Conheça os tipos de câncer de mama e aprenda a se cuidar melhor!

A informação é uma das principais armas contra o câncer de mama, o tipo de neoplasia que mais mata mulheres em todo o mundo.

Mas por que conhecer sobre isso é tão importante?

Primeiro, porque o câncer de mama é uma doença silenciosa, que não costuma dar muitos sinais até que já esteja em estágios mais avançados. Por isso, conhecer as medidas recomendadas de prevenção pode fazer toda diferença para reduzir os riscos de desenvolver e também para buscar um tratamento de forma mais rápida, aumentando as chances de cura.

Nesse sentido, conhecer os tipos de câncer de mama e suas características é importante para estar atenta e quais cuidados tomar.

Então confira as informações deste artigo!

Tipos de câncer de mama

Inicialmente, é importante saber que os tipos de câncer de mama se dividem em dois grupos mais amplos, que são os tumores “in situ” e os “invasivos”.

O que diferencia esses grupos é sua localização na mama. Caso os exames de imagem mostrem que o tumor está localizado nos ductos mamários (canais de saída do leite), são classificados como “in situ”. Caso invadam outras regiões das mamas, são classificados como “invasivos”.

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Dito isso, vamos conhecer os principais tipos de câncer de mama:

1. Carcinoma ductal in situ

Responsável por cerca de 20% dos casos de câncer de mama, o carcinoma ductal in situ é um tipo de câncer classificado como sendo de estágio inicial da doença.

Nesse caso, as células que revestem os ductos são cancerígenas, mas ainda não romperam as paredes dos ductos para afetarem outras regiões das mamas. 

Geralmente, as chances desse câncer migrar para outras áreas do organismo é pequena, tendo alta probabilidade de cura, caso seja identificado e tratado corretamente nessa fase. 

Na mamografia este câncer geralmente aparece como microcalcificações agrupadas.

O tratamento do carcinoma ductal in situ costuma ser mais simples, com retirada de pequena parte da mama e radioterapia.

Quais são as chances de cura do câncer de mama? É possível saber? Saiba a resposta neste artigo do Blog!

2. Carcinoma ductal invasivo

É o tipo de câncer mais comum que existe, responsável por mais de 70% dos casos.

Considerado como um estágio mais avançado que o tipo anterior (carcinoma ductal in situ), o carcinoma ductal invasivo é o tipo de tumor que conseguiu romper as paredes dos ductos e chegou às células do tecido gorduroso das mamas.

O tipo de tratamento para esse tipo de câncer pode variar, a depender do estágio em que se encontra e da avaliação do mastologista.

Pode ser necessária a retirada da mama (mastectomia) ou retirada somente do nódulo e suas proximidades ( quadrantectomia) , associadas ou não a quimioterapia, radioterapia ou terapia hormonal.

É um tipo de tumor que pode migrar para outras regiões, como axilas.

Geralmente aparece na mamografia como um nódulo espiculado ou irregular. 

Você saberia dizer quais as diferenças entre os nódulos benignos e malignos da mama? Conheça suas características neste outro artigo!

3. Carcinoma lobular in situ

Essa variação não se caracteriza como um tipo de câncer de mama exatamente, mas que pode chegar a ser. Trata-se de uma lesão proliferativa da mama, que aumenta as chances de um desenvolvimento futuro de câncer.

Seu tratamento também costuma ser menos agressivo e mais fácil de ser realizado.

Ele costuma aparecer dentro dos lóbulos das mamas, estruturas responsáveis pela produção do leite materno, sendo descobertos tanto nos exames de imagem ou, em alguns casos, até mesmo durante cirurgia estética mamária.

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É possível que ele apareça nas duas mamas ou somente em uma. As principais alterações mamográficas são assimetrias focais.

Você sabe quais são os exames mais importantes para a prevenção do câncer de mama? Neste artigo você confere oito deles!

