Como melhorar e o que é bom para circulação do sangue (sanguínea)?

Elaboramos esse artigo com dicas fundamentais para você saber o que é bom para circulação do sangue e saber como melhorar a circulação sanguínea de uma vez por todas.

Apesar de parecer algo fora do nosso controle, muitas pessoas ignoram o fato de que é possível melhorar a circulação sanguínea com alguns hábitos que envolvem exercícios e alimentação. 

Sabe-se que a má circulação do sangue pelo corpo pode levar a doenças vasculares, como varizes e trombose. Mas, além dessas, problemas vasculares estão relacionados a vários outros sintomas nocivos, como: falta de disposição no dia a dia, inchaço, formigamento, e dores nos membros, especialmente nas pernas.

Um estilo de vida sedentário e uma alimentação não saudável, especialmente muito gordurosa, são os principais vilões para a saúde vascular. Outros fatores considerados de risco são o tabagismo e a diabetes.

Além de implementar os bons hábitos, é importantíssimo fazer exames de check-up e não deixar de consultar o seu angiologista periodicamente para monitarar sua saúde vascular.⠀⠀⠀

Neste artigo vamos dar algumas dicas fáceis de como melhorar a circulação sanguínea na cabeça, nos pés e nas pernas. São dicas focadas em exercícios, movimentos e hábitos alimentares que podem ser implementados na sua rotina diária e que terão um impacto duradouro na sua saúde vascular.

Apenas com essas dicas já será possível melhorar a circulação das pernas e pés.

Como melhorar a circulação sanguínea (do sangue)?

Afinal, o que é bom para circulação do sangue? Veja a lista com dicas que preparamos para você.

1. Pratique exercícios

Os exercícios físicos, além de trazerem benefícios para a saúde de todo o corpo, são fundamentais para a circulação sanguínea. Durante os exercícios físicos, o fluxo sanguíneo aumenta e os vasos sanguíneos se expandem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente. 

Exercício para circulação sanguínea

Como recomendação, 30 minutos de caminhada por dia, no mínimo, são essenciais para manter a saúde como um todo. Mas cuidado para não pegar leve demais, é importante sentir o coração trabalhando de maneira mais acelerada durante a atividade física. 

Pratique exercícios

Para atividades realizadas em casa, simular que está pulando corda ou correndo sem sair do lugar, além do conhecido polichinelo, são boas alternativas para ativar o seu corpo. 

Essa combinação de fazer caminhadas longas ou subir escadas e depois se alongar será ótima para melhorar sua circulação. Infelizmente a maioria das pessoas passa a maior parte do dia sentada e fazem pouca ou nenhuma atividade física regular.

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2. Alimente-se de forma equilibrada

A alimentação saudável, assim como os exercícios físicos, tem um importante papel na saúde vascular. Uma dieta com muita gordura, especialmente saturada, pode acabar entupindo as veias e prejudicando o fluxo sanguíneo. 

A recomendação é abusar de alimentos ricos em vitamina C e alimentos ricos em água e antioxidantes para o ajudar a eliminar as toxinas que podem estar provocando o problema. Alguns exemplos desse tipo de alimentos: laranja, limão, atum, sardinha, castanha-do-pará, amêndoas, alho, cebola.

Alimentos que melhoram a circulação

Além da pimenta, famosa por suas propriedades vasodilatadoras, o gengibre e o açafrão são ótimos para melhorar a circulação sanguínea por conta de seus componentes anti-inflamatórios e antioxidantes. Então trate de incluir esses alimentos em sua dieta.

alimentos anti-inflamatórios e antioxidantes

Não fume

Fumar contrai os vasos sanguíneos e pode aumentar as chances do desenvolvimento de doenças pulmonares. Sabemos que o cigarro é prejudicial a saúde por diversos motivos e seus efeitos no sistema circulatório também é um deles.

3. Não fique muito tempo na mesma posição

Seja sentado ou em pé, esse hábito pode piorar a circulação sanguínea. Estar em movimento facilita que o sangue circule e leve os nutrientes para todo o corpo, como deveria. 

A recomendação é de fazer alongamentos ou caminhadas curtas pelo menos de hora em hora quando se está muito tempo na mesmas posição. 

aquecimento-e-alongamento-circulação sanguinea

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4. Evite usar salto alto por muito tempo

O uso por tempo prolongado do salto alto pode atrapalhar na circulação sanguínea. O uso dos músculos da perna, principalmente da panturrilha, é o principal responsável pelo fluxo sanguíneo dos membros inferiores aos superiores.

O salto alto anula a necessidade de contração dos músculos da panturrilha e outros músculos da perna, dificultando que a circulação flua normalmente nos membros inferiores. 

Evite usar salto alto por muito tempo

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5. Faça exames de Check-up

Adote hábitos saudáveis e faça exames de check-up. O médico angiologista é o mais recomendado para cuidar da sua saúde vascular por ser especializado no estudo dos vasos do sistema circulatório: artérias, veias e também o sistema linfático. 

Veja alguns exames de check-up que podem ser solicitados pelo seu médico para monitorar sua saúde vascular. 

  • Ecodoppler de Membro Inferior (Arterial e Venoso) – tem como objetivo encontrar coágulos no interior de veias da perna (trombose) que podem se soltar para os pulmões, causando embolia pulmonar;
  • Ecodoppler de Membro Superior (Arterial e Venoso) – tem como objetivo analisar a circulação, nos braços, do sistema venoso;
  • Ecodoppler de Aorta e Ilíacas – avalia a aorta e as artérias ilíacas e fluxo sanguíneo. Este exame é indicado, principalmente, na avaliação dos aneurismas de aorta, que são dilatações na parede aórtica, assintomáticos e normalmente relacionados à aterosclerose, fumo e doenças cardíacas. A ruptura de um aneurisma de aorta pode causar consequências graves e até a morte.
  • Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais – analisa as carótidas, que são artérias que passam pela região do pescoço, originadas na curvatura torácica da aorta e direcionando-se ao  cérebro.  As placas de gordura na parede das artérias podem diminuir a passagem de sangue para o cérebro,  causando AVC,  o chamado derrame cerebral.
  • Ecodoppler de Aorta e Artérias Renais – é um exame em que se avalia a aorta abdominal e as artérias renais, seu calibre, fluxo e a presença de dilatação ou estreitamento.  O estreitamento das artérias renais pode ser a causa da hipertensão em pacientes jovens .

Conclusão

Tanto a medicina tradicional como a alternativa concordam que a circulação sanguínea adequada é um fator chave para a saúde e o bem-estar. Existem várias maneiras de melhorar o fluxo sanguíneo, incluindo dieta e estilo de vida.

É difícil de acreditar, mas seu corpo possui cerca de 90.000 quilômetros de vasos sanguíneos. Junto com o coração e outros músculos, eles constituem o sistema circulatório. Essa rede de estradas leva sangue a todos os cantos do corpo mas quando sua circulação é ruim, ela retarda ou bloqueia esse fluxo sanguíneo.

Isso significa que as células do seu corpo podem acabar não recebendo todo o oxigênio e nutrientes de que precisam.

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Biópsia da mama: como é feita e como interpretar o resultado?

A biópsia da mama consiste na retirada de pequenos fragmentos da área suspeita,  que pode ser um nódulo, um agrupamento de microcalcificações, ou uma área de distorção arquitetural. 

Antes da biópsia da mama por agulha, eram realizadas somente biópsias cirúrgicas, ou seja, através de um corte na pele e retirada do material para estudo em laboratório. As biópsias cirúrgicas geralmente causam cicatrizes e duram mais tempo para serem realizadas.

Biópsia da mama: Como é feita? 

A  Core Biopsy ( Core biópsia) de mama, também conhecida como punção por agulha grossa, é um exame realizado no consultório, sob anestesia local, em que uma agulha, acoplada à uma pistola específica, retira fragmentos da área suspeita na mama,  para serem depois avaliados em laboratório.

