Remissão do diabetes tipo 2: entenda o caso!

O diabetes tipo 2 – desenvolvido por conta de hábitos de vida – tem sido alvo de estudos quanto à possibilidade de poder ser revertido, o que ainda não é um consenso. 

Muitos estudos, no entanto, têm indicado nessa direção. Logo abaixo falaremos sobre alguns pontos importantes sobre isso. Confira!

O que se sabe até hoje sobre remissão do diabetes tipo 2?

O que se sabe até hoje sobre remissão do diabetes tipo 2?

A possibilidade de remissão do diabetes tipo 2 tem sido objeto de estudos e pesquisas ao longo dos anos, com resultados que destacam a influência de intervenções no estilo de vida, na melhoria dos níveis de glicose e na redução dos sintomas da doença. 

A remissão, neste contexto, refere-se à reversão dos sintomas e à normalização dos níveis de glicose, muitas vezes sem a necessidade de medicação contínua.

Alguns pontos relevantes, baseados em estudos científicos e clínicos, incluem:

Estilo de vida saudável

Intervenções significativas no estilo de vida, como mudanças na dieta, aumento da atividade física e perda de peso, têm demonstrado impactos positivos na remissão do diabetes tipo 2, como o trabalho publicado na revista científica The Lancet Regional Health, por pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia.

Perda de peso

Estudos têm mostrado que a perda de peso, especialmente quando associada à gordura visceral, está relacionada à melhoria da sensibilidade à insulina e à remissão do diabetes tipo 2.

Restrição calórica

Algumas abordagens dietéticas, incluindo a restrição calórica, têm sido associadas a melhorias nos marcadores do diabetes tipo 2 e à promoção da remissão.

Cirurgia bariátrica

Em casos mais graves, a cirurgia bariátrica tem sido uma opção que não apenas leva à perda significativa de peso, mas também pode resultar na remissão do diabetes tipo 2 em alguns pacientes, conforme alguns estudos.

Tempo no diagnóstico

Estudos indicam que a remissão pode ser mais alcançável em estágios iniciais do diabetes tipo 2, destacando a importância do diagnóstico precoce e intervenção. Em geral, pacientes com menos de 5 anos de diagnóstico têm melhores prognósticos.

Monitoramento e acompanhamento

A remissão muitas vezes requer monitoramento constante, ajustes nas abordagens de tratamento e acompanhamento médico regular para manter os resultados a longo prazo.

É crucial reconhecer que a possibilidade de remissão pode variar de pessoa para pessoa, dependendo de fatores como genética, gravidade da condição e aderência às mudanças no estilo de vida. Além disso, a remissão não implica cura definitiva, e o gerenciamento contínuo é necessário para evitar recorrências.

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É possível ter qualidade de vida mesmo com diabetes?

É possível ter qualidade de vida mesmo com diabetes?

É absolutamente possível ter uma qualidade de vida significativa mesmo ao conviver com o diabetes, porém com cuidados importantes, que devem ser seguidos à risca, como:

Alimentação balanceada

Adote uma dieta equilibrada, rica em vegetais, frutas, grãos integrais e proteínas magras. Controle o consumo de carboidratos, monitorando as porções e escolhendo alimentos de baixo índice glicêmico.

Controle do peso

Mantenha um peso saudável por meio de hábitos alimentares adequados e atividade física regular. A perda de peso, quando necessário, pode ter um impacto significativo na gestão do diabetes.

Atividade física regular

Inclua exercícios físicos em sua rotina diária. A atividade física ajuda a controlar os níveis de glicose, melhora a sensibilidade à insulina e promove a saúde cardiovascular.

Monitoramento regular da glicose

Faça o monitoramento regular dos níveis de glicose no sangue. Isso permite ajustes nas medicações e nas escolhas alimentares conforme necessário.

Medicação adequada

Tome os medicamentos prescritos conforme as orientações do médico. É crucial seguir o plano de tratamento para manter os níveis de glicose sob controle.

Acompanhamento médico

Agende consultas regulares com seu médico endocrinologista, para monitorar seu estado de saúde e ajustar o tratamento conforme necessário.

Ao adotar esses cuidados, de maneira consistente, muitas pessoas com diabetes conseguem levar vidas ativas, produtivas e gratificantes. 

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Parte dos cuidados regulares importantes no bom controle do diabetes e suas consequências é a realização de exames de imagem.

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Diabetes e risco cardiovascular: qual a relação?

É provável que você já saiba o que é o diabetes e os muitos riscos que ele oferece para todo o corpo, desde problemas nos rins, perda da visão e até – em casos graves – amputação de membros.

Além de todos esses riscos sérios, uma área especialmente sensível aos efeitos do diabetes é a saúde cardiovascular, ou seja, do coração e seus vasos.

 A seguir você vai conhecer a relação entre o diabetes e o aumento do risco cardiovascular. Acompanhe!

A relação entre diabetes e risco cardiovascular

A relação entre diabetes e o aumento do risco cardiovascular é bem estabelecida e multifacetada. Pessoas com diabetes têm um risco significativamente maior de desenvolver doenças cardiovasculares, em comparação com aquelas sem a condição. 

Várias razões contribuem para essa associação:

Resistência à insulina e inflamação

A resistência à insulina, comum no diabetes tipo 2, está ligada à inflamação crônica no organismo. A inflamação pode desencadear danos às paredes dos vasos sanguíneos, facilitando a formação de placas ateroscleróticas.

Aterosclerose acelerada

Pessoas com diabetes frequentemente experimentam uma aceleração do processo de aterosclerose, no qual placas de gordura, colesterol e outros elementos se acumulam nas artérias, estreitando-as e prejudicando o fluxo sanguíneo.

Níveis elevados de glicose no sangue

Níveis persistentemente elevados de glicose no sangue (hiperglicemia) podem causar danos aos vasos sanguíneos, levando à aterosclerose e aumentando o risco de eventos cardiovasculares.

Disfunção endotelial

O diabetes pode levar à disfunção endotelial, que é a incapacidade dos vasos sanguíneos de dilatarem adequadamente. Isso contribui para a rigidez das artérias e aumenta a pressão arterial.

Aumento dos níveis de triglicerídeos e redução do HDL

O diabetes muitas vezes está associado a níveis elevados de triglicerídeos e redução dos níveis de lipoproteína de alta densidade (HDL), o “bom” colesterol, fatores que contribuem para a aterosclerose.

Risco de microangiopatia

Além das grandes artérias, o diabetes também aumenta o risco de microangiopatia, afetando os vasos sanguíneos menores, o que pode levar a complicações como retinopatia e nefropatia.

Fatores de risco agregados

Pessoas com diabetes frequentemente apresentam outros fatores de risco cardiovascular, como hipertensão arterial, obesidade e perfil lipídico desfavorável, o que amplifica o risco global.

Comprometimento do sistema nervoso autônomo

O diabetes pode afetar o sistema nervoso autônomo, resultando em desregulação da frequência cardíaca e da pressão arterial, aumentando o risco de eventos cardiovasculares.

Eventos cardiovasculares silenciosos

Indivíduos com diabetes têm uma maior probabilidade de experimentar eventos cardiovasculares “silenciosos”, como infarto do miocárdio assintomático, o que dificulta a identificação precoce.

É essencial que pessoas com diabetes adotem um estilo de vida saudável, monitorem regularmente seus níveis de glicose, pressão arterial e colesterol, e recebam cuidados médicos regulares para gerenciar eficazmente os fatores de risco cardiovascular e prevenir complicações.

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O que é cardiopatia diabética?

A cardiopatia diabética refere-se às complicações cardiovasculares que podem surgir em decorrência do diabetes, como vimos anteriormente. Ou seja, trata-se dos problemas relacionados ao coração que surgiram por causa do diabetes

Problemas cardiovasculares são uma das principais complicações crônicas associadas ao diabetes, o que é ainda mais preocupante devido aos números alarmantes dessa condição. 

