV, implementada na cartela de vacinação pelo Ministério da Saúde em 2014 também é uma medida de prevenção, protegendo contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV, mais relacionados ao câncer de colo uterino.Porém, fique atenta! Ter tomado a vacina não exclui a importância do exame preventivo, uma vez que ela não é capaz de proteger contra todos os tipos de HPV! 

A utilização de preservativos durante as relações sexuais também é uma maneira auxiliar de prevenir o HPV, devido ao seu caráter de IST (Infecção Sexualmente Transmissível). 

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Câncer dos ovários 

Caracterizado como o segundo câncer ginecológico mais comum, costuma atingir mulheres a partir dos 50 anos de idade e com histórico familiar. Outros fatores como excesso de peso, infertilidade e reposição hormonal, também estão associados a fatores de risco da doença. 

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Sintomas 

Em seus primeiros estágios, não apresenta sintomas. Em estágios mais avançados pode apresentar: dor e inchaço abdominal, dor na região pélvica, necessidade constante de urinar, perda de apetite, náusea, indigestão, prisão de ventre e cansaço constante

Diagnóstico

O diagnóstico do câncer de ovário se dá principalmente por meio da realização da ultrassonografia transvaginal em exames de rotina ou mediante o relato de sintomas pela paciente. 

A dosagem de marcadores no sangue, como o Ca 125 são mais importantes no acompanhamento da doença do que no diagnóstico, pois são muito inespecíficos.

A ultrassonografia transvaginal é um exame de imagem, simples e indolor, geralmente requisitada por médicos para os check-ups anuais. Pode ser realizada com dopplerfluxometria,  permitindo a avaliação da irrigação sanguínea da lesão,  o que pode sugerir maior chance de malignidade. 

Prevenção 

O câncer de ovário não é detectável pelo papanicolau, por isso a prevenção se dá por meio da atenção aos sintomas, especialmente para as mulheres que se encontrem no grupo de risco,como aquelas com forte histórico familiar de câncer de ovários ou de mama, e  pela realização de ultrassonografias  transvaginais períodicas (comuns em check-ups anuais ginecológicos). 

Câncer do endométrio 

O câncer do endométrio acomete a área de revestimento do útero, sendo mais comum em mulheres acima dos 50 anos e durante a menopausa. Outros fatores de risco associados a esse tipo de câncer são: histórico familiar, diabetes, menopausa tardia, sobrepeso, e síndrome do ovário policístico. 

Sintomas 

Sangramento vaginal anormal em fluxo e fora do período menstrual. Ou, no caso de mulheres  na menopausa, qualquer sangramento vaginal. 

Diagnóstico

O diagnóstico do câncer de endométrio pode ser feito por meio de uma investigação a partir dos sintomas relatados ou por meio da detecção em exames de rotina. 

Os exames voltados ao diagnóstico de câncer de endométrio mais comuns são a ultrassonografia transvaginal, a histeroscopia e a biópsia do endométrio. 

Prevenção

A adoção de hábitos saudáveis, como atividades físicas e controle de peso corporal, foram associados à manutenção da saúde e prevenção do câncer de endométrio. Engravidar também entra nessa lista. 

Porém, a melhor maneira de se proteger contra o câncer de endométrio é estar em dia com seus exames de rotina. 

Câncer da vagina 

O câncer da vagina é considerado raro e geralmente originado como complicação de algum outro câncer na área reprodutora como o câncer de útero, por exemplo. É mais comum em mulheres com idade superior aos 60 anos e mulheres de qualquer idade infectadas pelo vírus HPV. Mulheres que apresentem algum outro tipo de câncer ginecológico também fazem parte de uma expressiva parcela do grupo de risco. 

Sintomas 

Dentre os sintomas mais comuns associados à doença podemos citar: dores durante a relação sexual, dor abdominal ou pélvica constante, vontade frequente de urinar com ou sem presença de ardência ou dor, sangramento vaginal fora do período menstrual, corrimento com mau cheiro, inchaço e vermelhidão na área genital. 