4. Carcinoma lobular invasivo

É o segundo mais comum entre os tipos de câncer de mama.

Trata-se de uma neoplasia muito parecida com o carcinoma ductal invasivo, sendo que a diferença entre eles é que, neste caso, as células estão muito mais espalhadas, e isso dificulta sua visualização no exame de mamografia.

Além disso, o carcinoma lobular invasivo apresenta mais focos de lesões nas duas mamas ao mesmo tempo, do que os outros tipos de tumor.

A principal dificuldade desse tipo de câncer é o rastreamento mamográfico. Por serem células que tem  um padrão de se  espalhar  na mama de maneira difusa, não há necessariamente a formação de nódulos e se torna difícil (ou tardio) o diagnóstico, sendo necessário o encaminhamento para exames mais específicos, o que pode atrasar o início do tratamento.

Quando é indicado que a mulher realize a primeira mamografia? E com que frequência isso deve ser feito? Para esclarecer estas e outras dúvidas, acesse este outro artigo!

5. Doença de Paget da mama

É um tipo raro de câncer de mama, geralmente afetando a pele do mamilo e da aréola.

A doença de Paget da mama em geral afeta somente um mamilo e, em cerca de 90% dos casos, está associada a outros tipos de câncer de mama, como o carcinoma ductal in situ ou ao carcinoma ductal invasivo.

Os principais sintomas costumam ser a irritação no mamilo, além de coceira, descamação e vermelhidão. Em alguns casos, pode ocorrer a inversão do mamilo (afundamento).

O diagnóstico da doença de Paget pode ser feito tanto por meio da mamografia quanto pela ressonância magnética das mamas ou da ultrassonografia mamária.

Qual o melhor exame investigativo das mamas para o seu caso: a mamografia ou o ultrassom? Encontre a resposta neste outro artigo!

Quais são as chances de cura do câncer de mama? 

Como vimos neste artigo, existem diversos tipos de câncer de mama, sendo importante estar atenta às características de cada um deles, para procurar ajuda médica o quanto antes, caso surja algum sinal.

Um bom acompanhamento médico e a realização regular dos exames preventivos são fundamentais para um tratamento mais precoce e eficaz, levando a chances de cura muito maiores.

Para isso, conte sempre com a Clínica Viver. Somos referência em exames de imagem no Distrito Federal, e especialmente na realização de mamografias, com certificação pelo Colégio Brasileiro de Radiologia.

Caso você esteja em Brasília ou Entorno, agende online agora mesmo seus exames e venha se cuidar conosco! 

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Quais são as chances de cura do câncer de mama?

É perfeitamente normal e compreensivo que uma mulher se sinta assustada e receosa quanto ao futuro, ao receber um diagnóstico positivo de câncer de mama.

Apesar de ser uma situação desafiadora para qualquer mulher, felizmente hoje os recursos da medicina fazem com que a grande maioria dos casos tenha um resultado positivo de cura.

Atualmente, com os exames disponíveis, é possível determinar o tamanho, a localização e o estágio de avanço do câncer, o que permite traçar uma sequência ideal de tratamento para cada paciente, seja com medicações (quimioterapia,  bloqueio hormonal, terapia alvo e imunoterapia), equipamentos (radioterapia) ou mesmo cirurgia.

Ainda assim, fica a dúvida na cabeça de muitas mulheres: quais as chances de cura de um câncer de mama?

É sobre isso que falaremos neste artigo. Acompanhe!

Como surge o câncer de mama?

Antes de falarmos especificamente das chances (ou índices) de cura do câncer de mama, vale lembrar que quando falamos desse tipo de neoplasia, estamos falando de um conjunto bastante variado de doenças, que podem apresentar diferentes sintomas, diversos tipos de tumores e, por isso, não responder da mesma forma aos tratamentos.