É um exame rápido, que dura em torno de 15 minutos, com resultados confiáveis, e que pode ser guiado pela ultrassonografia ou mamografia. Após o procedimento, é colocado um curativo no local, e não é necessário dar pontos.

Geralmente não causa complicações,  e quando ocorrem, na maioria das vezes se tratam de hematomas, que regridem espontaneamente, com a colocação de compressas de gelo no local. No dia seguinte, a paciente pode exercer suas atividades normalmente. 

É  muito bem tolerado pelas pacientes,  já que a qualquer sinal de dor, o médico pode anestesiar novamente o local, e não causa cicatrizes. 

O procedimento costuma gerar preocupação, uma vez que é indicado apenas quando existe uma suspeita de câncer de mama já sinalizada em outros exames, como a mamografia ou ultrassonografia.  No entanto, ressalta-se: prossiga com o diagnóstico e coloque sua saúde em primeiro lugar.

Na maioria dos casos, quando identificado precocemente, o câncer de mama é completamente curável,  sendo possível restaurar a qualidade de vida do(a) paciente, com cirurgias e tratamentos menos agressivos. 

Acompanhe o artigo e saiba mais sobre como o procedimento é realizado.

Quem solicita a biópsia de mama?

Na maioria das vezes, o ginecologista é o médico que solicita o exame após os resultados de uma mamografia ou ultrassonografia. 

Porém, é comum que a paciente seja também encaminhada a um mastologista antes da solicitação.

Conheça os exames de biópsia da Clínica Viver!

Quando fazer a biópsia de mama?

Antes da biópsia, é necessário fazer ao menos um exame de imagem: a mamografia, ou ultrassonografia. Com o resultado em mãos, é possível averiguar se foram identificadas lesões e qual é o  grau de cada uma delas. 

As possíveis lesões são estimadas de acordo com o método padrão BIRADS. Elas podem ser classificadas em : 

  • BIRADS 1 – Exame normal ou negativo;
  • BIRADS 2 – Achados benignos;   
  • BIRADS 3 – Achados provavelmente benignos;
  • BIRADS 4 – Achados suspeitos;
  • BIRADS 5 – Achados altamente suspeitos.

Recomenda-se fazer a biópsia da mama sempre que os exames de imagem apresentarem BIRADS 4 e 5. Nos casos de BIRADS 3, os médicos geralmente indicam controle com exames de imagem  em 6 meses, e, em casos de BIRADS 1 e 2, o controle anual.

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Como interpretar os resultados da biópsia benigno?

O resultado de uma biópsia de mama geralmente determina o curso do tratamento e ajuda a prever o risco de uma mulher ter um futuro câncer na mama.

Com esse exame é possível saber tipo do câncer, seu local de origem e outras características importantes.

Pode ser também que não se encontre nenhum câncer,
uma vez que com o diagnóstico da biópsia mamária pode revelar que uma anomalia mamária é benigna ou não cancerosa. O que são ótimas noticias.

A maioria dos nódulos benignos da mama é causada por alterações fibrocísticas na mama, que são uma parte normal do ciclo menstrual.

Há também diferenças de termos utilizados de laudo para laudo, dependendo do laboratório ou clínica em que a biópsia foi realizada. Sendo assim, procure relaxar e aguardar sua consulta com o médico para que ele possa esclarecer todas suas dúvidas referentes aos resultados do exame.

resultado de biópsia de mama benigno

Como entender o resultado de uma biópsia?

Assim que a biópsia é concluída, o médico patologista examina as amostras de tecido ou fluido sob um microscópio, procurando por células anormais ou cancerosas.

  • O laudo patológico, que pode levar de uma a duas semanas para ser concluído, é enviado ao médico do paciente.
  • Ele indica se a área suspeita é cancerosa e fornece uma imagem completa da sua situação.

Como entender o resultado de uma biópsia benigna?

Para o paciente, esperar pelos resultados pode ser um verdadeiro desafio, mas é importante para se tomar uma decisão acertada sobre o seu tratamento. Seu médico analisará o relatório com você e, se necessário, discutirá as opções de tratamento.

Se nenhuma célula cancerosa for encontrada, o relatório indicará que as células do nódulo são benignas, ou seja, não cancerosas. No entanto, algum tipo de acompanhamento ou tratamento ainda pode ser necessário, conforme recomendado pelo profissional de saúde.

Como entender o resultado de uma biópsia maligna?

  • Se forem encontradas células cancerosas, o relatório fornecerá mais informações para ajudar a determinar as próximas etapas.
  • O relatório de uma amostra de biópsia com agulha grossa incluirá o tipo de tumor e a taxa ou grau de crescimento do tumor.
  • Se o câncer for encontrado, o patologista também realizará testes de laboratório para verificar se há receptores de estrogênio ou progesterona nas células.

Punção Aspirativa de Mama por Agulha Fina (PAAF) e Core Biopsy de Mama

Neste exame é utilizada uma agulha de calibre 20/21G acoplada a uma seringa para aspiração do tecido. O posicionamento da agulha é comumente guiado por exame de ultrassonografia.

Sob anestesia local, a coleta do material é realizada com movimentos de vai-e-vem da seringa. O procedimento descrito poderá ser repetido diversas vezes, até que se obtenha quantidade e qualidade suficiente do material para análise. 

O risco de complicações numa PAAF de Mama é praticamente inexistente. O que pode ocorrer é a formação de hematomas que regridem de forma rápida e espontânea.

A  principal diferença entre a Core biopsy e a PAAF, é que na core biopsy se retiram fragmentos e, na punção por agulha fina, apenas uma pequena quantidade de material. Assim, a Core biopsy permite um diagnóstico mais preciso, pois analisa tecidos e não apenas células. Geralmente, a  PAAF é indicada para esvaziamento de nódulos líquidos, os cistos. No caso de nódulos sólidos, é mais indicada a core biopsy. 

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Biópsia da mama: recuperação

Pode ser necessário usar um sutiã especial e curativos sobre o local da biópsia da mama por alguns dias após o procedimento. Você ficará com pequenas tiras de fita ou pontos sobre o local onde sua pele foi cortada. Não tente removê-los sozinho. Seu médica irá lhe orientar em uma consulta posterior se eles cairão sozinhos ou se irão ser removidos.

Pode ser necessário colocar remédio na área da biópsia e/ou trocar os curativos em casa. Seu médico lhe dará a orientação sobre como tomar banho, higienizar e cuidar da ferida.

Analgésicos de venda livre são suficientes para aliviar possíveis dores. Para diminuir o risco de sangramento, não tome aspirina ou produtos que contenham aspirina nos primeiros 3 dias após o procedimento, a menos que um médico diga para você fazer.

A área onde foi realizada a biópsia também pode ficar preta ou escura por alguns dias depois.

Chame seu médico se notar problemas como:

  • Febre ou calafrios
  • Dor que piora com o tempo
  • Vermelhidão, inchaço, ou sangramento

Na Clínica Viver você pode agendar esses e outros exames de biópsia com um clique!

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Indicações da densitometria óssea: quem deve fazer?

A densitometria óssea é um exame de análise de imagem que se utiliza de um tipo especial de raio-X de baixa radiação, usualmente denominado de DXA (Dual-Energy X-ray Absorptiometry). É um exame simples e rápido, com uma duração de 15 a 30 minutos e geralmente está associado com o diagnóstico da osteoporose. O que muita gente não sabe, porém, é que, por meio desse exame, também se pode ser diagnosticada a osteopenia, que ao contrário da osteoporose é reversível

Osteoporose ou osteopenia: qual a diferença? 

A osteoporose é uma doença que acomete o sistema ósseo e se caracteriza por um quadro clínico de ossos frágeis, finos e porosos. Esses ossos, por se tornarem tão fracos, ficam cada vez mais sujeitos a fraturas, momento em que o paciente costuma descobrir a doença. 

No Brasil, estima-se que uma a cada três pessoas será diagnosticada com osteoporose. Dessa estatística, a maior parte diz respeito a pacientes femininas. A razão para isso está relacionada especialmente às mudanças hormonais no corpo da mulher durante a menopausa, uma vez que o estrogênio (hormônio do sistema reprodutor feminino que deixa de ser produzido durante a menopausa) é o responsável pela fixação de cálcio nos ossos. 

