Check up geral de saúde feminino, masculino e infantil: que exames fazer?

Não é novidade para ninguém: o check up geral é extremamente importante para preservar a saúde. Isso porque muitas doenças silenciosas e, a princípio assintomáticas, quando descobertas precocemente têm maiores chances de cura, além de tratamentos mais eficazes. 

Acompanhe o artigo, portanto, para conhecer os principais exames que devem ser feitos ao longo da vida. Vamos lá?!

Importância do check up geral anual

Muitas doenças em estágio inicial não apresentam sintomas e, com isso, passam despercebidas. Por isso o check up geral de saúde é imprescindível: ele pode detectar e diagnosticar possíveis, e muitas vezes, pequenas alterações.

Quando se descobre uma doença precocemente, as chances de curá-la são significativamente maiores. 

Check up geral de saúde infantil: Exames principais

É comum que se pense que crianças não demandam muitos cuidados preventivos. Entretanto, recomenda-se que também realizem check-ups anuais. Estes exames são simples e podem — além de evitar doenças —, detectar a predisposição a várias patologias que se descobertas durante a infância, facilitam a prevenção.

Por isso, é extremamente importante atentar-se à periodicidade dos exames dos filhos. 

check up saude

Dentre os principais exames recomendados pelos médicos durante a infância estão:

  1. Hemograma completo;
  2. Análise de fezes e urina;
  3. Funções tireoidiana e renal;
  4. Exames de audição;
  5. Glicemia .

Os exames listados acima podem ser solicitados pelo pediatra para crianças  a partir dos 5 anos, ou para jovens até os 18 anos.

Após completarem a maioridade, exames mais complexos também passam a ser requeridos. Há aqueles específicos para homens e mulheres. Confira-os a seguir.  

check up geral de saude

Check up geral de saúde feminino: Exames principais

Os exames podem variar de acordo com as necessidades de cada paciente. No entanto, os comumente solicitados pelo ginecologista são:

  1. Ultrassonografia mamária;
  2. Papanicolau;
  3. Hemograma completo;
  4. Dosagem de hormônios da tireoide e glicemia.
  5. Ultrassonografia pélvica ou transvaginal. 
  6. Exames de sangue que detectam infecções ou doenças sexualmente transmissíveis.

Exames importantes para mulheres a partir dos 40 anos

A partir dos 40 anos é uma ótima hora para avaliar seu estado de saúde geral, corrigir possíveis problemas e preparar seu corpo para muitas outras décadas de sua vida. Seu médico pode ajudar verificando se há problemas comuns à idade que podem estar prejudicando sua saúde.

Os exames básicos para as mulheres a partir dos 40 anos são:

  • Densitometria óssea 

De maneira geral, este exame se torna mais importante após a menopausa. Isso acontece porque os ossos vão ficando mais porosos e frágeis.

Saiba mais sobre este exame fundamental para a saúde da mulher:

Densitometria óssea: a importância do exame para as mulheres

  • Mamografia 

Até os 40 anos — no caso de mulheres que não possuem histórico familiar de câncer de mama — o exame feito para detectar nódulos e outras alterações mamárias é a ultrassonografia. No entanto, quando se trata de mulheres com mais de 40 anos, a mamografia é essencial  para a detecção de nódulos ainda não palpáveis e microcalcificações, que podem ser a manifestação mais precoce do câncer de mama.

Mamografia: tire suas dúvidas sobre o exame

Também é necessário manter os outros exames em dia e repeti-los anualmente.

Check up geral de saúde masculino: Exames principais

Conheça os exames mais importantes que podem ser incluídos em seu check up geral anual.

  1. Hemograma completo; 
  2. Análise de urina e fezes;
  3. Glicemia e exames da tireoide.
  4. Exames de sangue que detectam infecções ou doenças sexualmente transmissíveis.

Para homens após os 50 anos

Completar 50 anos de idade é um marco, especialmente no que diz respeito a sua saúde. É por isso que é fundamental que homens com mais de 50 anos façam exames de saúde regulares para melhorar sua qualidade de vida.

Ao reservar um tempo para fazer check-ups periódicos, você e seu médico podem detectar quaisquer problemas subjacentes antes que se tornem algo sério. Segue lista com os principais exames:

  • Exame de toque retal

Comumente este exame é recomendado para homens a partir dos 50 anos, porém, quando há histórico familiar de câncer de próstata, deve-se realizá-lo já a partir dos 40. Os homens negros são duas a três vezes mais propensos ao câncer prostático e, por este motivo, a recomendação é de que façam este exame, em média, entre os 40 ou 45 anos.

O exame é simples e rápido: sua duração média é de apenas 10 segundos. Além de rastrear tumores malignos, também pode identificar inflamações e outras doenças na área do ânus e reto — como inflamações na próstata, fissuras anais e hemorroidas. O médico responsável pelo procedimento é o urologista.

  • Ecografia de próstata

A ecografia de próstata é um exame de imagem que permite ao médico a visualização da região. Esta ultrassonografia pode ser requerida quando se pretende investigar a presença de nódulos na próstata ou hiperplasia prostática. 

O procedimento pode ser realizado através de uma ecografia abdominal ou transretal, sendo a segunda solicitada quando o médico suspeita de um diagnóstico.  

  • Colonoscopia

A colonoscopia é recomendada para qualquer pessoa acima dos 50 anos. Em casos de pacientes com histórico familiar de câncer de intestino, entretanto, a pesquisa colorretal deve ser feita anteriormente a esta idade indicada, de acordo com as orientações médicas. O exame busca investigar sintomas como sangramento anal e dores abdominais nos pacientes, além de ser preponderante na prevenção ao câncer colorretal. 

Hoje, sabe-se que o câncer de intestino, na maioria das vezes, desenvolve-se a partir de tumores benignos – pólipos – localizados na região. Por este motivo, a pesquisa de tumores através de um exame de imagem propicia o rastreamento – e a retirada –  de possíveis pólipos colorretais, antes que se desenvolvam para um câncer. 

O exame é realizado com o uso de sedativo e possui duração média de 20 a 60 minutos. 

Além destes, é necessário manter os outros exames na lista de check-up e repeti-los com a mesma frequência. 

Há outros exames que podem ser incluídos no check-up, de acordo com a necessidade de cada paciente. Nesse caso, o médico terá o papel de recomendá-los baseado em uma análise individual do histórico clínico. De maneira geral, entretanto, os listados acima são os mais indicados.

Saiba mais:

Mamotomia: o que é e como é feito o exame?

Doenças comuns entre homens e como evitá-las

Preparação para a realização dos exames de check up de saúde

Quando se trata de um exame de rotina em um consultório médico, o máximo requerido do paciente costuma ser a apresentação clara dos seus sintomas — caso existam — e histórico médico. É importante tirar todas as dúvidas e responder com sinceridade às perguntas que o médico fizer.

No caso de exames de imagem em clínicas ou laboratórios especializados, as recomendações de preparação são dadas por eles mesmos. O paciente deve segui-las estritamente, além de comparecer ao local no horário previamente agendado. 

É interessante considerar a realização de todos os exames em uma mesma clínica ou laboratório, pois isso garantirá que tenham um padrão de qualidade equivalente, caso se escolha um local de excelência.

Além dos exames de check up de saúde realizados na frequência correta, também é importante manter a saúde do corpo em dia.

Fazer exercícios regularmente, beber água e se alimentar bem são os principais aliados da medicina à prevenção de diversas doenças. Siga com todas essas boas práticas e esteja sempre acompanhando o bem-estar do seu corpo.

Gordura no fígado: sintomas, causas e como eliminar?

A gordura no fígado em pequenas quantidades é normal, mas o excesso pode se tornar m problema.

A gordura no fígado não relacionada ao álcool, pode ocorrer devido à obesidade, diabetes, gravidez, hepatites virais, ganho ou perda rápida de peso, uso de medicações como corticoides e cirurgias do aparelho digestivo.

O fígado gorduroso também é conhecido como esteatose hepática. Acontece quando a gordura se acumula no fígado. Apesar de assintomática e com tratamento baseado em mudança de hábitos alimentares e de vida, o problema de gordura no fígado pode evoluir para condições mais sérias e, portanto, deve ser acompanhado e tratado.

Quando a gordura no fígado se desenvolve em alguém que bebe muito álcool, passa a ser chamada de doença hepática gordurosa alcoólica.

