Por que o infarto causa mais mortes entre as mulheres?

Sendo uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo, alguns problemas de coração preocupam mais o público feminino, já que o infarto causa 50% mais mortes em mulheres que nos homens.

Hoje você vai conferir qual é a motivo desse elevado número, quais são os principais causadores do infarto entre as mulheres, os seus sintomas e como você pode se prevenir.

Boa leitura!

Por que as mulheres morrem mais de infarto?

O infarto causa mais mortes entre as mulheres por conta de uma junção de fatores. Confira quais são os principais deles:

  • Menor calibre das artérias do coração, podendo ser “fechadas” com maior facilidade.
  • Queda natural na produção do estrogênio, após a menopausa sendo que o hormônio é responsável por evitar o acúmulo do colesterol ruim (LDL) , elevar o colesterol bom (HDL), e dilatar as artérias. 
  • Maiores índices de ansiedade, depressão e sedentarismo.
  • A chamada “doença do coração partido”; patologia que acomete 90% mais as mulheres, causada por situações de estresse profundo, como o falecimento de uma pessoa próxima.
  • Doença vasoespástica, problema que também aparece com superioridade em mulheres, sendo gerado pela contração involuntária da artéria coronária. 
  • Doença microvascular, quando vasos de menor tamanho são acometidos por lesões involuntárias, também presente em maior número em mulheres.

Todas as doenças e condições apresentadas acima, além de serem desenvolvidas em maior número por mulheres, têm o infarto como uma de suas consequências.

O que causa o infarto em mulheres?

Os causadores de doenças cardiovasculares nas mulheres são em sua maioria os mesmos que os homens, porém, quando as condições são somadas aos fatores apresentados acima, o infarto torna-se mais frequente.

Confira quais são esses causadores:

  • Tabagismo.
  • Hipertensão arterial.
  • Diabetes.
  • Níveis elevados de colesterol.
  • Casos de infarto na família.

Outro fator a ser considerado é que entre as mulheres o diabetes, a hipertensão e o tabagismo representam maior risco de desenvolvimento de doenças do coração quando os mesmos comportamentos são observados em homens.

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Sintomas do infarto nas mulheres

O infarto em mulheres pode ter sintomas diferentes dos homens, isso porque no público feminino eles podem não parecer relacionados ao coração.

Eles costumam ser classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os primeiros são os mais comuns também nos homens, mas são os últimos (atípicos) que são os mais perigosos, já que podem confundir a paciente e fazê-la não achar que o problema tem a ver com o coração.

1. Sintomas típicos

  • Dor ou desconforto do tipo “aperto” na região do peito, podendo irradiar para o braço esquerdo, para as costas e até para o rosto.
  • Suor frio.
  • Palidez.
  • Falta de ar.
  • Sensação de desmaio.

2. Sintomas atípicos

  • Dor abdominal, semelhante a quadros gástricos, como refluxo, esofagite ou gastrite.
  • Enjoo.
  • Mal-estar generalizado.
  • Cansaço excessivo sem causa aparente.

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Como se prevenir do infarto

Agora que você já sabe por que o infarto causa mais mortes entre as mulheres, é fundamental também saber que a prevenção é o melhor caminho para evitar o desenvolvimento da condição.

Entre os cuidados para prevenir o infarto estão aqueles indicados para todas as outras condições cardiovasculares.

Entre os principais cuidados de prevenção, estão:

  • Não fume
  • Cuidado com a pressão alta
  • Controle o colesterol e os triglicerídeos
  • Fique atento quanto ao diabetes
  • Realize atividades físicas regularmente
  • Mantenha seu peso ideal
  • Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada
  • Evite bebidas alcoólicas em excesso
  • Fuja do estresse e da ansiedade
  • Faça check-up com cardiologista regularmente

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Como vimos, diversos motivos podem tornar o infarto uma ameaça ainda maior para as mulheres do que para os homens. No entanto, com cuidados básicos no dia a dia, é possível minimizar bastante esse risco.

E um dos cuidados mais importantes é manter as consultas médicas e os exames regulares, na forma do check-up cardiológico.

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Por que fazer check-up cardiológico?

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os problemas relacionados ao coração são a principal causa de morte em nosso país.