Diagnóstico 

  •  Por estar frequentemente associado a outros tipos de câncer ginecológico, recomenda-se também a realização do exame preventivo (papanicolau) e o exame pélvico. A biópsia da área afetada também auxiliará no diagnóstico.  

Prevenção 

A prevenção se dá por meio da utilização de preservativos durante relações sexuais, a adoção e manutenção de hábitos saudáveis e a realização de exames periódicos de checagem. 

Câncer de vulva 

O câncer de vulva acomete a parte mais externa do órgão reprodutor feminino, geralmente se localizando na abertura da vagina e se classificando como uma variação câncer de pele. Afeta com maior frequência mulheres acima de 60 anos, geralmente após a menopausa. 

Sintomas 

Coceira e vermelhidão na área da vulva , surgimento de verrugas ou feridas (vermelhas ou da cor da pele) que não somem com facilidade. Essas feridas podem apresentar um aspecto escamoso ou descolorido. 

Diagnóstico

Costuma ser percebido pelo ginecologista durante o exame pélvico. A partir daí, realiza-se uma biópsia da área afetada para que se receba um diagnóstico mais concreto.

 

Prevenção

A prevenção do câncer de vulva se dá por meio da prevenção de infecção do vírus HPV e pela realização de exames ginecológicos períodos (papanicolau, ultrassonografia e exames pélvicos). 

Todos os tipos de câncer ginecológico se diagnosticados precocemente apresentam altíssimas porcentagens de recuperação completa, que chegam até a margem de 90%. Por isso, não deixe de realizar seus check-ups e visitas ao ginecologista. Eles são essenciais para garantir que você esteja feliz, saudável e despreocupada! 

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Cardiopatia congênita: o que é, tipos e sintomas

Cardiopatia congênita é o nome dado a todas as possíveis deformidades que possam ocorrer na estrutura do coração ainda nos períodos iniciais de formação do feto no útero. As cardiopatias congênitas são o tipo de malformação fetal mais comum.

Pesquisas indicam que cerca de 1 a cada 100 crianças nascem com algum tipo de cardiopatia congênita e cerca de 80% delas necessitarão de algum procedimento cirúrgico em algum momento da vida. 

Apesar do tratamento da grande maioria dos casos ser realizado após o nascimento,  é importante que o diagnóstico seja feito ainda no pré natal,  para programar o nascimento para um centro que esteja preparado para os cuidados adequados  iniciais ao bebê após o parto; e tenha instalações para cirurgias cardíacas.

O que é Cardiopatia congênita? Qual seu significado?

Cardiopatia congênita é um problema que ocorre enquanto o coração do bebê está se desenvolvendo durante a gravidez, antes de o bebê nascer. Os problemas cardíacos congênitos são os defeitos congênitos mais comuns.

Cardiopatia congênita

O coração de um bebê começa a se desenvolver na concepção, mas está completamente formado após 8 semanas de gravidez. Os problemas cardíacos congênitos acontecem durante as primeiras 8 semanas de desenvolvimento do bebê. Etapas específicas devem ocorrer para que o coração se forme corretamente. Sendo assim, frequentemente os problemas cardíacos congênitos são o resultado de uma dessas etapas não ter ocorrido no momento certo.

Tipos de Cardiopatia 

A presença ou não da cianose sintoma que se caracteriza pela coloração azul-arroxeada na pele, mucosa ou unhas, e está associado à baixa oxigenação no sangue, pode dividir as cardiopatias em dois grupos: cardiopatias cianóticas e cardiopatias acianóticas. 

Cardiopatias acianóticas

Consideradas as mais frequentes, as cardiopatias acianóticas não vão apresentar a cianose como um sintoma, mas apresentam outros indícios tais como casos de pneumonia recorrente e cansaço fácil. 

Aqui as malformações geralmente podem ser na comunicação entre os átrios (CIA), na persistência do canal arterial (PCA), na comunicação entre os ventrículos (CIV) ou coarctação da aorta (CoAo) que nesse caso também apresentará hipertensão arterial como um indício. 