Para se ter uma ideia, confira os dados abaixo, colhidos junto ao Ministério da Saúde:

✅ Em todo o mundo, estima-se que haja 425 milhões de diabéticos.

✅ Um em cada 11 adultos tem diabetes.

✅ Estima-se que o número de pessoas com diabetes subirá para 552 milhões em 2030, e é provável que atinja 629 milhões em 2045.

>>> Veja também – O que é pré-diabetes? Como prevenir?

Afinal, como se proteger?

Proteger-se dos riscos associados à cardiopatia diabética envolve a adoção de um estilo de vida saudável e a gestão eficaz do diabetes. Aqui estão algumas medidas que podem ajudar a reduzir os riscos cardiovasculares em pessoas com diabetes:

Controle glicêmico adequado: Mantenha os níveis de glicose no sangue dentro da faixa alvo, conforme orientado pelo seu profissional de saúde. Isso ajuda a prevenir danos aos vasos sanguíneos.

Monitoramento regular da pressão arterial: Faça o monitoramento regular da pressão arterial. Manter a pressão arterial dentro dos limites saudáveis é fundamental para reduzir o risco de complicações cardiovasculares.

Manutenção de um peso saudável: Mantenha um peso corporal saudável por meio de uma dieta equilibrada e atividade física regular. O excesso de peso está associado a um aumento no risco cardiovascular.

Dieta saudável para o coração: Adote uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis. Limite a ingestão de gorduras saturadas, colesterol e sódio.

Atividade física regular: Incorporar atividades físicas regulares ao seu cotidiano é crucial. O exercício ajuda a controlar o peso, reduzir a pressão arterial e melhorar a sensibilidade à insulina.

Gestão do estresse: Práticas de gestão do estresse, como meditação, ioga e técnicas de relaxamento, podem ser benéficas para o coração e contribuir para um estilo de vida mais saudável.

Não fumar: Se você fuma, considere parar. O tabagismo é um fator de risco significativo para doenças cardíacas, e parar de fumar traz benefícios imediatos à saúde.

Controle do colesterol: Mantenha os níveis de colesterol dentro das metas recomendadas. Isso envolve escolhas alimentares saudáveis e, se necessário, medicamentos prescritos pelo médico.

Exames de rotina: Faça exames de rotina, incluindo check-ups cardíacos regulares, para monitorar a saúde cardiovascular e identificar precocemente quaisquer problemas.

Adesão aos medicamentos: Tome os medicamentos prescritos pelo médico conforme orientado, incluindo medicamentos para controle do diabetes, pressão arterial e colesterol.

Educação contínua: Mantenha-se informado sobre o diabetes e suas complicações. A educação contínua ajuda na tomada de decisões informadas sobre o autocuidado.

Ao adotar essas medidas, as pessoas com diabetes podem reduzir significativamente os riscos cardiovasculares associados e melhorar a qualidade de vida. 

É fundamental trabalhar em parceria com profissionais de saúde – como cardiologistas e endocrinologistas – para desenvolver um plano de gestão personalizado, levando em consideração as necessidades individuais e os fatores de risco específicos.

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Artrite reumatoide: causas, sintomas e tratamentos modernos!

A artrite reumatoide é uma condição que afeta quase 2 milhões de pessoas só no Brasil e causa danos e incômodos de vários tipos, com grande impacto na qualidade de vida.

Apesar disso, pesquisas mostram que menos da metade das pessoas afetadas procuram ajuda médica e apenas 4% acabam se consultando com um(a) reumatologista – especialista que trata dessa condição.

Por toda essa importância, neste conteúdo vamos mostrar o que é a artrite reumatoide, quais as possíveis causas, seus sintomas e os tratamentos mais modernos.

Afinal, o que é artrite reumatoide?

Para entender o que é artrite reumatoide (AR), antes é importante saber o que são doenças autoimunes. 

Trata-se de um grupo de condições de saúde em que o sistema imunológico da pessoa afetada – que tem a função de proteger o organismo contra invasores, como bactérias e vírus – passa a atacar as próprias células e tecidos do corpo.

🚨 Em outras palavras, o sistema imunológico perde a capacidade de diferenciar entre o que é perigoso para o corpo e o que são as próprias células e tecidos do organismo, e começa a atacá-los como se fossem invasores.

Essa resposta imunológica anormal pode levar a inflamação crônica e a danos nos órgãos e tecidos afetados, em praticamente qualquer parte do corpo, incluindo as articulações, como no caso da artrite reumatoide.

Nessa condição, o sistema imunológico ataca as próprias articulações da pessoa, levando a inflamação crônica, danos articulares e, em casos avançados, pode causar deformidades. A artrite reumatoide é uma das formas mais comuns de artrite e pode afetar qualquer articulação do corpo. 

Evolução da artrite reumatoide nas articulações

Trata-se de uma condição sem cura e que evolui com períodos alternados, em que a doença entra em atividade e outros de remissão. A doença pode ter impactos significativos na qualidade de vida e na função das articulações afetadas.

Quais as causas da artrite reumatoide?

A causa exata da artrite reumatoide ainda não é completamente compreendida, mas acredita-se que seja resultado de uma combinação de fatores genéticos, ambientais e imunológicos. Aqui estão algumas das possíveis causas:

Fatores genéticos

A predisposição genética desempenha um papel importante no desenvolvimento da artrite reumatoide. Pessoas com parentes de primeiro grau com essa condição têm um risco maior de desenvolver a doença. Vários genes estão associados ao risco dessa doença autoimune.

Fatores ambientais

Certos fatores ambientais, como infecções virais e bacterianas, exposição a toxinas e hábitos de vida, podem desencadear ou contribuir para o desenvolvimento da artrite reumatoide em pessoas geneticamente suscetíveis. No entanto, nenhum agente específico foi identificado como a causa definitiva.

Inflamação crônica das articulações

A inflamação crônica nas articulações é uma característica central da artrite reumatoide. A inflamação resulta da ativação do sistema imunológico, que leva à liberação de citocinas pró-inflamatórias, como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa).

Fatores hormonais

Mulheres têm uma taxa de incidência mais alta de AR do que homens, o que sugere que hormônios sexuais podem desempenhar um papel no desenvolvimento da doença. Mudanças nos níveis hormonais, como durante a gravidez e a menopausa, podem afetar os sintomas dessa condição.

Tabagismo

O tabagismo é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da artrite reumatoide, especialmente em pessoas com predisposição genética.

É importante ressaltar que a artrite reumatoide é uma doença complexa e multifatorial, e várias combinações de fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, não havendo uma única causa conhecida. 

Quais os sintomas? Como identificar?

A artrite reumatoide é um quadro complexo, que pode provocar diversos sintomas e impactos na pessoa afetada, sendo os principais:

Dor articular

A dor nas articulações é um dos sintomas mais característicos da artrite reumatoide. Geralmente, é uma dor profunda e persistente que afeta principalmente as articulações das mãos, punhos, pés e joelhos. A dor é frequentemente simétrica, afetando as mesmas articulações dos dois lados do corpo.

Inchaço articular

A inflamação crônica nas articulações leva ao inchaço, que pode tornar as articulações quentes e sensíveis ao toque.

Rigidez matinal

Muitas pessoas com artrite reumatoide experimentam rigidez nas articulações pela manhã ou após períodos de repouso prolongado. Isso pode tornar difícil mover as articulações e pode durar várias horas.

Fadiga

A artrite reumatoide frequentemente causa fadiga extrema, que pode ser debilitante e não está diretamente relacionada ao nível de atividade física.

Perda de função articular

Com o tempo, a artrite reumatoide pode causar danos às articulações, resultando em perda de mobilidade e função. Isso pode levar à dificuldade em realizar tarefas cotidianas.

Deformidades articulares

Em casos graves e não tratados, a artrite reumatoide pode causar deformidades nas articulações, como desvios ou subluxações dos dedos.

Sintomas sistêmicos

Além dos sintomas nas articulações, essa doença autoimune pode afetar todo o corpo. Isso inclui febre baixa, perda de apetite e perda de peso inexplicada.