Nesse sentido, os tipos de tumores que podem surgir nas mamas são mais comumente o carcinoma lobular , que surge  nas glândulas ( que produzem o leite ) , e o carcinoma ductal, que surge nos ductos mamários ( os tubos que conduzem o leite ),  sendo que, destes, os carcinomas ductais  são os tipos mais frequentes, responsáveis por até 90% dos casos de câncer de mama.

Dados e estatísticas sobre o câncer de mama, segundo o INCA

  • É o tipo de câncer mais frequente entre mulheres em todo o mundo, representando quase 25% dos casos.
  • É também o tipo de câncer que mais mata mulheres no mundo, com 684.996 casos registrados em 2020, segundo dados do INCA.
  • No Brasil, é o segundo tipo de câncer que mais afeta as mulheres, atrás somente do câncer de pele, mas é o câncer que mais mata.
  • Os índices de frequência e mortalidade aumentam consideravelmente nas mulheres com mais de 40 anos.

Veja como é feito e para que serve o exame Ecodoppler de Aorta e Ilíacas!

Mas quais são as chances de cura?

Quando falamos da resolução de tumores nas mamas, os dados mostram que, quando o tratamento é iniciado precocemente, os índices de cura superam os 90%

É inegável  que com os novos recursos disponíveis hoje pela medicina, o nível de cura de um tumor nas mamas é muito maior do que antes. Dados mostram que, na Inglaterra, esse índice dobrou nos últimos 40 anos e, nos Estados Unidos, aumentou 10% somente nesta década.

Esses mesmos dados, porém, mostram que as chances de cura do câncer de mama podem variar, de acordo com diversos fatores, como o tipo de câncer de cada paciente, a rapidez no diagnóstico e a realização do tratamento certo.

Quando o tratamento é iniciado nas fases iniciais do tumor e é feito da forma correta, as chances de cura são infinitamente maiores.

Para detecção rápida do câncer de mama, os exames são essenciais. Confira neste artigo 8 exames importantes!

Fatores que aumentam as chances de cura do câncer de mama 

infográfico: check-up pós-menopausa

Saiba um pouco mais sobre os fatores que podem fazer toda diferença para aumentar as chances de cura de um câncer de mama.

1. Diagnóstico Precoce

Como dito acima, as melhores chances de cura estão ligadas diretamente a um diagnóstico precoce. É aí que entra a importância dos exames de rotina, principalmente a partir dos 40 anos, que é quando esse tipo de câncer se torna mais frequentes.

Para isso, o exame de referência continua sendo a mamografia, que deve ser feita todos os anos pelas mulheres acima dos 40 anos. Caso esse exame identifique alguma alteração suspeita, o mastologista (especialista no cuidado das mamas) irá indicar uma biópsia, que geralmente é realizada por meio de uma agulha  para retirar fragmentos deste tumor, que serão remetidos ao laboratório. Está análise  em laboratório permite classificar o tipo de tumor, seu grau de agressividade, e ainda analisar qual será o melhor tratamento. 

Os principais exames de confirmação para suspeitas de câncer de mama são a PAAF e a Core Biópsia. Conheça cada uma delas e quais as suas diferenças!

2. Hábitos saudáveis

Apesar de ter um forte componente genético, a medicina hoje sabe que certos hábitos de vida podem fazer grande diferença na prevenção do câncer de mama.

Dados do INCA mostram que cerca de 30% dos casos de câncer de mama poderiam ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, como praticar atividades físicas, a manutenção do peso corporal, evitar o consumo de bebidas alcoólicas de forma exagerada, a amamentação prolongada e não fumar, mesmo que passivamente. A terapia de reposição hormonal na menopausa  deve ser avaliada individualmente, considerando os antecedentes familiares da paciente para o câncer de mama.

3. Tratamento adequado 

Como vimos acima, um dos fatores mais decisivos para o sucesso de um tratamento de câncer de mama é o tratamento adequado.