Para quem não bebe muito álcool, é conhecida como doença hepática gordurosa não alcoólica. De acordo com pesquisadores do World Journal of Gastroenterology, a doença afeta 25 a 30% dos americanos e europeus.

Quais são os sintomas de gordura no fígado?

A presença de gordura no fígado geralmente não causa sinais perceptíveis. Geralmente, não há sintomas nos estágios iniciais, então você provavelmente não saberá que tem, a menos que seja diagnosticado durante exames realizados por outros motivos.

Em alguns casos que a doença progride e há comprometimento do fígado, é possível aparecer alguns sintomas como:

  • cansaço excessivo;
  • dor abdominal;
  • Inchaço da barriga;
  • perda de apetite;
  • coceira na pele;
  • fezes esbranquiçada;
  • dor de cabeça.

Ocasionalmente, pessoas com esteatose não-alcoólica ou fibrose (estágios mais avançados de esteatose não-alcoólica) podem sentir:

  • Dor no canto superior direito da barriga/abdômen (sobre o lado direito inferior das costelas)
  • Cansaço
  • Perda de peso inexplicável
  • Fraqueza
  • Se a cirrose (o estágio mais avançado) se desenvolver, você pode ter sintomas mais graves, como amarelecimento da pele e da parte branca dos olhos (icterícia), coceira na pele e inchaço nas pernas, tornozelos, pés ou barriga (edema).
Quais são os sintomas de gordura no fígado?
Quais são os sintomas de gordura no fígado?

O que a gordura no fígado pode causar?

A presença de gordura no fígado pode causar esteato-hepatite, é uma inflamação no corpo, que se não tratada pode evoluir para cirrose. Mas o quadro é reversível com as indicações do médico e estilo de vida saudável.

O que fazer para eliminar gordura no fígado? Tem cura?

Atualmente, nenhum medicamento foi aprovado para tratar o problema. São necessárias mais pesquisas para desenvolver e testar medicamentos para tratar essa condição.

Figado gorduroso gordura

Em muitos casos, as mudanças no estilo de vida podem ajudar a reverter o problema. Por exemplo, seu médico pode aconselhá-lo a:

  • Limitar ou evitar álcool
  • Perder peso
  • Realizar mudanças em sua dieta

Gordura no fígado é grave?

O fígado é o segundo maior órgão do corpo. Ajuda a processar os nutrientes dos alimentos e bebidas e filtra as substâncias nocivas do sangue.

O excesso de gordura no fígado pode causar inflamação, o que pode danificá-lo e criar cicatrizes. Em casos graves, essa cicatriz pode levar à insuficiência hepática.

Se você desenvolveu complicações maiores, seu médico pode recomendar tratamentos adicionais. Para tratar a cirrose, por exemplo, ele pode prescrever:

  • Mudancas de estilo de vida
  • Medicamentos
  • Cirurgia

A cirrose pode causar insuficiência hepática. Se você desenvolver insuficiência hepática, pode ser necessário um transplante de fígado.

Gordura no fígado é grave?
Gordura no fígado é grave?

Remédios caseiros para gordura no fígado

Mudanças no estilo de vida são o tratamento de primeira linha para gordura no fígado. Dependendo da sua condição atual e hábitos de vida, pode ser necessário (a):

  • perder peso
  • reduzir a ingestão de álcool
  • dieta rica em nutrientes com baixo teor de calorias, gordura saturada e gorduras trans
  • fazer pelo menos 30 minutos de exercício na maioria dos dias da semana

Há pesquisas que sugerem que os suplementos de vitamina E podem ajudar a prevenir ou tratar os danos ao fígado causados ​​por um fígado gorduroso.

Remédios caseiros para gordura no fígado
Remédios caseiros para gordura no fígado

No entanto, mais pesquisas são necessárias. Existem alguns riscos à saúde associados ao consumo excessivo de vitamina E.

Sempre converse com seu médico antes de tentar um novo suplemento ou remédio natural. Alguns suplementos ou remédios naturais podem causar estresse no fígado, ou interagir com medicamentos que você está tomando.

Gordura no Fígado: 10 Informações mais importantes sobre a esteatose não-alcoólica

Gordura no Fígado: 10 Informações mais importantes sobre a esteatose não-alcoólica
Gordura no Fígado: 10 Informações mais importantes sobre a esteatose não-alcoólica
  1. Ao acúmulo de gordura no fígado que não seja ligada ao consumo ou abuso de álcool, chamamos de esteatose hepática não-alcoólica.
  2. Não é uma condição necessariamente ligada à obesidade. Indivíduos magros também podem apresentar a doença, desde que tenham um aumento do colesterol ou triglicérides.
  3. A esteatose não-alcoólica normalmente não apresenta sintomas, e, quando causa, estes são inespecíficos, como fraqueza e mal-estar. Apenas exames podem confirmar o quadro.
  4. A gordura no fígado está intimamente relacionada à resistência à insulina.
  5. É um problema mais comum entre os 40 aos 50 anos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.
  6. A esteatose hepática, se se prolongar por alguns anos, pode evoluir para condições mais graves como para um processo inflamatório chamado esteato-hepatite, fibrose do fígado, e em algumas pessoas, em 20 a 30 anos, podem progredir para cirrose e até câncer de fígado.
  7. Os pacientes que têm maior tendência a desenvolver esteato-hepatite, a inflamação do fígado, são: diabéticos, obesos, aqueles com idade superior a 45 anos, com taxas de enzimas hepáticas elevadas, hipertensão e colesterol ou triglicérides elevados.
  8. O diagnóstico de gordura no fígado é geralmente feito por meio da ultrassonografia de abdome, conjuntamente com a dosagem de enzimas hepáticas, lipidograma, e exame físico.
  9. O tratamento se baseia principalmente na dieta com restrição de açúcar e gorduras, associada a exercícios físicos.
  10. A esteatose não-alcoólica, a gordura no fígado, é uma doença reversível! Não espere para adquirir hábitos mais saudáveis se confirmado o problema.

A Clínica Viver Exames de Imagem em Brasília-DF

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável.

Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, mesmo que você não esteja em Brasília. E, se você está em Brasília, estamos sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde. Oferecemos, da mesma forma, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, tem os mais modernos aparelhos de ultrassonografia, mamografia digital e densitometria óssea. Realizamos, da mesma forma, punções de tireoide e mama, além de biópsias.

Na Clínica Viver, oferecemos aos nossos pacientes os mais modernos recursos e equipamentos do mercado. Aqui todos os exames são realizados por médicos. Assim, garantimos profissionalismo e segurança durante a realização de seus exames, com a entrega de resultados no menor tempo possível.

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Dor no Baixo Ventre: causas e o que pode ser?

A dor no baixo ventre, ou “dor no pé da barriga” é uma queixa comum em mulheres,  e pode ter várias causas, desde processos normais da ovulação,  até doenças mais graves. 

Para diagnosticá-la, é importante avaliar a sua intensidade, se a dor tem relação com o ciclo menstrual, se é contínua ou intermitente, e se existem outros sintomas associados.

Acompanhe o artigos para conhecer as causas mais comuns deste tipo de dor que atinge algumas mulheres.

O que é e onde fica o baixo ventre?

Talvez você já tenha ouvido falar de outras expressões para essa região: também são usados os termos “dor abdominal”, “dor no pé da barriga” ou “dor pélvica”. Refere-se portanto a região que fica abaixo do umbigo.

Veja também: Ecografia transvaginal

Cólica ou Dor no baixo ventre: o que pode ser?

Você já sentiu o baixo ventre inchado, dores no baixo ventre durante a gravidez, dor no baixo ventre depois do período fértil ou então fisgadas no baixo ventre no lado esquerdo ou direito?

Dor no baixo ventre

Separamos aqui algumas possíveis causas comuns específicas para esse tipo de problema.

1) Cisto Hemorrágico de Ovário.

O cisto é uma esfera preenchida por líquido. O Cisto Hemorrágico de Ovário, ou Cisto de Corpo Lúteo Hemorrágico é um cisto que contém sangue em seu interior. É completamente benigno, e comum após a ovulação, quando um pequeno vaso da parede do ovário se rompe e enche a cavidade de sangue.

Geralmente os cistos hemorrágicos são menores que 6.0 cm, e desaparecem espontaneamente em torno de 2 meses.