Comprometimento de outros órgãos

Em alguns casos, a artrite reumatoide pode afetar órgãos internos, como o coração, os pulmões, a pele e os olhos.

Sintomas extra-articulares

Algumas pessoas com artrite reumatoide desenvolvem sintomas que afetam sistemas ou órgãos fora das articulações, como a síndrome de Sjögren (que afeta as glândulas salivares e lacrimais), vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos) e problemas pulmonares.

Impacto na qualidade de vida

A artrite reumatoide pode ter um impacto significativo na qualidade de vida, limitando a capacidade de uma pessoa de realizar tarefas cotidianas e atividades de lazer.

É importante observar que a artrite reumatoide é uma doença progressiva, o que significa que os sintomas podem piorar com o tempo, a menos que sejam controlados por meio de tratamento médico adequado. 

O diagnóstico da artrite reumatoide pode ser feito com exames laboratoriais, para pesquisa do Fator Reumatoide, anticorpos contra peptídeo citrulinado ( PCC) , proteína C Reativa e VHS . 

Dentre os exames de imagem temos as radiografias, ultrassonografia com Doppler e Ressonância Magnética. 

Tratamentos modernos para artrite reumatoide?

O tratamento da AR envolve uma abordagem multifacetada com o objetivo de aliviar a dor, reduzir a inflamação, preservar a função articular e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. 

Os tratamentos para esse tipo de artrite podem variar dependendo da gravidade da doença e das necessidades individuais do paciente. Aqui estão algumas das opções de tratamento comuns para a artrite reumatoide:

Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): Os AINEs podem ajudar a aliviar a dor e a inflamação nas articulações.

Medicamentos modificadores da doença (DMARDs): Os DMARDs são medicamentos que atuam para reduzir a inflamação e retardar a progressão da AR.

Agentes biológicos: Os agentes biológicos são medicamentos que visam componentes específicos do sistema imunológico, como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa) ou interleucina-6.

Corticosteroides: Os corticosteroides são usados para reduzir rapidamente a inflamação em casos de surto agudo de AR. Eles são frequentemente prescritos a curto prazo.

Terapia de combinação: Em alguns casos, o médico pode prescrever uma combinação de DMARDs para melhorar a eficácia do tratamento.

Terapia física e ocupacional: A terapia física pode ajudar a melhorar a força e a mobilidade, enquanto a terapia ocupacional pode ensinar técnicas para facilitar a realização de atividades diárias.

Estilo de vida saudável: Manter um peso saudável, fazer exercícios regulares e uma dieta equilibrada podem ajudar a reduzir a carga nas articulações.

Repouso e proteção das articulações: Em casos de surto agudo, o repouso e o uso de dispositivos de apoio, como talas e órteses, podem ser necessários para proteger as articulações.

✅ Cirurgia: Em casos graves e quando outras opções de tratamento não são eficazes, a cirurgia para reparar ou substituir articulações danificadas, como uma artroplastia de quadril ou joelho, pode ser considerada.

Tratamento psicológico e de apoio: A artrite reumatoide pode ter um impacto significativo na saúde mental. O aconselhamento e o apoio psicológico podem ajudar os pacientes a lidar com o estresse e a ansiedade associados à doença.

O tratamento da AR é altamente individualizado e deve ser supervisionado por um reumatologista ou outro profissional de saúde especializado. É importante que os pacientes com AR sigam rigorosamente o plano de tratamento e trabalhem em estreita colaboração com sua equipe médica para controlar a doença e melhorar a qualidade de vida. 

A detecção precoce e o tratamento adequado são fundamentais para reduzir danos articulares e complicações a longo prazo.

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Tumor na hipófise: sintomas, diagnóstico e opções de tratamento

A hipófise é considerada a “glândula mestra” por regular o funcionamento de inúmeras funções do nosso corpo, desde a produção de hormônios, passando pelo crescimento e desenvolvimento.

Como qualquer outra área do nosso corpo, a hipófise também pode desenvolver tumores, o que pode causar inúmeras alterações, devido à importância desse glândula.

Neste conteúdo você vai saber mais sobre o tumor de hipófise, seus sinais e sintomas, além de conhecer como é feito o diagnóstico e tratamento!

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Afinal, o que é a hipófise e quais as suas funções

A hipófise, também conhecida como glândula pituitária, é uma pequena glândula localizada na base do cérebro, logo abaixo do hipotálamo. Ela desempenha um papel fundamental no sistema endócrino e possui várias funções essenciais para o corpo humano. 

A hipófise é frequentemente considerada a “glândula mestra” porque regula a atividade de muitas outras glândulas endócrinas no organismo. Suas principais funções incluem:

Regulação da produção hormonal – A hipófise secreta diversos hormônios, que controlam outras glândulas endócrinas. Esses hormônios estimulam ou inibem a produção de hormônios em glândulas como a tireoide, as glândulas suprarrenais, os ovários e os testículos.

✅ Controle do crescimento e desenvolvimento – Essa glândula também é responsável por secretar o hormônio do crescimento (GH), que regula o crescimento do corpo e o desenvolvimento dos tecidos.

✅ Regulação do metabolismo – Ela também influencia a função da tireoide, estimulando a produção de hormônios tireoidianos que regulam o metabolismo.

✅ Controle da reprodução – a pituitária regula a reprodução ao liberar hormônios que afetam os órgãos reprodutores, influenciando a função dos ovários e dos testículos.

✅ Regulação do estresse – Outra de suas importantes funções é secretar o hormônio antidiurético (ADH) e a ocitocina, que desempenham papéis na regulação da pressão sanguínea, do equilíbrio de líquidos e da resposta ao estresse.

✅ Regulação do ciclo circadiano – Além de tudo isso, a hipófise é responsável pela regulação do ritmo circadiano do corpo, influenciando a liberação de hormônios em momentos específicos do dia.

A hipófise é uma glândula crucial para o equilíbrio do nosso organismo, já que ajuda a manter o equilíbrio hormonal e desempenha um papel vital na regulação de muitos processos fisiológicos. Qualquer disfunção na hipófise pode ter impacto significativo na saúde e no bem-estar geral do indivíduo.

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Tumor na hipófise: sinais e sintomas

Por toda a importância que vimos anteriormente, um tumor na hipófise pode causar uma variedade de sinais e sintomas, que podem depender do tamanho, localização e tipo do tumor. Felizmente, na maioria dos casos, tratam-se de tumores benignos, ou seja, que não se espalham para outras regiões, como ocorre nos casos de câncer.

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🚨 Apesar disso, alterações nessa glândula costumam trazer grandes prejuízos para o paciente.

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Os tumores hipofisários podem ser divididos em dois tipos principais:

Tumores funcionais

Os tumores funcionais de hipófise são aqueles capazes de produzir hormônios e, por isso, podem provocar diferentes sintomas, a depender do tipo de hormônio em excesso, como:

✅ Prolactinomas: os tumores desse tipo que produzem excesso do hormônio prolactina e podem causar amenorreia (falta de menstruação), galactorreia (produção de leite nas mamas), disfunção erétil e diminuição da libido.

✅ Acromegalia: esse tipo de tumor secreta hormônio do crescimento em excesso podem levar ao crescimento excessivo de tecidos, como aumento das mãos, pés e mandíbula, alterações na voz, dor nas articulações e outros sintomas.

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Tumores não funcionais

Já os tumores de hipófise, do tipo “não funcional” são aqueles que não produzem hormônios, mas que ainda assim podem gerar impactos, como:

✅ Compressão de tecidos vizinhos: podem crescer e comprimir estruturas adjacentes, como o hipotálamo, nervos ópticos e seios cavernosos e causar sintomas como dor de cabeça, perda da visão periférica, alterações no apetite e na temperatura corporal, e distúrbios hormonais.

✅ Dor de cabeça: a dor de cabeça é um sintoma comum de tumores na hipófise, devido à pressão que exercem nas áreas circundantes do cérebro.

✅ Distúrbios visuais: Quando o tumor comprime os nervos ópticos, pode resultar em perda da visão periférica ou visão dupla.