Leia mais: 

O que é osteoporose? Prevenção pela densitometria óssea

Um quadro concreto de osteoporose é definido quando os exames denunciam uma perda igual ou superior de 30% de massa óssea. Trata-se de uma condição irreversível e que exigirá cuidados constantes do paciente em questão.

Caso os exames demonstrem perda de massa óssea inferior a 30%, no entanto, pode-se tratar de um quadro de osteopenia — estágio de alerta que antecede a osteoporose. Nesta condição, trata-se de um quadro clínico reversível por meio de tratamento. 

Quem deve fazer a densitometria óssea? 

O perfil de pessoas com maior risco de desenvolver osteoporose são mulheres com mais de 65 anos, porém, constata-se que a perda de cálcio no organismo feminino se inicia por volta dos 40 anos, com o início das mudanças hormonais. Por essa razão, incluir a  densitometria óssea em seus check-ups é recomendado desde o início do período do climatério e deve se estender durante toda a idade madura. 

Leia mais:

Densitometria óssea: a importância do exame para as mulheres

A necessidade de manter certa frequência nesses exames reside justamente na possibilidade de prevenir a osteoporose, identificando o estágio prévio de osteopenia, a fim de ministrar o tratamento o mais rápido possível. 

A densitometria óssea também é altamente recomendada para pessoas que tenham histórico de osteoporose na família, tenham tido uma fratura prévia, apresentam um IMC muito baixo (inferior a 18,5 kg/m²) ou façam a utilização de algum tipo de remédio que atue na redução da massa óssea (como corticóides). 

Outros grupos de risco que devem ser observados

Pessoas com doenças reumáticas, bem como doenças renais e gastrointestinais também são recomendadas a fazer o exame uma vez que fazem parte do grupo de risco. 

Apesar de afetar especialmente as mulheres, os homens também não devem ficar de fora dos exames de densitometria óssea: já é comprovado que a redução na produção de testosterona, que acontece por volta dos 70 anos, também afeta a fixação de cálcio nos ossos e podem levar ao desenvolvimento de um quadro clínico de osteoporose. 

Quais são as demais indicações da densitometria óssea? 

Para além de diagnosticar doenças nos ossos, a densitometria óssea pode ser usada por pediatras, auxiliando exames de crescimento em crianças e adolescentes. 

Sua variação, a densitometria de corpo inteiro, é também o exame mais completo para analisar a composição corporal. Por meio dela é possível medir: a massa magra, a massa gordurosa e o tecido visceral adiposo (ou de forma mais simples, a gordura localizada entre as vísceras), sendo, portanto, indicada para o acompanhamento de atletas e de pacientes em dietas rígidas.

Quais são os benefícios da realização da densitometria óssea e densitometria do corpo inteiro? 

A maneira mais simples de resumir o benefício desses dois exames está em duas palavras-chave: controle e prevenção. Se realizados com frequência, ambas densitometria óssea e a densitometria de corpo inteiro são capazes de fornecer verdadeiros relatórios de como seus hábitos ou outros elementos externos e internos podem afetar a sua saúde óssea. 

No caso da densitometria de corpo inteiro, além de ser essencial para fornecer aos atletas uma visão acurada de seus níveis musculares, também podem denunciar uma séria condição de saúde denominada sarcopenia — caracterizada pela perda progressiva de massa muscular e também costuma ser silenciosa em seus primeiros estágios. 

Leia mais:

Para que serve a densitometria do corpo inteiro? 

Quando a densitometria não é recomendada? 

Em geral, a densitometria óssea é reconhecida como procedimento simples que não apresentam riscos para os pacientes. Porém, por questão de segurança, costuma ser contraindicada em casos de: mulheres gestantes ou com suspeita de gravidez, pacientes que tenham se submetido a exames recentes com a utilização de contraste de iodo ou bário e  pacientes que tenham passado por uma cirurgia ortopédica complexa, na região avaliada. 

O exame em pessoas com obesidade grave também pode apresentar problemas devido ao total de peso suportado pelo equipamento que costuma ser de até 200 kg. 

Por que fazer o exame regularmente? 

É reconhecido que quando mais cedo o diagnóstico de uma doença, mas fáceis são suas opções de tratamento. Em casos de diagnóstico precoce de osteopenia, muitas vezes nem mesmo é necessária a utilização de remédios. 

O paciente poderá ser indicado a tomar mais banhos de sol para estimular a produção de vitamina de D, além de ser orientado para mudanças na alimentação, incluindo alimentos e vitaminas ricos em cálcio. 

Para que isso seja possível, é imperativo estar em dia com seu check-up! 

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Como cuidar da saúde dos ossos e prevenir a osteoporose?

A osteoporose é uma doença que afeta a densidade óssea, tornando os ossos porosos, finos e frágeis. Estima-se que a Osteoporose afete cerca de dez milhões de brasileiros ao redor do mundo e, desses números, 3 em 4 pacientes são do sexo feminino

Acompanhe o artigo para saber mais sobre a doença e formas de preveni-la.

O que é a osteoporose? 

Enquadrada como uma condição metabólica, a osteoporose se configura clinicamente quando existe uma perda maior que 30% da massa óssea no organismo. Especialmente com o envelhecimento, a capacidade de absorção de minerais e cálcio pelos ossos diminui e essa é uma das principais causas de perda de massa óssea. 

Leia mais: 

Osteoporose: o que é e quais são os sintomas? 

A osteoporose é uma doença silenciosa, que funciona de maneira progressiva: isto é, sua rede de sintomas vai variar de acordo com a quantidade de massa óssea perdida. Contudo, na maioria das vezes, os sintomas não são identificáveis até que aconteça uma fratura. Nesses casos, a osteoporose já está em um quadro clínico avançado. Estima-se que no Brasil ocorram cerca de 2,4 milhões de fraturas por conta da osteoporose a cada ano.

Quais são os fatores de risco? 

A osteoporose é uma doença que geralmente acomete as pessoas idosas. Porém, seus efeitos podem surgir nas mulheres bem mais cedo, devido aos desdobramentos hormonais da menopausa. Isso está diretamente ligado ao declínio na produção de estrogênio o hormônio feminino reprodutor que é um dos responsáveis pela fixação de cálcio nos ossos. Por essa razão, as mulheres a partir de 50 anos são mais propensas a desenvolverem a doença. 

Outros fatores de risco associados à osteoporose são: histórico familiar de ocorrência da doença, tabagismo, sedentarismo, baixa exposição à luz solar, uma dieta pobre em cálcio e vitamina D, deficiências endócrinas, utilização prolongada de certos medicamentos, como a cortisona. 

Apesar de serem menos afetados que as mulheres, os homens não estão livres de desenvolver a doença. No caso deles, observa-se que os fatores de risco são: baixo índice de massa corporal, diabetes, problemas na tireoide, falta ou excesso de exercício físico e o uso de alguns medicamentos imunossupressores e para epilepsia. 

Como prevenir? 

A prevenção da osteoporose está fortemente ligada à adoção de hábitos saudáveis no cotidiano. Leia a seguir os principais e adeque-os à sua rotina.

Pratique exercícios físicos

A prática de atividade física ajuda em diversos setores da saúde, não apenas na saúde óssea. Porém, representam um fator essencial para a prevenção da osteoporose, pois ajudam na manutenção de massa óssea. Caminhadas, atividades aeróbicas e musculação são uma boa pedida, ainda mais se aliadas a um bom banho de sol. 

Recomenda-se que a carga semanal de exercícios seja de pelo menos 30 minutos por dia, 5 vezes na semana. 

Tome banhos de sol 

Uma das principais deficiências no corpo relacionadas à osteoporose diz respeito à vitamina D. A escassez dessa vitamina dificulta a absorção de cálcio pelos ossos e por isso, é um fator chave para o desenvolvimento da doença.