Ocorre na idade reprodutiva, e a paciente geralmente sente dor do lado direito ou esquerdo da pelve, próxima ao período menstrual.

Às vezes esta dor no baixo ventre tem intensidade moderada, e quando ocorre do direito, pode ser confundida com apendicite.

Leia também: Ovários Micropolicísticos

2) Cisto de Ovário Torcido

Os cistos maiores que 6.0 cm, e os teratomas volumosos, que são tumores benignos contendo gordura, calcificaçoes e cabelos, podem girar sobre seus ligamentos e pedículo vascular, causando a torção ovariana.

Pode ocorrer a torção somente do ovário, ou também da trompa uterina.

Outra causa de torção ovariana é a indução da ovulação, para pacientes inférteis, que faz com que os ovários fiquem volumosos e mais pesados. Com a torção ovariana, o fluxo sanguíneo é interrompido, causando a isquemia e até necrose do órgão.

O principal sintoma da Torção Ovariana é uma dor intensa e repentina do lado afetado em mulheres na idade reprodutiva, podendo estar associada à náuseas e vômitos.

O diagnóstico é feito através o exame clínico e da Ultrassonografia Transvaginal, que demonstra o ovário aumentado, ou uma massa sólido / cística na região do ovário, e líquido na pelve.

A avaliação com Dopplerfluxometria pode evidenciar ausência de fluxo sanguíneo no ovário afetado. O tratamento é cirúrgico, sendo a laparoscopia o método de escolha.

Leia mais:

Para que serve o exame de ultrassom abdominal

Ultrassom de abdômen total: 9 doenças que podem ser detectadas

3) Abscesso Tubo Ovariano

O abscesso tubo ovariano é outra possível causa de dor no baixo ventre. Trata-se de uma coleção de pus, que se forma na trompa e ovário, devido à uma infecção bacteriana, que através da vagina, atinge o útero, endométrio (camada interna que reveste o útero), trompa e ovário.

Esta infecção geralmente é causada por bactérias sexualmente transmissíveis, como a Clamidia, em 60% dos casos, a Gardnerella e o Gonococo.

Com a evolução do processo, pode ocorrer a infecção do peritônio, que é a membrana que reveste o abdome internamente, acumulando liquido purulento na pelve, e formando aderências, que podem causar infertilidade.

Dor no baixo ventre

Os sintomas mais comuns são: dor pélvica, dor na relação sexual, dor e dificuldade para urinar, corrimento vaginal e febre.

O diagnóstico é feito pelo exame ginecológico, exames de sangue que podem evidenciar processo infeccioso, provas de biologia molecular para identificar o agente causador da infecção, e Ecografia Transvaginal, que vai demonstrar uma massa sólido cística na região do ovário e trompas, dilatação da trompa, e líquido na cavidade pélvica.

O tratamento pode ser realizado com antibióticos e cirurgia. Algumas complicações tardias como infertilidade e gravidez ectópica podem ocorrer.

4) Gravidez ectópica (tubária)

A gravidez ectópica é aquela em que o feto se desenvolve fora do útero , mais comumente na trompa uterina. Ela pode ocorrer também no colo uterino, na cicatriz de uma cesárea prévia, e até no abdome.

Quando a gravidez ocorre na trompa (tuba uterina) , ela pode não causar sintomas, até que ocorra a ruptura da tuba, com sangramento para o interior da pelve. 

Neste caso, a paciente geralmente relata ausência da menstruação, uma dor intensa do lado acometido, sangramento vaginal moderado ou intenso, dor no ombro devido à irritação do diafragma causada pelo sangue, e  tonturas. Pode ocorrer desmaio, e até choque,  devido à perda aguda de  sangue.

O diagnóstico é realizado pelo exame clínico, dosagem de beta HCG quantitativo, e ecografia transvaginal,  que demonstra uma massa na região da trompa, ausência de saco gestacional no útero,  e líquido na pelve. Algumas vezes, pode-se visualizar o embrião na região da trompa.

A dosagem de beta HCG no sangue acima de 1000U/L, na ausência de gravidez no útero, indica uma provável gestação ectópica.

O tratamento pode ser realizado com medicamento (metotrexato),  no caso da gravidez ectópica íntegra de pequeno volume,  ou cirurgia,  quando não há  a regressão  da gravidez com medicamentos,  ou a ruptura da trompa ocorre;  o que é um quadro de emergência.

As causas da gravidez ectópica mais comuns são: doença inflamatória pélvica, (infecções de útero, trompas e ovários), gravidez ectópica anterior, endometriose,  e cirurgias pélvicas anteriores.

5) Endometriose

A Endometriose é o crescimento do tecido que reveste o útero internamente, o endométrio,  em locais fora do útero,  como ovários, ligamentos, reto, intestinos, bexiga e vagina. Este tecido causa pequenos sangramentos nestes locais na época da menstruação,  e ocasiona um processo inflamatório intenso, o que costuma causar muita dor.

As pacientes com Endometriose podem relatar cólicas menstruais intensas,  que vem piorando com o tempo,  dor em baixo ventre, sangramento menstrual abundante, com coágulos,  dor durante as relações sexuais, dor ao urinar, sangramento nas fezes e urina durante o período menstrual.

É importante a relação da piora dos sintomas com o período menstrual para se fazer o diagnóstico diferencial com outras doenças. 

O diagnóstico é feito com a Ecografia Transvaginal para Mapeamento da Endometriose, que demonstra os focos endometrióticos, sendo superior à Ressonância Magnética na detecção de endometriose intestinal. 

Já a Ressonância demonstra melhor os focos no assoalho pélvico.

O tratamento depende da localização e extensão das lesões,  podendo ser realizado com medicamentos, como anticoncepcionais contínuos, e outros que causam bloqueio hormonal,  e o tratamento cirúrgico, com  a laparoscopia para remoção dos focos de endometriose e retirada de aderências.

Leia mais:

Endometriose – Sintomas, Diagnóstico e Tratamento

6) Apendicite

A inflamação do apêndice,  uma pequena estrutura tubular do lado direito da pelve, junto ao intestino grosso,  é chamada apendicite, e pode ser causada pela presença de um fragmento das fezes em seu interior,  ou por infecções por bactérias e vírus.  Com isto, o apêndice vai se enchendo de pus, e pode até se romper,  causando um quadro mais grave,  com formação de coleções de pus no interior do abdome.

A apendicite pode se iniciar com uma dor próxima ao umbigo, náuseas e vômitos,  e deslocamento da dor para a porção inferior direita do abdome. Febre, mal estar, calafrios e perda do apetite também podem estar presentes.

A apendicite pode ocorrer em qualquer idade, entretanto é mais comum dos 10 aos 30 anos.

O diagnóstico é feito através do exame clínico,  em que o médico detecta sinais de irritação peritoneal, dos exames de sangue, e da Ultrassonografia de abdome total ou Tomografia Computadorizada. 

É muito importante o diagnóstico precoce para se evitar complicações como a saída de material fecal para o abdome, causando um processo infeccioso intenso, com a inflamação da membrana que reveste o interior do  abdome (peritonite), formação de coleções de pus,  e podendo levar à septicemia (infecção generalizada).

O tratamento é cirúrgico,  podendo ser realizado por via laparoscopia.

7) Cálculos ureterais

 Os cálculos ureterais são pequenas pedras de cálcio ou ácido úrico,  que estavam localizadas no rim e se deslocaram para o ureter,  um tubo muscular,  que une os rins à bexiga.

Durante este processo de migração,  os  cálculos podem causar obstrução do fluxo urinário, e a inflamação da parede do ureter,  causando uma dor lombar intensa, que pode se irradiar para a pelve, e região da vulva. A paciente com cálculo no ureter pode apresentar ainda: náuseas,  vômitos,  ardência e dor ao urinar.

Aproximadamente 70% dos cálculos menores que 0.5 cm podem ser eliminados espontaneamente. Para cálculos no ureter distal, ou seja, próximos à bexiga e maiores que 1.0cm, está indicada a ureteroscopia, onde se insere um pequeno tubo pela uretra, que alcança a bexiga e progride para o ureter distal, capturando o cálculo.

Os exames indicados para o diagnóstico são: Radiografia Simples, Ultrassonografia de Rins e Vias Urinárias e, se necessário, a tomografia computadorizada.