Felizmente, existem hoje inúmeras alternativas disponíveis para a condução do tratamento. Ao mesmo tempo, é importante que o tratamento escolhido seja o mais adequado para o caso específico daquela paciente, diante do tipo de tumor que ela apresenta.

Sabemos hoje que o câncer de mama não é apenas uma doença, mas pelo menos quatro tipos de doenças, que tem graus de agressividade e tratamentos diferentes.

Temos o câncer de mama receptor hormonal positivo, que responde às terapias de bloqueio hormonal, o câncer de mama HER 2 positivo, para o qual é indicada a terapia alvo, e o câncer de mama triplo negativo, onde a quimioterapia e a imunoterapia são o tratamento de escolha.  

O fator mais importante para a cura é o tamanho do tumor no momento do diagnóstico. Tumores menores que 2,0cm apresentam chances de cura acima de 90 por cento. 

Infelizmente  sabemos que nem todas as mulheres têm acesso a um diagnóstico por exame  adequado, ou mesmo o tratamento, no momento em que elas precisam, especialmente aquelas que não dispõem de recursos financeiros ou da cobertura de um plano de saúde.

4. Fatores emocionais e psicológicos

Como em todos os casos de câncer, sabemos que as questões emocionais e psicológicas exercem um importante papel na forma como a pessoa irá encarar a situação e se manter dedicada e esperançosa com seu próprio processo de cura.

Sabemos que não é fácil lidar com a doença, mas é necessário ter em mente que você “não é doente”, mas sim “está doente”.

Fatores como a espiritualidade, a autoestima e contar com uma boa rede de apoio de familiares e amigos estão ligados diretamente ao modo como a paciente encara a doença.

Conheça como funciona e para que serve o exame de Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais!

Clínica de tratamento de câncer de mama em Brasília

Como vimos neste artigo, as chances de cura do câncer de mama podem variar, de acordo com diversos fatores, tanto da própria mulher quanto das condições de tratamento.

Nesse sentido, estar em dia com suas consultas e exames preventivos é essencial para garantir um diagnóstico mais rápido e poder iniciar o tratamento o quanto antes, aumentando as chances de sucesso.

Para isso, conte sempre com a Clínica Viver. Somos referência em exames de imagem no Distrito Federal, e especialmente na realização de mamografias, com certificação pelo Colégio Brasileiro de Radiologia.

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Ligue para a Viver – Tel: (61) 3034-8833 ou WhatsApp: (61) 9937-12157.  Ou então venha nos conhecer:

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Nódulos benignos e malignos na mama: quais as diferenças?

Uma das grandes preocupações das mulheres que descobrem um nódulo na mama é saber se é benigno ou não.

Vale destacar que, de todos os tipos de formações nas mamas, como cistos, ou nódulos – especialmente em mulheres até os 50 anos – cerca de 90% são benignos.

Ainda assim, como parte dos casos pode ser de nódulos malignos, é importante que as mulheres estejam atentas às suas características, para saber diferenciá-los.

Independentemente do tipo, o primeiro passo deve ser sempre buscar ajuda médica o quanto antes – com ginecologista ou mastologista – para que seja feita uma avaliação.

Confira neste artigo as principais diferenças entre nódulos benignos e malignos, e quando os sinais são mais preocupantes.

Acompanhe!

infográfico: check-up pós-menopausa

Diferenças entre nódulos benignos e malignos na mama

Por uma série de fatores, podem surgir diferentes tipos de nódulos,  e formações nas mamas, que podem ou não oferecer riscos para as mulheres. Entender a diferença entre os nódulos benignos e malignos é importante para se cuidar melhor.

Confira a seguir os principais tipos de nódulos:

Nódulos benignos

Esse tipo de formação normalmente indica uma proliferação localizada e limitada de células do tecido mamário ou um acúmulo de líquido na região.

