Câncer de Próstata: Tratamentos e Prevenção

O câncer de próstata é uma preocupação de saúde significativa para os homens em todo o mundo. Este tipo de câncer é o segundo mais comum entre os homens e pode afetar a qualidade de vida e a longevidade. No entanto, com diagnóstico precoce, tratamentos avançados e medidas de prevenção adequadas, é possível enfrentar essa doença de forma eficaz.

Neste artigo, exploraremos em detalhes os tratamentos disponíveis para o câncer de próstata, desde as opções para estágios iniciais até o tratamento de casos mais avançados. Além disso, discutiremos a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, bem como as estratégias que os homens podem adotar para reduzir o risco de desenvolver o câncer de próstata.

A compreensão dos tratamentos e das medidas de prevenção é fundamental para a saúde dos homens e pode fazer a diferença no enfrentamento do câncer de próstata. Vamos explorar os detalhes e as opções disponíveis para que os homens possam tomar decisões informadas sobre sua saúde e bem-estar.

Tratamento para o Câncer de Próstata

Cirurgia

Os pacientes diagnosticados com câncer de próstata nos Estádios I e II, nos quais a doença está restrita à próstata e não invade sua cápsula, têm diversas opções de tratamento. Uma delas é a cirurgia, conhecida como prostatectomia radical. Durante essa intervenção, o cirurgião remove a próstata, as vesículas seminais e, ocasionalmente, os linfonodos regionais. A retirada da próstata completa é necessária, pois o câncer frequentemente é multifocal, afetando ambos os lobos da próstata.

Embora eficaz, a cirurgia pode resultar em complicações, incluindo disfunção erétil (que afeta 30% a 60% dos casos) e incontinência urinária grave (9%). O risco de disfunção erétil é maior em pacientes com mais de 65 anos. A prostatectomia radical pode ser realizada de diferentes maneiras, como via aberta, laparoscópica ou robótica. A cirurgia robótica é considerada uma evolução da técnica cirúrgica, proporcionando maior precisão na remoção da próstata, menos sangramento pós-operatório e uma melhor visualização do campo operatório. No entanto, os resultados oncológicos, incluindo as taxas de cura e os riscos de incontinência urinária e impotência sexual, são semelhantes aos da cirurgia aberta.

Após a cirurgia, o PSA (antígeno prostático específico) deve diminuir para valores menores que 0,1 ng/mL, sendo em muitos casos indetectável. Se houver elevações progressivas no PSA no futuro, é possível irradiar a área onde a próstata estava antes da cirurgia para tratar possíveis recidivas locais. Nos casos de aumento do PSA após cirurgia ou radioterapia, o exame PET-scan com PSMA, um marcador específico para o câncer de próstata, é recomendado para identificar possíveis recidivas.

Estudos recentes demonstraram que a associação do tratamento hormonal, que suprime a produção de testosterona, com a radioterapia pode aumentar as taxas de sucesso. A radioterapia é administrada na área prostática operada e, ocasionalmente, nos linfonodos da pelve.

Radioterapia

A radioterapia é outra opção de tratamento para o câncer de próstata, sendo utilizadas duas formas: radioterapia externa e braquiterapia (radioterapia interna).

Na radioterapia externa, o tumor de próstata é alvo de radiação por meio de exames de imagem e cálculos matemáticos. O tratamento geralmente dura sete a oito semanas, com sessões de segunda a sexta-feira. As técnicas de radioterapia evoluíram, permitindo uma precisão que minimiza os danos ao reto e à bexiga. No entanto, mesmo com técnicas modernas como a radioterapia de intensidade modulada (IMRT), cerca de 10% a 15% dos pacientes podem experimentar inflamação do reto e da bexiga, resultando em sintomas como ardência, sangramento, diarreia, urgência para evacuar e urinar. Em contrapartida, as taxas de incontinência urinária causada pela radioterapia são baixas, em comparação com a cirurgia, e as taxas de disfunção erétil são um pouco menores do que as da cirurgia.

A braquiterapia envolve a colocação de sementes radioativas no interior da próstata, introduzidas por via retal sob anestesia. Essa técnica é realizada em um único dia e não requer internação hospitalar. Os efeitos colaterais são semelhantes aos da radioterapia externa, mas geralmente menos intensos.

Active Surveillance (Observação Vigilante)

Nos últimos anos, estudos identificaram fatores prognósticos que distinguem tumores agressivos de cânceres de próstata de evolução lenta. Para pacientes nos Estádios I e IIA com tumores de baixa agressividade, a opção de observação vigilante, conhecida como active surveillance, se tornou uma estratégia válida. Estudos mostraram que o risco de morte por câncer de próstata nesses casos é inferior a 1%.