8) Diverticulite 

A diverticulite é a inflamação de pequenas bolsas que se formam na parede do intestino grosso, principalmente em pacientes da meia idade e idosos.

Pequenas quantidades de fezes podem ficar retidas nos divertículos, favorecendo o crescimento de bactérias que causam a infecção. A maioria dos divertículos se localiza do lado esquerdo do abdome,  no cólon descendente e sigmoide.

As dietas pobres em fibras, que ocasionam a prisão de ventre, contribuem para a formação de divertículos. Os principais sintomas da diverticulite são: dor abdominal, geralmente à esquerda, diarreia ou prisão de ventre, náuseas e vômitos, e febre.

O diagnóstico pode ser feito através do exame clínico, da Ultrassonografia de abdome total, e tomografia computadorizada. 

Se o processo infeccioso estiver localizado, o tratamento indicado é medicamentoso.

Podem ocorrer complicações como a formação de coleções de pus, perfuração, formações de comunicações entre o intestino grosso e outros órgãos, chamadas fístulas, ou obstrução do intestino grosso e, neste  caso, o tratamento é cirúrgico.

Assista aos nossos vídeos sobre o assunto:

Parte 2:

Parte 3

Como buscar auxílio médico?

Neste artigo, listamos algumas das principais causas de dor no baixo ventre. Para um diagnóstico preciso, com o devido tratamento, consulte um ginecologista e siga com a realização de exames específicos.

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12 Sintomas da menopausa e como amenizar?

A menopausa é um fenômeno natural na vida de toda a mulher e geralmente acontece por volta dos 45 a 50 anos.

Uma das maiores preocupações das mulheres acerca desse acontecimento diz respeito aos sintomas, que podem ser bem acentuados e causar bastante desconforto, especialmente durante o Climatério, que é o período que antecede a menopausa e pode se prolongar até mesmo na pós-menopausa.

Acompanhe o artigo para conhecer mais sobre! 

O que é e como saber se estou entrando na menopausa? 

A menopausa é definida pelo término definitivo do período menstrual (iniciado na puberdade) e, por consequência, o encerramento da vida fértil feminina. Medicamente, a menopausa é confirmada após 12 meses sem a ocorrência de uma nova menstruação. 

Apesar de geralmente acontecer depois dos 40 anos, uma pequena parcela de mulheres pode experimentar um acontecimento precoce dessa fenômeno, que será chamado então de menopausa precoce.

As razões para que isso aconteça podem estar relacionadas a fatores hereditários, ou serem consequências de quimioterapia, cistos no ovário, medicamentos para acne,cirurgia nos ovários ou doenças autoimunes.

Com a menopausa, os ovários vão progressivamente diminuindo suas atividades, o que resulta em uma diminuição em estrogênio e progesterona no organismo. Esses dois hormônios são os responsáveis principalmente pelo desenvolvimento de características sexuais secundárias femininas e pelo controle do ciclo menstrual. 

No caso do estrogênio, sua ação é ainda mais ampla no corpo, influenciando tanto o sistema cardiovascular quanto o ósseo. Esse hormônio favorece a saúde do sistema cardiovascular por promover a dilatação dos vasos e facilitar a circulação sanguínea. Além disso, é responsável pela fixação de cálcio nos ossos.

Por essa razão, com a ocorrência da menopausa, também aumenta a propensão para outras doenças e condições como problemas cardiovasculares e a osteoporose

Quanto tempo dura a menopausa?

Uma das maiores preocupações das mulheres em relação à menopausa é referente aos sintomas. De fato, especialmente durante o climatério, eles costumam ser mais fortes e caracterizam a parte mais difícil desse período de transição até a pós-menopausa.

Esse período costuma se iniciar por volta dos 40 anos, mas algumas mulheres podem começar a senti-lo depois dos 35 anos.  

Os sintomas mais comuns são: ondas de calor, dores de cabeça, diminuição de libido, incontinência urinária, alterações no humor, insônia e aumento de peso. 

Leia também: O sangramento vaginal após a menopausa é grave? 

E por que todos esses sintomas se a menopausa é um processo completamente natural? Isso acontece porque toda mudança requer um período para adquirir novamente o estado de homeostase, ou seja, o equilíbrio do corpo.

Dessa forma, a presença desses sintomas não significa que algo estava errado, mas representa o processo de nova acomodação do organismo. Considerando todavia o incômodo e o desgaste que muitos desses sintomas causam, existem maneiras de amenizá-los. 

Sintomas da Menopausa

Em algumas mulheres os sintomas da menopausa não são percebidos, porém, na sua maioria os sintomas já aparecem no climatério. Os mais comuns são: 

  • ondas de calor ou fogachos;
  • irregularidades na duração dos ciclos menstruais e na quantidade do fluxo sanguíneo;
  • dificuldade para esvaziar a bexiga;
  • infecções urinárias e ginecológicas;
  • aumentem as queixas de irritabilidade;
  • distúrbios de ansiedade;
  • melancolia, perda da memória;
  • insônia;
  • cabelos e unhas ficam mais finos e quebradiços;
  • alterações na distribuição da gordura o corpo;
  • perda de massa óssea característica da osteoporose;
  • risco aumentado de doenças cardiovasculares.

Como amenizar os sintomas da menopausa? 

As medidas para aliviar esses sintomas perpassam a adoção de hábitos mais saudáveis, com uma alimentação balanceada e uma boa frequência de exercícios físicos. Veja a seguir mais detalhes.

Alimentação

Alimentos como soja, linhaça, inhame e amora são ricos em fitoestrogênios: substâncias que oferecem ao organismo um efeito semelhante ao do estrogênio, podendo compensar a falta produzida pelo corpo.

Os fitoestrogênios podem aparecer na sua dieta de formas discretas, como em um chá de amora durante a tarde, leite de soja ou tofu. Ainda no quesito alimentação, incorporar mais frutas e vegetais na dieta, diminuindo açúcares e frituras pode ajudar na melhor regulação do seu metabolismo! 

Leia também: 

Por que a mulher engorda na menopausa? 

Lembrar sempre de consumir alimentos ricos em cálcio, como leite, ovos ou vegetais de folhas escuras, bem como incorporar na sua rotina alguns segundos de banho de sol, vão ajudar a prevenir a ocorrência da osteoporose, uma doença muito comum associada a esse período. 

Exercícios físicos

Dedicar ao menos 30 minutos para atividades de intensidade moderada no seu dia a dia será muito benéfico para aliviar os desconfortos com uma carga extra de endorfina. Além das vantagens gerais para a saúde do corpo, você certamente se sentirá mais disposta e conseguirá regular melhor alterações bruscas de humor.

Para colocar o corpo em movimento, considere caminhadas, a prática de yoga ou danças diversas, uma academia, um exercício funcional, dentre outras possibilidades viáveis para o seu dia a dia e que te despertem prazer.

Como saber se estou na menopausa

Reposição hormonal

Uma outra solução para os sintomas da menopausa é a reposição hormonal que vai buscar um auxílio médico e intervenção direta para pontualmente suprir o corpo com os hormônios que deixaram de ser produzidos, geralmente em uma combinação de estrogênio + progesterona.

A reposição hormonal pode ser feita por meio de injeções, adesivos, pílulas ou até pomadas; e vai depender de cada paciente. Consultar-se com um ginecologista e um endocrinologista para estudar a opção certa para você é a melhor escolha. 

Check-up em dia

A realização de check-ups nesse período também é essencial: exames como glicemia, densitometria óssea, ecocardiograma, ecografia transvaginal e mamografia não podem faltar. Isso porque, além dos efeitos que a menopausa pode causar no corpo, mulheres acima dos 45 anos enfrentam maiores riscos de desenvolver câncer de mama, bem como diabetes, doenças cardiovasculares, dentre outras doenças.

Mas não se assuste! Quanto mais cedo o diagnóstico ocorre, melhor é a chance de recuperação total, até mesmo nos casos de doenças mais sérias, como o câncer de mama. Para isso, mantenha-se em dia com seus check-ups! 

Leia também:

Check-up após a menopausa: 6 exames que não podem faltar

Ecocardiograma: quando é indicado o ultrassom do coração?

Vale lembrar que o mais importante nisso tudo é o seu conforto, saúde e bem-estar. Como já dissemos antes, a menopausa é um processo natural e marca uma etapa da sua vida que vai vir com seus desafios e conquistas. 