Uma boa constância para os banhos de sol é três vezes por semana, por pelo menos 10 minutos. Porém, é importante lembrar de utilizar protetor solar e tomar sol em horários de menor intensidade até as 10h da manhã ou depois das 16h, para prevenir insolações e queimaduras.

Cuide da alimentação 

A vitamina D, além de auxiliar na absorção de cálcio pelos ossos, também atua combatendo radicais livres associados ao processo de envelhecimento, ajudando a diminuir alguns fatores como rugas e linhas de expressão. Ela pode ser encontrada não apenas na luz solar e em diversos alimentos, como: morango, caju, laranja, mirtilo, manga, goiaba e folhas verde, como o brócolis. 

Além da vitamina D, uma alimentação rica em cálcio é essencial para prevenir o desenvolvimento da osteoporose. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) é recomendado que se consuma entre 1.000 mg a 1.300 mg de cálcio diariamente, isso equivale a  três porções de leites e derivados. Basta pensar que um copo de leite tem cerca de 250 mg de cálcio. 

Apesar de encontrarmos o cálcio em maior proporção em leites e derivados, ele também pode ser encontrado em soja, grãos e folhas escuras. 

Não pule seus check-ups! 

A osteoporose é uma doença silenciosa; isso quer dizer que, na maioria dos casos, não apresenta sintomas até que esteja muito avançada. O quadro clínico antes da osteoporose se chama osteopenia e, ao contrário da osteoporose, é reversível. 

Por essa razão, a realização de check-ups anuais regulares, especialmente para mulheres que já passaram dos 50 anos ou que estão experimentando os sintomas da menopausa, é de extrema importância. Para os homens, recomenda-se uma atenção especial, no que se refere à osteoporose, a partir dos 70 anos, ou antes disso, quando apresentarem algum fator de risco.

O exame utilizado para o diagnóstico da osteoporose é densitometria óssea. É caracterizado por ser um exame rápido, com baixos níveis de radiação e fornece um relatório completo sobre sua condição óssea, sendo o mais apropriado para esse caso.

Leia mais: 

Que médico procurar para um check-up? 

Caso seja diagnosticada antes de configurar um quadro de osteoporose, a doença poderá ser tratada com suplementação alimentar de cálcio, adoção de hábitos saudáveis, dentre outros! 

A osteoporose afeta uma grande parcela da população de uma maneira silenciosa e o melhor cuidado que você pode tomar é se prevenir! 

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Sintomas de câncer no ovário: tem cura?

Câncer no ovário é uma doença que apresenta alta mortalidade. Isso ocorre, principalmente, porque em 75% ou mais dos casos, o diagnóstico só se dá em estágios mais avançados.

Sabemos que a maior parte dos cânceres de ovário incide em mulheres entre os 40 e 60 anos de idade.

O câncer ovariano não é uma doença homogênea, mas sim um grupo de doenças, com comportamentos biológicos diferentes.

Os mais comuns são os tumores epiteliais, que se originam das células da superfície do ovário, como (do mais comum, para o menos):

  • o cistoadenocarcinoma seroso, perfazendo cerca de 75% dos casos, e que pode ser bilateral,
  • o cistoadenocarcinoma mucinoso (20%),
  • o carcinoma endometrioide (2%), que tem associação com a endometriose em 10 a 20% dos casos.

Os cistoadenomas serosos ou mucinosos são cistos que costumam apresentar septos (divisões) e projeções sólidas em seu interior. são tumores benignos que podem atingir grandes dimensões, principalmente os mucinosos.

Eles têm pico de incidência entre os 20 e 50 anos. Nas ultrassonografias transvaginais, estes cistos são chamados de complexos ou multioculares.

Em crianças e mulheres jovens até 20 anos os disgerminomas e teratomas imaturos, são os mais frequentes e eles se originam de células germinativas do interior do ovário.

O que causa Câncer de Ovário? Fatores de Risco Mais Importantes

O câncer de ovário é um tipo de câncer que começa nos ovários. O sistema reprodutor feminino contém dois ovários, um de cada lado do útero. Os ovários – cada um com o tamanho de uma amêndoa – produzem óvulos (óvulos), bem como os hormônios estrogênio e progesterona.

O câncer de ovário muitas vezes passa despercebido até que se espalhe na pelve e no abdome. Nesse estágio avançado, o câncer de ovário é mais difícil de tratar. O câncer de ovário em estágio inicial, no qual a doença está confinada ao ovário, tem maior probabilidade de ser tratado com sucesso.

Conheça como funciona e para que serve o exame de Ecodoppler de Carótidas e Vertebrais!

Alguns fatores se apresentam como os mais comuns na ocorrência do câncer de ovário.

Eles são:

  • História familiar –  ter 2 ou mais parentes de 1º grau com histórico de câncer de ovário, aumenta o risco de câncer de ovário em 3 a 4 vezes.
  • Idade – a incidência máxima ocorre entre os 60 a 65 anos. Cerca de 30% dos tumores ovarianos que ocorrem após a menopausa são malignos, enquanto apenas 7% na pré-menopausa o são.
  • Época da primeira menstruação – menarca precoce e menopausa tardia, da mesma forma, aumentam a chance de câncer de ovário.
Sintomas de câncer no ovário
  • Paridade – quanto maior o número de filhos, menor é o risco.
  • Raça – o câncer ovariano é mais comum na raça branca.
  • Obesidade – um índice de massa corporal (IMC) maior que 30 é um risco, pois aumenta as chances da ocorrência de câncer de ovário.
  • Indução de ovulação – o uso de indutores da ovulação, por pacientes inférteis, é fator de risco.
  • Tabagismo –  o fumo, já que aumenta consideravelmente a chance do desenvolvimento de câncer.
  • Mutação genética – pacientes com câncer de mama/ovário, portadoras de mutação nos genes BRCA1 e BRCA2, que apresentem mãe, irmã ou filha com esta condição, correm maior risco.
  • Endometriose – o risco de transformação maligna das portadoras de endometriose ocorre em torno de 2,5% dos casos.

Sintomas e sinais do Câncer no Ovário

Os sintomas de câncer no ovário são muito imprecisos, mas as queixas mais comuns são as de:

  • sensação de empachamento – saciedade precoce, ainda que não se tenha comido o suficiente para ficar saciada,
  • má digestão e
  • distensão abdominal.

Esses sintomas são comumente identificados em outras patologias e tipos de câncer.  Não existe um método eficaz de diagnóstico, na maioria dos casos, os sintomas de câncer no ovário são os principais sinais para o início dos exames e tratamentos. /

Outros sintomas de câncer no ovário

  • Fadiga
  • Dor durante a relação sexual
  • Dor nas costas
  • Alterações menstruais
  • Dor de estômago
  • Constipação
  • Perda de peso

Caso sinta algum desses sintomas com frequência, procure um ginecologista para iniciar os exames e possivelmente o tratamento.

Como descobrir e saber se tenho câncer no Ovário?

Para ter diagnóstico e detectar a presença do câncer, primeiramente é realizada Ecografia Transvaginal com Estudo Dopplerfluxométrico (doppler).

Este exame pode identifica cistos maiores que 8 cm que tenham, como características visuais septos grossos, paredes irregulares, multiloculares, e com componente sólido em seu interior.

Ao doppler é identificada uma vascularização na porção central do cisto, com vasos irregulares e calibrosos e muito aporte de sangue ao tumor (baixo índice de resistência).

Pode-se, igualmente, ser detectado liquido na cavidade abdominal.

A Ressonância Magnética auxilia na programação da cirurgia.

Os marcadores tumorais devem ser dosados no sangue, como o Ca 125, mais importante para os cistoadenocarcinomas serosos, ainda que seus níveis normais não excluam o diagnóstico.

O CEA e CA 19.9 ajudam na identificação dos tumores mucinosos, e a alfa fetoproteína, nos tumores germinativos.

Tratamento do Câncer de Ovário

A cirurgia e a quimioterapia são geralmente usadas para tratar o câncer de ovário.

O tratamento desse tipo de câncer depende do estadiamento, ou seja, se o tumor está localizado ou se já se disseminou para outros órgãos.