Cerca de dois terços dos pacientes não precisam de tratamento adicional, e aqueles que eventualmente são tratados apresentam taxas de cura semelhantes. A estratégia de observação vigilante é mais adequada para pacientes com tumores bem diferenciados, confinados à próstata e com baixos valores de PSA. Além disso, um teste chamado oncotype® avalia genes que controlam o comportamento do câncer a partir de uma biópsia, ajudando a selecionar pacientes com segurança para a observação vigilante.

Essa estratégia evita os efeitos colaterais, sofrimento e custos associados ao tratamento.

Radioterapia Combinada com Hormonioterapia

Quando o câncer de próstata atinge os Estádios IIIA, IIIB, IIIC ou IVA, com infiltração dos tecidos circundantes, o tratamento indicado é a radioterapia combinada com hormonioterapia. Essa abordagem busca reduzir os níveis de testosterona no organismo, uma vez que a testosterona estimula o crescimento do câncer de próstata.

A radioterapia externa é usada para atingir a próstata e os linfonodos regionais, enquanto a hormonioterapia é iniciada simultaneamente à radioterapia e mantida por três anos. Essa combinação tem demonstrado ser eficaz na melhora da sobrevida e qualidade de vida. Para casos mais avançados ou de maior risco, novos agentes inibidores hormonais orais também podem ser usados em conjunto com a terapia anti-hormonal tradicional.

Em situações especiais, a prostatectomia pode ser considerada em casos mais avançados, combinada com radioterapia e/ou tratamento hormonal.

Quimioterapia

Para pacientes no Estádio IVB, nos quais o câncer se espalhou para os ossos ou outros órgãos, a opção de tratamento é a hormonioterapia. Embora a hormonioterapia não cure o

câncer, é eficaz no controle da doença e na melhoria da qualidade de vida. Esta abordagem visa diminuir os níveis de testosterona, que alimentam o câncer de próstata.

Em casos de resistência ao tratamento hormonal, a quimioterapia pode ser indicada. As drogas mais comuns incluem docetaxel e cabazitaxel, administradas por via endovenosa a cada três semanas. A quimioterapia tem como objetivo reduzir a massa tumoral, controlar a doença e aliviar sintomas, como dor óssea.

Radiofármacos

Os radiofármacos, como o Rádio-223, são uma opção adicional no tratamento do câncer de próstata. Essas substâncias emitem micro-radiações que atingem tumores metastáticos de próstata no osso. O Rádio-223 aumenta a longevidade dos pacientes, melhora a qualidade de vida e reduz as complicações ósseas decorrentes das metástases.

Drogas Alvo Dirigidas

Em casos de câncer de próstata com mutações nos genes de reparo de DNA, como a mutação do BRCA2, o uso de olaparibe pode ser indicado. Essa droga impede que as células tumorais reparem o dano causado pelos tratamentos, mostrando respostas promissoras em pacientes que não respondem a outras terapias.

Medicações para Fortalecer os Ossos

Para prevenir complicações relacionadas aos ossos, medicamentos como o ácido zoledrônico e o denosumabe são usados. Essas drogas ajudam a fortalecer os ossos e reduzir os riscos de fraturas e dor óssea.

Tomando Decisões sobre o Tratamento

A escolha do tratamento depende do estágio da doença, da idade do paciente, de outras condições de saúde, da probabilidade de cura e das preferências do paciente em relação aos efeitos colaterais. É importante discutir todas as opções de tratamento com a equipe médica para tomar a decisão mais adequada.

Participação em Estudos Clínicos

Estudos clínicos podem ser uma opção para acessar novos tratamentos. No entanto, eles podem não ser adequados para todos os pacientes. Converse com seu médico para saber mais sobre estudos clínicos que possam ser adequados para você.

Métodos Complementares e Alternativos

Alguns pacientes consideram métodos complementares e alternativos, como vitaminas, ervas, acupuntura ou dietas especiais. É importante discutir essas opções com seu médico, pois muitos métodos não são cientificamente comprovados.

Interrupção do Tratamento

Em alguns casos, quando os tratamentos não controlam mais o câncer, pode ser apropriado considerar a interrupção do tratamento. Converse com sua equipe médica antes de tomar essa decisão, pois você ainda pode receber cuidados de suporte para aliviar sintomas e melhorar sua qualidade de vida, mesmo sem tratamento ativo.

Prevenção para o Câncer de Próstata

A prevenção do câncer de próstata é um aspecto crucial para a saúde dos homens. Embora alguns fatores de risco, como a idade e histórico familiar, não possam ser controlados, existem medidas que podem ajudar a reduzir o risco de desenvolver a doença. Aqui estão algumas estratégias de prevenção:

Dieta Saudável

Uma alimentação equilibrada desempenha um papel fundamental na prevenção do câncer de próstata. Recomenda-se o consumo de uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e alimentos com baixo teor de gordura. O licopeno, encontrado em tomates e produtos à base de tomate, tem sido associado à redução do risco de câncer de próstata. Além disso, é importante limitar o consumo de carne vermelha e alimentos processados.

