Quanto tempo pode durar o climatério?

O climatério é um período pelo qual naturalmente todas as mulheres vão passar, com os ciclos menstruais se tornando irregulares até cessarem completamente. Apesar de natural, essa fase costuma trazer incômodos, então é comum a mulher desejar saber quanto tempo pode durar o climatério. 

Levando isso em consideração, elaboramos esse conteúdo para que você saiba não só qual é a sua duração, mas também qual é o tratamento indicado para diminuição de seus sintomas. Boa leitura!

Qual a diferença entre climatério e menopausa?

Antes de saber quanto tempo pode durar o climatério, é fundamental que você entenda a diferença entre ele e a menopausa, evitando confusões e dificultando ou retardando o acompanhamento médico adequado.

O climatério corresponde ao período de vida da mulher que indica a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva. Nessa fase, a mulher pode apresentar diversos sintomas, como a diminuição do desejo sexual.

A fase do climatério em que a mulher deixa de menstruar é conhecida como menopausa, portanto climatério e menopausa não são sinônimos, já que a menopausa é uma das fases do climatério.

Descubra qual é a relação entre a menopausa e as doenças cardiovasculares:

Por que a menopausa aumenta o risco de doenças cardiovasculares?

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Quanto tempo pode durar o climatério?

O climatério não tem uma duração exata, podendo a data do seu início e de seu término variar para cada mulher.

Por conta disso, vamos trazer aqui uma média.

O climatério pode ter seu início por volta dos 40 e durar até os 55 anos. Os sintomas podem variar a depender da fase do climatério em que a mulher se encontra. No entanto, os sintomas mais característicos, como ondas de calor e irregularidade no ciclo menstrual, duram, em média, 5 anos.

O climatério está dividido em 3 fases, cada um com a sua própria duração:

1. Perimenopausa

A perimenopausa é o primeiro estágio do climatério e começa normalmente entre 40 e 45 anos. Porém, é possível que algumas mulheres comecem a sentir os seus sintomas por volta dos 35 anos.

Novamente, não há um período determinado para todas as mulheres, mas em média a duração da perimenopausa é de até 5 anos.

Os sintomas que caracterizam essa fase são:

  • Irregularidade menstrual;
  • Dificuldade para engravidar;
  • Diminuição da acuidade visual;
  • Diminuição da libido;
  • Fadiga; 
  • Acúmulo de gordura na região abdominal.

2. Menopausa

Como você já viu, a menopausa é uma das fases do climatério, representada pelo fim do ciclo menstrual.

Uma idade comum para a última menstruação é após os 50 anos, mas, assim como na outra fase, isso pode ocorrer antes ou depois.

A menopausa corresponde à última menstruação, portanto é algo pontual, ocorre em um dia e horário específicos. No entanto, para que haja a confirmação de que realmente a mulher já passou pela menopausa, o protocolo médico estabelece que a mulher deve estar no mínimo 12 meses sem apresentar novos ciclos menstruais.

3. Pós-menopausa

Os sintomas que acompanham a perimenopausa e a menopausa perduram por mais alguns anos, configurando a fase conhecida como pós-menopausa, que dura cerca de 10 anos.

Além dos já bastante conhecidos, outros sintomas podem surgir, como:

  • Dificuldade para esvaziar a bexiga
  • Sintomas psíquicos: irritabilidade, depressão, choro descontrolado, lapsos de memória e distúrbios de ansiedade;
  • Insônia;
  • Secura vaginal; 
  • Dor de cabeça; 
  • Osteoporose.

É importante que haja acompanhamento médico durante todo o climatério, para que os sintomas sejam controlados/contornados. Com as orientações e o tratamento adequado, a mulher pode manter sua qualidade de vida.

Conheça os exames que fazem  parte do check-up pós-menopausa:

Check-up após a menopausa: 6 exames que não podem faltar

Como é o tratamento dos sintomas do climatério?

Agora que você já sabe quanto tempo pode durar o climatério, é fundamental também conhecer o tratamento, afinal a diminuição na produção de estrogênio, característica dessa fase, pode gerar alguns problemas.

É importante lembrar que o climatério não é uma doença e nem todas as pessoas precisarão realizar tratamentos para amenizar os seus sintomas.

A falta de estrogênio pode, por exemplo, levar ao enfraquecimento dos ossos, já que o hormônio é fundamental para a reposição do cálcio.

Portanto, o principal tratamento médico que envolve o climatério é a reposição hormonal, nos casos em a falta de estrogênio esteja gerando osteopenia (perda de massa óssea).

Para os outros sintomas, como as mudanças de humor e as ondas de calor, o mais recomendado é a busca por um estilo de vida saudável, por meio de uma alimentação balanceada e da prática de atividades físicas.

Saiba mais neste outro artigo.

mulheres se exercitando

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Se você está em Brasília e busca um local para a realização dos seus exames ligados à saúde feminina, conheça a Clínica Viver. Contamos com todos os equipamentos necessários para te proporcionar um excelente atendimento.

Por que fazer check-up cardiológico?

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os problemas relacionados ao coração são a principal causa de morte em nosso país.

Mesmo com essa evidente gravidade, as patologias cardiológicas têm um importante aliado em seu combate, o diagnóstico precoce, que pode ser realizado através da identificação das doenças durante o check-up cardiológico.

Saiba mais sobre essa importante bateria de exames e porque você deve fazer o check-up cardiológico, boa leitura!

O que é e por que fazer check-up cardiológico?

O check-up cardiológico é um conjunto de exames que visam avaliar a condição de saúde do seu coração e de outros componentes do corpo ligados a ele, como as artérias.

Como a maioria das doenças do coração apresentam sintomas apenas quando o quadro já é grave, a melhor forma de saber se você está desenvolvendo alguma delas é através de uma seleção de exames realizados em conjunto que oferecem informações sobre a saúde cardiovascular.

Você sente dores no peito? Saiba se elas se relacionam aos problemas cardíacos:

Dor no peito é sempre sinal de problemas cardíacos?

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Quando fazer check-up cardiológico?

Não existe um período definitivo que indique o momento que você deve realizar o check-up cardiológico, isso dependerá principalmente da sua condição de saúde.

Pessoas que se possuem algum dos fatores de risco a seguir devem se acostumar a fazer o check-up desde o início da vida adulta:

  • Histórico familiar de doença cardiológica;
  • Obesidade;
  • Hipertensão;
  • Diabetes;
  • Colesterol alto.

Também se incluem nos fatores de risco alguns hábitos de vida, como tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e má alimentação.

Se você não se enquadra ao grupo de risco, é recomendado que o check-up cardiológico seja agregado aos seus exames de rotina anuais, a partir dos 35 anos para homens e 40 para mulheres.

Pensando em procurar um médico cardiologista? Saiba se é o momento certo:

Como saber se é hora de procurar um cardiologista?

Exames do check-up cardiológico

Agora que você já sabe o que é e qual é a importância do check-up cardiológico, confira os principais exames que fazem parte dele:

1. Exames de laboratório

Os exames laboratoriais são uma excelente fonte de material para o início de uma investigação da saúde do coração, a partir da coleta de sangue é possível analisar os seguintes resultados que se relacionam ao órgão:

  • Glicemia em jejum;
  • Níveis de colesterol;
  • Triglicerídeos.