Cardiopatias cianóticas

Vão ser caracterizadas especialmente pela presença da coloração azul-arroxeada na pele, mucosas ou unhas. Nas cardiopatias cianóticas, é comum que aconteça uma mistura de sangue entre sangue rico em oxigênio e sangue rico em gás carbônico, bem como alterações nos fluxos sanguíneos, ocasionando assim essa carência em oxigênio na corrente sanguínea que resultará na cianose. 

Dentre esses casos de cardiopatia, encontram-se: a tetralogia de Fallot (uma das ocorrências mais comuns, caracterizada principalmente por um acentuado defeito no septo ventricular), atresia tricúspide (caracterizada ausência de comunicação entre o átrio e o ventrículo direito), transposição das grandes artérias (caracterizada pela “troca” de lado das artérias principais do coração), anomalia de Ebstein (deformidade na válvula tricúspide) e DSAV (Defeitos do septo atrioventricular). 

As cardiopatias cianóticas apresentam uma grande incidência de casos mais simples, sem muitas complicações. Todavia, em casos mais graves, pode ser imperativo que se faça um transplante de coração. 

Sintomas de cardiopatia congênita

A cardiopatia congênita pode ser detectada a partir dos seus sintomas, como arritmias, dificuldade para ganhar peso, falta de ar, cianose, dores no peito, sopro cardíaco e cansaço. 

Em bebês, caso não tenham sido feitos os exames de rotina durante a gravidez ou após o nascimento da criança, a cardiopatia poderá ser notada a partir da identificação de sintomas pelos pais, tais como: cansaço depois de mamar, choro constante, arritmias cardíacas e a possível cianose. O pediatra também poderá perceber a presença de sopro cardíaco, hipertensão arterial e frequência cardíaca alterada, encaminhando o bebê para a realização de exame.

Ressalta-se que a cardiopatia congênita pode se manifestar em diferentes fases da vida, desde o nascimento até a fase adulta, e que pode permanecer assintomática por muitos anos dificultando o diagnóstico precoce. Sendo assim, faz-se fundamental a realização de check-ups cardiológicos periódicos. 

Diagnóstico de cardiopatia congênita na gestação

Realizado de forma muito semelhante à ecografia, sem riscos para o feto e possibilitando a identificação da cardiopatia congênita com eficiência, a ecocardiografia fetal é a melhor maneira de realizar um diagnóstico precoce da condição e tomar medidas para que o parto seja realizado da forma mais segura possível para a criança e a mãe, prevenindo possíveis episódios de choque, parada cardíaca ou comprometimento neurológico do bebê. 

A ecocardiografia fetal  pode ocorrer a partir da 18ª semana de gestação. Todavia o tempo ideal para a realização do exame é entre a  24ª a 28ª semana de gravidez.

Apesar de existirem alguns fatores que possam indicar uma pré-disposição para a cardiopatia congênita, em muitos casos, ela pode ocorrer de maneira espontânea, o que reforça a recomendação que esse exame seja feito por todas as gestantes, mesmo que não exista uma suspeita prévia. 

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Fatores que Aumentam o Risco de cardiopatia congênita ou Fetal

Visto que alguns fatores maternos e/ou fetais aumentam o risco de cardiopatias, eles devem ser acompanhados com atenção. De acordo com os fatores, pode ser indicado que a ecocardiografia fetal seja feita mais precocemente, ou até mesmo mais de uma vez durante a gestação.

Os principais fatores fetais são:

• Suspeita de malformação cardíaca durante ecografia obstétrica de rotina.
Arritmias fetais (frequência cardíaca menor que 120 bpm ou maior que 180 bpm).
• Aumento da translucência nucal (aquela pequena prega que fica na nuca do bebê).
• Gêmeos monocoriônicos.
• Malformações extra cardíacas, aquelas que acontecem fora do coração, nos pulmões, rins ou aparelho digestivo, por exemplo.
• Retardo no crescimento intrauterino, quando o bebê não cresce de acordo com os padrões devidos.
Síndromes genéticas. Também chamadas de síndromes cromossômicas, são anomalias causadas por alterações nas estruturas dos cromossomos, que formam o DNA. As síndromes mais comuns são a Síndrome de Down e Síndrome do Cromossomo X Frágil, entre outras.