Manter um Peso Saudável

A obesidade está relacionada a um maior risco de câncer de próstata. Manter um peso saudável por meio de dieta e exercícios pode contribuir para a prevenção da doença.

Atividade Física

A prática regular de atividades físicas traz benefícios à saúde como um todo, incluindo a redução do risco de câncer de próstata. Recomenda-se pelo menos 150 minutos de exercícios moderados por semana.

Exames de Rotina

Exames de rotina, como o teste do PSA (antígeno prostático específico) e o toque retal, são essenciais para o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Conversar com um médico sobre os exames recomendados é fundamental, especialmente para homens com fatores de risco.

Evitar o Tabagismo e o Consumo Excessivo de Álcool

O tabagismo e o consumo excessivo de álcool não estão diretamente ligados ao câncer de próstata, mas podem afetar a saúde geral e aumentar o risco de várias doenças, incluindo câncer. Portanto, evitar esses hábitos prejudiciais é aconselhável.

Conhecer seu Histórico Familiar

Pessoas com familiares de primeiro grau que tiveram câncer de próstata têm um risco maior de desenvolver a doença. Conhecer o histórico familiar é importante para avaliar o risco e tomar medidas preventivas.

Diagnóstico Precoce

O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento do câncer de próstata. Homens devem estar cientes dos sintomas e realizar exames de rotina, conforme recomendado por seus médicos.

É importante lembrar que a prevenção e o diagnóstico precoce são a chave para combater o câncer de próstata. Conversar com um profissional de saúde e adotar um estilo de vida saudável são passos essenciais para reduzir o risco dessa doença.

Diagnóstico de Câncer de Próstata – Principais Exames

Exames Para o Diagnóstico de Câncer de Próstata

Seguindo com a nossa série sobre o câncer de próstata em formato de perguntas e respostas, vamos para a segunda parte, onde tratamos dos principais exames para diagnóstico de câncer de próstata.

Se você não viu a primeira parte, onde definimos câncer de próstata e falamos dos seus sintomas, clique abaixo se quiser vê-la primeiro:

Câncer de Próstata – Definição e Principais Sintomas

Prefere ver este conteúdo Exames para o Diagnóstico de Câncer de Próstata em vídeo?

Quais os Exames de Câncer de Próstata Para o Diagnóstico da Doença?

A pesquisa, na ordem indicada, passa por 3 tipos de exame e 1 procedimento:

  • Exame clínico – Toque retal
  • Exame laboratorial – PSA
  • Exame de imagem – Ultrassonografia de próstata (ecografia prostática)
  • Procedimento (guiado por exame de imagem) – Biópsia Transretal guiada por ecografia se houver suspeita respaldada pelos exames anteriores.

Como o caminho de pesquisa percorrido pelo homem para acompanhamento da saúde de sua próstata tem certas peculiaridades, a ordem das perguntas e respostas seguirão esse caminho mais comum.

Leia também
Torção testicular: sintomas, diagnóstico e tratamento

O que é o PSA? O Que a Taxa Informa?

PSA é uma substância produzida pela próstata e que pode estar em taxa aumentada no câncer de próstata.

Acontece que o PSA também pode ter ser valor incrementado em outras situações, tais como: aumento benigno da próstata; infecções, inflamações e traumas na próstata ou, ainda, por andar de bicicleta e após relações sexuais.

Qual o Valor de PSA que Confirma o Diagnóstico de Câncer de Próstata?

Geralmente, o câncer está presente quando os valores do PSA estão acima de 4 ng/ml. Apesar de este número ser uma base, um nível abaixo desse valor não garante a inexistência de câncer.

Cerca de 15% dos homens tem câncer de próstata com PSA normal. É importante se lembrar das condições benignas que aumentam o PSA.

Se o PSA de um paciente está aumentando, o médico pode repetir o exame após algum tempo ou indicar a biopsia da próstata.

Alguns médicos recomendam a biopsia com uma elevação do PSA a partir de 2,5 ng/ml e isso vai depender da idade, raça e histórico familiar do paciente.

Se a Dosagem do Meu PSA é Normal, Ainda Preciso Fazer o Toque Retal?

Sim, eles são exames complementares e o toque retal é importante, porque fornece informações extremamente importantes como o tamanho da glândula, a sua consistência e a presença de nódulos.

Cerca de 15% dos pacientes vão ter câncer de próstata com o PSA normal.

Um homem com PSA entre 2.5 e 10 e toque normal tem um risco de 20% de ter câncer de próstata, e com um toque alterado passa para 80%.

O Toque Retal e Rápido? Ele é Realmente Necessário? Ele confirma o Diagnóstico de Câncer de Próstata?