2. Eletrocardiograma

Provavelmente quando você pensa em exames ligados à verificação do coração, o eletrocardiograma é o que vem em sua mente.

Fundamental para uma checagem e o começo de um diagnóstico aprofundado, o procedimento é realizado através de eletrodos fixados no tórax do paciente.

Eletrocardiograma

Nesse exame, será possível avaliar o ritmo do coração, se ele possui algum distúrbio na condução elétrica, sobrecargas de artérias e válvulas e isquemias cardíacas.

3. Teste ergométrico

Similar ao eletrocardiograma, no teste ergométrico, conhecido também como teste do esforço, eletrodos são fixos ao tórax dos pacientes. Porém, esse exame, ao contrário do anterior, é realizado em movimento, podendo ser em uma esteira ou bicicleta ergométrica.

Por que fazer check-up cardiológico?

Através do controle dos batimentos e da pressão arterial durante o procedimento, é possível indicar se o paciente possui algum problema do coração quando submetido a um grande esforço físico.

4. Exames complementares

Além dos 3 principais exames citados, o médico responsável também pode incluir no check-up cardiológico outros exames complementares, como o MAPA e o Holter.

O MAPA – Monitoramento Ambulatorial da Pressão Arterial – mede durante 24 horas a pressão arterial do paciente em ambiente externo ao da clínica.

MAPA 24h

Já o Holter verifica, nas mesmas 24 horas, o ritmo cardíaco através de eletrodos fixos ao paciente durante o período.

Por que fazer check-up cardiológico?
Exame Holter 24h

Conheça outros exames relacionados a avaliação do coração:

7 exames que avaliam a saúde do coração

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Como você viu, o check-up cardiológico engloba os principais exames que possibilitam o diagnóstico precoce de problemas no coração.

Se você está em Brasília e deseja cuidar da saúde desse órgão vital para o funcionamento do seu corpo, não deixe de conhecer a Clínica Viver.

Possuímos toda a infraestrutura necessária para que você seja bem atendido e realize os seus procedimentos com tranquilidade. 

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O que a deficiência de vitamina D pode causar?

A Ciência já sabe hoje que a deficiência da vitamina D pode – em alguns casos – levar à dor óssea e osteomalácia (perda da rigidez óssea) em adultos, e ao raquitismo (fragilidade e deformidades) em crianças.

Entretanto, alguns estudos têm demonstrado a relação da vitamina D também com doenças cardiovasculares (como a hipertensão), obesidade, transtornos do humor, diabetes, fraqueza muscular e até câncer colorretal (intestino grosso). Estudos chegaram a apontar que a falta da vitamina aumentaria  as chances de desenvolvimento da forma grave da covid-19.

Confira quais são os outros distúrbios que a deficiência de vitamina D pode causar em nosso corpo e como esse quadro pode ser revertido.

Quais os benefícios da vitamina D?

A vitamina D está envolvida em vários processos, tanto do nosso sistema imunológico, digestivo, circulatório, ósseo e até nervoso.

Para entender o que a deficiência desta vitamina pode causar, é necessário entender primeiramente quais os benefícios que ela traz para o nosso corpo, dentre os quais podemos citar:

  • Aumenta a imunidade.
  • Favorece a absorção do cálcio, fortalecendo os ossos.
  • Auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares.
  • Ajuda no combate à depressão.
  • Melhora a performance esportiva.
  • Combate a insônia.
  • Auxilia na prevenção do câncer colorretal.
  • Ajuda a reduzir a pressão arterial.

O que a deficiência de vitamina D pode causar?

Agora que você já sabe quais os benefícios que a vitamina D traz para o nosso corpo, confira quais são as principais doenças causadas por sua deficiência:

1. Osteomalácia

A osteomalácia é uma doença causada pela falta de deposição de cálcio e fosfato nos ossos (desmineralização óssea), devido a deficiência de vitamina D, que impede que esses minerais sejam absorvidos pelo intestino.

Com isso, os ossos se tornam mais fracos, ficam arqueados e com maior risco de sofrer fraturas.

Além disso, a musculatura tende a também ficar enfraquecida, e o paciente se queixa de dores ósseas generalizadas. 

Saiba mais

Densitometria óssea: a importância do exame para as mulheres 

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2. Raquitismo na infância. 

A exemplo da osteomalácia, o raquitismo também está relacionado à deficiência de vitamina D, sendo que suas principais causas na infância são as doenças gástricas, doenças intestinais, insuficiência renal, insuficiência hepática, desnutrição, uso de medicações (como anticonvulsivantes), entre outras.

O que a deficiência de vitamina D pode causar

Esse quadro se manifesta com o atraso no fechamento das moleiras, retardo no crescimento, ossos mal desenvolvidos e curvados.

Saiba mais

8 fatores de risco para a saúde dos ossos

3. Doenças respiratórias

Você poderia até saber que a deficiência de vitamina D traz problemas para os ossos, mas você sabia que ela também pode estar associada a questões respiratórias, como a asma?

Isso mesmo, a falta de vitamina D tende a aumentar as chances de crise de asma em adultos e crianças.

A explicação científica para isso é que alguns genes relacionados ao aparecimento e agravamento da asma são regulados por essa vitamina em nosso corpo.

Por conta disso, pessoas que já apresentam problemas respiratórios devem redobrar a atenção e evitar que os níveis de vitamina D fiquem abaixo do normal.

O que a deficiência de vitamina D pode causar?

O que fazer para tratar a falta de Vitamina D?

Além dessas doenças, algumas outras também podem estar ligadas a falta de vitamina D, como a diabetes tipo 2 e depressão.

Para evitar o surgimento desses problemas de saúde, é necessário identificar e tratar a deficiência de vitamina D.

Para descobrir se o seu nível de vitamina D está baixo ou não, é necessário fazer um exame de sangue. Inclusive é indicado que esse exame seja incluído no check up anual, garantindo um acompanhamento constante.

Em caso de deficiência comprovada, a reposição da vitamina D pode ser feita de algumas formas, a depender da avaliação médica, como:

  • Os conhecidos banhos de sol diários, o que estimula naturalmente sua produção.
  • A ingestão de alimentos ricos nessa vitamina, como peixes, ovos, leite e cogumelo.
  • Já a terceira opção é a suplementação, seja por via oral ou injetável, a critério do seu médico.

Exames de imagem para os ossos? Clínica Viver!

Neste artigo você conheceu alguns dos problemas que a deficiência de vitamina D pode causar.

Como sabemos, uma das principais consequências da carência dessa vitamina é a fraqueza dos ossos e, para avaliar a situação dos ossos, o principal exame é a densitometria óssea. Na Clínica Viver você realiza a densitometria com toda comodidade e tecnologia, para ter o resultado mais preciso e seguro.

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Qual é a importância da vitamina D para os ossos?