✅ Alterações hormonais: Além dos tumores funcionais, os tumores não funcionais também podem afetar a produção normal de hormônios produzidos pela hipófise e levar a sintomas como fadiga, fraqueza, intolerância ao estresse e alterações do ciclo menstrual nas mulheres.

✅ Problemas de coagulação: alguns tumores hipofisários podem afetar a produção de fatores de coagulação, resultando em tendência a hematomas ou sangramento excessivo.

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É importante observar que, muitas vezes, os tumores hipofisários são pequenos e benignos, e alguns podem ser assintomáticos por longos períodos. No entanto, quando os sintomas se manifestam, é importante procurar atendimento médico o quanto antes, para um diagnóstico adequado e considerar opções de tratamento.

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Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico de um tumor na hipófise geralmente envolve uma combinação de avaliação clínica, exames de imagem e exames laboratoriais. Cada caso vai receber uma abordagem específica, mas aqui estão as etapas típicas envolvidas no diagnóstico de um tumor na hipófise:

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Avaliação clínica

O primeiro passo é uma avaliação clínica por um(a) médico(a). O paciente discutirá seus sintomas, histórico médico, histórico familiar e qualquer fator de risco relevante. Em geral, os profissionais que conduzem esse tipo de investigação são endocrinologistas e neurologistas.

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Exames neurológicos

Esse(a) profissional pode realizar exames neurológicos para avaliar qualquer comprometimento neurológico, como alterações na visão, reflexos e coordenação motora.

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Exames de imagem

Por se tratar de uma alteração em uma glândula que fica no interior do crânio, é necessária a realização de exames de imagem para investigar, como:

✅ Ressonância magnética: o exame de imagem mais comum para avaliar a hipófise e detectar tumores. Ela fornece imagens detalhadas da glândula hipofisária e sua vizinhança, permitindo a identificação do tamanho, localização e características do tumor.

✅ Tomografia computadorizada: também pode ser usada para avaliar tumores na hipófise, embora a ressonância seja geralmente preferida devido à sua capacidade de fornecer imagens mais detalhadas.

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Exames laboratoriais

Dependendo dos sintomas e dos resultados dos exames de imagem, o médico pode solicitar exames de sangue para medir os níveis hormonais no corpo. Isso é particularmente importante se houver suspeita de um tumor funcional da hipófise, que produza hormônios em excesso.

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Avaliação endocrinológica

Para tumores funcionais, um endocrinologista pode ser envolvido para avaliar as alterações hormonais e determinar qual hormônio está sendo produzido em excesso.

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Biópsia (em casos raros)

Em situações muito raras, quando não é possível determinar com segurança o tipo de tumor com base nos exames de imagem e nos exames hormonais, uma biópsia da hipófise pode ser realizada para coletar uma amostra de tecido para análise patológica. No entanto, isso é incomum e geralmente evitado sempre que possível, devido aos riscos associados à biópsia da hipófise.

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Consultas especializadas

Dependendo dos resultados dos exames e da suspeita diagnóstica, os pacientes podem ser encaminhados para neurocirurgiões, endocrinologistas ou outros especialistas em tumores hipofisários para discussão sobre opções de tratamento.

É importante destacar que o diagnóstico de tumores na hipófise deve ser realizado por profissionais de saúde especializados, uma vez que o tratamento e o acompanhamento dependem do tipo, tamanho e características do tumor. 

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Quais as opções de tratamento?

As opções de tratamento para tumores na hipófise variam dependendo do tipo de tumor, seu tamanho, localização e se ele é funcional ou não funcional. Abaixo, seguem algumas das opções de tratamento comuns:

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Observação ativa

Para tumores pequenos, não funcionais e assintomáticos, o(a) médico(a) pode recomendar a observação ativa, o que significa monitorar o tumor ao longo do tempo, por meio de exames de imagem regulares, como a ressonância magnética. Se o tumor não estiver crescendo e não estiver causando sintomas, o tratamento pode não ser necessário.

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Cirurgia

A cirurgia é frequentemente a opção de tratamento preferida para tumores na hipófise, especialmente se o tumor for grande, funcionar de maneira anormal ou causar sintomas significativos. Existem duas abordagens cirúrgicas principais:

✅ Cirurgia transesfenoidal endoscópica: nesse procedimento, o cirurgião acessa a hipófise através do nariz ou da boca, usando um endoscópio. Isso é menos invasivo e muitas vezes resulta em uma recuperação mais rápida do que a cirurgia tradicional.

✅ Cirurgia por craniotomia: em casos mais complexos, uma craniotomia pode ser realizada para acessar o tumor. Isso envolve a remoção de parte do crânio para acessar a hipófise.

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Radioterapia

A radioterapia é uma opção de tratamento usada quando a cirurgia não é possível, quando o tumor não foi totalmente removido pela cirurgia ou quando o tumor reaparece após o tratamento cirúrgico. Existem várias técnicas de radioterapia, incluindo radioterapia convencional, radiocirurgia estereotáxica e radioterapia de prótons.

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Medicação 

Para tumores funcionais, o tratamento médico pode ser uma opção. Isso pode incluir medicamentos que inibem a produção hormonal em excesso ou que aliviam os sintomas relacionados aos hormônios em excesso. Por exemplo, para prolactinomas, os agonistas de dopamina como a bromocriptina e a cabergolina podem ser prescritos.

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Terapia combinada

Em alguns casos, a combinação de cirurgia, radioterapia e medicação pode ser necessária, dependendo da complexidade do tumor e dos sintomas associados.

O tratamento ideal para um tumor na hipófise depende de vários fatores, e a decisão deve ser tomada em consulta com uma equipe médica especializada que inclui neurocirurgiões, endocrinologistas e oncologistas, conforme necessário. 

É importante ressaltar que muitos tumores hipofisários são benignos e altamente tratáveis, especialmente quando diagnosticados precocemente.

Por isso, aos primeiros sinais, não deixe de buscar uma avaliação médica e, se for o caso, realizar seus exames o quanto antes. Isso pode (e vai) fazer toda diferença.

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Principais exames do coração e para que servem

 

Nós já falamos por aqui no blog da Clínica Viver sobre os principais exames de coração, especificando como funciona cada um deles.

E hoje você verá não só os exames mais usuais na hora de checar a saúde do coração, mas sim quais os objetivos de cada um deles, com o apontamento dos casos em que cada um é indicado.

Boa leitura!

Principais exames do coração e para que servem

Confira uma lista com os principais exames de coração e quais são as doenças, ou problemas cardíacos, que podem ser descobertos através de cada um deles.

1. Exames laboratoriais

Os exames laboratoriais são aqueles feitos a partir da análise bioquímica de amostras corporais, como sangue, urina e fezes; a partir do que poderão ser identificados diversos fatores que impactam a nossa saúde como um todo, especialmente o sistema cardiovascular.

Por meio dos exames laboratoriais é possível diagnosticar e monitorar, por exemplo, como andam, por exemplo:

  • as taxas de gordura no sangue, com a avaliação do colesterol total e suas frações (HDL e LDL) e triglicerídeos. 
  • a quantidade de açúcar no sangue, para prevenção do diabetes, com a medição da glicemia.

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2. Raio X de tórax

Partindo para os exames de imagem, temos o raio X de tórax, que é importante para avaliar diversas estruturas do tórax, inclusive o coração.

Ele é indicado para avaliar o tamanho e o formato do coração, o que é importante para investigar, por exemplo, quadros de insuficiência cardíaca.

Outra função desse exame é investigar a possibilidade de deposição de cálcio na artéria aorta.

3. Eletrocardiograma

O eletrocardiograma é um dos principais exames do coração por conta da sua capacidade de investigar alterações elétricas, que se reflitam no ritmo e na frequência dos batimentos. 

Por meio dele, é possível diagnosticar problemas como arritmias ou infarto.

4. MAPA

O exame de MAPA (monitorização ambulatorial da pressão arterial) é outro exame fundamental para avaliação da saúde cardiovascular, neste caso a avaliação da pressão alta ao longo de 24 horas.