O exame de toque é rápido, pois dura de 5 a 10 segundos, e causa apenas um ligeiro desconforto. Ele ainda é realmente necessário, apesar de novos exames que estão aparecendo e se mostram como boas alternativas.

Se ele não confirma em definitivo o diagnóstico de câncer de próstata, ele indica a necessidade de pesquisa mais aprofundada.

Médicos experientes conseguem informações importantes por meio do toque retal e, como em qualquer tipo de câncer, a descoberta precoce é fator primordial no tratamento bem sucedido e cura, inclusive do câncer de próstata.

Andar de Bicicleta Causa Câncer de Próstata?

Não, esse é apenas um mito. Pode causar apenas uma elevação transitória dos níveis de PSA.

Como Deve ser Feita a Prevenção?

Geralmente o médico indica a dosagem de PSA no sangue e o toque retal a partir dos 50 anos, se o paciente não tem histórico familiar confirmado de diagnóstico de câncer de próstata ou não é da raça negra.

Para essas pacientes os exames são indicados a partir dos 40 ou 45 anos.

Se o PSA Está Elevado e o Toque Retal Alterado, o Que Fazer em Seguida?

Recomenda-se uma biópsia transretal guiada pela ecografia, um procedimento feito sob a anestesia, em que uma sonda e inserida pelo ânus e são colhidos fragmentos da próstata por uma agulha para análise definitiva.

Este procedimento é o último exame de câncer de próstata para confirmação da doença.

No próximo artigo, tratamos dos tratamentos para o câncer de próstata.

A saúde da sua próstata depende de suas ações. Consulte periodicamente seu médico de confiança e faça exames regularmente.

Se você está em Brasília, estamos sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde.

A Clínica Viver

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, já se consolidou como referência em exames por imagens, tanto pela credibilidade e experiência de seu corpo clínico, como pelo constante aperfeiçoamento das suas equipes médicas e de atendimento, e, ainda, por seus equipamentos de última geração.

Nosso compromisso é proporcionar a quem nos procura um atendimento humano e ético, garantindo um diagnóstico seguro e rápido.

Dispomos de ambiente amplo e confortável, com grande área de recepção e espera, com área para crianças e 3 banheiros. Na área de exames temos 9 salas de ultrassonografia (ecografia), sendo uma delas com ecógrafo para ecodoppler fetal, além de mamografia digital e densitometria óssea.

Fazemos ultrassonografia de próstata, que é importante exame para o diagnóstico de câncer de próstata.

Todos os nossos equipamentos são recentes e de última geração. Veja nossas instalações em fotos normais e 360º.

Fazemos, também, biópsia de próstata guiadas por ultrassonografia de próstata.

Prezamos tanto pela agilidade tanto na marcação de consultas e exames, como na entrega dos resultados. Nossos laudos ecográficos são entregues minutos após o término do exame, e os laudos de mamografias e densitometrias ósseas em até 3 dias, sempre com checagem dupla.

Aqui, na Clínica Viver, oferecemos aos nossos pacientes os mais modernos recursos e equipamentos do mercado. Além disso, aqui todos os exames são realizados por médicos, garantindo assim mais segurança na realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível.

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Agradecemos seu interesse por nosso conteúdo. Acompanhe nossos textos e vídeos para mais informações sobre sua saúde.

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Sintomas do Câncer de Próstata e fatores de risco

Sintomas do Câncer de Próstata: Quando se trata de nossa saúde, o conhecimento é a melhor ferramenta de prevenção. Entender os sintomas do câncer de próstata pode ser o primeiro passo para uma vida mais saudável. Mas, além disso, é importante saber o que é o câncer de próstata, quais são os exames disponíveis, as opções de tratamento e as respostas para as dúvidas mais comuns.

Neste artigo, exploraremos todas essas informações essenciais, ajudando você a se manter informado e a tomar decisões bem fundamentadas sobre sua saúde. Junte-se a nós para uma jornada de descoberta e prevenção.

Principais Sintomas do Câncer de Próstata?


Normalmente, o câncer de próstata não costuma manifestar sintomas em suas fases iniciais. É nas fases mais avançadas que os sinais começam a se tornar evidentes, principalmente devido ao aumento da próstata e, em alguns casos, à presença de nódulos. Uma vez que a uretra passa pelo centro da próstata, o crescimento dessa glândula pode levar à compressão da uretra. Isso, por sua vez, pode dificultar a passagem de urina, desencadeando os sintomas mais comuns associados ao câncer de próstata.

Estes sintomas podem ser:

  • Dificuldade para iniciar a micção;
  • Gotejamento e/ou jato fino e interrompido;
  • Dor e ardência ao urinar;
  • Sensação de não ter esvaziado toda a bexiga completamente. Este sintoma é bastante comum e incômodo, à noite, pois a pessoa fica acordando e levantando diversas vezes para urinar;
  • Infecções urinárias de repetição, por causa da urina que fica retida na bexiga;
  • Sangue na urina e esperma;
  • Dor lombar e na pelve, quando há espalhamento do câncer.