Pedra na Vesícula é perigoso? Sintomas, causas e como eliminar

Pedras na vesícula é perigoso?  É necessário passar por cirurgia, a fim de removê-las? Essas dúvidas acometem todas as pessoas que recebem o diagnóstico de pedras na vesícula.

Sua vesícula biliar é um órgão em forma de pêra de dez centímetros. Ele está posicionado sob o fígado, na seção superior direita do abdômen.

A vesícula biliar armazena bile, uma combinação de fluidos, gordura e colesterol. A bile ajuda a quebrar a gordura dos alimentos em seu intestino. A vesícula biliar fornece bile para o intestino delgado, permitindo que vitaminas e nutrientes solúveis em gordura sejam mais facilmente absorvidos pela corrente sanguínea.

As pedras na vesícula são igualmente chamadas de cálculos na vesícula ou cálculos biliares. Este artigo o ajudará a entender os sinais e sintomas de pedras na vesícula e como podem ser tratadas.

O Que Causa a Pedra na Vesícula?

A maioria das pedras na vesícula é formada dentre outros componentes, pelo excesso de colesterol na vesícula biliar, o que faz a bile ficar mais espessa, formando cristais.

Estes cálculos são mais comuns em pessoas:

  • com mais de 40 anos, mulheres,
  • com dieta em que há consumo excessivo de gordura,
  • obesas,
  • diabéticas, e
  • naquelas que têm histórico de familiares com esta doença.

As pedras na vesícula também são comuns em pessoas que passaram por rápida perda de peso, inclusive nos pacientes submetidos à cirurgia bariátrica.

Leia também: Ovários Micropolicísticos: o que é, sintomas e tratamento

Sintomas de Pedra na vesícula

Como posso reconhecer os sintomas de pedra na vesícula?

Os cálculos biliares podem causar dor no abdome superior direito. Você pode começar a sentir dor de vez em quando ao comer alimentos ricos em gordura, como frituras. A dor geralmente não dura mais do que algumas horas.

Sintomas de Pedra na vesícula

Os sinais e sintomas comuns de pedra na vesícula são:

  • Dor. Dor no lado superior direito ou no meio do abdômen. A dor pode ser aguda ou cólica. A dor geralmente começa de repente. A sensação de dor pode se espalhar para as costas ou para a área abaixo da omoplata direita. Sentir dor constante, especialmente após as refeições, é um sintoma comum de cálculos biliares;
  • Náusea. Náuseas ou vômitos são sintomas comuns de todos os tipos de problemas da vesícula biliar;
  • Icterícia. A pele amarelada pode ser um sinal de um bloqueio do ducto biliar comum de um cálculo biliar.

Você também pode ter:

  • urina escura
  • dor de estômago
  • arrotos
  • diarréia
  • indigestão

Esses sintomas também são conhecidos como cólicas biliares.

Quais as principais causas de dor no estômago?

Como é feito o tratamento da Pedra na vesícula? 

A cirurgia é normalmente indicada para os cálculos biliares. O método cirúrgico mais indicado é a laparoscopia, para retirada total da vesícula, chamada colecistectomia. Essa cirurgia é indicada pois é menos invasiva, o que permite uma recuperação mais rápida.

 

Pedra na vesícula: Cirurgia é indicada?

Sim, a cirurgia para retirada das pedras na vesícula é quase sempre indicada, porque quando estes cálculos biliares ficam maiores, podem obstruir a vesícula.

A obstrução causa dores ainda mais intensas do lado direito do abdome, principalmente durante ou logo após a alimentação, além de má digestão, náuseas e vômitos.

Prefere saber mais sobre Pedras na Vesícula em vídeo? Assista, abaixo, o vídeo que preparei para você.

Pedras na Vesícula são perigosas?

Tudo irá depender de cada caso mas no geral sim, as pedras na vesícula precisam de tratamento. Se não tratadas podem desenvolver um processo inflamatório crônico e mesmo quando os cálculos são pequenos podem ocasionar diversos problemas.

Agravamento de Quadro por Obstrução

Os cálculos biliares podem se depositar em 3 locais:

  • na vesícula em si,
  • nos ductos que descem para o intestino (marcado como 1, na imagem abaixo) e
  • no ducto que segue para o pâncreas (marcado como 2, abaixo).

Se essa obstrução da vesícula continuar por um tempo maior, pode ocorre a infecção, que é um quadro mais grave, com piora da dor e aparecimento de febre.

É importante sabermos que o processo inflamatório crônico, causado pelos cálculos biliares, é um agravante, já que pode até levar ao câncer de vesícula.

Migração dos Cálculos Biliares

Além do problema em si, como dissemos, quando as pedras na vesícula são pequenas, elas podem migrar para outros lugares, seguindo por pequenos ductos que levam a bile para o intestino.

E isso é grave, pois se elas causarem obstrução do ducto na região marcada como 2, na imagem acima, o ducto pancreático, pode ocorrer pancreatite aguda, uma doença extremamente grave.

Diagnóstico de Pedras na Vesícula

O exame mais indicado, a fim de identificar a existência de cálculos biliares é a Ultrassonografia de Abdome.

Essa ultrassonografia vai demonstrar os cálculos como pequenos nódulos brilhantes e móveis, no interior da vesícula biliar.

A Clínica Viver

Nós, da Clínica Viver de Brasília, consideramos que, acima de tudo, a informação é sua melhor companheira na busca por uma vida saudável.

Estamos sempre à disposição para responder suas dúvidas, mesmo que você não esteja em Brasília. E, se você está em Brasília, estamos sua disposição. Será um prazer cuidar da sua saúde. Oferecemos, da mesma forma, vídeos com informações importantes em nosso canal de saúde, no Youtube.

A Clínica Viver de Imagens Médicas, em Brasília, tem os mais modernos aparelhos de ultrassonografia, mamografia digital e densitometria óssea. Realizamos, da mesma forma, punções de tireoide e mama, além de biópsias.

Além disso, temos profissionais experientes e preparados, a fim de cuidar de seus exames e da sua saúde. Oferecemos consultas nas especialidades de:

  • Endocrinologia,
  • Ginecologia,
  • Obstetrícia e
  • Mastologia.

Ligue para a Viver – Tel: (61) 3034-8833 ou WhatsApp: (61) 99937-12157. Conseguimos agendar sua Ultrassonografia de Abdome, para acompanhamento de pedras na vesícula, até para o mesmo dia. Isso é possível pois temos 9 salas de ecografia.

Aceitamos os principais convênios e você já sai da clínica com seu resultado.

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Ultrassonografia: o que é e para que serve o exame

A ultrassonografia – ecografia, ou ultrassom –  é um exame de imagem simples, indolor e que é realizado com o objetivo de observar órgãos e tecidos do nosso corpo em tempo real. 

Quer saber mais sobre como ela é feita, em quais casos é indicada e quais os principais tipos que existem? Então, acompanhe o artigo!

Para que serve uma ultrassonografia?

É comum que os médicos façam a requisição do exame para as seguintes finalidades:

  • Identificar a gravidez e acompanhar o desenvolvimento do feto;
  • Descobrir o gênero da criança;
  • Investigar dores;
  • Avaliar a saúde dos órgãos, em geral;
  • Visualizar demais estruturas do corpo humano.

Como é realizada a ultrassonografia?

A ultrassonografia pode ser realizada em clínicas, laboratórios ou hospitais. O procedimento funciona da seguinte forma: o paciente se deita em uma maca e, após isso, o médico aplica uma camada de gel na região do seu corpo que será analisada. Em seguida, faz-se o uso de um aparelho chamado transdutor, que é deslizado em cima da camada de gel. Esse dispositivo forma as imagens que o médico vai avaliar. 

Como é realizada a ultrassonografia?

Quando o exame acaba, o gel é removido com a ajuda de um papel toalha e o paciente é liberado para ir para a casa. É importante ressaltar que a ultrassonografia é indolor e não causa qualquer tipo de desconforto ou efeito colateral. 

O resultado do exame, em geral, fica pronto na hora. Normalmente, os planos de saúde cobrem esse procedimento e ele também é realizado pelo SUS

Veja também: Sintomas e como prevenir a gordura no fígado!

Principais tipos de ultrassonografia

Sim! Dependendo do quadro clínico, ou das queixas do paciente em questão, o médico pode solicitar diferentes tipos de ecografia, a fim de analisar uma região específica do corpo e, por meio do exame, chegar a um diagnóstico. Conheça os principais a seguir.