Com o passar dos anos, é comum que algumas pessoas apresentem doenças ligadas ao enfraquecimento dos ossos, como a osteoporose.

Mas você sabia que a vitamina D é o principal agente com poder de combater os problemas ósseos dentro de nosso corpo?

Confira qual é a importância da vitamina D para os ossos e a partir de quais fontes você pode obter esse componente tão importante para a nossa saúde. Boa leitura!

Qual é a importância da vitamina D para os ossos?

A principal importância da vitamina D para os ossos é o seu auxílio na absorção do cálcio, fundamental para a manutenção e regeneração óssea.

Ou seja, uma pessoa que possui baixo índice de vitamina D está sujeita a ter pouco cálcio, o que com o tempo trará problemas para os ossos.

Confira outros problemas que podem afetar a saúde dos ossos além da falta de vitamina D:

8 fatores de risco para a saúde dos ossos

Além, dos ossos, a vitamina D é fundamental para a fortificação de dentes e músculos, além de também influenciar o bom funcionamento do cérebro.

Os números relacionados a quantidade da vitamina presente em nosso corpo devem ser observados principalmente em mulheres que passaram dos 50 anos.

A partir da menopausa, a produção de estrogênio pelo corpo feminino diminui, o que leva a diminuição da massa óssea. Se somada à falta de vitamina D, as consequências tendem a ser mais graves, como a osteopenia e osteoporose.

Confira os principais responsáveis pela diminuição da massa óssea:

O que diminui a densidade óssea?

Fontes de Vitamina D

Agora que você já sabe qual é a importância da vitamina D para os ossos, é hora de conhecer as principais fontes de vitamina D, que recarregam nossos estoques e auxiliam evitando o aparecimento dos problemas ósseos.

1. Luz solar

A melhor e mais indicada fonte de vitamina é a luz solar

A exposição ao sol por pelo menos 15 minutos diários evita o aparecimento de problemas ósseos relacionados à falta de vitamina D e outras condições também induzidas por ela.

É importante que essa exposição seja feita sem o uso de protetor solar e em momentos do dia em que ele não está tão forte, como das 8h às 10h da manhã e das 16h às 18h.

O sol é a maneira mais fácil de conseguir a vitamina D por conta do seu contato direto com o corpo, fazendo com que o nutriente seja absorvido diretamente pela pele.

2. Alimentos

Se a principal maneira de conquistar a renovação dos estoques de vitamina D é através do sol, a segunda opção é através da alimentação.

Confira uma lista de alimentos ricos em vitamina D:

  • Manteiga;
  • Óleo de bacalhau;
  • Sardinha;
  • Salmão;
  • Atum fresco;
  • Leite;
  • Ovo cozido;
  • Carnes em geral;
  • Iogurte;
  • Trigo;
  • Aveia;
  • Quinoa;
  • Queijo;
  • Cogumelos;
  • Laranja.

 

Quando tomar suplemento de vitamina D?

A reposição de vitamina D através da suplementação é indicada em alguns casos específicos, tendo em vista que a maneira ideal é mais saudável de se obter o nutriente é através da luz solar e da ingestão de alimentos ricos na vitamina.

A suplementação é indicada para os seguintes grupos:

  • Pessoas com mais de 65 anos, por conta da maior dificuldade que o corpo tem em absorver os nutrientes responsáveis pela sintetização da vitamina D;
  • Crianças com raquitismo, por conta da necessidade de doses maiores da vitamina para a manutenção de sua saúde;
  • Pessoas que vivem em locais com baixa incidência de luz solar, como em cidades muito frias;
  • Indivíduos com osteoporose, visando evitar o agravamento do quadro.

Saiba como evitar a osteoporose:

Como cuidar da saúde dos ossos e prevenir a osteoporose?

Fibroadenoma mamário: o que você precisa saber

Como confirmar a falta de Vitamina D?

Se você apresenta os sinais de falta de Vitamina D e  quer confirmar que essa é a causa dos problemas percebidos, a maneira mais fácil é através da realização de um exame de sangue, com a dosagem da 25 (OH)  vitamina D, também chamada calcidiol.

Como você conferiu no artigo, o fator idade, somado à falta de vitamina D, pode causar consequências mais graves, como a osteopenia e osteoporose. Por isso, realizar exames de prevenção para checar a saúde e a densidade dos ossos, como a densitometria óssea, é fundamental para a manutenção de uma vida saudável.

Para realizar seu exame de densitometria óssea, considere a Clínica Viver como sua opção. Somos referência em Brasília em exames de imagem e oferecemos a nossos(as) pacientes, tecnologia de ponta, em um ambiente confortável e acolhedor, além de um time de profissionais experientes e atenciosos. 

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Sinais de que o seu corpo pode ter falta de Vitamina D

A vitamina D possui um papel fundamental no metabolismo do cálcio e, consequentemente, na saúde óssea

Por isso, sua ausência pode levar a diversos problemas e até causar doenças graves, principalmente no sistema músculo-esquelético.  

Muito se tem debatido e estudado sobre as valores normais ou alterados para essa vitamina (já considerada um hormônio), bem como sobre seu papel em outras áreas do nosso corpo, e hoje sabemos que ela parece interferir também no cérebro, coração e artérias, sistema imunológico, pâncreas e até no intestino grosso.

Mas o que acontece quando nosso corpo está com falta de Vitamina D? Conheça os sinais que indicam a falta da substância e como diagnosticar essa ausência.

Sinais que o seu corpo pode ter falta de Vitamina D.

1. Enfraquecimento dos ossos

A osteomalácia e o raquitismo são problemas causados pelo enfraquecimento dos ossos, e ocorrem, respectivamente, na idade adulta e na infância, devido à não formação adequada da parte mineral do osso (cálcio e fosfato), em decorrência da deficiência de vitamina D. 

Já a osteoporose é o enfraquecimento dos ossos devido à perda de tecido ósseo,  ocasionada pela incapacidade do nosso organismo de repor adequadamente a composição dessa estrutura. 

A osteomalácia costuma causar dores ósseas e fraqueza muscular,  já a osteoporose não causa sintomas, até que a primeira fratura ocorra, geralmente na coluna, quadril ou punho.

Saiba mais

Quais as diferenças entre osteopenia e osteoporose 

2. Dificuldade para dormir

A insônia também pode ser causada pela baixa produção de vitamina D. Segundo alguns estudos, devido à interferência que essa carência faz na produção de serotonina.

3. Fadiga sem causa aparente

Alguns pacientes referem sensação de cansaço constante, sem recuperação após o sono.  

Após serem descartadas outras causas orgânicas, como problemas cardíacos, a deficiência de vitamina D deve ser um dos fatores a se considerar, pois pode levar à sensação de falta de energia.  

4. Infecções respiratórias de repetição.  

Gripes e resfriados de repetição também poderiam ser facilitados pela deficiência de vitamina D, através da inibição de células envolvidas no sistema imunológico.

Além disso, alguns estudos têm demonstrado uma associação entre níveis insuficientes de vitamina D e algumas doenças, como hipertensão arterial, resistência à insulina, doenças autoimunes e câncer colorretal.  