Muitos desses sintomas são os mesmos causados pelo aumento benigno da próstata. Por isso, é necessário consultar o médico para aprofundar a análise do problema.

Sintomas do câncer de próstata avançado

Nos estágios mais avançados do câncer de próstata, sintomas e sinais mais graves podem se manifestar, tais como:

  • Presença de sangue e espuma na urina;
  • Jato de urina enfraquecido;
  • Dor ao urinar ou ejacular;
  • Dificuldade em obter ou manter uma ereção;
  • Incontinência urinária ou fecal.

É fundamental, mesmo em casos avançados, manter acompanhamento médico para seguir o tratamento e avaliar se outros órgãos foram afetados. Em algumas situações, o câncer pode se espalhar e afetar outros órgãos, dando origem a sintomas menos comuns, tais como:

  • Dores nas costas;
  • Problemas renais;
  • Fraqueza nas pernas.

Caso você esteja experimentando algum destes sintomas, é crucial buscar assistência médica imediatamente para iniciar o diagnóstico e o tratamento adequados.

Câncer de próstata

Descubra o que a Dra. Núbia tem a dizer sobre o câncer de próstata! Assista ao vídeo e obtenha informações essenciais sobre prevenção, sintomas, tratamentos e muito mais. Sua saúde está em primeiro lugar, não perca essa oportunidade de se informar com uma especialista

O Aumento da Próstata é um Sintoma de Câncer de Próstata?

Não, o aumento da próstata, por si só, não é um sintoma de câncer de próstata, mas está associado ao processo natural de envelhecimento. A próstata geralmente começa a aumentar a partir dos 45 anos de idade, devido a uma condição chamada hiperplasia prostática benigna. Esse aumento é comum com o passar dos anos, mas não é indicativo de câncer de próstata.

É importante destacar que a hiperplasia prostática benigna não se transforma em câncer de próstata. Para obter informações detalhadas sobre essa condição, você pode ler nosso artigo exclusivo sobre o aumento benigno da próstata.

Qual a Incidência do Câncer de Próstata?

O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum de câncer em homens, ficando atrás apenas do câncer de pele. Além disso, é a segunda principal causa de morte por câncer masculino, perdendo apenas para o câncer de cólon (intestino). Embora seja raro antes dos 40 anos, a incidência desse câncer aumenta consideravelmente com a idade.

Tenho um Parente Próximo com Câncer de Próstata. Meu Risco é Maior?

Sim, o histórico familiar desempenha um papel significativo no risco de desenvolver câncer de próstata. Ter um parente de primeiro grau com a doença, como pai, irmão ou filho, aumenta as chances de desenvolvê-la. O risco é 1,5 vezes maior com um parente de primeiro grau, 3 vezes maior com dois parentes e 5 vezes maior com três parentes. Além disso, a raça negra também dobra o risco de desenvolver câncer de próstata, bem como a probabilidade de desenvolver uma forma mais agressiva da doença.

O câncer de próstata é curável?

Sim, em mais de 90% dos casos, o câncer de próstata é tratável quando diagnosticado em fase inicial. Isso ocorre porque a maioria dos cânceres de próstata cresce lentamente e existem opções de tratamento confiáveis disponíveis. Portanto, o diagnóstico precoce desempenha um papel crucial na cura dessa doença.

A Clínica Viver Brasília-DF

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, já se consolidou como referência em exames por imagens, tanto pela credibilidade e experiência de seu corpo clínico, já que é constante o aperfeiçoamento das suas equipes médicas e de atendimento, e, também, por seus equipamentos de última geração.

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Exames de Imagem para Diagnósticos Precisos

Os exames de imagem são importantes ferramentas de pesquisa complementar em grande parte das situações apresentadas nas consultas médicas.

Eles permitem a visão de estruturas interiores do organismo de forma segura, visto que não são invasivos.

Com os exames de imagem também é possível fazer medições, acompanhar o funcionamento de órgãos, assim como identificar a presença de nódulos, tumores e outras condições indesejadas.

Quanto mais cedo conseguirmos um diagnóstico preciso, maiores serão as possibilidades de tratamento e as chances de cura de vários problemas. E tudo começa na consulta.

A Consulta

Exame de imagem

A consulta médica é o momento no qual, a partir de uma conversa e de exames físicos, tem início a pesquisa médica por um diagnóstico.

Quando um paciente narra uma queixa, um incômodo, algo que saia da normalidade; ele dispara dúvidas no médico, que usa essas informações para definir uma linha de análise.

Marque uma consulta com um especialista sempre que algum achado indesejado ou sintoma se destaque ou prolongue mais que o normal.