Características Maternas que Aumentam o Risco de Cardiopatias Fetais (congênita)

Os principais fatores de risco maternos são:

• Histórico familiar de cardiopatia congênita.
• Diabetes.
• Infecções virais como Rubéola, Toxoplasmose, Citomegalovírus.
• Doenças autoimunes como Lúpus, Dermatomiosite.
• Uso de anti-inflamatórios não esteroidais na gravidez, anticonvulsivantes e lítio.
• Gestantes acima de 40 anos.

Visto que a grande maioria das malformações cardíacas demanda tratamento nos primeiros 30 dias de vida, e, por vezes, intervenção intra útero, o diagnóstico por meio da ecocardiografia é essencial para assegurar a saúde desses bebês.

Riscos na gravidez

A cardiopatia congênita pode apresentar maior probabilidade de ocorrer em gestações de mulheres com mais de 40 anos, que apresentem diabetes ou um histórico familiar de ocorrência da doença.

Além disso o risco também é maior para gestantes que estejam sofrendo de infecções virais, como a rubéola, ou que possuam um diagnóstico de doenças autoimunes, como lúpus e dermatomiosite. A ingestão de anti-inflamatórios não esteroidais, anticonvulsivantes e lítio durante a gravidez também podem ser apontados como potencializadores de risco. 

Já os fatores que aumentam o risco do feto ter uma malformação cardíaca são: aumento da translucência nucal , que pode ser evidenciada na ecografia morfológica do 1 trimestre, taquicardia contínua ( aumento dos batimentos cardíacos) bradicardia contínua ( diminuição dos batimentos cardíacos) , e outras anomalias fetais fora do sistema cardíaco. 

Para entender melhor a importância do exame ecocardiografia fetal, assista ao vídeo abaixo que preparei para você!

O diagnóstico precoce de cardiopatia congênita é fundamental para o planejamento do parto, já que este deverá ocorrer em um centro que esteja preparado para intervenções clínicas ou cirúrgicas no feto.

Isso evita complicações comuns como choque, parada cardíaca ou comprometimento neurológico do bebê.

Como 90% dos casos de malformações cardíacas fetais não estão associados a nenhum fator específico de risco, a Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda que o exame de Ecocardiografia Fetal seja realizado em todas as gestantes, a fim de se descobrir precocemente qualquer anomalia cardíaca.

Lembre-se que a cardiopatia congênita tem diversas possibilidades de tratamento, mas se torna potencialmente mais fácil de cuidar quando é diagnosticada o mais cedo possível!

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Endometriose: o que é, causas, sintomas e tratamento

A Endometriose é uma doença frequentemente dolorosa em que o tecido semelhante ao tecido que normalmente reveste o interior do útero – o endométrio – cresce fora do útero. A endometriose envolve mais comumente os ovários, as trompas uterinas e o tecido que reveste a pelve. Dificilmente o tecido endometrial pode se espalhar além dos órgãos pélvicos.

A Endometriose é uma doença bastante comum nas mulheres e que costuma gerar diversas dúvidas.

  • Quais são os sintomas?
  • Como saber se estou com Endometriose?
  • Quando ir ao médico?
  • Em qual idade ela costuma aparecer?
  • Quais as possíveis causas e fatores de risco da doença?
  • E as consequências e riscos?
  • Como é feito o diagnóstico e quais são as opções de tratamento?
  • Precisa de cirurgia?

Para esclarecer a todas essas dúvidas e demais questões que envolvem a Endometriose da melhor forma possível, a Dra. Nubia, médica da Clínica Viver de Imagens Médicas, preparou um vídeo especial para você sobre o assunto.

Assista abaixo e acompanhe o artigo completo logo em seguida para mais informações.

Possui mais dúvidas? Coloque nos comentários ao final deste artigo!

O que é Endometriose?