É realizada a cirurgia, para retirada do útero, ovários e trompas, além do omento, como preparo a fim de submeter a paciente a posterior quimioterapia.

Em alguns casos de pacientes de alto risco para câncer de ovário, desde que já tenham prole constituída e possuam alta probabilidade de desenvolverem síndromes hereditárias, pode ser realizada a retirada profilática dos ovários, após os 35 anos.

Resumo

Fique com esse conceitos mais importantes sobre os cânceres de ovário:

  • Tratam-se, na realidade, de um grupo de doenças com comportamentos biológicos diferentes, alguns mais, outros menos agressivos.
  • São mais frequentes após a menopausa.
  • A dosagem do CA 125 é indicada, mas pode estar normal em 20% dos tumores, e, da mesma forma, estar aumentada mesmo em processos benignos.
  • Um dos sintomas mais frequentes é a saciedade precoce.
  • O diagnóstico precoce faz toda a diferença, e é feito principalmente por meio da ultrassonografia.

Veja este conteúdo sobre Câncer de Ovário em vídeo:

A Clínica Viver

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável. Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, ainda que você não esteja em Brasília. Oferecemos, igualmente, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

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Saiba Mais

Ficamos felizes de seu interesse em saber mais sobre câncer no ovário. Leia, igualmente, as partes 1 e 2 da série sobre problemas no ovário:

1 – Cisto no Ovário é Perigoso? e
2 – Cistos Não Funcionais de Ovário.

Comente, pergunte e, acima de tudo, participe das nossas discussões a fim de aprimorarmos nossas informações. Aguardamos e agradecemos sua participação.

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Pólipo endometrial: o que é, sintomas e como tratar

Os pólipo endometrial  são também chamados de pólipos uterinos ou pólipos de útero. Dependendo da parte do útero onde se localizam, também podem ser pólipos de colo do útero. Pólipos são nódulos que se desenvolvem na camada que reveste o útero internamente, o endométrio.

Temos um pólipo quando o tecido da paredede algum órgão (mucosa) cresce de maneira incomum. Isso é mais frequente de ocorrer em pessoas acima dos 50 anos.

É importante saber que a grande maioria dos pólipos é benigna, pois somente 3% tendem a se malignizar e tornarem-se câncer. Geralmente, os pólipos maiores que 1,5 cm, presentes em pacientes acima de 60 anos, são os que têm maior chance de malignização.

O que são pólipos?

Os pólipos são membranas umedecidas que recobrem o interior de alguns órgãos e estrutura do corpo do paciente. Existem mucosas no interior do nariz, da boca, anus e útero.

A pólipos são tumores benignos e não são um tipo de câncer. Geralmente os médicos utilizam o surgimento como uma alerte para o câncer.

O que são pólipos no útero (endometrial)?

De forma resumida, os pólipos uterinos ou endometriais são nódulos que crescerem a se aderiram à parede interna do útero que se estendem para a cavidade uterina. O crescimento excessivo das células de revestimento do útero (endométrio) leva à formação de pólipos uterinos, também conhecidos como pólipos endometriais.

Esses pólipos geralmente não são cancerosos (benignos), embora alguns possam ser cancerígenos ou eventualmente se transformar em câncer (pólipos pré-cancerosos).

Os pólipos uterinos variam em tamanho de alguns milímetros – não maiores que uma semente de gergelim – a vários centímetros – do tamanho de uma bola de golfe ou maiores. Eles se prendem à parede uterina por uma base grande ou uma haste fina.

Você pode ter um ou vários pólipos uterinos. Geralmente, eles ficam contidos no útero, mas ocasionalmente escorregam pela abertura do útero (colo do útero) para a vagina. Os pólipos uterinos ocorrem mais comumente em mulheres que estão passando ou já concluíram a menopausa, embora mulheres mais jovens também possam desenvolvê-los.

Sintomas de Pólipos Uterinos

Os principais sintomas da existência de pólipos uterinos são muito comuns em mulheres, o que dificulta o diagnóstico, pois podem significar outras condições. Eles são:

  • irregularidade nos períodos menstruais, normalmente com aumento do fluxo,
  • sangramentos vaginais entre menstruações e após as relações sexuais,
  • dor, aumentada durante o período menstrual,
  • dificuldade de engravidar, pois há dificuldade na fixação do(s) óvulo(s) fertilizado(s) no útero.

Como esses sintomas são comuns a diversas outras patologias, somente com um exame de imagem podemos ter a certeza de qual problema é o causador desses sintomas.

No caso, o exame indicado é a ultrassonografia transvaginal.

Prefere ver este conteúdo em vídeo? Abaixo, a Dra. Nubia fala sobre pólipos uterinos.

O que o pólipo endometrial pode causar?

Sim, é preciso tomar cuidado quando o assunto é pólipo uterino. Por isso, nunca é demais lembrarmos da importância de acompanhamento médico. Os pólipos de útero podem causar:

  • infertilidade, pois dificultam a implantação do embrião, e ocasionam aumento do fluxo menstrual,
  • sangramentos depois das relações sexuais e após a menopausa, e
  • infecções.

O exame de escolha para detecção dos pólipos é a ecografia transvaginal com dopplerfluxometria. O exame que vai demonstrar uma imagem semelhante a um badalo de sino, ao passo que o doppler mostrará que há com fluxo sanguíneo na região.

Pólipos uterinos

As vezes, o pólipo pode sair pelo canal uterino e ser identificado pelo(a) ginecologista durante o exame. Porém, não é indicada a retirada com torção no consultório, pois a base do pólipo pode permanecer, situação em que existe o risco de malignização.

A imagem mostra algumas das possibilidades de localização dos pólipos uterinos.

Pólipo endometrial: Como é feita a retirada? 

O tratamento mais recomendado é a retirada do pólipo por histeroscopia. A técnica consiste em introduzir um aparelho muito fino na cavidade do útero, com uma microcâmera em sua extremidade. O pólipo é então ressecado e, com uma pequena tesoura, dependendo de seu tamanho, é dividido em fragmentos e retirado.

Este procedimento é geralmente realizado sob anestesia, mas em alguns casos pode ser feito em consultório e geralmente leva entre 5 e 30 minutos.

O procedimento não costuma ser doloroso. No entanto, você pode sentir algum desconforto durante o procedimento. O seu médico pode prescrever algum tipo de sedativo para você tomar com antecedência e a dosagem da anestesia dependerá do propósito de sua histeroscopia.

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Além disso, temos profissionais experientes e preparados para consultas nas especialidades de Endocrinologia, Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, a fim de cuidar de seus exames e da sua saúde. Ligue para a Viver – Tel: (61) 3034-8833 ou WhatsApp: (61) 99937-12157.

Conseguimos agendar seu exame para acompanhamento de pólipos uterinos até para o mesmo dia, já que temos 9 salas de ecografia. Aceitamos os principais convênios e você já sai da clínica com seu resultado.

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Dor no Baixo Ventre: causas e o que pode ser?

A dor no baixo ventre, ou “dor no pé da barriga” é uma queixa comum em mulheres,  e pode ter várias causas, desde processos normais da ovulação,  até doenças mais graves. 

Para diagnosticá-la, é importante avaliar a sua intensidade, se a dor tem relação com o ciclo menstrual, se é contínua ou intermitente, e se existem outros sintomas associados.

Acompanhe o artigos para conhecer as causas mais comuns deste tipo de dor que atinge algumas mulheres.

O que é e onde fica o baixo ventre?

Talvez você já tenha ouvido falar de outras expressões para essa região: também são usados os termos “dor abdominal”, “dor no pé da barriga” ou “dor pélvica”. Refere-se portanto a região que fica abaixo do umbigo.

Veja também: Ecografia transvaginal

Cólica ou Dor no baixo ventre: o que pode ser?

Você já sentiu o baixo ventre inchado, dores no baixo ventre durante a gravidez, dor no baixo ventre depois do período fértil ou então fisgadas no baixo ventre no lado esquerdo ou direito?