Entretanto, um estudo realizado em janeiro de 2022, pela American Journal of Clinical Nutrition, com 2.495 participantes – utilizando suplementação de vitamina D para verificar doenças cardiovasculares ou câncer invasivo – detectou que a suplementação não impediu o aparecimento dessas doenças.

Assim, ainda são necessárias mais pesquisas e estudos sobre o assunto.  

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6 sintomas que podem indicar problema no coração

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Como confirmar a falta de Vitamina D?

Se você apresenta os sinais de falta de Vitamina D e quer confirmar se essa pode ser a causa (ou uma delas) para os problemas percebidos, a maneira mais fácil é através da realização de um exame de sangue, com a dosagem da 25 OH vitamina D, também chamada Calcidiol.

Caso seja confirmada a falta dessa vitamina, seu médico-assistente pode sugerir tanto alguns cuidados no dia a dia quanto a suplementação dessa substância.

Neste outro artigo do nosso Blog, você sabe mais sobre como proteger sua saúde óssea como formas de aumentar seus níveis de vitamina D. 

Exames de imagem para os ossos? Clínica Viver!

Neste artigo você conheceu alguns sinais de que seu corpo pode ter falta de vitamina D. Esperamos que o conteúdo tenha sido útil.

Como sabemos, uma das principais consequências da carência dessa vitamina é a fraqueza dos ossos e, para avaliar a situação dos ossos, o principal exame é a densitometria óssea. Na Clínica Viver você realiza a densitometria com toda comodidade e tecnologia, para ter o resultado mais preciso e seguro.

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Exercícios para osteoporose: como fazer e orientações

Exercício para osteoporose como fisioterapia, musculação e subir escadas são exercícios para osteoporose que fortalecem os músculos e os ossos. Essas atividades ajudam pessoas que possuem esse problema ou quem quer prevenir.

A osteoporose é uma doença que afeta a saúde dos ossos e exige uma série de cuidados, principalmente para evitar fraturas. Por causa disso, muitos pacientes acabam tendo receio de realizar atividades físicas, para evitar possíveis riscos.

Naturalmente, quem já tem osteoporose precisa fazer isso com a orientação de profissional especializado, para minimizar possíveis riscos.

Neste artigo, você conhecerá 5 exercícios indicados para quem tem osteoporose e, porque eles são importantes.

Boa leitura!

Orientações gerais para quem tem osteoporose

No caso de pessoas já diagnosticadas com osteoporose, certos exercícios físicos podem ser importantes por diferentes motivos, como:

  • Fortalecer e ganhar massa muscular, trazendo mais proteção para os ossos;
  • Aumentar a densidade óssea;
  • Reduzir as dores provocadas pela osteoporose.
  • Trazer mais equilíbrio e coordenação, prevenindo quedas.

Pensando nisso, listamos a seguir 5 tipos de exercícios que podem ser bastante úteis para obter esses benefícios.

Porém, é fundamental ter antes a liberação médica para realizar atividades físicas, além de contar com a orientação e/ou supervisão de profissional habilitado para isso, a fim de minimizar os riscos de lesões.

Além disso, a intensidade com a qual será realizada cada atividade vai depender do grau de tolerância de cada paciente, conforme o estágio da doença. 

👉 Leia também:

Artrite reumatoide: causas, sintomas e tratamentos modernos!

Fibroadenoma mamário: o que você precisa saber

Exercícios para quem tem osteoporose

Veja, a seguir, uma lista dos exercícios mais benéficos – e seguros – para quem apresenta essa condição e por que eles são importantes.

1. Musculação

Dentre os exercícios indicados para quem tem osteoporose, a musculação é um dos mais recomendados pelos médicos.

Isso porque essa prática promove o ganho de massa muscular, além de contribuir para o ganho de força e equilíbrio.

Quando feita corretamente, a musculação também ajuda no fortalecimento ósseo, pois o levantamento de pesos auxilia no aumento da densidade óssea.

Quais são os fatores que determinam sua densidade óssea? É a genética, a alimentação, os hábitos de vida? Saiba as respostas neste artigo!

2. Caminhadas

As caminhadas também podem são um dos exercícios indicados para quem tem osteoporose, principalmente pelo seu fácil acesso e por conta do baixo impacto que causa nos ossos e articulações.

Caminhar por cerca de 30 minutos ao dia, já é possível colher benefícios, como o fortalecimento dos ossos e a melhora da coordenação motora.

Os únicos cuidados são utilizar calçados adequados – nada de chinelos – que tragam boa estabilidade, além de caminhar em locais longe de carros e sem a presença de irregularidades, que possam aumentar o risco de acidentes ou quedas.

Finalmente, busque realizar essa atividade sempre na companhia de alguém.

Não é só a osteoporose que pode afetar os ossos. Conheça 3 doenças dos ossos, com seus sintomas, diagnósticos e formas de prevenção! 

3. Subir escadas

Caso a condição física geral permita, subir escadas também podem ser uma opção de exercício interessante para quem tem osteoporose. Lembrando que já existem equipamentos em academias que simulam essa atividade.

Subir escadas promove, em algum grau, parte dos benefícios da musculação (fortalecimento muscular e coordenação) e também da caminhada (fortalecimento ósseo e equilíbrio). 

Novamente, o mais importante aqui são os cuidados quanto à prevenção de quedas e acidentes, como o uso do corrimão e de calçados adequados. Como sempre, é indicado que isso seja feito com orientação profissional e sempre na companhia de alguém.

Você sabe as diferenças entre osteopenia e osteoporose? Conheça cada uma dessas condições e os cuidados que elas pedem acessando este outro artigo!

4. Hidroginástica

Talvez aqui esteja a opção mais segura dentre todas as citadas neste artigo.

Praticar hidroginástica é uma excelente maneira de garantir que os ossos e os músculos de todo o corpo sejam fortalecidos.

Os exercícios feitos dentro da água oferecem um mínimo de impacto possível para o corpo, diminuindo o risco de fraturas, trabalhando tanto força quanto condicionamento cardiovascular.

Como se trata a osteoporose? Conheça o que pode ser feito em cada grau da doença acessando este outro artigo!

5. Fisioterapia

Para quadros mais graves de osteoporose, a fisioterapia é a opção mais recomendada.

Isso porque, nesses casos, a fisioterapia será feita principalmente como forma de tratamento médico, atuando – de acordo com as orientações médicas – nas queixas específicas do paciente, sejam elas o combate à dor, a prevenção de quedas, a recuperação de fraturas, entre outras finalidades.

O trabalho do fisioterapeuta é importante em todas as fases de tratamento do paciente, atuando em conjunto com o(a) médico(a) de referência.

6. Dança

Melhora a circulação sanguínea, os movimentos da dança impacta diretamente nos ossos das pernas, quadril e coluna, assim, ajudando a retardar a perda mineral óssea e melhorando a qualidade de vida.

Como cuidar da saúde dos ossos e prevenir a osteoporose? Confira todas as dicas neste artigo do nosso Blog!