1. Ultrassonografia morfológica

A ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre deve ser realizada quando o bebê se encontra entre 11 semanas à  13 semanas e 6 dias. É um exame muito importante para se avaliar os marcadores de anomalias cromossômicas, sendo a medida da prega nucal ou translucência nucal o mais conhecido.  Quando a prega nucal está aumentada, a chance do bebê ter Síndrome de Down aumenta, por exemplo. 

A ultrassonografia morfológica do segundo trimestre deve ser realizada  quando a gestação está entre 20 e 24 semanas. O objetivo é avaliar em detalhes todos os órgãos fetais, para se afastar a presença de malformações, como: problemas cardíacos, renais, pé torto , alterações cerebrais, e na coluna vertebral. 

2. Ultrassonografia da mama 

A ultrassonografia da mama é um dos exames utilizados na prevenção do câncer de mama, visto que o objetivo dela é identificar a presença de nódulos na região. 

É um exame que pode ser realizado em qualquer idade, e indicado principalmente em pacientes abaixo de 40 anos , já que estas pacientes tem a mama mais densa, ou seja , tem mais glândulas e menos gordura, o que facilita o exame.  

Através da ultrassonografia mamária podemos diferenciar os nódulos sólidos ( de massa) daqueles císticos ( de água) . A grande maioria dos nódulos líquidos é benigna. A maior parte dos nódulos sólidos em mulheres jovens também é benigna, e a ultrassonografia pode demonstrar com grande precisão  a natureza benigna ou maligna dos nódulos, e se for o caso, guiar a biópsia. 

3. Ultrassonografia pélvica

O objetivo desse exame é avaliar a saúde de estruturas do sistema reprodutor feminino – útero, ovários e bexiga –, ou do masculino, próstata,  vesículas seminais e bexiga.

Em algumas ocasiões, estes órgãos podem ser avaliados também via endorretal, para o caso dos homens, ou transvaginal, para o caso das mulheres. Quando a ecografia se dá desta forma, é inserida uma sonda pelo ânus do homem ou pela vagina da mulher. 

Existe um exame específico para se diagnosticar a endometriose, que é a ecografia transvaginal para mapeamento de endometriose,  que exige um preparo adequado e um tempo maior para ser realizado.

Leia também:

Mapeamento de Endometriose: o melhor exame para o diagnóstico

4. Ultrassonografia do abdome

Serve para avaliar os órgãos abdominais, sendo possível diagnosticar várias patologias, como  gordura no fígado, cálculos ( pedras ) nos rins, cálculos na vesícula , apendicite e tumores . 

5. Ultrassonografia com dopplerfluxometria 

É um exame que avalia o fluxo de sangue nos vasos sanguíneos.  

É indicado no caso de varizes de membros inferiores, na suspeita de trombose ,  para se verificar a presença de placas de gordura na parede de artérias que vão do pescoço ao cérebro,  na cirrose hepática, e na avaliação de nódulos, como por exemplo na tireoide. 

6. Ultrassonografia Transvaginal

O tipo de Ultrassonografia chamado Transvaginal é um dos mais comuns e tem como principal objetivo captar imagens dos órgãos internos como útero, trompas, ovários e colo do útero.

O ultrassom e a análise das imagens captadas permitem identificar diferentes problemas na região observada da mulher como presença de cistos, infecções, câncer ou até mesmo confirmar gravidez.

7. Ultrassonografia obstétrica

A Ultrassonografia Obstétrica utiliza ondas sonoras para criar imagens do bebê (embrião ou feto) no interior do útero da mulher, assim como imagens do próprio útero e ovários da mãe. Esse exame não usa nenhum tipo de radiação ionizante, não possui qualquer efeito colateral, e é o método preferencial para se analisar mulheres grávidas, seja para saber o sexo, avaliar a saúde do feto ou até mesmo captar imagens em 3D.

Ultrassonografia obstétrica

Nem todas as análises são obtidas nas primeiras semanas de gravidez, então é bastante comum que seja necessário fazer fazer mais de uma Ultrassonografia Obstétrica durante a gestação.

O exame de Ultrassonografia Obstétrica que permite:

  • Confirmar e estimar quantos dias de fecundação;
  • Diagnosticar anormalidades
  • Avaliar a posição do feto;
  • Analisar a placenta;
  • Analisar o fluido amniótico
  • Acompanhar o desenvolvimento do futuro bebê

Trata-se de um exame bastante simples, seguro e indolor que não precisa de grandes preparações para o procedimento.

Devo fazer com alguma periodicidade ultrassonografia? 

O ultrassom deve ser feito de acordo com as requisições médicas. Dessa forma, não há nenhuma periodicidade exata que deva ser seguida. 

Ainda assim, mulheres que estão fazendo acompanhamento pré-natal, normalmente, são submetidas ao ultrassom com uma certa frequência: cerca de 5 vezes durante os 9 meses de gestação. 

Devo fazer com alguma periodicidade ultrassonografia? 

Quando é contraindicada a ultrassonografia? 

A ultrassonografia é um procedimento extremamente simples e seguro que usa ondas sonoras de baixa potência para produzir imagens visuais, o que significa que não há riscos conhecidos à saúde e nem existem contraindicações relacionados com a realização do ultrassom.

O exame de ultrassom não usa radiação ionizante, nem agentes de contraste nefrotóxicos bastante usados em outros tipos de exames que são levemente prejudiciais à saúde do nosso organismo.

Nas ultrassonografias, as ondas sonoras são transmitidas para a região que se deseja examinar e os ecos que voltam são então captados, oferecendo imagens em tempo real da região para análise do médico.

A Clínica Viver realiza exames de ultrassonografia. Para agendar um, ou conhecer outros exames que realizamos, clique aqui! 

Confira também os convênios que atendemos. 

Exames Check up feminino para mulheres aos 40 anos: quais realizar?

Afinal, quais exames check up feminino devem ser realizados pela mulheres de meia idade?

A partir dos 40 anos, o corpo da mulher começa a passar por transformações significativas que podem comprometer a saúde e favorecer o desenvolvimento de algumas doenças. 

Como método preventivo, recomenda-se a realização de exames anuais para aferir o estado de saúde geral da paciente. Esse check up — uma recomendação médica para todas as idades —, a partir desta faixa etária, merece um comprometimento ainda mais apurado por parte delas. 

Portanto, se você é mulher e tem entre 40 e 49 anos, este artigo é para você! Aqui vamos te mostrar quais procedimentos devem ser realizados para colocar a sua saúde em dia.

Exames Check up feminino: Quais são aconselhados?

Exames de Check up regulares podem ajudar a encontrar problemas antes que comecem. Eles também ajudam a encontrar problemas precocemente, quando as chances de tratamento e cura são muito melhores.

Como mulher, você precisa de alguns exames especiais.

Sendo assim, durante o check-up feminino, seu médico geralmente irá solicitar os seguintes exames:

  • Mamografia;
  • Exames pélvicos e transvaginais;
  • Exame de glicemia;
  • Exame de colesterol e triglicerídeos;
  • Ultrassom de tireoide e abdômen;
  • Oftalmologista;
  • Densitometria Óssea.

Mamografia

A mamografia é o principal exame de rastreamento usado para identificar o câncer de mama. É extremamente importante porque permite a geração de imagens detalhadas e da mais alta qualidade para a análise médica, identificando nódulos a partir de 2 milímetros de diâmetro.

Como o câncer de mama é mais recorrente em mulheres a partir dos 40 anos, a recomendação médica — incluindo o Ministério da Saúde — é que a mamografia seja realizada anualmente por elas (em caso de histórico familiar do câncer de mama, a partir dos 35 anos).  Definitivamente dentre todos os exames Check up feminino, mamografia não pode ficar de fora.

Exames pélvicos e transvaginais

Os exames pélvicos e transvaginais, embora também sejam altamente recomendados para todas as mulheres antes dos 40, devem ser mantidos no check-up geral anual. Esses são indispensáveis por diagnosticar com precisão possíveis doenças, como um câncer nos ovários, mais comuns com o avançar da idade da mulher. 

A Ecografia transvaginal, por exemplo, analisa o útero e ovários de maneira precisa, sendo o principal método para diagnóstico de miomas e cistos no ovário.