Os nódulos benignos mais comuns são:

  • Fibroadenoma – Tipo de nódulo benigno mais frequente entre as mulheres, especialmente entre os 20 e 30 anos. É comum ocorrer em ambas as mamas. Trata-se de um tipo de caroço rígido, que não causa dor ou incômodo, e que também pode aparecer nas axilas. É comum aparecer no período menstrual ou durante a gravidez, devido às alterações hormonais ou por tendência genética. 
  • Cistos – Normalmente se assemelham a uma estrutura oval ou arredondada, com acúmulo de líquido em seu interior. Eles podem aparecer em uma ou em ambas as mamas, sendo dolorosos ou não. Em muitos casos, estão associados às alterações hormonais da chegada da menopausa. 
  • Alterações fibrocísticas – Tipo de nódulo comum durante o período menstrual, muitas vezes dolorosos, mas que melhoram após a menstruação. 
  • Retenção de leite – Alteração também conhecida como “leite empedrado”, são formações endurecidas pelo acúmulo de leite nas mamas. Podem ser bastante dolorosas para a mulher, causando desconforto também para amamentar.
  • Esteatonecrose – Processo inflamatório que ocorre quando ocorre algum trauma na região da mama, muitas vezes associados a procedimentos cirúrgicos nas mamas, como na mamoplastia. Basicamente, é a parte que sofreu o trauma tentando cicatrizar.
  • Abscesso mamário – Ocorre quando há algum tipo de infecção na mama. O tratamento para o abscesso é feito a partir da drenagem do abscesso, além do uso de antibióticos para tratar a infecção. 

Os nódulos benignos em geral têm uma localização bastante limitada, sendo fácil determinar suas borda, e são móveis , podendo ser deslocados de um lado para outro na mama.  Além disso, as chances de um nódulo benigno evoluir para um câncer de mama é praticamente zero.

Conheça como é feito o procedimento de mamografia na Clínica Viver e, se desejar, aproveite para agendar seu exame conosco!

Nódulos malignos

Grande temor de toda mulher que identifica um nódulo nas mamas, as alterações cancerígenas apresentam características bem diferentes das que vimos anteriormente.

Enquanto que os nódulos benignos podem ocorrer em qualquer fase da vida adulta da mulher, desde a juventude, os nódulos malignos têm uma forte associação com idade, sendo raros em mulheres com menos de 35 anos e mais frequentes após os 50 anos.

Nos casos de câncer de mama as formações nodulares não são bem localizadas e delimitadas. Em geral, é mais difícil definir seus limites e suas bordas, sendo comum se espalharem para outras regiões, como as axilas.

Além disso, esse tipo de nódulo é mais rígido e fixo ao local onde surgiu, não se movendo com a palpação.

Além da presença dos nódulos com as características citadas acima, o câncer de mama apresenta outros possíveis sinais e sintomas, como: 

  • Irritação na pele da mama – É importante observar a presença de vermelhidão, escurecimento, retração ou enrijecimento da pele das mamas.
  • Inchaço ou assimetria – Diferente do inchaço que ocorre nos períodos menstruais, esse tipo associado ao câncer de mama ocorre em apenas uma das mamas, podendo levar a deformações e assimetrias.
  • Inversão do mamilo – Quando um mamilo normal começa a se retrair, também é um sinal preocupante, que deve ser avaliado pelo mastologista.
  • Secreção pelo mamilo – Secreções são comuns nas mamas, em algumas situações, porém, as características preocupantes são quando essa secreção sai de forma espontânea (sem precisar apertar), sendo transparentes ou com presença de sangue.
  • Coceira na aréola e mamilo – Caso você perceba esse sintoma há algum tempo, que não se resolve rapidamente, também é motivo para uma avaliação.

Confira, neste artigo, quais são os exames mais importantes para prevenir o câncer de mama!

Nódulos nas mamas: faça seus exames na Clínica Viver! 

Neste artigo vimos as principais diferenças entre os nódulos benignos e malignos, assim como seus riscos e formas de identificá-los.