5 exercícios indicados para quem tem osteoporose

Exercícios não recomendados para quem tem osteoporose

Como dissemos no início, existem exercícios indicados para quem tem osteoporose, contanto que sejam indicadas pelo(a) médico(a) e feitas de forma adequada, com a devida orientação e/ou supervisão. 

No entento, exercícios que trazem muito impacto aos ossos e às articulações, sobrecarga (muito peso na musculação, por exemplo) ou aqueles que aumentem o risco de quedas e/ou fraturas devem ser evitados.

Osteoporose: os exercícios são só parte do tratamento

Como vimos, os exercícios físicos regulares são parte importante do tratamento e da prevenção em relação à osteoporose, mas não são os únicos cuidados necessários.

Para tratar e prevenir o problema, outras também são importantes, como:

  • Ingerir alimentos ricos em cálcio;
  • Manter os índices de vitamina D nos níveis indicados.
  • Evitar o tabagismo;
  • Não consumir álcool excessivamente.
  • No caso das mulheres – as mais afetadas – manter um acompanhamento próximo com especialista, principalmente quanto às alterações hormonais provocadas pela menopausa.

Garantir a saúde dos ossos é essencial para a manutenção de uma boa qualidade de vida. Basta pensar que essas estruturas são as responsáveis pela sustentação geral do organismo e proteção de órgãos vitais, sendo a prática de exercícios uma excelente forma de tratar a doença.

Ao prevenir a osteoporose, você também previne acidentes e fraturas, que podem ser muito graves e levar a outros problemas e complicações.

Nesse sentido, manter o acompanhamento médico regular e os exames de densitometria óssea periodicamente é fundamental.

Para realizar seus exames, considere a Clínica Viver como sua melhor opção!

Somos referência em Brasília em diagnósticos por imagem e investimos constantemente em oferecer equipamentos de ponta em um ambiente confortável e acolhedor para nossos pacientes.

Todos os nossos exames são realizados por médicos, garantindo mais precisão, segurança e agilidade em seus resultados.

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Prevenção ao câncer de mama: 8 exames importantes

A prevenção é a medida mais importante quando o assunto é câncer de mama. Isso porque, se descoberto em seus estágios iniciais, as chances de cura são de mais de 95%.

A campanha do Outubro Rosa tem, como foco principal, justamente isso: conscientizar a sociedade – especialmente as mulheres – da importância dos cuidados preventivos e do tratamento adequado para o câncer de mama.

Nesse sentido, as consultas e os check-ups preventivos não podem ser negligenciados pelas mulheres, especialmente após os 40 anos, que é quando as chances de um possível câncer tendem a aumentar.

Mas quais são os exames mais importantes para a prevenção ao câncer de mama? Neste artigo listamos os 8 principais.

Acompanhe!

8 exames importantes para a prevenção ao câncer de mama 

1. Autoexame 

Apesar de não substituir os exames de imagem – muito mais precisos e eficazes – o autoexame das mamas deve ser uma prática rotineira na vida das mulheres. Principalmente porque é a partir desse hábito de avaliar o próprio corpo que a mulher será capaz de identificar mais facilmente caso algo diferente surja.

Nesse exame, a mulher irá fazer um reconhecimento tanto visual quanto pela palpação das mamas, buscando alterações de tamanho, formato e coloração, bem como a presença de nódulos, caroços, inchaços, secreções, saliências ou rugosidades.

Neste artigo você vai descobrir por que o autoexame é tão importante, além de conferir um passo a passo explicativo de como fazer!

2. Mamografia 

O principal exame de imagem para diagnóstico e acompanhamento do câncer de mama!

A mamografia é capaz de identificar – muito antes que o autoexame  – a presença de alterações ainda milimétricas, como lesões, nódulos e tumores, ou ainda mudanças de densidade nas mamas.

A mamografia é o único exame capaz de identificar microcalcificações, que podem ser a manifestação mais inicial do câncer de mama .

No Brasil, as sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Mastologia, recomendam a realização anual desse exame, já a partir dos 40 anos, como forma de detecção mais precoce de possíveis focos de câncer.

Se você tem receio de dores e desconfortos no exame de mamografia, no vídeo abaixo a Dra. Núbia traz várias dicas para tornar esse momento mais confortável. Confira:

3. Marcadores tumorais

Os marcadores tumorais são exames de sangue que podem ser realizados para avaliar possíveis alterações em algumas proteínas do nosso organismo.

O marcador mais importante para o Câncer de mama é o CA 15.3 , entretanto não serve para diagnosticar a doença, apenas para avaliar a resposta ao tratamento e detectar precocemente se a doença reapareceu após o tratamento. 

A presença de secreção pode ser sinal de câncer de mama? Neste artigo a gente mostra todas as possíveis causas que isso pode ter!

4. Testes genéticos

Apesar de não serem indicados em todos os casos, os testes genéticos podem ser bastante úteis nos casos de pacientes que possuem história familiar positiva para o câncer de mama, especialmente casos de familiares que tiveram a doença antes dos 50 anos.

Existem dois genes que são os mais investigados com esse objetivo: o BRCA1 e o BRCA2.

Eles têm a função de inibir a presença de células tumorais e, quando apresentam alterações, podem ser um sinal de alerta.

Esse tipo de triagem genética pode ser importante não só para a mulher que realiza como também para outras mulheres da família.

5. Ultrassonografia 

A ultrassonografia (ou ecografia) mamária é outro importante exame utilizado para prevenção do câncer de mama e de diversas outras condições que possam afetar essa região.

Por meio dele é possível detectar a presença de nódulos nas mamas, inclusive com boa possibilidade de já esclarecer se são benignos ou não.

Como exame preventivo para o câncer de mama, a ecografia mamária é geralmente indicada para mulheres abaixo dos 40 anos, que ainda não têm indicação de realizar a mamografia, bem como para mulheres com contraindicação à radiação que é emitida pela pela mamografia.

Quer saber quando é melhor fazer uma ultrassonografia mamária ou uma mamografia? Neste vídeo a Dra. Núbia explica todos os detalhes:

6. Ressonância magnética 

A ressonância magnética é um dos exames mais precisos e avançados para identificar vários tipos de câncer em praticamente todas as regiões do corpo.

Mas, no caso do câncer de mama, ela não é recomendada como exame regular de prevenção, devido ao risco de apresentar resultados falso-positivos.

Em geral, a ressonância magnética das mamas é recomendada para mulheres que já receberam o diagnóstico de CA de mamas, para determinar com mais precisão o tamanho do tumor e se há outros nódulos na região.

A RM também costuma ser recomendada para mulheres com alto risco de câncer, devendo nesses casos ser feita juntamente com a mamografia, de forma anual.

7. Biópsia 

A biópsia é indicada como exame de confirmação da presença de um câncer de mama ou mesmo para determinar o tipo e o grau de agressividade das células cancerígenas.

Ela é realizada quando outros exames – como a mamografia – já mostraram fortes indícios da presença de um tumor.

A biópsia geralmente é utilizada por meio de agulhas ,  acopladas a um aparelho, sendo os fragmentos do tumor retirados através de  pequenos disparos (Core Biópsia)  ou de sucção  (Mamotomia),  para posterior análise em laboratório.