Na consulta, nada deve ser omitido. Até mesmo informações constrangedoras, ou aparentemente sem importância devem ser relatadas, porque, no que pode parecer um pequeno detalhe, pode estar o x da questão.

E essa tentativa de entender o que está acontecendo com o paciente passa por fases importantes. Na consulta, o(a) médico(a) deve:

  • Ouvir atentamente a descrição do ocorrido. Ele(a) deve pedir que a pessoa detalhe ao máximo a situação.
  • Analisar o histórico de doenças na família, para identificar tendências de que condições apresentadas na família também possam se manifestar no paciente.
  • Analisar exames de imagem anteriores que o paciente levou à consulta, para verificar se já havia indicação anterior de problema.
  • Anotar a lista de remédios que a pessoa toma. Isso permite vislumbrar eventuais relações entre o que foi relatado na consulta e possíveis reações medicamentosas, contraindicações ou efeitos colaterais advindos dos medicamentos em uso pelo paciente.

Veja também: Sintomas e como prevenir a gordura no fígado!

Exames físicos

Parte-se, então, para exames físicos, que são:

  1. A Inspeção consiste na observação atenta do paciente, para identificar qualquer detalhe que se desvie da normalidade. A postura, os movimentos, as reações e a descrição do que se sente podem dizer muito do problema. Sintomas específicos podem exigir inspeções mais específicas.
    Outras importantes verificações que devem ser feitas são as possíveis influências de fatores emocionais e/ou neurológicos. Isso pode ser visto pela análise de reações e reflexos, e emocionais pelo atento acompanhamento da forma como os problemas são narrados.
  2. A Palpação é a pesquisa que utiliza o tato para aprofundar a análise. Nessa pesquisa analisa-se a textura, firmeza, pontos de maior sensibilidade, elasticidade, e outras informações, obtidas por meio de movimentos e pressões.
  3. A Percussão consiste na análise dos sons que pequenas “batidas” em regiões específicas provocam. Os sons que retornam dessas batidinhas têm características de timbre, tonalidade e intensidade que permitem analisar elasticidade, resistência, sensibilidade, reflexo, firmeza, presença de ar ou gases e outras características que podem indicar ou não determinados problemas.
  4. As Medições são exames feitas com instrumentos auxiliares, como medidores de pressão, termômetros e tudo mais que permita a comparação dos resultados obtidos com os padrões devidos.
  5. Por fim, a Ausculta permite que os sons internos do corpo sejam ouvidos e analisados com a utilização de um estetoscópio. Pulmões, estruturas do sistema circulatório, coração e órgãos do aparelho digestivo são algumas das estruturas em que o som diz bastante de seu funcionamento.

Os achados nos exames físicos e os dados obtidos na conversa com o paciente podem indicar a necessidade de exames de laboratório e de imagem, para aprofundamento da pesquisa rumo a um diagnóstico preciso.

Dependendo da conversa da consulta e dos exames físicos, eliminamos algumas linhas de pesquisa e aprofundamos outras.

Exames Laboratoriais para Análise Aprofundada de Suspeitas

Se a análise da consulta e os exames físicos despertam suspeitas, os exames de laboratório aprofundam essa análise, ao compararem os resultados obtidos com os valores ideais.

Exames laboratoriais são exames complementares, feitos em laboratórios de análises clínicas, que podem ser necessários para a confirmação de certos diagnósticos.

Amostras são coletadas, analisadas, e as medições ou características obtidas são comparadas aos padrões de normalidade.

Quaisquer descompassos entre os resultados obtidos e os padrões podem ser significativos na confirmação de determinadas patologias.

Dependendo do caso, os exames de laboratório podem ser dispensados para que o fluxo da análise siga diretamente para a pesquisa por exames de imagem.

São exames de laboratório mais comuns os de sangue, fezes e urina, e, em cada um desses tipos são muitos e variados os exames específicos. Os exames laboratoriais mais comuns são os que analisam:

No Sangue:

  • Hemograma Completo (hemácias, leucócitos e plaquetas).
  • Tempo de coagulação.
  • Colesterol.
  • Ureia.
  • Creatinina.
  • Fígado.
  • Eletrólitos.
  • Ácido Úrico.
  • Proteína C Reativa.
  • Próstata, nos homens.
  • Inflamações.

Na Urina:

  • EAS (exame básico que analisa uma série de fatores)
  • Cultura para pesquisa de infecção urinária

Nas fezes:

  • Parasitas (vermes)

Os resultados dos exames laboratoriais auxiliam os diagnósticos quando se suspeita da existência de um problema. Confirmadas certas suspeitas e eliminadas outras, partimos para os exames de imagem.

Os exames de imagem podem levar à confirmação de uma condição.

Eles acrescentam a possibilidade de se visualizar e gravar imagens do órgão com problema. Permitem, também, analisar sua extensão, complexidade e características, de forma extremamente precisa.