A Endometriose é uma doença caracterizada pela presença de tecido endometrial (endométrio) fora da cavidade uterina. Com isso, fragmentos desse tecido podem ser encontrados nos ovários, trompas, ligamentos, intestino e bexiga, sendo uma situação anormal no corpo da mulher.

Mesmo assim, o endométrio cresce normalmente todos os meses para se preparar para implantar um óvulo fecundado. Quando a fecundação não ocorre, o tecido endometrial se descama e é expelido com a menstruação.

Nesse processo, por conta da doença, a mulher costuma apresentar alguns sintomas e pode sofrer com algumas consequências, como verá mais à frente.

Tipos de Endometriose

Existem diversos tipos de endometriose, classificados de acordo com aspectos como intensidade e localização da doença. 

Endometriose Superficial (ou Endometriose Peritoneal  Superficial)

É o tipo de endometriose mais comum e menos grave, que penetra até 0,5 cm no órgão ou estrutura afetada. Apesar disso, também pode gerar dores intensas na mulher. Atinge órgãos como intestino, ovários, tubas uterinas, ureter, bexiga e o próprio útero.

Endometriose Moderada (ou Endometriose Ovariana)

Neste tipo de endometriose, ocorre a formação de cistos com conteúdo sanguinolento nos ovários. Geralmente a paciente refere dor discreta, mas a sua importância está relacionada à infertilidade. Seu diagnóstico geralmente é feito pela laparoscopia, já que não ocasiona alterações anatômicas importantes nos órgãos acometidos.

Endometriose Profunda (ou Endometriose Infiltrativa)

É o tipo de endometriose que penetra mais que 0,5 cm no órgão ou estrutura. Pode atingir vários órgãos, como: útero, espaço retrouterino, ovários, ligamentos útero-sacros , ligamentos para-uterinos, retossigmoide, bexiga, ureteres e vagina. Pode causar dores pélvicas intensas, dor à relação sexual, cólicas menstruais fortes, fluxo menstrual abundante e com coágulos, e dor ao urinar ou evacuar.

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Endometriose de Septo Reto-Vaginal

Atinge a região entre a vagina e o reto, denominada septo reto-vaginal. Por isso, costuma gerar grande desconforto e dor na mulher durante a relação sexual.

Endometriose de Parede (ou Endometriose Umbilical)

Atinge a parede abdominal próxima ao umbigo, geralmente ao redor da cicatriz de cesariana, e tende a gerar dores intensas nessa região durante o ciclo menstrual.

Endometriose Pulmonar

Um dos tipos mais raros de endometriose, atingindo os pulmões. É rara e pode causar sintomas como tosse com sangue, durante a menstruação.

Dentre todas essas classificações principais, o tipo de endometriose considerado mais grave é a Endometriose Profunda, devido à intensidade dos sintomas e ao maior risco de provocar infertilidade na mulher.

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Como a doença se manifesta

Sabe-se que há uma alta prevalência, 90% das vezes, em mulheres com dor pélvica, cólicas menstruais intensas ou com problema de infertilidade.

Endometriose o que é

Os exames de imagem mostram lesões avermelhadas, que sangram durante o ciclo menstrual, e que, com isso podem formar aderências, isto é, pontes fibróticas que colam um órgão ao outro. Quando essas pontes de fibras se localizam nas trompas, podem causar obstruções e infertilidade.

Estágios da Endometriose

De acordo com a American Society of Reproductive Medicine – ASRM (ou, em português, Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva), existem 4 estágios principais da endometriose, ordenados de acordo com o tamanho, profundidade, localização e gravidade das lesões. 

  • Primeiro estágio (mínimo): quando as lesões ainda são poucas, pequenas, superficiais e isoladas;
  • Segundo estágio (leve): quando as lesões ainda são pequenas, mas em maior número e menos superficiais; 
  • Terceiro estágio (moderado): quando existem várias lesões de endometriose, profundas, além da presença de cistos pequenos nos ovários e aderências (bandas mais grossas de tecido cicatricial);
  • Quarto estágio (grave): quando as lesões são diversas, profundas, além da presença grandes cistos nos ovários e aderências mais espessas.