Ambos são procedimentos feitos em consultório, sob anestesia, e completamente indolores. 

Fibroadenoma mamário: o que você precisa saber

8. Exames de IHC e FISH 

As células das mamas possuem uma proteína chamada HER2. Quando a biópsia de mama revela uma presença maior dessa proteína nas células cancerígenas, significa que esse tipo de tumor pode ser de um tipo que cresce mais rapidamente.

Os exames de imunohistoquímica (IHC) e de hibridação fluorescente in situ (FISH) são usados para investigar a presença dessa proteína HER2.

Caso isso se confirme, é possível tratar esse tipo de tumor com medicamentos que agem especificamente nesse tipo de proteína.

Um ponto negativo em relação ao exame de FISH é seu custo bastante elevado e o longo tempo de espera até sair seu resultado.

Responda: cistos nas mamas podem se transformar em câncer ou isso não acontece? Neste artigo a gente traz a resposta!

Prevenção ao câncer de mama é na Clínica Viver

Esperamos que este artigo sirva como informação de qualidade para te mostrar a quantidade de opções que felizmente as mulheres têm hoje para prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama.

Porém, o passo mais importante continua sendo realizar as consultas e os exames de forma preventiva, já que isso aumenta muito as chances de cura e de resolução mais rápida do quadro.

Nesse sentido, considere a Clínica Viver como sua opção para realizar seus exames preventivos para o câncer de mama.

Somos referência no Distrito Federal em exames de imagem, especialmente na realização de mamografias, com certificação pelo Colégio Brasileiro de Radiologia.

A missão da Viver é oferecer aos seus pacientes um tratamento humano e ético, sempre garantindo um diagnóstico seguro. Caso você esteja em Brasília ou Entorno, agende online agora mesmo seus exames e venha se cuidar conosco! 

Densitometria óssea preventiva: por que é tão importante?

O exame de densitometria óssea é fundamental para determinar a saúde dos ossos, principalmente para pacientes com 50 anos ou mais, pois é a partir dessa idade que há uma maior perda de massa óssea, o que aumenta as chances de se desenvolver um quadro de osteoporose, com consequente risco de fraturas.

Porém, para que esse cuidado seja efetivo, é fundamental que a densitometria seja feita de forma preventiva, já que somente nos estágios iniciais é possível reverter e curar a osteoporose.

Nesse sentido, a densitometria óssea preventiva é um cuidado que precisa fazer parte do check-up regular de saúde. 

Para conhecer todos os riscos da perda óssea e toda a importância do exame de densitometria, confira o artigo!

Importância da densitometria óssea preventiva

Como vimos, o exame de densimetria é o mais avançado e eficiente exame para avaliar a saúde dos ossos.

É por meio dele que se torna possível acompanhar a composição dessas estruturas do nosso corpo, pois ele analisa detalhadamente o tecido ósseo, em busca de identificar áreas que apresentam maior fragilidade ou porosidade

Porém, apesar de ser importante em todos os estágios da perda óssea – da prevenção ao tratamento – é nas fases iniciais da doença que a densitometria óssea se mostra mais importante, uma vez que somente nessa etapa é possível reverter o quadro e buscar a cura.

A partir de certo ponto de evolução e gravidade do quadro – conhecido como osteoporose – tornam-se muito limitadas as possibilidades de tratamento e de prevenção de fraturas, com todos os riscos que isso oferece ao bem-estar e á própria vida do paciente.

Além de identificar a perda da composição dos ossos, a densitometria óssea preventiva também avalia o risco de fraturas e ajuda a direcionar o melhor tratamento

Rápido, indolor e sem contraindicações, a densitometria óssea é feita a partir de um equipamento que capta imagens dos ossos de forma semelhante a um raio X. 

Densitometria óssea preventiva: por que é tão importante?
Imagem de divulgação / GE

Conheça como funciona o exame de densitometria óssea e tire todas as suas dúvidas sobre esse exame tão importante para a saúde dos seus ossos!

Com relação aos grupos com maior indicação para realizar este exame de forma preventiva, podemos citar:

  • Mulheres com mais de 65 anos ou homens a partir dos 70 anos, mesmo sem qualquer fator de risco.
  • Mulheres que estejam no climatério/menopausa.
  • Pessoas acima de 50 anos com fatores de risco para fratura, como sedentarismo, consumo de bebida alcoólica em excesso, carência de vitamina D ou inflamações intestinais. 
  • Mulheres em tratamento com reposição hormonal (ou que tenham interrompido).
  • Pacientes que façam uso frequente de medicamentos corticoides.
  • Pacientes com diagnóstico de hiperparatireoidismo primário.
  • Pessoas com histórico de fraturas.
  • Caso tenha sido detectada perda óssea em outro exame de imagem.

Todos os pacientes que se encaixam em alguma das características mencionadas devem realizar a densitometria óssea preventiva ao menos uma vez ao ano, para que seja possível detectar a osteopenia antes que a condição evolua para osteoporose. 

Confira neste artigo quais fatores mais influenciam a sua densidade óssea e aprenda a proteger melhor a saúde dos seus ossos!

Você sabe o que é osteopenia?

À medida que envelhecemos, há uma perda natural de densidade óssea. No entanto, com o tempo pode ocorrer um desequilíbrio, onde a quantidade de cálcio e de massa perdidos são maiores do que o normal. 

A osteopenia refere-se justamente a esse período inicial do quadro, em que a redução de massa óssea ainda pode ser revertida; em geral, abaixo dos 30% de perda.

Mas, apesar de ser uma condição que geralmente surge com a idade e em decorrência dos fatores de riscos mencionados, alguns hábitos do dia a dia também podem acelerar esse processo, elevando os riscos.

São eles:

  • Consumo de cafeína em excesso, em pessoas com predisposição ao problema.
  • Alcoolismo.
  • Sedentarismo.
  • Tabagismo.
  • Baixos níveis crônicos de vitamina D.
  • Desnutrição.

É importante ressaltar que a osteopenia é uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas. Geralmente, os indícios de que há algo errado com a saúde dos ossos só surgem quando a doença já evoluiu para um quadro de osteoporose. 

Nesse estágio da doença, o paciente passa a apresentar fraturas com mais facilidade, além de serem mais difíceis de curar. Daí a enorme importância da densitometria preventiva.

Densidade óssea

Além dos riscos e das limitações trazidos pelas fraturas em si, esses episódios ainda podem ser o gatilho para diversos outros problemas, como riscos de infecções em cirurgias, episódios de trombose devido à imobilidade, entre outras complicações.

Clique para conhecer os tipos de densitometria óssea e saiba qual pode ser o mais indicado para seu caso!

Fibroadenoma mamário: o que você precisa saber

Onde fazer exame de densitometria óssea preventiva

Como vimos, a densitometria óssea é o principal exame para avaliar a saúde de sua estrutura óssea, além de ser um exame rápido, indolor e sem contraindicações.

Porém, para cumprir seu papel de forma mais efetiva, é fundamental que esse exame seja realizado de forma precoce, a fim de prevenir as complicações.