Já o exame de Papanicolau é um método preventivo que analisa células colhidas do colo do útero para identificar se há a presença de câncer ou processos inflamatórios na região. 

Leia também: Pólipo no Útero: o que é, sintomas e como tratar

Exame de glicemia

Não subestime o tradicional exame de sangue, trata-se de um dos principais exames Check up feminino. Embora o exame de glicemia não seja novidade, mulheres com 40 anos ou mais costumam ter maior propensão a diabetes

Esse exame averigua a quantidade de açúcar no sangue e, a partir do resultado, identifica se o paciente se encontra em um quadro de pré-diabetes, por exemplo. O procedimento é recomendado tanto para diagnóstico como para acompanhamento e monitoramento da doença. 

Exame colesterol e triglicerídeos

Ainda dentro da categoria de exames de sangue, a partir dos 40 anos é importantíssimo checar anualmente as taxas de colesterol e triglicerídeos. Esses índices são fundamentais para você se prevenir contra infarto e outras doenças cardiovasculares.  

Ultrassom de tireoide e abdômen

O ultrassom da tireoide e o ultrassom do abdômen servem para identificar nódulos na glândula tireoide e alterações nos órgãos abdominais, respectivamente.  Sabe-se que doenças na tireoide e pedras na vesícula são mais comuns em mulheres do que em homens e costumam se manifestar mais após os 40 anos de idade, sendo importante um acompanhamento médico.

Check-up feminino com oftalmologista 

Especialmente a partir dos 40 anos, é recomendado se atentar aos sintomas da vista cansada e a doenças mais sérias, como o glaucoma, que têm mais tendências a se manifestarem a partir dessa idade.  

Densitometria Óssea

A densitometria óssea é um importante exame que mede a densidade dos ossos da paciente, sendo analisados, geralmente, o fêmur, a coluna e punho. É o exame mais indicado para o diagnóstico da osteoporose, doença que causa diminuição da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis, finos e sujeitos a fraturas. A densitometria deve ser feita ao menos uma vez por ano como exame de check-up.

A sua realização é indicada especialmente para mulheres que já passaram pela menopausa, o que geralmente acontece a partir dos 40 anos. Por causa desse processo natural, há uma queda na produção do estrogênio – hormônio que tem como função, dentre outras coisas, proteger os ossos. Com isso, os ossos da mulher se tornam mais frágeis e propensos à osteoporose.   

Concluindo

Manter-se saudável não é difícil, mas requer um certo esforço e vigilância. Uma parte desse esforço é estar com exames e check ups em dia, que são usados para detectar potenciais problemas de saúde quando ainda podem ser tratados.

Os exames que você precisa mudam conforme você envelhece. Depois de iniciar um tratamento ou exame, muitas vezes acontece de que ele seja necessário periodicamente pelo resto de sua vida. Por isso, não negligencie.

 Essas são apenas algumas orientações básicas dos principais exames solicitados em uma consulta médica. Para colocar seus exames Check up feminino em dia, consulte-se com um ginecologista. A partir de uma análise clínica, o médico irá indicar todos os exames importantes para a sua saúde

Exame para endometriose: onde fazer?

A endometriose é uma doença caracterizada pelo crescimento do endométrio (mucosa que reveste o útero internamente) em outras partes do corpo. 

De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, cerca de 10% das mulheres brasileiras são acometidas pela doença, e há 30% de chance de que elas fiquem estéreis. 

Além disso, a doença pode causar alguns sintomas de incômodo rotineiro que não devem ser considerados normais, como cólicas fortes e dor durante o contato íntimo. 

Para conhecer mais sobre os principais exames para o diagnóstico da endometriose e onde realizá-los, acompanhe o artigo!

Em que tipo de Clínica devo fazer o exame para endometriose?

De maneira geral, os exames são indicados por um ginecologista . 

Os melhores exames para o diagnóstico da endometriose são a ultrassonografia para mapeamento de endometriose,  e a ressonância magnética. Alguns estudos sugerem que a ultrassonografia para mapeamento de endometriose é um pouco melhor que a ressonância,  principalmente para o diagnóstico de endometriose intestinal.  

Para encontrar um local apropriado para realizar os seus exames de diagnóstico para a endometriose, você pode levar os seguintes fatores em consideração: indicação do seu médico, localização, plano de saúde, currículo dos médicos, conforto e confiança na clínica. 

Aqui na Viver, por exemplo, atendemos a uma lista extensa de planos de saúde. Além disso, a especialidade da Clínica é em exames de imagem, oferecendo aos pacientes resultados de altíssima qualidade e precisão, com a entrega no menor tempo possível.

É importante, também, que a clínica possua estrutura para orientar as pacientes após o diagnóstico da doença. Para que isso aconteça, portanto, é importante a participação de profissionais especializados na saúde da mulher, por exemplo.

Ao longo deste artigo, falaremos mais sobre alguns exames importantes para o diagnóstico da endometriose. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto.

Exames que detectam a endometriose

Quando há surgimento de sintomas da endometriose, alguns exames podem ser solicitados para o diagnóstico da doença. Acompanhe!

Ressonância magnética

Ressonância magnética é um exame de imagem que mostra as estruturas internas dos órgãos, sendo possível visualizar alterações causadas por doenças diversas. Nesse caso, o exame é feito quando há suspeita de endometriose profunda.

Videolaparoscopia

Apesar de não ser uma opção tão convencional — por se tratar de uma técnica cirúrgica —, a videolaparoscopia é muito eficiente, por ser capaz de verificar a presença da endometriose em várias partes do corpo. O exame é feito após uma anestesia geral, por meio de um corte no umbigo — minimamente invasivo —, onde é inserida uma câmera para a análise da região.

Em caso de endometriose, é recomendada somente quando outros exames não foram suficientes para o diagnóstico.

O seu médico te solicitou um dos exames acima e você ainda não marcou? Não perca mais tempo! Agende agora mesmo na Clínica Viver de Imagens Médicas. 

Ultrassom transvaginal para mapeamento de endometriose.  

Este exame é feito via transvaginal,  como o exame convencional, mas é muito mais completo, e necessita de um preparo intestinal com laxante no dia anterior. Este exame avalia se existem focos de endometriose no intestino, atrás do útero,  nos ligamentos uterinos , na bexiga , vagina e no diafragma. Dura em torno de 1 hora , e é um exame indolor e não invasivo. Ele é equivalente à Ressonância Magnética, inclusive alguns estudos demonstram sua superioridade no diagnóstico de endometriose intestinal. 

 É um exame que necessita de médicos especializados para sua realização,  e a Clínica Viver dispõe de profissionais qualificados e habilitados para este exame. 

Leia também:

Entenda como é feita a ecografia transvaginal para pesquisa de endometriose

CA 125

O exame é feito a partir de amostras sanguíneas da paciente, medindo a quantidade da proteína CA 125 — que é considerada normal até 35 U/mL. Ele costuma estar aumentado nas pacientes com endometriose,  porém é muito inespecífico, podendo estar também aumentado em doenças do aparelho digestivo.  

Como citado anteriormente, os tratamentos para a endometriose podem ser mais eficazes quando a doença é descoberta precocemente. Por isso não deixe para depois, agende agora mesmo os seus exames na Clínica Viver. 

Tireoide: como detectar distúrbios relacionados

A tireoide é uma glândula em formato de borboleta que fica localizada no pescoço. Sua principal função é produzir os hormônios tireoideanos, extremamente importantes para um bom desempenho de todo o corpo. 

Problemas relacionados à tireoide — como o hipertireoidismo e o hipotireoidismo — podem, portanto, causar desequilíbrios em todo o organismo quando não tratados corretamente. 

Para saber como detectá-los de forma precoce, a fim de prevenir seus danos, acompanhe o artigo.

Principais distúrbios relacionados

São diversos os distúrbios que podem atingir a tireoide. No entanto, existem dois mais comuns, o hipertireoidismo e o hipotireoidismo. 

Hipertireoidismo

O hipertireoidismo acontece quando há a produção excessiva de hormônios tireoideanos que, consequentemente, também são liberados exacerbadamente no sangue. Quando a pessoa possui essa condição, portanto, passa a ter o metabolismo extremamente rápido e o organismo acelerado, o que pode ocasionar em problemas como perda de peso excessivo e taquicardia. 