Apesar disso, a principal forma de diagnosticar precocemente o câncer de mama, aumentando as chances de cura, é realizando as consultas e os exames preventivos, principalmente a mamografia.

Para realizar seus exames, considere a Clínica Viver como sua opção!

Somos referência em exames de imagem no Distrito Federal, certificados com o selo de qualidade em mamografia pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e pelo Instituto Nacional do Câncer.

Não apenas durante o Outubro Rosa, mas durante todo o ano, a Clínica Viver tem como missão oferecer aos seus pacientes um tratamento humano e ético, sempre garantindo um diagnóstico seguro.

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Prevenção ao câncer de mama: 8 exames importantes

A prevenção é a medida mais importante quando o assunto é câncer de mama. Isso porque, se descoberto em seus estágios iniciais, as chances de cura são de mais de 95%.

A campanha do Outubro Rosa tem, como foco principal, justamente isso: conscientizar a sociedade – especialmente as mulheres – da importância dos cuidados preventivos e do tratamento adequado para o câncer de mama.

Nesse sentido, as consultas e os check-ups preventivos não podem ser negligenciados pelas mulheres, especialmente após os 40 anos, que é quando as chances de um possível câncer tendem a aumentar.

Mas quais são os exames mais importantes para a prevenção ao câncer de mama? Neste artigo listamos os 8 principais.

Acompanhe!

8 exames importantes para a prevenção ao câncer de mama 

1. Autoexame 

Apesar de não substituir os exames de imagem – muito mais precisos e eficazes – o autoexame das mamas deve ser uma prática rotineira na vida das mulheres. Principalmente porque é a partir desse hábito de avaliar o próprio corpo que a mulher será capaz de identificar mais facilmente caso algo diferente surja.

Nesse exame, a mulher irá fazer um reconhecimento tanto visual quanto pela palpação das mamas, buscando alterações de tamanho, formato e coloração, bem como a presença de nódulos, caroços, inchaços, secreções, saliências ou rugosidades.

Neste artigo você vai descobrir por que o autoexame é tão importante, além de conferir um passo a passo explicativo de como fazer!

2. Mamografia 

O principal exame de imagem para diagnóstico e acompanhamento do câncer de mama!

A mamografia é capaz de identificar – muito antes que o autoexame  – a presença de alterações ainda milimétricas, como lesões, nódulos e tumores, ou ainda mudanças de densidade nas mamas.

A mamografia é o único exame capaz de identificar microcalcificações, que podem ser a manifestação mais inicial do câncer de mama .

No Brasil, as sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Mastologia, recomendam a realização anual desse exame, já a partir dos 40 anos, como forma de detecção mais precoce de possíveis focos de câncer.

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Se você tem receio de dores e desconfortos no exame de mamografia, no vídeo abaixo a Dra. Núbia traz várias dicas para tornar esse momento mais confortável. Confira:

3. Marcadores tumorais

Os marcadores tumorais são exames de sangue que podem ser realizados para avaliar possíveis alterações em algumas proteínas do nosso organismo.

O marcador mais importante para o Câncer de mama é o CA 15.3 , entretanto não serve para diagnosticar a doença, apenas para avaliar a resposta ao tratamento e detectar precocemente se a doença reapareceu após o tratamento. 

A presença de secreção pode ser sinal de câncer de mama? Neste artigo a gente mostra todas as possíveis causas que isso pode ter!

4. Testes genéticos

Apesar de não serem indicados em todos os casos, os testes genéticos podem ser bastante úteis nos casos de pacientes que possuem história familiar positiva para o câncer de mama, especialmente casos de familiares que tiveram a doença antes dos 50 anos.

Existem dois genes que são os mais investigados com esse objetivo: o BRCA1 e o BRCA2.

Eles têm a função de inibir a presença de células tumorais e, quando apresentam alterações, podem ser um sinal de alerta.

Esse tipo de triagem genética pode ser importante não só para a mulher que realiza como também para outras mulheres da família.