Exames de Imagem Para Diagnósticos Precisos

O progresso das técnicas médicas, o avanço na qualidade dos aparelhos, e a disponibilidade de centros de excelência para o preparo profissional dos médicos especializados em captura e análise de imagens, deram aos exames de imagem posição de protagonismo nas avaliações médicas.

Os exames de imagem podem respaldar as suspeitas que uma série de avaliações anteriores levantaram. Com eles, o que era uma suspeita ganha forma, medidas e características visuais.

O exame de imagem não têm importância apenas na fase de diagnósticos. Procedimentos e cirurgias, se necessários, não partirão da mera presunção do que se encontrará, mas de imagens muito próximas das reais, que guiarão esses processos.

Exames de Imagem

Quais são os tipos de exames de imagem?

Veja os principais tipos de exames de imagem: 

Tecnologias de Captação, Geração e Armazenamento de Imagens

Os exames de imagem podem utilizar diversas tecnologias para a captação e armazenamento das imagens:

Os exames radiológicos (raios x) utilizam os raios-x para conseguir fotografias de alta resolução. É a tecnologia utilizada nos exames de:

  • Raios-x
  • Mamografia,
  • Tomografia computadorizada e
  • Densitometria óssea.

Há exames de imagem que utilizam a criação de um campo magnético e ondas de rádio. A partir das reações de partículas dos átomos, conseguem imagens extremamente detalhadas das estruturas interiores.

É a tecnologia usada nos exames de:

  • Ressonância magnética e
  • Densitometria de corpo inteiro.

Os exames de imagem que utilizam ondas ultrassônicas emitem sons e captam o seu retorno, produzindo imagens fixas e vídeos das estruturas internas.

É a tecnologia por trás dos exames de:

  • Ultrassonografia ou ecografia.

Exame de Imagem Para Guiar Procedimentos e Cirurgias

Os exames de imagem podem ser convencionais ou com contraste. Os exames com contrastes comparam as imagens antes e depois da aplicação do contraste.

Isso mostra o fluxo de sangue, fluidos e de outros líquidos no corpo e permite o acompanhamento do trabalho de órgãos e sua vascularização.

O uso de contraste permite, também, o acompanhamento de processos inflamatórios e tumorais, pois verificam a alimentação (de sangue e outros) dessas estruturas (vascularização).

Essa vascularização indica se os processos estão “vivos”, isto é, em andamento, e a intensidade de sua progressão.

Os exames também podem guiar procedimentos, tornando-os mais efetivos e seguros. É o caso das punções de tireoide e de mama (core biopsy de mama), que são guiadas por ultrassom.

Usam-se as imagens obtidas para se ter a noção precisa do local de onde se extrairá a amostra. Esta será enviada, posteriormente, para biópsia ou identificação.

É a tecnologia de imagem tornando um procedimento ainda mais preciso, porque aumenta a chance de se conseguir um diagnóstico de forma rápida, segura e definitiva.

Todos os exames têm peculiaridades e podem ter restrições para pacientes em situações específicas, tais como gravidez, idade muito baixa ou elevada, e outras.

Por isso é obrigatório o pedido médico para qualquer exame de imagem, com indicações de preparo, restrições e instruções.

A Ultrassonografia – Exemplos de Uso

A ultrassonografia (sinônimo de ecografia) é um exame de imagem com um método excelente para a detecção de diversas patologias, visto que é rápido, indolor, não-invasivo e não utiliza radiação.

Por exemplo, por meio da ecografia de abdome é possível avaliar fígado, baço, vesícula biliar, pâncreas, rins, bexiga, útero e próstata. Assim, podemos detectar nódulos, cálculos e processos infecciosos, como apendicite e diverticulite.

A ultrassonografia transvaginal permite a detecção de miomas, pólipos, endometriose, adenomiose e tumores ovarianos, benignos ou malignos.

A ecografia de tireoide pode demonstrar aumento de volume desta glândula (bócio), assim como a visualização de nódulos e calcificações.

Ela ainda pode guiar procedimentos de punção da tireoide, para retiradas de amostras para biópsia.

Os exames com Doppler mostram o fluxo sanguíneo na estrutura examinada. Por isso, são indicados tanto para a pesquisa de varizes e trombose, quanto para demonstrar o progresso de um processo inflamatório ou tumoral.

As ecografias obstétricas mostram as estruturas do feto, avaliando se o seu crescimento está adequado.

Com estudo com Dopplerfluxometria podemos avaliar o bem-estar fetal, principalmente nas gestações de maior risco.

As ecografias musculoesqueléticas podem demonstrar rupturas de tendões, ligamentos, além de processos inflamatórios e tumorais.

A Ecografia Mamária (Ultrassonografia das Mamas) pode ser realizada em qualquer idade, e é fortemente indicada para o acompanhamento da saúde das mamas, em mulheres a partir dos 30 anos.