O exame é útil para confirmar alterações pressóricas com mais segurança, ao longo da rotina diária do paciente, já que monitora a pressão inclusive durante o sono.

5. Holter

O Holter também é um exame de longa duração, porém, ele não avalia a pressão arterial, mas sim o ritmo e a frequência do coração.

Sendo similar ao eletrocardiograma, o exame também ajuda a diagnosticar alterações nos batimentos cardíacos, porém de forma mais prolongada (24 horas), visando captar possíveis alterações que não seriam percebidas numa avaliação rápida em consultório.

O exame de Holter é útil para acompanhar paciente em uso de marcapasso cardíaco, monitorar a resposta de medicamentos, entre outras utilidades.

6. Ecocardiograma

Sendo basicamente um ultrassom do coração, o ecocardiograma é solicitado por cardiologistas que desejam verificar as condições do funcionamento do órgão.

A partir dele pode-se diagnosticar, por exemplo, insuficiência e sopros cardíacos, alterações nas câmaras do coração e nos  vasos, além de tumores no coração.

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7. Teste ergométrico

Conhecido também como teste do esforço, esse exame tem a função de analisar as respostas do coração diante de um esforço físico controlado e gradual.

Esse exame é útil para determinar a capacidade cardiovascular do(a) paciente para a prática de atividades físicas, estabelecer risco cirúrgico, investigar suspeitas cardíacas, entre outras.

8. Ecodoppler de carótidas e vertebrais 

Este exame é um ultrassom das artérias que saem do coração e passam pelo pescoço em direção ao cérebro,  levando o sangue oxigenado à este; as artérias carótidas e vertebrais. 

Através desse ultrassom podemos avaliar se há placas de gordura nestas artérias, qual o grau de obstrução,  se existem estreitamentos ou dilatações (aneurismas) , e assim determinar o tratamento, que pode ser medicamentoso ou cirúrgico. 

Além disso, é  possível medir a espessura da parede da artéria carótida , e determinar se o paciente tem aumento do risco cardiovascular,  devendo fazer mudanças no estilo de vida e uso de estatinas.

Onde realizar seus exames do coração em Brasília?

Os exames do coração citados acima são os mais importantes para investigar, diagnosticar e acompanhar a saúde do seu coração e fazem parte do chamado check-up cardiológico, que devem ser feitos de forma regular, especialmente para pessoas a partir dos 40 anos ou que possuam fatores de risco, como histórico de doença cardíaca, hipertensos, sedentários, obesos, entre outros.

Nesse sentido, conte com a Clínica Viver para realizar seus exames de imagem!

Nosso time de profissionais, experientes e atenciosos, e nossa estrutura moderna vão garantir os diagnósticos mais precisos e seguros para você e sua família.

Se você está no Distrito Federal ou Entorno, clique no link abaixo e agende sua avaliação e venha se cuidar conosco!

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Teste ergométrico: para que serve e como é feito o exame?

O teste ergométrico é um exame fundamental para saber como anda a saúde do seu coração quando submetido a diferentes níveis de esforço físico.

Seguindo nossa série de artigos sobre os exames relacionados a detecção de problemas no coração, hoje abordaremos o teste ergométrico.

Boa leitura!

Para que serve o teste ergométrico?

Como sabemos, o teste ergométrico – ou teste de esforço – é a avaliação realizada com o paciente fazendo um determinado esforço numa esteira ergométrica, enquanto tem a pressão arterial e os batimentos cardíacos monitorados por aparelhos.

Esse exame serve para investigar problemas no sistema cardiovascular que, possivelmente, não seriam evidenciados com o paciente em repouso.

O teste ergométrico é solicitado em geral nas seguintes situações:

  • Avaliação pré-operatória – O exame é capaz de indicar a capacidade cardíaca do paciente para suportar os riscos do procedimento cirúrgico, por meio da escala de MET (múltiplos de equivalente metabólico).
  • Check-up cardiológico – É muito frequente o teste ergométrico fazer parte da bateria de exames solicitados para avaliação anual da saúde cardíaca, especialmente em pacientes com mais de 40 anos.
  • Confirmação de eletrocardiograma – Quando um ECG convencional revela algum tipo de alteração – ou segundo critérios médicos – o teste de esforço pode ser solicitado para trazer um panorama mais amplo.
  • Liberação para atividades físicas – Para pacientes sedentários, com mais de 40 anos, em grupos de risco ou a critério médico, o exame se mostra importante para indicar o tipo de atividade física ou o nível de esforço seguro.

Além disso, o exame também pode ser solicitado para avaliar o funcionamento de dispositivos implantados no coração (como marca-passo) ou para checar as respostas do coração a terapias ou ao uso de medicamentos.

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Como é feito o teste ergométrico?

Esse exame pode ser realizado tanto em hospitais quanto em clínicas, contanto que o espaço conte com os equipamentos e os profissionais necessários para garantir a segurança do paciente, em caso de intercorrências.

Antes de começar a avaliação, são fixados eletrodos em pontos específicos do corpo do paciente, geralmente no tórax, além do aparelho para monitorar a pressão arterial, que é instalado no braço.

Conforme o protocolo determinado pelo médico, de acordo com o histórico e o condicionamento do paciente, a atividade se inicia e vai aumentando de velocidade gradativamente.

A intenção é que o paciente atinja o seu grau de esforço máximo, e assim que esse pico é alcançado o aparelho passa desacelerar até o fim da atividade.

O exame pode ser interrompido a qualquer momento, caso os aparelhos indiquem alterações relevantes, ou ainda se o próprio paciente referir sintomas ou queixas.

Vale citar que, apesar de o objetivo do exame seja testar a capacidade cardíaca máxima do paciente, trata-se de um exame bastante seguro, desde que realizado em ambiente adequadamente equipado e com o devido suporte profissional.

Como se preparar para o teste do esforço?

A preparação para o teste ergométrico envolve alguns cuidados, confira quais são eles:

  • Não utilizar cremes, pomadas e gel na região torácica antes do exame.
  • Ir para o local do exame com roupas confortáveis, próprias para atividades físicas.
  • Não fumar antes e logo após o exame.
  • Não fazer o exame em jejum e não comer alimentos de difícil digestão antes do teste.
  • Não praticar exercícios físicos antes da realização do exame.

O que o teste ergométrico detecta?

Inúmeras alterações e doenças que afetam o sistema cardiovascular podem ser detectadas durante o teste ergométrico. Entre as mais comuns, podemos destacar:  

  • Doença arterial coronariana (obstrução dos vasos que irrigam o coração).
  • Arritmias (alterações no ritmo dos batimentos cardíacos, para mais ou para menos).
  • Isquemia miocárdica (diminuição da passagem de sangue pelas artérias coronárias).
  • Hipertensão arterial.
  • Risco (ou histórico) de infarto miocárdico.

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Onde realizar teste ergométrico em Brasília-DF?

Neste exame você conheceu para que serve e como é feito o teste ergométrico. Esperamos que as informações trazidas aqui tenham esclarecido suas dúvidas.

Agora que você já sabe da importância desse exame, que tal conhecer o local ideal para realizá-lo.

A Clínica Viver é referência no Distrito Federal em exames de imagem, como o teste de esforço. Oferecemos aos nossos pacientes uma estrutura moderna e confortável, equipamentos de ponta e uma equipe preparada e atenciosa.

Acesse o botão abaixo, faça seu agendamento e venha cuidar da sua saúde conosco!

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Teste ergométrico na Asa Sul, Brasília-DF

SHLS 716 Sul | Ed. Centro Clínico Sul Torre I | 3º andar | Salas 320 à 324 CEP: 70390-700

Teste ergométrico Em Taguatinga, Brasília-DF

QS 3 Lotes 3, 5 e 7 | Edifício Pátio Capital Pistão Sul | 2º andar | Salas 232 e 233 Taguatinga/DF

Exame Holter 24 horas: como é feito e para que serve?