Dor no baixo ventre

Separamos aqui algumas possíveis causas comuns específicas para esse tipo de problema.

1) Cisto Hemorrágico de Ovário.

O cisto é uma esfera preenchida por líquido. O Cisto Hemorrágico de Ovário, ou Cisto de Corpo Lúteo Hemorrágico é um cisto que contém sangue em seu interior. É completamente benigno, e comum após a ovulação, quando um pequeno vaso da parede do ovário se rompe e enche a cavidade de sangue.

Geralmente os cistos hemorrágicos são menores que 6.0 cm, e desaparecem espontaneamente em torno de 2 meses.

Ocorre na idade reprodutiva, e a paciente geralmente sente dor do lado direito ou esquerdo da pelve, próxima ao período menstrual.

Às vezes esta dor no baixo ventre tem intensidade moderada, e quando ocorre do direito, pode ser confundida com apendicite.

Leia também: Ovários Micropolicísticos

2) Cisto de Ovário Torcido

Os cistos maiores que 6.0 cm, e os teratomas volumosos, que são tumores benignos contendo gordura, calcificaçoes e cabelos, podem girar sobre seus ligamentos e pedículo vascular, causando a torção ovariana.

Pode ocorrer a torção somente do ovário, ou também da trompa uterina.

Outra causa de torção ovariana é a indução da ovulação, para pacientes inférteis, que faz com que os ovários fiquem volumosos e mais pesados. Com a torção ovariana, o fluxo sanguíneo é interrompido, causando a isquemia e até necrose do órgão.

O principal sintoma da Torção Ovariana é uma dor intensa e repentina do lado afetado em mulheres na idade reprodutiva, podendo estar associada à náuseas e vômitos.

O diagnóstico é feito através o exame clínico e da Ultrassonografia Transvaginal, que demonstra o ovário aumentado, ou uma massa sólido / cística na região do ovário, e líquido na pelve.

A avaliação com Dopplerfluxometria pode evidenciar ausência de fluxo sanguíneo no ovário afetado. O tratamento é cirúrgico, sendo a laparoscopia o método de escolha.

Leia mais:

Para que serve o exame de ultrassom abdominal

Ultrassom de abdômen total: 9 doenças que podem ser detectadas

3) Abscesso Tubo Ovariano

O abscesso tubo ovariano é outra possível causa de dor no baixo ventre. Trata-se de uma coleção de pus, que se forma na trompa e ovário, devido à uma infecção bacteriana, que através da vagina, atinge o útero, endométrio (camada interna que reveste o útero), trompa e ovário.

Esta infecção geralmente é causada por bactérias sexualmente transmissíveis, como a Clamidia, em 60% dos casos, a Gardnerella e o Gonococo.

Com a evolução do processo, pode ocorrer a infecção do peritônio, que é a membrana que reveste o abdome internamente, acumulando liquido purulento na pelve, e formando aderências, que podem causar infertilidade.

Dor no baixo ventre

Os sintomas mais comuns são: dor pélvica, dor na relação sexual, dor e dificuldade para urinar, corrimento vaginal e febre.

O diagnóstico é feito pelo exame ginecológico, exames de sangue que podem evidenciar processo infeccioso, provas de biologia molecular para identificar o agente causador da infecção, e Ecografia Transvaginal, que vai demonstrar uma massa sólido cística na região do ovário e trompas, dilatação da trompa, e líquido na cavidade pélvica.

O tratamento pode ser realizado com antibióticos e cirurgia. Algumas complicações tardias como infertilidade e gravidez ectópica podem ocorrer.

4) Gravidez ectópica (tubária)

A gravidez ectópica é aquela em que o feto se desenvolve fora do útero , mais comumente na trompa uterina. Ela pode ocorrer também no colo uterino, na cicatriz de uma cesárea prévia, e até no abdome.

Quando a gravidez ocorre na trompa (tuba uterina) , ela pode não causar sintomas, até que ocorra a ruptura da tuba, com sangramento para o interior da pelve. 

Neste caso, a paciente geralmente relata ausência da menstruação, uma dor intensa do lado acometido, sangramento vaginal moderado ou intenso, dor no ombro devido à irritação do diafragma causada pelo sangue, e  tonturas. Pode ocorrer desmaio, e até choque,  devido à perda aguda de  sangue.

O diagnóstico é realizado pelo exame clínico, dosagem de beta HCG quantitativo, e ecografia transvaginal,  que demonstra uma massa na região da trompa, ausência de saco gestacional no útero,  e líquido na pelve. Algumas vezes, pode-se visualizar o embrião na região da trompa.

A dosagem de beta HCG no sangue acima de 1000U/L, na ausência de gravidez no útero, indica uma provável gestação ectópica.

O tratamento pode ser realizado com medicamento (metotrexato),  no caso da gravidez ectópica íntegra de pequeno volume,  ou cirurgia,  quando não há  a regressão  da gravidez com medicamentos,  ou a ruptura da trompa ocorre;  o que é um quadro de emergência.

As causas da gravidez ectópica mais comuns são: doença inflamatória pélvica, (infecções de útero, trompas e ovários), gravidez ectópica anterior, endometriose,  e cirurgias pélvicas anteriores.

5) Endometriose

A Endometriose é o crescimento do tecido que reveste o útero internamente, o endométrio,  em locais fora do útero,  como ovários, ligamentos, reto, intestinos, bexiga e vagina. Este tecido causa pequenos sangramentos nestes locais na época da menstruação,  e ocasiona um processo inflamatório intenso, o que costuma causar muita dor.

As pacientes com Endometriose podem relatar cólicas menstruais intensas,  que vem piorando com o tempo,  dor em baixo ventre, sangramento menstrual abundante, com coágulos,  dor durante as relações sexuais, dor ao urinar, sangramento nas fezes e urina durante o período menstrual.

É importante a relação da piora dos sintomas com o período menstrual para se fazer o diagnóstico diferencial com outras doenças. 

O diagnóstico é feito com a Ecografia Transvaginal para Mapeamento da Endometriose, que demonstra os focos endometrióticos, sendo superior à Ressonância Magnética na detecção de endometriose intestinal. 

Já a Ressonância demonstra melhor os focos no assoalho pélvico.

O tratamento depende da localização e extensão das lesões,  podendo ser realizado com medicamentos, como anticoncepcionais contínuos, e outros que causam bloqueio hormonal,  e o tratamento cirúrgico, com  a laparoscopia para remoção dos focos de endometriose e retirada de aderências.

Leia mais:

Endometriose – Sintomas, Diagnóstico e Tratamento

6) Apendicite

A inflamação do apêndice,  uma pequena estrutura tubular do lado direito da pelve, junto ao intestino grosso,  é chamada apendicite, e pode ser causada pela presença de um fragmento das fezes em seu interior,  ou por infecções por bactérias e vírus.  Com isto, o apêndice vai se enchendo de pus, e pode até se romper,  causando um quadro mais grave,  com formação de coleções de pus no interior do abdome.

A apendicite pode se iniciar com uma dor próxima ao umbigo, náuseas e vômitos,  e deslocamento da dor para a porção inferior direita do abdome. Febre, mal estar, calafrios e perda do apetite também podem estar presentes.

A apendicite pode ocorrer em qualquer idade, entretanto é mais comum dos 10 aos 30 anos.

O diagnóstico é feito através do exame clínico,  em que o médico detecta sinais de irritação peritoneal, dos exames de sangue, e da Ultrassonografia de abdome total ou Tomografia Computadorizada. 

É muito importante o diagnóstico precoce para se evitar complicações como a saída de material fecal para o abdome, causando um processo infeccioso intenso, com a inflamação da membrana que reveste o interior do  abdome (peritonite), formação de coleções de pus,  e podendo levar à septicemia (infecção generalizada).

O tratamento é cirúrgico,  podendo ser realizado por via laparoscopia.

7) Cálculos ureterais

 Os cálculos ureterais são pequenas pedras de cálcio ou ácido úrico,  que estavam localizadas no rim e se deslocaram para o ureter,  um tubo muscular,  que une os rins à bexiga.