Essa condição pode ter diversas causas, mas comumente é consequência da ingestão excessiva de iodo, inflamação na tireoide, sendo a mais comum a doença de Graves, que produz anticorpos contra a própria tireoide, e nódulos que produzem hormônios.

Para o diagnóstico da doença é necessário consultar um endocrinologista. A partir dessa consulta, ele poderá recomendar alguns exames para investigar a fundo as causas e os tratamentos recomendados para o seu caso. 

Hipotireoidismo

Esta disfunção é contrária à anterior. Por um mau funcionamento da glândula, os hormônios são liberados em quantidade menor, diminuindo a velocidade do organismo. Além disso, a doença causa sintomas como constipação, queda de cabelos e unhas fracas, e ganho de peso discreto.

Assim como o hipertireoidismo, o hipotireoidismo pode ter causas variadas. No entanto, as mais comuns são: doenças autoimunes ligadas à tireoide, inflamação da glândula e tumores benignos na região. 

Para o diagnóstico correto, também é importante procurar um endocrinologista no surgimento dos sintomas. Sendo assim, você poderá ter as recomendações corretas para o seu caso. 

Além do hipotireoidismo e o do hipertireoidismo, há ainda algumas outras doenças relacionadas à tireoide, como o câncer na tireoide e o bócio — aumento do volume crônico da glândula. Todos esses distúrbios, portanto, devem ser diagnosticados e tratados por médicos.

Veja como é feito e para que serve o exame de Ultrassonografia da Tireoide Com Doppler!

Exames para diagnóstico

Há diversos exames utilizados para o diagnóstico de distúrbios da tireoide. No entanto, os essenciais para detectá-los precocemente são:

  • Ecografia da tireoide: com o típico gel de ecografia, é avaliada a região tireoideana por meio da imagem reproduzida na tela do médico. Este exame não utiliza radiação e nem causa dores. Além disso, não é necessário nem um tipo de preparação prévia para a realização da ecografia da tireoide. Recomenda-se realizá-lo anualmente em seu check-up preventivo.
  • Ecografia da tireoide com doppler: a versão com doppler da ecografia é importante para uma detecção mais precisa de nódulos ou alterações na tireoide. Por meio desta é possível fazer um relatório mais detalhado da imagem, através da avaliação do fluxo de sangue no nódulo. Não é necessário qualquer tipo de preparação para a realização do exame.
  • Punção aspirativa de tireoide por agulha fina: a punção aspirativa é utilizada para recolher o material de qualquer nódulo ou alteração tireoideana. Para o método de diagnóstico inicial, também é necessário que o paciente leve o histórico de medicamentos já tomados. É um exame rápido, que causa pouco desconforto ao paciente, e guiado pela ultrassonografia. É o único método para dar o diagnóstico definitivo de benignidade ou malignidade. 

Todos os exames listados acima podem ser realizados na Clínica Viver. Possui um pedido médico? Agende agora mesmo o seu exame!

Além dos principais listados acimas, há alguns outros exames complementares para a detecção de distúrbios na tireoide. São esses:

  • Dosagem de TSH: este exame é feito em laboratório que avalia os níveis de TSH no sangue. Portanto, é solicitado pelos médicos quando há suspeita de algum distúrbio na tireoide
  • Dosagem de T3: é normalmente solicitado pelos médicos quando há alterações na dosagem de TSH. Sendo assim, a dosagem de T3 é um exame que apenas complementa.
  • Dosagem de T4 livre: é responsável por avaliar a quantidade de T4 presente na corrente sanguínea. O exame normalmente é recomendado em conjunto com a dosagem de TSH. As alterações podem, portanto, indicar  a presença dos distúrbios.

Todos desta categoria podem ser feitos em laboratórios de exames de sangue.

A ecografia da tireoide é um dos exames indicados para o seu check-up anual preventivo. Consulte-se com o seu médico e realize seu exame de imagem com a Clínica Viver. Agende seus exames de imagem agora mesmo. Atendemos uma lista extensa de convênios, assim como consultas particulares. 

Doenças comuns entre os homens e como evitá-las

De acordo com o IBGE, a expectativa de vida dos homens no Brasil atualmente é de 72,5 anos, enquanto a das mulheres é de 79,6 anos. Esses números correspondem a uma diferença considerável, que pode ser justificada por outro dado: segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, um terço dos homens não cuidam da própria saúde. 

Ao longo deste artigo, portanto, explicaremos mais sobre algumas doenças que acometem os homens e indicaremos os exames mais indicados como método de prevenção. Confira!

Doenças que acometem exclusivamente os homens

Câncer de próstata

O câncer de próstata ainda é o mais frequente entre os homens. De acordo com o Inca, um a cada seis homens desenvolverá a doença ao longo da vida, apresentando um número anual de cerca de 70 mil novos casos. 

De maneira geral, a doença não apresenta sintomas na fase inicial e, por isso, os exames de prevenção devem ser realizados anualmente após os 50 anos ou a partir dos 40 anos, em casos de histórico familiar. 

Os exames mais recomendados são de toque retal — para avaliar o tamanho, textura e forma da próstata —, e de PSA para avaliar a quantidade de proteína produzida pela próstata por meio um exame de sangue.

Para a prevenção da doença é importante manter hábitos saudáveis como a diminuição do consumo alcoólico, o consumo de legumes, verduras e frutas, cereais e grãos, além parar de fumar e preservar uma dieta com menos gordura.

Hidrocele

Hidrocele é o nome da doença causada pelo excesso de acúmulo de fluídos na região do testículo, causando inchaço. Apesar de muitas vezes desaparecer sem a necessidade de tratamentos específicos, a condição pode indicar doenças mais graves, como o câncer. 

Além disso, se a hidrocele causar incômodo forte ou dores, pode ser feita uma cirurgia de remoção desse acúmulo de fluídos na membrana do testículo. 

Infelizmente não há métodos de prevenção para a doença, a não ser manter os exames de check-up em dia para o diagnóstico precoce.

Varicocele

A varicocele é uma doença causada pela dilatação das veias devido ao funcionamento ruim das válvulas venosas. Esta condição, detectada por meio do exame físico, geralmente acontece no início da puberdade e, quando é tratada precocemente, pode evitar a infertilidade.

Por não possuir formas de prevenção, o ideal é que o homem realize anualmente os exames de check-up, a fim de realizar um diagnóstico precoce e facilitar o tratamento.

Torção testicular

Torção testicular é uma condição emergencial causada, normalmente, por fatores genéticos. Acontece devido ao enfraquecimento do tecido que suporta os testículos, causando a torção.

Principalmente por ser uma doença influenciada por fatores genéticos, é essencial que os pacientes com histórico familiar realizem os exames de check-up anualmente. O tratamento precoce influencia diretamente na recuperação do paciente e no resultado para preservar a saúde do testículo.

Orquite e epididimite

Ambas as condições são causadas por inflamações. De maneira geral, essas infecções apresentam sintomas como febre, mal-estar, dor intensa no saco escrotal e inchaço na região afetada. Além da recomendação médica para o tratamento, é necessário que o paciente permaneça de repouso e utilize compressas para aliviar as dores.

Existem alguns métodos de prevenção para as inflamações, como o cuidado para não contrair doenças sexualmente transmissíveis e cuidar corretamente de infecções no trato urinário. 

Câncer testicular

Alguns sintomas do câncer testicular podem ser confundidos com problemas mais simples, como a orquite e a epididimite citadas anteriormente. É importante, portanto, consultar o médico sempre que surgirem sintomas como nódulos ou inchaço testicular, falta de ar e dor torácica.

Nesse caso, o autoexame é a forma mais eficiente para a prevenção. Assim como todos os tipos de cânceres, cultivar bons hábitos saudáveis e fazer exercícios físicos com frequência pode ajudar a prevenir a doença.

Principais exames de prevenção para a saúde dos homens

Os principais exames indicados pelos médicos para o diagnóstico dessas doenças citadas são os de ultrassonografia e ultrassonografia com doppler, além de exames de sangue feitos na frequência indicada.

Dessa forma, é possível entender que os métodos para a prevenção das doenças exclusivamente masculinas são relativamente simples, incluindo a realização de exames de rotina, consultas frequentes com o urologista e a preservação de bons hábitos alimentares. 

Ainda não fez o seu check-up de rotina? Consulte-se com um urologista e conte com a Clínica Viver para realizar os seus exames de imagem.