O exame Holter 24 horas é um dos exames mais importantes usados para avaliar a saúde do nosso sistema cardiovascular.

Trata-se de uma avaliação capaz de trazer inúmeras informações importantes, que vão auxiliar seu médico no diagnóstico, tratamento ou acompanhamento de sua saúde cardiovascular.

Neste artigo, vamos te mostrar como é feito o exame de Holter e para que ele serve. 

Boa leitura!

Para que serve o exame de Holter 24 horas?

O exame Holter é uma avaliação capaz de monitorar a atividade do coração durante o período de 24 horas, a fim de acompanhar o comportamento cardíaco do paciente durante um dia normal de sua rotina, inclusive durante o sono.

Também conhecido como eletrocardiograma de 24 horas, ele tem como maior diferencial a capacidade de trazer informações mais amplas, diferentemente de um eletrocardiograma tradicional, que dura apenas alguns poucos minutos.

Confira abaixo queixas e suspeitas que podem levar o médico a solicitar a realização desse exame:

  • Pacientes com queixas de palpitação ou arritmia.
  • Portadores de marcapasso.
  • Acompanhamento de pacientes com problemas cardíacos diagnosticados.
  • Como exame complementar ao MAPA de 24 horas, permitindo uma avaliação mais completa.
  • Queixas de tontura ou desmaios frequentes.
  • Fraqueza, cansaço ou excessivos e injustificados.
  • Eletrocardiograma alterado, visando aprofundar a investigação.

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Como é feito o exame Holter?

O exame Holter 24 horas é uma avaliação completamente indolor e não invasiva, realizada a partir da fixação de eletrodos no tórax do paciente, conectados a um aparelho que fica preso à cintura ou a tiracolo. 

Enquanto os eletrodos fazem a função de medir o funcionamento do coração, o aparelho registra as informações.

Exame Holter: como é feito e para que serve?

A instalação do dispositivo pode ser feita tanto em ambiente hospitalar quanto em ambulatório e, após isso, o paciente é liberado para realizar as suas atividades normais, monitorado pelo aparelho.

Após as 24 horas, o paciente retorna para fazer a retirada do dispositivo e dos eletrodos, a partir do que os dados colhidos pelo aparelho serão analisados para emissão do laudo.

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Qual a preparação para o exame Holter?

Para a realização do exame Holter, o paciente deverá se atentar para alguns detalhes, que são:

  • Não aplicar cremes, pomadas ou hidratantes na região do tórax, a fim de não dificultar a fixação dos eletrodos.
  • Como o aparelho não pode ser molhado, aconselha-se que o paciente tome banho antes de colocá-lo, para que o próximo banho ocorra somente após sua retirada.
  • Se for o caso, pode ser necessário depilar algumas áreas do peito, para facilitar a fixação dos eletrodos.
  • Não interromper o uso das medicações normalmente utilizadas, a menos que seja por indicação médica.

Além dos procedimentos preparatórios, é importante também se atentar aos cuidados necessários durante a realização do exame para que tudo saia conforme o esperado e ele não tenha de ser refeito:

  • Evitar molhar o aparelho.
  • Manter a programação normal do dia a dia normalmente, para que o aparelho registre a condição normal de vida do paciente.
  • Evitar o consumo de álcool e bebidas que contenham cafeína.
  • Fazer contato com a equipe assistente, caso os eletrodos se soltem ou ocorra algum problema que afete a avaliação.
  • Os pacientes devem ser estimulados a escrever seus sintomas em um diário,  juntamente com a hora em que ocorreram.

Quais doenças podem ser diagnosticadas pelo exame Holter?

Em geral, o aparelho é capaz de detectar todas as alterações que se reflitam no ritmo e na frequência cardíaca, como:

  • Extrassístoles atriais ou ventriculares (batimentos extra que ocorrem nas câmaras do coração)
  • Bloqueios do sistema de condução do coração. 
  • Bradicardia (ritmo cardíaco mais lento).
  • Taquicardia (ritmo cardíaco acelerado).

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Onde realizar o exame Holter 24 horas em Brasília-DF?

Neste artigo, você conheceu como é feito e para que serve o exame de Holter. Esperamos que o conteúdo tenha sido útil.

Agora que você já sabe mais sobre esse importante exame, que tal conhecer um ótimo local para realizá-lo? 

Para isso, considere a Clínica Viver como sua melhor opção. Somos referência em exames de imagem no Distrito Federal, contando com equipamentos modernos, uma estrutura confortável, além de uma equipe preparada e acolhedora.

Se você está no Distrito Federal ou Entorno e tem pedido médico, clique no link abaixo e agende seu exame conosco.

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Exame MAPA 24h: como é feito e para que serve?

Por mais que a medição tradicional da pressão arterial seja importante para avaliar esse dado, em alguns casos pode ser necessária uma avaliação mais prolongada e completa.

Nesses casos, o exame de escolha é o MAPA de 24h!

Se você passou por uma consulta médica, recebeu recomendação para realizar o exame MAPA 24h e quer saber mais sobre como ele é feito e para que serve, neste artigo você poderá sanar todas as suas dúvidas sobre esse procedimento fundamental para a análise da sua saúde cardiovascular. 

Boa leitura!

O que é para que serve o exame MAPA de 24 horas?

MAPA de 24h significa monitorização ambulatorial da pressão arterial realizada durante 24 horas. Como o próprio nome sugere, esse exame avalia a pressão do paciente durante um dia inteiro, inclusive durante o sono e suas atividades cotidianas.

Essa avaliação é importante porque algumas condições cardiovasculares podem só se manifestar em outros momentos e situações, que uma simples avaliação da pressão no ambulatório pode não revelar.

Algumas das vantagens dessa forma prolongada de avaliar a pressão em relação à medição tradicional são:

  • Obter uma “média” da pressão arterial do paciente ao longo do dia, já que as muitas medições permitem descartar uma ou outra medida muito alterada.
  • Poder avaliar como a pressão se comporta durante o sono, em pacientes com quadros de apneia do sono.
  • Medir a pressão em um ambiente familiar para o paciente, para esclarecer se uma eventual alteração se deu pelo estresse do consultório médico. (hipertensão do jaleco branco)
  • Permite acompanhar a resposta à medicação anti-hipertensiva.
  • Possibilita também a investigação de episódios e sintomas de hipotensão. 

Agora que você já sabe o que é o MAPA, continue acompanhando o texto para conhecer a resposta para outras dúvidas que se relacionam ao exame.

Como é feito o exame MAPA 24 horas?

Assim como a avaliação da pressão em consultório, o exame MAPA 24h é um exame não invasivo e tranquilo para o paciente.

Ele é feito a partir de um manguito fixado ao braço do paciente, para acompanhar a pressão, além de um monitor que registra os seus resultados. Esse monitor pode ficar em uma pequena bolsa ou fixado à cintura.

O tempo de intervalo entre as verificações pode ser indicado pelo próprio médico, e todo trabalho é feito pelo próprio aparelho. Por exemplo, se a medição tiver de ser realizada a cada 15 minutos, nesse intervalo de tempo, o próprio sistema fará o procedimento e registrará o resultado.

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Qual a diferença entre o Holter e o MAPA?

Apesar de guardarem algumas semelhanças, o Holter e o exame MAPA 24h são procedimentos realizados de maneira diferentes e priorizam a identificação de resultados distintos.

O Holter serve para monitorar a atividade elétrica do coração, também durante 24 horas, com eletrodos fixados ao tórax do paciente e ligados a um aparelho que faz o acompanhamento do registro.

Exame Holter
Exame Holter 24h

Nesse exame serão identificados arritmias, bloqueios,  palpitações e demais alterações no funcionamento do coração, enquanto no MAPA serão identificados problemas relacionados à pressão arterial.

Ambos os exames podem ser utilizados de maneira complementar, possibilitando um diagnóstico mais preciso de doenças ligadas ao coração.

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Onde realizar o exame MAPA 24h em Brasília-DF?

O MAPA pode fazer parte do check-up anual do paciente ou indicado esporadicamente para o acompanhamento da pressão.