Durante este processo de migração,  os  cálculos podem causar obstrução do fluxo urinário, e a inflamação da parede do ureter,  causando uma dor lombar intensa, que pode se irradiar para a pelve, e região da vulva. A paciente com cálculo no ureter pode apresentar ainda: náuseas,  vômitos,  ardência e dor ao urinar.

Aproximadamente 70% dos cálculos menores que 0.5 cm podem ser eliminados espontaneamente. Para cálculos no ureter distal, ou seja, próximos à bexiga e maiores que 1.0cm, está indicada a ureteroscopia, onde se insere um pequeno tubo pela uretra, que alcança a bexiga e progride para o ureter distal, capturando o cálculo.

Os exames indicados para o diagnóstico são: Radiografia Simples, Ultrassonografia de Rins e Vias Urinárias e, se necessário, a tomografia computadorizada.

8) Diverticulite 

A diverticulite é a inflamação de pequenas bolsas que se formam na parede do intestino grosso, principalmente em pacientes da meia idade e idosos.

Pequenas quantidades de fezes podem ficar retidas nos divertículos, favorecendo o crescimento de bactérias que causam a infecção. A maioria dos divertículos se localiza do lado esquerdo do abdome,  no cólon descendente e sigmoide.

As dietas pobres em fibras, que ocasionam a prisão de ventre, contribuem para a formação de divertículos. Os principais sintomas da diverticulite são: dor abdominal, geralmente à esquerda, diarreia ou prisão de ventre, náuseas e vômitos, e febre.

O diagnóstico pode ser feito através do exame clínico, da Ultrassonografia de abdome total, e tomografia computadorizada. 

Se o processo infeccioso estiver localizado, o tratamento indicado é medicamentoso.

Podem ocorrer complicações como a formação de coleções de pus, perfuração, formações de comunicações entre o intestino grosso e outros órgãos, chamadas fístulas, ou obstrução do intestino grosso e, neste  caso, o tratamento é cirúrgico.

Assista aos nossos vídeos sobre o assunto:

Parte 2:

Parte 3

Como buscar auxílio médico?

Neste artigo, listamos algumas das principais causas de dor no baixo ventre. Para um diagnóstico preciso, com o devido tratamento, consulte um ginecologista e siga com a realização de exames específicos.

Caso já possua o pedido de exame médico em mãos, basta clicar aqui para agendá-lo na Clínica Viver! Aceitamos os principais convênios de saúde e, para exames particulares, você pode solicitar o seu Cartão Conviver. Saiba mais sobre os benefícios do Cartão Conviver aqui!

12 Sintomas da menopausa e como amenizar?

A menopausa é um fenômeno natural na vida de toda a mulher e geralmente acontece por volta dos 45 a 50 anos.

Uma das maiores preocupações das mulheres acerca desse acontecimento diz respeito aos sintomas, que podem ser bem acentuados e causar bastante desconforto, especialmente durante o Climatério, que é o período que antecede a menopausa e pode se prolongar até mesmo na pós-menopausa.

Acompanhe o artigo para conhecer mais sobre! 

O que é e como saber se estou entrando na menopausa? 

A menopausa é definida pelo término definitivo do período menstrual (iniciado na puberdade) e, por consequência, o encerramento da vida fértil feminina. Medicamente, a menopausa é confirmada após 12 meses sem a ocorrência de uma nova menstruação. 

Apesar de geralmente acontecer depois dos 40 anos, uma pequena parcela de mulheres pode experimentar um acontecimento precoce dessa fenômeno, que será chamado então de menopausa precoce.

As razões para que isso aconteça podem estar relacionadas a fatores hereditários, ou serem consequências de quimioterapia, cistos no ovário, medicamentos para acne,cirurgia nos ovários ou doenças autoimunes.

Com a menopausa, os ovários vão progressivamente diminuindo suas atividades, o que resulta em uma diminuição em estrogênio e progesterona no organismo. Esses dois hormônios são os responsáveis principalmente pelo desenvolvimento de características sexuais secundárias femininas e pelo controle do ciclo menstrual. 

No caso do estrogênio, sua ação é ainda mais ampla no corpo, influenciando tanto o sistema cardiovascular quanto o ósseo. Esse hormônio favorece a saúde do sistema cardiovascular por promover a dilatação dos vasos e facilitar a circulação sanguínea. Além disso, é responsável pela fixação de cálcio nos ossos.

Por essa razão, com a ocorrência da menopausa, também aumenta a propensão para outras doenças e condições como problemas cardiovasculares e a osteoporose

Quanto tempo dura a menopausa?

infográfico: check-up pós-menopausa

Uma das maiores preocupações das mulheres em relação à menopausa é referente aos sintomas. De fato, especialmente durante o climatério, eles costumam ser mais fortes e caracterizam a parte mais difícil desse período de transição até a pós-menopausa.

Esse período costuma se iniciar por volta dos 40 anos, mas algumas mulheres podem começar a senti-lo depois dos 35 anos.  

Os sintomas mais comuns são: ondas de calor, dores de cabeça, diminuição de libido, incontinência urinária, alterações no humor, insônia e aumento de peso. 

Leia também: O sangramento vaginal após a menopausa é grave? 

E por que todos esses sintomas se a menopausa é um processo completamente natural? Isso acontece porque toda mudança requer um período para adquirir novamente o estado de homeostase, ou seja, o equilíbrio do corpo.

Dessa forma, a presença desses sintomas não significa que algo estava errado, mas representa o processo de nova acomodação do organismo. Considerando todavia o incômodo e o desgaste que muitos desses sintomas causam, existem maneiras de amenizá-los. 

Sintomas da Menopausa

Em algumas mulheres os sintomas da menopausa não são percebidos, porém, na sua maioria os sintomas já aparecem no climatério. Os mais comuns são: 

  • ondas de calor ou fogachos;
  • irregularidades na duração dos ciclos menstruais e na quantidade do fluxo sanguíneo;
  • dificuldade para esvaziar a bexiga;
  • infecções urinárias e ginecológicas;
  • aumentem as queixas de irritabilidade;
  • distúrbios de ansiedade;
  • melancolia, perda da memória;
  • insônia;
  • cabelos e unhas ficam mais finos e quebradiços;
  • alterações na distribuição da gordura o corpo;
  • perda de massa óssea característica da osteoporose;
  • risco aumentado de doenças cardiovasculares.

Como amenizar os sintomas da menopausa? 

As medidas para aliviar esses sintomas perpassam a adoção de hábitos mais saudáveis, com uma alimentação balanceada e uma boa frequência de exercícios físicos. Veja a seguir mais detalhes.

Alimentação

Alimentos como soja, linhaça, inhame e amora são ricos em fitoestrogênios: substâncias que oferecem ao organismo um efeito semelhante ao do estrogênio, podendo compensar a falta produzida pelo corpo.

Os fitoestrogênios podem aparecer na sua dieta de formas discretas, como em um chá de amora durante a tarde, leite de soja ou tofu. Ainda no quesito alimentação, incorporar mais frutas e vegetais na dieta, diminuindo açúcares e frituras pode ajudar na melhor regulação do seu metabolismo! 

Leia também: 

Por que a mulher engorda na menopausa? 

Lembrar sempre de consumir alimentos ricos em cálcio, como leite, ovos ou vegetais de folhas escuras, bem como incorporar na sua rotina alguns segundos de banho de sol, vão ajudar a prevenir a ocorrência da osteoporose, uma doença muito comum associada a esse período. 

Exercícios físicos

Dedicar ao menos 30 minutos para atividades de intensidade moderada no seu dia a dia será muito benéfico para aliviar os desconfortos com uma carga extra de endorfina. Além das vantagens gerais para a saúde do corpo, você certamente se sentirá mais disposta e conseguirá regular melhor alterações bruscas de humor.

Para colocar o corpo em movimento, considere caminhadas, a prática de yoga ou danças diversas, uma academia, um exercício funcional, dentre outras possibilidades viáveis para o seu dia a dia e que te despertem prazer.