Ela também pode guiar procedimentos de punção das mamas, para pesquisa de nódulos.

 

Exemplos de Indicação de Exames de Imagem Radiológicos

As radiografias são exames que funcionam em situações básicas, como fraturas simples e busca de cáries nos dentes, por exemplo.

Se a pesquisa é um pouco mais complexa e demanda maior precisão, usa-se a tomografia computadorizada, visto que fornece imagens mais precisas e detalhes não visualizáveis com o exame básico de raios-x.

Já a mamografia oferece imagens de ótima qualidade e permite identificar lesões bem pequenas na mama. A Mamografia é o exame de escolha, o padrão ouro para rastreamento do câncer de mama em mulheres a partir dos 40 anos.

Leia mais nesse artigo em que detalhamos os tipos de exames de mama – Quais as diferenças entre a Mamografia e a Ecografia Mamária?

A densitometria óssea é outro exemplo de exame radiológico preciso e importantíssimo para o diagnóstico da osteoporose.

Saiba mais lendo este artigo: O Que é Osteoporose? Prevenção Pela Densitometria Óssea.

Este exame utiliza raio-x em baixíssima quantidade, para avaliar a densidade mineral óssea (DMO), o que permite caracterizar a osteoporose, configurada quando há baixa DMO, indicando e qualificando o risco de fraturas.

A tomografia computadorizada, por sua maior flexibilidade, mostra-se preferencial para análise de:

  • ossos,
  • exames em idosos e crianças,
  • portadores de próteses, aparelhos ou dispositivos auxiliares, externos ou implantados ao corpo, como DIU, marca-passos, stents e outros.

Exames que Utilizam Campos Magnéticos e Radiofrequência

A Ressonância Magnética (RM) e a Densitometria de Corpo Inteiro são os exames de imagem que utilizam a tecnologia de campos magnéticos e radiofrequência para colher imagens de excelente qualidade, em vários planos.

É um exame que pode ter sua indicação restringida, porque é muito demorado e exige que o paciente enquanto examinado.

A RM obtém imagens em vários planos, possibilitando simulações da forma do órgão em 3 dimensões (3D).

Isso pode ser de grande auxílio para certas cirurgias ou análises de situações mais complexas.

A Densitometria de Corpo Inteiro é um exame seguro, já que utiliza doses baixas de radiação. Ela permite avaliar além dos ossos, os percentuais de gordura total, androide e ginoide; e tecido visceral adiposo, que é a gordura entre as vísceras.

É um exame indicado principalmente para tecidos moles, coração, vasos sanguíneos e pesquisas neurológicas.

Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília

A Clínica Viver, de Brasília, já se consolidou como referência em exames de imagem, pela experiência e credibilidade de seu corpo clínico, pelo constante aperfeiçoamento das suas equipes médicas e de atendimento, e pela disponibilidade de equipamentos de última geração.

Nosso compromisso é proporcionar a quem nos procura um atendimento humano e ético, garantindo um diagnóstico seguro e rápido.

Nossa equipe de mamografia, ecografia e punção mamária conta com profissionais altamente qualificados. Todos recebem treinamento para lidar com as particularidades do atendimento ao público feminino.

Fazemos, também, punções guiadas por ultrassonografia de tiroide (punção de tireoide) e mama (core biopsy de mama), além de biópsias e consultas médica nas especialidades de Endocrinologia, Mastologia, Ginecologia e Obstetrícia.

Diferenciais da Clínica Viver de Brasilia – DF

Tratamos todos os que nos confiam sua saúde com a mesma atenção e respeito. Por isso, temos agenda única para clientes de convênios e particulares.

Nós dispomos de ambiente amplo e confortável, composto de grande área de recepção e espera, com área para crianças e 3 banheiros, com 9 salas de ultrassonografia (ecografia), sendo uma delas com ecógrafo para ecodoppler fetal, além de mamografia digital e densitometria óssea. Temos também consultórios para fazer punções e biópsias de mama e tireoide.

Aqui, na Clínica Viver, oferecemos aos nossos pacientes os mais modernos recursos e equipamentos do mercado. Além disso, aqui todos os exames são realizados por médicos, garantindo assim mais segurança na realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível.

Se você está em Brasília ou Entorno e tem exames solicitados, venha fazer seus exames conosco!

Faça já seu agendamento online!

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Prezamos também pela agilidade, tanto na marcação de consultas e exames, como na entrega dos resultados. Os laudos ecográficos são entregues minutos após o exame, e os de mamografias e densitometrias ósseas em até 3 dias.

Todos os nossos equipamentos são recentes e de última geração. 

Teremos grande prazer em receber você na nossa clínica.

Agradecemos seu interesse por nosso conteúdo sobre Exames de Imagem para Diagnósticos Precisos. Acompanhe nossos textos e vídeos para mais informações sobre sua saúde.

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