Se você é de Brasília e possui um pedido de realização do MAPA conheça a Clínica Viver e agende o seu exame, contamos com equipamentos de ponta e uma equipe preparada para atender às suas necessidades!

 

Exame MAPA 24h na Asa Sul, Brasília-DF

SHLS 716 Sul | Ed. Centro Clínico Sul Torre I | 3º andar | Salas 320 à 324 CEP: 70390-700

Exame MAPA 24h Em Taguatinga, Brasília-DF

QS 3 Lotes 3, 5 e 7 | Edifício Pátio Capital Pistão Sul | 2º andar | Salas 232 e 233 Taguatinga/DF

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O que a ecografia da tireoide pode detectar?

A glândula tireoide tem a importante função de produzir hormônios fundamentais para o funcionamento do nosso organismo, regulando o ritmo como diversos processos ocorrem. 

Por diferentes razões, a tireoide pode ter seu funcionamento prejudicado, afetando sua produção hormonal e comprometendo nossa saúde. 

Um dos principais exames usados para investigar e diagnosticar alterações nessa glândula é a ecografia da tireoide. Por todas as informações que ela pode trazer, é um dos exames mais solicitados pelos especialistas para essa finalidade.

Neste artigo você vai conhecer tudo o que a ecografia da tireoide pode detectar e saber mais detalhes sobre esse importante exame.

Acompanhe!

O que leva o(a) médico(a) a pedir uma ecografia da tireoide?

Em geral, o que motiva a realização de uma ecografia da tireoide é algum tipo de mau funcionamento dessa glândula, percebido geralmente pela palpação de algum nódulo na região ou – na maioria dos casos – pelo aumento ou redução na sua produção de hormônios, levando aos quadros de hipotireoidismo ou hipertireoidismo.

Conheça mais sobre eles:

  • Hipertireoidismo – Condição caracterizada pela produção excessiva dos hormônios T3 e T4 pela tireoide; hormônios encarregados da regulação de processos corporais, como a manutenção do nosso peso, ritmo dos batimentos cardíacos, temperatura corporal, dentre outros, fazendo com que esses processos fiquem acelerados e desregulados, levando, por exemplo, a perda excessiva de peso e aceleração dos batimentos cardíacos.
  • Hipotireidismo – Situação oposta, ocorre quando os hormônios T3 e T4 sofrem uma diminuição, levando o(a) paciente a ter sintomas como fadiga, ganho de peso, queda de cabelo e até outros sintomas mais graves, como depressão. Mais comum em mulheres, idosos ou mães recentes, a principal causa da doença é a Tireoidite de Hashimoto, uma condição autoimune que faz com que o organismo fabrique anticorpos que atacam a glândula tireoide, levando à sua destruição. 

Saiba quais são as principais causas e os sintomas do hipertireoidismo!

Quais os principais problemas que a ecografia detecta?

Como dito acima, a ecografia (ou ultrassonografia) da tireoide é um exame rápido, indolor e sem contraindicações, podendo ser indicado para qualquer pessoa.

Ela costuma ser indicada quando há queixas ou alterações que levantem suspeitas de alterações na tireoide.

Conheça abaixo suas principais indicações.

1. Nódulos e cistos

Uma das principais indicações da ecografia de tireoide é para detectar e acompanhar nódulos e cistos.

Por meio do exame é possível revelar o tamanho, o formato e o conteúdo do nódulo (se é líquido ou sólido, ou se contém calcificações) trazendo importantes informações para o(a) especialista.

Vale lembrar que os cistos costumam ser formações benignas, geralmente preenchidas por líquido.

Já os nódulos também podem ser benignos, mas levantam suspeita quando são sólidos, escuros, mais altos que largos, contêm microcalcificações e têm mais de 1,0 cm

Quer saber como são diagnosticados nódulos na tireoide? Então confira as informações deste outro artigo!

2. Bócio

O bócio é outra das doenças que a ecografia de tireoide pode detectar ou avaliar!

Essa alteração é caracterizada pelo aumento  da glândula tireoide, podendo formar nódulos, e em alguns casos ser claramente visível. 

A principal causa desse problema é o consumo insuficiente de iodo, sendo que os sintomas mais comuns em casos  avançados são a dificuldade de respirar e a sensação de “aperto” na garganta, além da questão estética, naturalmente.

Veja como é feito e para que serve o exame de Ultrassonografia da Tireoide Com Doppler!

3. Tumores

Os tumores, assim como os nódulos, podem ser benignos ou não. Formados quando há uma multiplicação anormal de células na tireoide, eles possuem diversas variações. Quando são malignos, podem ser dos seguintes tipos:

  • Carcinoma Papilífero – É um tipo pouco agressivo, que evolui lentamente e geralmente responde bem ao tratamento. É responsável por cerca de 80% dos casos. Ocorre geralmente dos 30 aos 40 anos, e acomete mais as mulheres. 
  • Carcinoma Folicular – Costuma aparecer entre os 40 e 60 anos, e sua principal característica é a solidez. Pode ser de baixo grau ou invasivo. Em casos mais avançados, pode se espalhar para os ossos e pulmões.
  • Carcinoma Medular – Mais comum em pessoas de 50 a 60 anos. Em torno de 20% dos casos têm relação familiar e pode se associar a outros tipos de tumores. Geralmente acomete os linfonodos do pescoço .
  • Carcinoma Anaplásico – É o mais agressivo dos tumores da tireoide. Tem um rápido crescimento e seu tamanho pode levar a problemas na voz e falta de ar. É mais comum em pacientes acima de 60 anos.
  • Linfoma da tireoide – Ocorre principalmente em mulheres acima de 60 anos e pode decorrer da transformação maligna da Tireoidite de Hashimoto. Felizmente, tem alta chance de cura.

Conheça as causas do hipotireoidismo, sintomas e como funciona o diagnóstico! 

Como os resultados da ecografia de tireoide são avaliados?

Após realização do exame e liberação de suas imagens e laudo, o médico solicitante – geralmente um(a) endocrinologista – vai avaliar os achados do exame correlacionar com as queixas e sintomas apresentados pelo(a) paciente. 

A partir do que é observado, outros exames, mais específicos, podem ser solicitados, como nos casos de suspeita de câncer, quando pode ser solicitada uma punção com agulha  e coleta de material para análise em laboratório de patologia.

Caso seja observada somente a presença de cistos simples (preenchidos com líquido), ou nódulos com aspecto benigno, a indicação pode ser apenas de manter o acompanhamento, com a repetição do exame em intervalos regulares.

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Artrite reumatoide: causas, sintomas e tratamentos modernos!

Ecografia da tireoide: procure a Clínica Viver!

Neste artigo, você conheceu o que a ecografia da tireoide é capaz de detectar e também que esse exame é o mais indicado para iniciar qualquer investigação nessa glândula tão essencial para todo o funcionamento do nosso corpo.

Para isso, no entanto, é fundamental estar atento a qualquer sintoma ou alteração que possa indicar que algo não vai bem como sua tireoide (como os sinais listados acima) e também realizar avaliações preventivas, já que às vezes os sinais podem não ser muito claros.

Para realizar seu exame de ecografia da tireoide, considere a Clínica Viver como sua melhor opção!

Somos referência em Brasília em exames de imagem e oferecemos aos nossos pacientes tecnologia de ponta, em um ambiente confortável e acolhedor.

Além disso, a entrega dos laudos de ecografia é imediata. 

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Ecografia Mamária ou Mamografia?

Ecografia mamária ou mamografia, autoexame e visitas perióticas ao médico. São ações e cuidados de rotina que toda mulher deve realizar para acompanhar a saúde da mama.

E uma dúvida bastante comum de muitas mulheres que surge nesse processo é quanto ao exame mais indicado para o acompanhamento da saúde da mama:

Para o meu caso específico, eu devo fazer uma Mamografia ou uma Ecografia Mamária?

Para esclarecer melhor essa questão para você, a Dra. Nubia, da Clínica Viver de Imagens Médicas, preparou um vídeo especial. Assista abaixo e depois continue acompanhando o artigo para mais informações.