Como saber se estou na menopausa

Reposição hormonal

Uma outra solução para os sintomas da menopausa é a reposição hormonal que vai buscar um auxílio médico e intervenção direta para pontualmente suprir o corpo com os hormônios que deixaram de ser produzidos, geralmente em uma combinação de estrogênio + progesterona.

A reposição hormonal pode ser feita por meio de injeções, adesivos, pílulas ou até pomadas; e vai depender de cada paciente. Consultar-se com um ginecologista e um endocrinologista para estudar a opção certa para você é a melhor escolha. 

Check-up em dia

A realização de check-ups nesse período também é essencial: exames como glicemia, densitometria óssea, ecocardiograma, ecografia transvaginal e mamografia não podem faltar. Isso porque, além dos efeitos que a menopausa pode causar no corpo, mulheres acima dos 45 anos enfrentam maiores riscos de desenvolver câncer de mama, bem como diabetes, doenças cardiovasculares, dentre outras doenças.

Mas não se assuste! Quanto mais cedo o diagnóstico ocorre, melhor é a chance de recuperação total, até mesmo nos casos de doenças mais sérias, como o câncer de mama. Para isso, mantenha-se em dia com seus check-ups! 

Leia também:

Check-up após a menopausa: 6 exames que não podem faltar

Ecocardiograma: quando é indicado o ultrassom do coração?

A Clínica Viver quer te ajudar a se manter em dia com a sua saúde! Caso tenha um pedido de exame médico em mãos, clique aqui para agendá-lo conosco! 

Vale lembrar que o mais importante nisso tudo é o seu conforto, saúde e bem-estar. Como já dissemos antes, a menopausa é um processo natural e marca uma etapa da sua vida que vai vir com seus desafios e conquistas. 

Envelhecer com saúde é a melhor forma de envelhecer e deve ser celebrada! Visando te auxiliar com isso, a Clínica Viver preparou para você um infográfico especial. Clique aqui para acessá-lo. 

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Pedra na Vesícula é perigoso? Sintomas, causas e como eliminar

Pedras na vesícula é perigoso?  É necessário passar por cirurgia, a fim de removê-las? Essas dúvidas acometem todas as pessoas que recebem o diagnóstico de pedras na vesícula.

Sua vesícula biliar é um órgão em forma de pêra de dez centímetros. Ele está posicionado sob o fígado, na seção superior direita do abdômen.

A vesícula biliar armazena bile, uma combinação de fluidos, gordura e colesterol. A bile ajuda a quebrar a gordura dos alimentos em seu intestino. A vesícula biliar fornece bile para o intestino delgado, permitindo que vitaminas e nutrientes solúveis em gordura sejam mais facilmente absorvidos pela corrente sanguínea.

As pedras na vesícula são igualmente chamadas de cálculos na vesícula ou cálculos biliares. Este artigo o ajudará a entender os sinais e sintomas de pedras na vesícula e como podem ser tratadas.

O Que Causa a Pedra na Vesícula?

A maioria das pedras na vesícula é formada dentre outros componentes, pelo excesso de colesterol na vesícula biliar, o que faz a bile ficar mais espessa, formando cristais.

Estes cálculos são mais comuns em pessoas:

  • com mais de 40 anos, mulheres,
  • com dieta em que há consumo excessivo de gordura,
  • obesas,
  • diabéticas, e
  • naquelas que têm histórico de familiares com esta doença.

As pedras na vesícula também são comuns em pessoas que passaram por rápida perda de peso, inclusive nos pacientes submetidos à cirurgia bariátrica.

Leia também: Ovários Micropolicísticos: o que é, sintomas e tratamento

Sintomas de Pedra na vesícula

Como posso reconhecer os sintomas de pedra na vesícula?

Os cálculos biliares podem causar dor no abdome superior direito. Você pode começar a sentir dor de vez em quando ao comer alimentos ricos em gordura, como frituras. A dor geralmente não dura mais do que algumas horas.

Sintomas de Pedra na vesícula

Os sinais e sintomas comuns de pedra na vesícula são:

  • Dor. Dor no lado superior direito ou no meio do abdômen. A dor pode ser aguda ou cólica. A dor geralmente começa de repente. A sensação de dor pode se espalhar para as costas ou para a área abaixo da omoplata direita. Sentir dor constante, especialmente após as refeições, é um sintoma comum de cálculos biliares;
  • Náusea. Náuseas ou vômitos são sintomas comuns de todos os tipos de problemas da vesícula biliar;
  • Icterícia. A pele amarelada pode ser um sinal de um bloqueio do ducto biliar comum de um cálculo biliar.

Você também pode ter:

  • urina escura
  • dor de estômago
  • arrotos
  • diarréia
  • indigestão

Esses sintomas também são conhecidos como cólicas biliares.

Como é feito o tratamento da Pedra na vesícula? 

A cirurgia é normalmente indicada para os cálculos biliares. O método cirúrgico mais indicado é a laparoscopia, para retirada total da vesícula, chamada colecistectomia. Essa cirurgia é indicada pois é menos invasiva, o que permite uma recuperação mais rápida.

 

Pedra na vesícula: Cirurgia é indicada?

Sim, a cirurgia para retirada das pedras na vesícula é quase sempre indicada, porque quando estes cálculos biliares ficam maiores, podem obstruir a vesícula.

A obstrução causa dores ainda mais intensas do lado direito do abdome, principalmente durante ou logo após a alimentação, além de má digestão, náuseas e vômitos.

Prefere saber mais sobre Pedras na Vesícula em vídeo? Assista, abaixo, o vídeo que preparei para você.

Pedras na Vesícula são perigosas?

Tudo irá depender de cada caso mas no geral sim, as pedras na vesícula precisam de tratamento. Se não tratadas podem desenvolver um processo inflamatório crônico e mesmo quando os cálculos são pequenos podem ocasionar diversos problemas.

Agravamento de Quadro por Obstrução

Os cálculos biliares podem se depositar em 3 locais:

  • na vesícula em si,
  • nos ductos que descem para o intestino (marcado como 1, na imagem abaixo) e
  • no ducto que segue para o pâncreas (marcado como 2, abaixo).

Se essa obstrução da vesícula continuar por um tempo maior, pode ocorre a infecção, que é um quadro mais grave, com piora da dor e aparecimento de febre.

É importante sabermos que o processo inflamatório crônico, causado pelos cálculos biliares, é um agravante, já que pode até levar ao câncer de vesícula.

Migração dos Cálculos Biliares

Além do problema em si, como dissemos, quando as pedras na vesícula são pequenas, elas podem migrar para outros lugares, seguindo por pequenos ductos que levam a bile para o intestino.

E isso é grave, pois se elas causarem obstrução do ducto na região marcada como 2, na imagem acima, o ducto pancreático, pode ocorrer pancreatite aguda, uma doença extremamente grave.

Diagnóstico de Pedras na Vesícula

O exame mais indicado, a fim de identificar a existência de cálculos biliares é a Ultrassonografia de Abdome.

Essa ultrassonografia vai demonstrar os cálculos como pequenos nódulos brilhantes e móveis, no interior da vesícula biliar.

A Clínica Viver

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável.

Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, mesmo que você não esteja em Brasília. E, se você está em Brasília, estamos sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde. Oferecemos, da mesma forma, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

Clínica Viver

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, tem os mais modernos aparelhos de ultrassonografia, mamografia digital e densitometria óssea. Realizamos, da mesma forma, punções de tireoide e mama, além de biópsias.

Além disso, temos profissionais experientes e preparados, a fim de cuidar de seus exames e da sua saúde. Oferecemos consultas nas especialidades de:

  • Endocrinologia,
  • Ginecologia,
  • Obstetrícia e
  • Mastologia.

Ligue para a Viver – Tel: (61) 3034-8833 ou WhatsApp: (61) 99937-12157. Conseguimos agendar sua Ultrassonografia de Abdome, para acompanhamento de pedras na vesícula, até para o mesmo dia. Isso é possível pois temos 9 salas de ecografia.

Aceitamos os principais convênios e você já sai da clínica com seu resultado.

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