Você já se perguntou como surge o câncer de mama? Neste artigo a gente te explica quais são os primeiros estágios da doença!

5. Ultrassonografia 

A ultrassonografia (ou ecografia) mamária é outro importante exame utilizado para prevenção do câncer de mama e de diversas outras condições que possam afetar essa região.

Por meio dele é possível detectar a presença de nódulos nas mamas, inclusive com boa possibilidade de já esclarecer se são benignos ou não.

Como exame preventivo para o câncer de mama, a ecografia mamária é geralmente indicada para mulheres abaixo dos 40 anos, que ainda não têm indicação de realizar a mamografia, bem como para mulheres com contraindicação à radiação que é emitida pela pela mamografia.

Quer saber quando é melhor fazer uma ultrassonografia mamária ou uma mamografia? Neste vídeo a Dra. Núbia explica todos os detalhes:

6. Ressonância magnética 

A ressonância magnética é um dos exames mais precisos e avançados para identificar vários tipos de câncer em praticamente todas as regiões do corpo.

Mas, no caso do câncer de mama, ela não é recomendada como exame regular de prevenção, devido ao risco de apresentar resultados falso-positivos.

Em geral, a ressonância magnética das mamas é recomendada para mulheres que já receberam o diagnóstico de CA de mamas, para determinar com mais precisão o tamanho do tumor e se há outros nódulos na região.

A RM também costuma ser recomendada para mulheres com alto risco de câncer, devendo nesses casos ser feita juntamente com a mamografia, de forma anual.

7. Biópsia 

A biópsia é indicada como exame de confirmação da presença de um câncer de mama ou mesmo para determinar o tipo e o grau de agressividade das células cancerígenas.

Ela é realizada quando outros exames – como a mamografia – já mostraram fortes indícios da presença de um tumor.

A biópsia geralmente é utilizada por meio de agulhas ,  acopladas a um aparelho, sendo os fragmentos do tumor retirados através de  pequenos disparos (Core Biópsia)  ou de sucção  (Mamotomia),  para posterior análise em laboratório.

Ambos são procedimentos feitos em consultório, sob anestesia, e completamente indolores. 

Saiba mais detalhes sobre a biópsia das mamas, acessando este outro artigo!

8. Exames de IHC e FISH 

As células das mamas possuem uma proteína chamada HER2. Quando a biópsia de mama revela uma presença maior dessa proteína nas células cancerígenas, significa que esse tipo de tumor pode ser de um tipo que cresce mais rapidamente.

Os exames de imunohistoquímica (IHC) e de hibridação fluorescente in situ (FISH) são usados para investigar a presença dessa proteína HER2.

Caso isso se confirme, é possível tratar esse tipo de tumor com medicamentos que agem especificamente nesse tipo de proteína.

Um ponto negativo em relação ao exame de FISH é seu custo bastante elevado e o longo tempo de espera até sair seu resultado.

Responda: cistos nas mamas podem se transformar em câncer ou isso não acontece? Neste artigo a gente traz a resposta!

Prevenção ao câncer de mama é na Clínica Viver

Esperamos que este artigo sirva como informação de qualidade para te mostrar a quantidade de opções que felizmente as mulheres têm hoje para prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama.

Porém, o passo mais importante continua sendo realizar as consultas e os exames de forma preventiva, já que isso aumenta muito as chances de cura e de resolução mais rápida do quadro.

Nesse sentido, considere a Clínica Viver como sua opção para realizar seus exames preventivos para o câncer de mama.

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A missão da Viver é oferecer aos seus pacientes um tratamento humano e ético, sempre garantindo um diagnóstico seguro. Caso você esteja em Brasília ou Entorno, agende online agora mesmo seus exames e venha se cuidar conosco! 

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Você tem dúvidas sobre a mamografia? Neste artigo nós separamos os principais questionamentos das mulheres e respondemos todos eles. Confira!