Deve-se ressaltar que nem sempre a endometriose é progressiva e evolui de um estágio para o outro. As lesões podem permanecer iguais, sem nenhum alteração, durante muito tempo.

Causas da Endometriose

Não existe uma causa certa para ao desenvolvimento da Endometriose. Mas existem duas hipóteses que podem explicar o surgimento da doença:

  • 1ª Hipótese: menstruação retrógrada, condição em que uma parte do sangue menstrual volta pelas trompas, caindo na cavidade abdominal e se implantando nos órgãos pélvicos.
  • 2ª Hipótese:  teoria imunológica, em que as células de defesa, ao invés de removerem as células endometriais, parecem estimular o seu desenvolvimento.

E o mais provável é que essas duas teorias se complementem. Considera-se, também, a probabilidade de a Endometriose começar logo após a menarca, para manifestar sintomas apenas por volta dos 30 anos.

Fatores de Risco da Endometriose

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento da Endometriose são:

  • Histórico familiar;
  • Nuliparidade (mulheres que não tiveram filhos);
  • Parto do primeiro filho após os 35 anos;
  • Ciclos menstruais curtos (menores que 27 dias);
  • Baixos índices de massa corporal;
  • Malformações uterinas, como útero bicorno ou didelfo;
  • Ter passado por procedimentos como conização ou cauterização do colo uterino;
  • Mulheres da etnia branca e asiática.

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Sintomas da endometriose

Os principais sintomas da Endometriose são:

  • Cólica menstrual intensa;
  • Dor pélvica crônica;
  • Dor durante a relação sexual;
  • Infertilidade causada tanto por aderência quanto por fatores imunológicos;
  • Dor ao urinar.
  • Sangue na urina ou obstrução urinária;
  • Dor e distensão abdominal;
  • Diarreia ou prisão de ventre;
  • Náuseas e vômitos na Endometriose intestinal;
  • Fluxo menstrual intenso, com coágulos e cólicas.

É interessante sabermos que a gravidade da doença nem sempre está relacionada à dor. Pacientes com Endometriose Profunda podem sentir pouca ou nenhuma dor.

Diagnóstico da Endometriose

O diagnóstico da Endometriose pode ser feito por meio do exame físico e por exames complementares, como:

  • Análise da dosagem de Ca 125 no sangue, que tende a estar aumentada.
  • Ultrassonografia transvaginal, que detecta cistos endometrióticos e a Endometriose uterina.
  • Ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal, que permite a detecção, com alta sensibilidade, de focos endometrióticos no retossigmoide, ligamentos, espaço entre o útero e a bexiga, entre a vagina e o reto, na vagina, ureteres, mapeando a extensão da doença. É superior à ressonância na detecção de focos endometrióticos no intestino.
  • Ressonância Magnética, que detecta com grande precisão os focos endometrióticos, sendo superior a ecografia na detecção de endometriose no assoalho pélvico.
  • Laparoscopia, o método considerado padrão ouro para o diagnóstico da Endometriose, que examina e permite a retirada dos focos endometrióticos. Esse procedimento contempla a introdução de uma cânula óptica e pinças cirúrgicas em pequenos cortes feitos no abdômen, sob anestesia.

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Tratamento da Endometriose

  • Anticoncepcionais de uso contínuo, que bloqueiam o ciclo menstrual.
  • O DIU de Mirena indicado para tratamento da dor pélvica e das cólicas menstruais.
  • Análogos do GNRH (hormônio liberador de gonadotropina), que produzem uma menopausa medicamentosa. Têm como inconveniente poder causar osteoporose, se utilizados por mais de 6 meses.

A cirurgia está indicada quando os sintomas são graves, incapacitantes ou não atenuam com tratamento medicamentoso. A laparoscopia permite a remoção de aderências e retirada ou cauterização dos implantes, restaurando a anatomia pélvica.