Qual a diferença entre mamografia e ecografia mamária?

A resposta simples: os dois exames são importantes e complementares, pois oferecem informações diferentes. Sendo assim, ambos podem ser necessários para o seu caso, mas em momentos diferentes.

A Ecografia das Mamas, porém, não permite a visualização de microcalcificações — calcificações muito pequenas —, o que só é possível com a Mamografia.

Além disso, a Ecografia costuma ser indicada para pacientes jovens, como importante exame complementar à Mamografia.

Para entender melhor em quais situações cada procedimento pode ser indicado, confira abaixo mais informações sobre a Mamografia e a Ecografia Mamária.

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O que é o exame de mamografia?

A mamografia é o exame de escolha para rastreamento do câncer de mama em mulheres a partir dos 40 anos.

Ela é realizada por meio de um aparelho de Raio X adaptado especificamente para um objetivo, colher das mamas imagens bastante detalhadas.

Para isso, é necessário que haja compressão das mamas na plataforma do aparelho, para um maior espalhamento das estruturas. É um incômodo muito pequeno para os benefícios que podem os obter com a descoberta precoce de qualquer problema.

Mamografia Dói? 7 Dicas Para uma Mamografia Sem Dor

Assim, com bons aparelhos, os mamógrafos, nós conseguimos uma melhor visualização de detalhes e possíveis alterações na glândula mamária. Suas imagens permitem que sejam identificados nódulos muito pequenos, a partir de 3 milímetros de diâmetro.

A Mamografia é considerada o padrão ouro no diagnóstico do câncer de mama, pois permite a identificação de microcalcificações, manifestações de um câncer de mama em estágio inicial.

Se você está em Brasília ligue agora para marcar sua Mamografia Digital. Tel: (61) 3034-8833.

Tire suas dúvidas sobre a mamografia aqui!

Radiação na Mamografia

Como em qualquer exame radiológico, a radiação recebida é uma preocupação de pacientes e médicos, porém, hoje, esta é uma preocupação exagerada. Com equipamentos modernos, a emissão de radiação é extremamente baixa.

Uma vinculação muito divulgada e que tem pouca base real é a relação entre o câncer de tireoide e a mamografia.

Estudos mostram que o risco de a mamografia causar câncer da tireoide é muito pequena, já que a radiação emitida em um exame equivale a 30 minutos de radiação recebida por exposição direta ao sol. De qualquer forma, é sempre bom procurar clínicas que tenham aparelhos modernos, que emitam baixa radiação.

Então, como vimos, a mamografia é uma arma extremamente importante na luta contra o câncer de mama. Quanto mais cedo nós detectarmos um problema, maiores serão as chances de cura, que chegam a 95% para um câncer de mama descoberto em fase inicial. Não deixe que informações sem sentido interfiram no acompanhamento da saúde de sua mama.

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Veja como é feito e para que serve o exame Ecodoppler de Aorta e Ilíacas!

Qual a diferença da mamografia convencional é digital?

As diferenças ocorrem na forma de se armazenar as imagens do exame, já que ambas utilizam raios-X para colher as imagens.

Na mamografia convencional, a imagem é impressa em um filme, ao passo que na mamografia digital o armazenamento é digital, em computador. E isso faz diferença.

Com bons monitores e softwares avançados aprimora-se a visualização, aprimora-se o armazenamento das imagens e, assim, pode-se chegar a uma precisão maior de resultados.

Além disso, não há perda de qualidade com o tempo, a imagem colhida será sempre nítida, o que não ocorre com o filme. Existe, também, maior facilidade em se rever, movimentar e trabalhar as imagens, para um estudo ainda mais preciso.

O que é a ecografia mamária?

Já a ecografia mamária, também chamada de ultrassonografia das mamas, ou ainda pela abreviação US mamária, pode ser realizada em qualquer idade, e é fortemente indicada para acompanhamento da saúde das mamas, por mulheres a partir dos 30 anos.

Por meio da ecografia, podemos detectar nódulos, e, pelas suas características ecográficas, determinar com boa precisão se são benignos ou malignos.

Para nódulos suspeitos, aqueles que têm potencial de malignidade, isto é, chance de serem malignos, é indicada uma análise mais aprofundada, que normalmente é feita por meio de biópsia das mamas com punção.

O material obtido pela punção, que é a extração de uma pequena amostra do nódulo, é remetida para análise, feita em laboratório de patologia. Estuda-se a amostra para determinar, com absoluta precisão, se o nódulo é maligno ou não.

Se você está em Brasília, ligue agora para marcar sua Ecografia Mamária. Tel: (61) 3034-8833.

Esclareça mais dúvidas sobre a Ecografia (Ultrassonografia) e a importância do exame para a saúde da mulher aqui!

O resultado dos exames de imagem, como mamografia e ecografia, são as imagens impressas ou armazenadas em computador, e o laudo é o relatório descritivo do que foi encontrado.

É importante confirmar que os profissionais que captam e analisam as imagens são bastante experientes, já que precisam perceber qualquer alteração que possa indicar problema, tanto durante o exame, quanto na hora da análise dos resultados.

Conheça em mais detalhes como é feito o exame de ecografia de mamas aqui na Clínica Viver e agende seu exame!

Resumo

Neste artigo, para esclarecer qual o melhor exame para avaliação das mamas de acordo com o seu caso, se é a Ecografia Mamária ou a Mamografia, abordamos os seguintes conceitos:

  • É importante fazer acompanhamentos pessoal (auto-exame) e profissional (exames de mamografia ou ecografia da mama) da saúde das mamas.
  • A mamografia é o principal exame para avaliação da saúde das mamas.
  • A mamografia pode ser convencional ou digital.
  • A ecografia da mama é importante exame complementar à mamografia, para análise de possíveis problemas.
  • Podem ser necessárias punção e biópsia para nos certificarmos quando houver suspeita de malignidade nas mamas.
  • Quanto mais modernas forem as máquinas de mamografia, menor será a exposição à radiação, e melhores serão as imagens e a qualidade dos resultados.
  • É importante que sua clínica de escolha tenha profissionais preparados tanto para fazer o exame, quanto para examinar seus resultados.

Assim, consulte regularmente seu ginecologista, que pode solicitar exames de imagem para uma pesquisa mais aprofundada da saúde de suas mamas.

A Clínica Viver

A Clínica Viver de Imagens Médicas, de Brasília (DF), tem os mais modernos aparelhos de mamografia e ultrassonografia mamária, além de profissionais experientes e preparados para cuidar de seus exames e da sua saúde.

Selo Padrão Ouro Mamografia Clinica Viver

Nossa equipe de mamografia e saúde das mamas conta com profissionais altamente qualificados, treinados para as particularidades do atendimento ao público feminino.

A Clínica Viver foi honrada com o Certificado de Qualidade em Mamografia pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Nós dispomos de ambiente amplo e confortável, com 9 salas de ultrassonografia (ecografia), sendo uma delas com ecógrafo para ecodoppler fetal, além de mamografia digital e densitometria óssea.

Todos os nossos equipamentos são recentes e de última geração.

Prezamos também pela agilidade na marcação de consultas e exames, assim como na entrega dos resultados.

Nossos laudos ecográficos são entregues minutos após o término do exame, e os da mamografia e densitometria óssea, em até 3 dias, sempre com checagem dupla.

Ligue para marcar ainda hoje sua consulta com Ginecologista ou Mastologista ou sua Mamografia / Ecografia Mamária! Tel: (61) 3034-8833.

Onde realizar o exame de ecografia mamaria em Brasília-DF

  • 3º Andar Setor Hospitalar Sul Torre I, Via W5 Sul, Salas 320-324, Brasília – DF, 70390-700

Onde realizar o exame de ecografia mamária em Taguatinga-DF

  • QS 3 Lotes 3, 5 e 7 Pistão Sul, Edifício Pátio Capital, Salas 232 e 233 – Taguatinga, Brasília – DF, 71953-000

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