Na hora de buscar uma clínica para realizar sua densitometria óssea, considere a Clínica Viver como sua opção.

Somos referência em exames de imagem em Brasília e estamos sempre buscando oferecer aos nossos pacientes as mais modernas tecnologias, um ambiente acolhedor e confortável, além de um time de profissionais experientes e atenciosos.

Aqui, todos os exames são realizados por médicos, o que garante mais segurança em seu diagnóstico e mais agilidade na entrega dos resultados.

Se você está em Brasília ou Entorno e tem exames de imagem solicitados, agende online agora mesmo e venha se cuidar conosco!

O que diminui a densidade óssea?

Ao longo da vida, ocorre uma perda natural de massa óssea. Quando somos mais jovens, esse processo de perda é equilibrado, já que a perda é lenta e a reposição ocorre num ritmo adequado.

À medida que envelhecemos, porém, duas coisas acontecem: o ritmo da perda óssea se acelera e a reposição dessas células se torna mais lenta, fazendo com que tenhamos ossos cada vez mais frágeis e porosos.

Diversos outros fatores também influenciam esse processo, como a alimentação, falta de atividades físicas, uso de medicamentos, entre outros.

Conheça o que diminui a densidade óssea e saiba como proteger sua saúde!

O que diminui a densidade óssea?

Como dito acima, a diminuição da densidade óssea pode ocorrer por diversos fatores, não apenas a idade. Conheça abaixo os principais:

1. Doenças e medicamentos

Certos problemas de saúde têm o poder de afetar nossa capacidade de absorção de cálcio e minerais que são fundamentais para a composição dos ossos.

Dentre o que diminui a densidade óssea, podemos citar:

  • Hiperparatireoidismo – Nessa condição, ocorre uma liberação exagerada do hormônio PTH pela glândula paratireoide. Entre outras coisas, esse hormônio pode fazer com que os rins e o intestino absorvam mais cálcio, bem como retirar cálcio dos ossos. Tudo isso junto leva a um enfraquecimento dos ossos.
  • Uso prolongado de corticoides e outros medicamentos – O uso prolongado de corticoides é tido como o fator medicamentos mais importante para se desenvolver osteoporose. Isso porque os corticoides influenciam o equilíbrio entre a massa óssea perdida e a que é produzida pelo nosso organismo.
  • Doenças inflamatórias e neoplasias – Algumas doenças inflamatórias, como a Doença de Crohn. Estudos indicam que de 30% a 60% dos pacientes com esse tipo de doença apresentam densidade óssea abaixo do normal.
  • Hipertireoidismo – Essa condição é caracterizada por uma aceleração do metabolismo do nosso corpo, causada por um aumento na produção dos hormônios da tireoide. Um desses hormônios é a tiroxina, que tem o poder de acelerar a perda de células ósseas.

É fundamental detectar a perda óssea em seus estágios iniciais (osteopenia), para que ainda haja possibilidade de tratamento. Neste artigo você vai saber o que fazer nos casos de osteopenia!

2. Má alimentação

Na alimentação, o consumo insuficiente de alimentos ricos em cálcio, proteínas e vitamina D podem tanto prejudicar o crescimento e fortalecimento ósseo na infância, levando a perda de massa precoce, como comprometer a sua proteção na fase adulta. 

Para evitar que isso ocorra, é essencial o consumo de leite e derivados, como queijo e iogurte, e também sardinha e salmão, que também fornecem cálcio, mas em uma quantidade inferior.

Além disso, também é recomendada a ingestão de legumes e vegetais, como espinafre, brócolis e outras hortaliças. 

A densitometria óssea é o principal exame para diagnosticar a osteoporose. Conheça neste artigo os diferentes tipos de densidade que você pode realizar!

3. Vitamina D insuficiente

A vitamina D é tida como fundamental para auxiliar o corpo a absorver o cálcio, favorecendo a produção de osteoblastos; células responsáveis pela produção de “tecido de osso novo”.

As principais formas de repor os níveis de vitamina D em nosso organismo é pela alimentação, via suplementação e pela exposição ao sol.

Na alimentação, você pode obter boas quantidades de vitamina D por meio do consumo de alimentos como gema de ovo, atum, salmão e fígado.

Já uma forma de estimular que nosso próprio organismo produza mais dessa substância é expondo grandes áreas do corpo aos raios solares nos horários mais quentes do dia, já que são os raios UVA e UVB os responsáveis por esse efeito. Mas fique atento: 15 minutos diários já são suficientes.

Finalmente, caso isso não seja suficiente, e os exames mostrem que você ainda apresenta deficiência, converse com seu médico quanto à possibilidade de uma suplementação por via oral de vitamina D.

4. Climatério / Menopausa

As mulheres são as mais afetadas pela diminuição da densidade óssea, especialmente a partir do climatério e menopausa.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), no mundo há mais de 200 milhões de mulheres afetadas pela osteoporose, sendo que 1 em cada 3 mulheres com mais de 50 anos vão sofrer alguma fratura por esse motivo.

A razão para essa incidência tão alta, a partir dessa do climatério/menopausa, são as mudanças hormonais ocorridas nessa fase, especialmente a redução do hormônio estrogênio, que exerce uma ação protetora da saúde óssea.

A perda óssea só tem cura nos estágios iniciais (osteopenia), mas mesmo o quadro mais avançado (osteoporose) tem tratamento e controle. Veja neste artigo como tratar a osteoporose!

5. Sedentarismo

Outro importante responsável pela diminuição da densidade óssea é o sedentarismo. Isso, porque as atividades físicas possuem um papel importante tanto no ganho de massa óssea, quanto na redução de inflamações. 

Nesse sentido, tanto os exercícios de força (musculação, pilates) quanto os aeróbicos (corrida ou caminhada) são importantes, já que todos eles são úteis para trazer mais densidade óssea, sendo que os exercícios de força ainda trazem reforço muscular, ajudando ainda mais na proteção dos ossos.

Incluí-los na rotina ainda na infância ou adolescência auxilia no crescimento ósseo. Já na fase adulta, ajuda a evitar a perda da densidade dos ossos.  

6. Álcool em excesso e cigarro

Outros dois vilões que são responsáveis por diminuir a densidade óssea são o tabagismo e o consumo excessivo de álcool. 

A nicotina, substância encontrada no cigarro, age diretamente no metabolismo ósseo, prejudicando seu funcionamento. Além disso, ela também pode antecipar o início da menopausa, que também é uma das causas de osteoporose em mulheres. 

Já o uso excessivo de álcool, principalmente na adolescência, também afeta diretamente a saúde dos ossos e aumenta de modo significativo o risco de desenvolvimento de osteoporose. 

Você sabia que diversos fatores determinam a força e a resistência dos seus ósseos, não somente a genética? Conheça, neste artigo, quais fatores determinam a densidade óssea?

Fibroadenoma mamário: o que você precisa saber

Importância da densitometria óssea preventiva

Como vimos, existem diversos fatores que podem diminuir a densidade dos seus ossos e, felizmente, para todos eles existem formas de controlar, seja melhorando sua alimentação, realizando exercícios físicos regulares, tomando sol regularmente, evitando cigarro e bebidas alcoólicas em excesso e, no caso das mulheres, acompanhando os efeitos da menopausa.