Riscos e possíveis consequências da Endometriose não tratada

Se não tratada, a Endometriose pode evoluir e impactar diretamente na saúde da mulher. Em alguns casos, a doença pode progredir e obstruir/danificar canais importantes para o funcionamento do organismo (como ureteres, tubas uterinas), além do risco de infertilidade nos quadros mais graves.

endometriose o que é - exame que detecta a endometriose

Por isso, buscar por atendimento médico e tratamento para Endometriose é fundamental para minimizar possíveis impactos mais sérios da doença na saúde da mulher.

Endometriose tem cura?

Quando diagnosticada no início e tratada adequadamente, a endometriose possui grandes chances de cura, pois as lesões ainda são superficiais. Em casos mais graves, a cirurgia pode solucionar por completo o problema. 

Porém, quando não é possível curar a Endometriose, o tratamento ajuda a controlar os sintomas intensos e a promover uma melhor qualidade de vida para a paciente.

Além disso, a fertilidade da mulher também pode ser restaurada quando a doença é tratada.

Quais os cuidados para quem tem Endometriose?

Para quem tem endometriose, o principal cuidado é adotar um estilo de vida mais saudável, com prática regular de atividades físicas e uma alimentação mais adequada. Tais hábitos ajudam a combater os sintomas e a inflamação causada pela endometriose, evitando que o quadro se agrave.

Recomenda-se, por exemplo, praticar exercícios aeróbicos, como caminhada, bicicleta e corrida, entre 3 e 4 vezes na semana, durante 30 a 40 minutos.

Além disso, cuidar da alimentação também é importante. É indicado incluir alimentos com ação anti-inflamatória (frutas, verduras, cereais integrais, alimentos ricos em ômega-3) e evitar aqueles que geram a reação contrária (carne vermelha, leite e derivados, embutidos, frituras, açúcares).

Para pacientes com quadro de estresse ou ansiedade, ou ainda pacientes que desejam engravidar, também é recomendado um acompanhamento psicológico.

Quem tem Endometriose pode engravidar?

Pacientes com endometriose podem engravidar. Porém, é recomendado comunicar o desejo ao médico para que se possa pensar em alternativas que facilitem a gravidez, já que a endometriose tende a dificultá-la.

Quem tem Endometriose menstrua?

Sim, mulheres com endometriose menstruam. Porém, podem haver alterações no ciclo menstrual, como fluxos mais intensos e em maiores quantidades, cólicas fortes, menstruação prolongada por mais tempo que o comum, sangue com aspecto coagulado e mais escuro.

Tais alterações, se ocorrerem, devem ser comunicadas ao ginecologista.

O que fazer para aliviar a dor da Endometriose?

Praticar exercícios leves (caminhada, ioga, pilates), incluir alimentos ricos em ômega-3 (como castanhas, salmão, linhaça) e aplicar compressas de água quente na região abdominal são algumas das ações que ajudam a aliviar a dor da endometriose.

Além disso, também pode-se utilizar uma medicação analgésica e anti-inflamatória para minimizar os desconfortos, desde que recomendada e orientada por um médico.

Resumo

Neste artigo, para esclarecer as principais dúvidas sobre a Endometriose, abordamos os seguintes pontos:

  • É uma doença benigna.
  • É considerada uma doença crônica, isto é, sem cura definitiva, mas passível de ser controlada.
  • Tem na ultrassonografia (US) transvaginal o primeiro exame a ser feito.
  • A ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal é o melhor método para diagnóstico de endometriose intestinal.
  • A Ressonância Magnética é o exame que melhor detecta endometriose no assoalho pélvico.
  • Tem na laparoscopia como o melhor método para diagnóstico e tratamento.
  • Nem sempre leva a paciente à infertilidade. Cerca de 50% das mulheres com Endometriose podem engravidar sem tratamento.

Se você apresenta ou conhece alguém que apresenta os sintomas que foram mencionados, procure um atendimento médico para esclarecer qualquer suspeita. Confirme com um ginecologista qual o exame de imagem mais indicado para o caso específico, a fim de se obter um diagnóstico mais preciso.

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