No entanto, é importante ressaltar que a osteopenia – condição anterior à osteoporose e que pode ser revertida – não possui sintomas. Quando os sinais de enfraquecimento ósseo começam a aparecer, é porque a osteoporose (que não tem cura) já se desenvolveu. 

Portanto, é fundamental realizar exames de prevenção para checar a saúde e a densidade dos ossos, como a densitometria óssea. Trata-se de um exame semelhante a um raio X, rápido e indolor, que analisa como está a saúde dos seus ossos.

Caso seja diagnosticada a osteopenia ou mesmo a osteoporose, o ideal é buscar o acompanhamento médico o quanto antes.

Para realizar seu exame de densitometria óssea, considere a Clínica Viver como sua opção. Somos referência em exames por imagem em Brasília e oferecemos aos nossos pacientes tecnologia de ponta, um ambiente confortável e acolhedor, além de um time de profissionais altamente capacitados e experientes.

Se você está em Brasília e tem exames solicitados, agende online seus exames agora mesmo e venha cuidar da sua saúde conosco!

Como saber se é hora de procurar um cardiologista?

O mais comum é as pessoas procurarem um cardiologista somente quando estão com algum problema cardíaco ou ao menos com uma suspeita. Além disso, boa parte das pessoas enxerga o cardiologista somente como aquele profissional que acompanha a saúde de idosos.

Mas não é bem assim!

A cardiologia é uma especialidade importante em todas as fases da nossa vida, devido ao grande risco trazido pelas doenças cardiovasculares, que costumam ser silenciosas e não dar muitos sinais, até que estejam graves.

Nas próximas linhas você vai conhecer os sinais indicativos de que é hora de procurar um cardiologista e os riscos de não fazer isso.

Confira a leitura e aprenda a se proteger!

Quando é hora de procurar um cardiologista?

Quando falamos dos cuidados necessários para manter a saúde do coração e dos vasos sanguíneos, existem duas formas básicas de prevenção:

  • Prevenção primária: conjunto de cuidados – incluindo consultas, exames e mudanças de hábitos – que visam prevenir o surgimento de doenças e alterações, como no caso dos check-ups regulares, especialmente nos casos em que há a presença de fatores de risco.
  • Prevenção secundária: acompanhamento regular e periódico  de quadros cardiovasculares que já estão ocorrendo, a fim de reverter ou evitar possíveis complicações.

Conheça para que serve o exame de ecocardiograma transtorácico!

Fibroadenoma mamário: o que você precisa saber

Principais sinais de problemas cardiovasculares

As doenças relacionadas ao sistema cardiovascular, em geral, costumam ser silenciosas e não darem muitos sinais, até que o quadro já esteja avançado e grave. Esse, inclusive, é tido pelos especialistas como um dos principais fatores que fazem com que essas doenças provoquem tantas mortes.

Porém, alguns sinais podem bons indicativos de que você precisa procurar um cardiologista, como:

  1. Dor no peito (especialmente do tipo peso e aperto).
  2. Falta de ar mesmo aos pequenos esforços.
  3. Cansaço excessivo sem motivo.
  4. Palpitações e batimentos cardíacos irregulares.
  5. Desmaios.
  6. Suor frio.
  7. Pele pálida ou azulada.
  8. Enjoo ou falta de apetite constante.
  9. Tosse seca duradoura.
  10. Urinar muitas vezes durante a noite.
  11. Inchaço em pernas, tornozelos e pés.
  12. Dores de cabeça sem causa aparente.
  13. Dor no pescoço e região do maxilar.

Alguns são mais frequentes que outros, com destaque para dor no peito, falta de ar, cansaço, tonturas e desmaios. Porém, todos eles podem indicar que há algo de errado com o seu coração.

Vale lembrar que esses sintomas podem também estar presentes em diversos outros quadros não relacionados ao coração, mas é sempre importante estar atento.

Caso você note a presença desses sintomas – principalmente de forma combinada –, essa é uma boa hora para procurar um cardiologista. Assim, você poderá eliminar a possibilidade de problemas no coração ou, se for o caso, já começar um acompanhamento e tratamento.

Aprenda a identificar quando uma dor no peito pode ser sinal de problema no seu coração, acessando este artigo do nosso Blog:

Dor no peito é sempre sinal de problemas cardíacos?

Como saber se tenho um problema cardiovascular?

Como dissemos, a maioria das doenças cardiovasculares se desenvolvem de maneira lenta, progressiva e silenciosa.

Por isso, para garantir uma boa prevenção ou diagnóstico precoce, o ideal é se manter em dia com check-ups periódicos com o cardiologista, especialmente se houver fatores de risco, como veremos a seguir.

Além disso, não demore a procurar um cardiologista, assim que notar a presença de alguns dos sintomas listados acima, independentemente de idade ou fatores de riscos.

Os check-ups anuais em geral são indicados a partir dos 40 anos, para prevenir doenças ou identificá-las logo no seu início, já que os problemas cardiovasculares se tornam mais frequentes à medida que envelhecemos.

Porém, se apresenta fatores de risco, esse acompanhamento deve começar ainda mais cedo. São consideradas fatores de risco cardiovascular as seguintes condições:

  • Idade avançada.
  • Diabéticos.
  • Histórico familiar de hipertensão.
  • Histórico familiar de colesterol elevado.
  • Obesos.
  • Fumantes.
  • Consumo elevado de álcool.
  • Estresse, depressão ou ansiedade.
  • Histórico familiar de problemas cardiovasculares.

O histórico familiar é um dos principais indicadores porque, mesmo pessoas saudáveis, sem nenhum dos outros fatores listados, podem apresentar problemas no coração por terem casos na família.

Portanto, se você ainda não conhece seu histórico familiar, é importante ir atrás de informações sobre pais, avós e tios, por exemplo.

Veja, neste artigo, por que o ecocardiograma é um exame tão importante e conheça as doenças que ele pode detectar:

Ecocardiograma transtorácico: 8 doenças que podem ser detectadas!

Para cuidar do coração: não se esqueça dos exames!

Neste artigo, você conheceu os sinais indicativos de que é hora de procurar um cardiologista, bem como os fatores de risco mais importantes para se manter atento e proteger a saúde do seu sistema cardiovascular.

Se você (ou alguém próximo) tem apresentado algum desses sintomas ou pertence aos grupos de maior risco, não perca tempo e busque logo uma avaliação o quanto antes. Como vimos, os problemas cardiovasculares avançam de forma progressiva e silenciosa, e precisam ser tratados de forma precoce, para evitar complicações.

Juntamente com as consultas, a realização dos exames cardiológicos é parte fundamental para esse cuidado. 

Para isso, conte com a Clínica Viver. Dispomos de uma estrutura moderna e um time de profissionais experientes e atenciosos, prontos para cuidar da sua saúde.

Caso você esteja em Brasília ou Entorno, venha cuidar da saúde do seu coração conosco!