Mesmo com essa evidente gravidade, as patologias cardiológicas têm um importante aliado em seu combate, o diagnóstico precoce, que pode ser realizado através da identificação das doenças durante o check-up cardiológico.

Saiba mais sobre essa importante bateria de exames e porque você deve fazer o check-up cardiológico, boa leitura!

O que é e por que fazer check-up cardiológico?

O check-up cardiológico é um conjunto de exames que visam avaliar a condição de saúde do seu coração e de outros componentes do corpo ligados a ele, como as artérias.

Como a maioria das doenças do coração apresentam sintomas apenas quando o quadro já é grave, a melhor forma de saber se você está desenvolvendo alguma delas é através de uma seleção de exames realizados em conjunto que oferecem informações sobre a saúde cardiovascular.

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Quando fazer check-up cardiológico?

Não existe um período definitivo que indique o momento que você deve realizar o check-up cardiológico, isso dependerá principalmente da sua condição de saúde.

Pessoas que se possuem algum dos fatores de risco a seguir devem se acostumar a fazer o check-up desde o início da vida adulta:

  • Histórico familiar de doença cardiológica;
  • Obesidade;
  • Hipertensão;
  • Diabetes;
  • Colesterol alto.

Também se incluem nos fatores de risco alguns hábitos de vida, como tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e má alimentação.

Se você não se enquadra ao grupo de risco, é recomendado que o check-up cardiológico seja agregado aos seus exames de rotina anuais, a partir dos 35 anos para homens e 40 para mulheres.

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Exames do check-up cardiológico

Agora que você já sabe o que é e qual é a importância do check-up cardiológico, confira os principais exames que fazem parte dele:

1. Exames de laboratório

Os exames laboratoriais são uma excelente fonte de material para o início de uma investigação da saúde do coração, a partir da coleta de sangue é possível analisar os seguintes resultados que se relacionam ao órgão:

  • Glicemia em jejum;
  • Níveis de colesterol;
  • Triglicerídeos.

2. Eletrocardiograma

Provavelmente quando você pensa em exames ligados à verificação do coração, o eletrocardiograma é o que vem em sua mente.

Fundamental para uma checagem e o começo de um diagnóstico aprofundado, o procedimento é realizado através de eletrodos fixados no tórax do paciente.

Eletrocardiograma

Nesse exame, será possível avaliar o ritmo do coração, se ele possui algum distúrbio na condução elétrica, sobrecargas de artérias e válvulas e isquemias cardíacas.

3. Teste ergométrico

Similar ao eletrocardiograma, no teste ergométrico, conhecido também como teste do esforço, eletrodos são fixos ao tórax dos pacientes. Porém, esse exame, ao contrário do anterior, é realizado em movimento, podendo ser em uma esteira ou bicicleta ergométrica.

Por que fazer check-up cardiológico?

Através do controle dos batimentos e da pressão arterial durante o procedimento, é possível indicar se o paciente possui algum problema do coração quando submetido a um grande esforço físico.

4. Exames complementares

Além dos 3 principais exames citados, o médico responsável também pode incluir no check-up cardiológico outros exames complementares, como o MAPA e o Holter.

O MAPA – Monitoramento Ambulatorial da Pressão Arterial – mede durante 24 horas a pressão arterial do paciente em ambiente externo ao da clínica.

MAPA 24h

Já o Holter verifica, nas mesmas 24 horas, o ritmo cardíaco através de eletrodos fixos ao paciente durante o período.

Por que fazer check-up cardiológico?
Exame Holter 24h

Conheça outros exames relacionados a avaliação do coração:

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Faça check-up na Clínica Viver!

Como você viu, o check-up cardiológico engloba os principais exames que possibilitam o diagnóstico precoce de problemas no coração.

Se você está em Brasília e deseja cuidar da saúde desse órgão vital para o funcionamento do seu corpo, não deixe de conhecer a Clínica Viver.

Possuímos toda a infraestrutura necessária para que você seja bem atendido e realize os seus procedimentos com tranquilidade. 

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Teste ergométrico: para que serve e como é feito o exame?

O teste ergométrico é um exame fundamental para saber como anda a saúde do seu coração quando submetido a diferentes níveis de esforço físico.

Seguindo nossa série de artigos sobre os exames relacionados a detecção de problemas no coração, hoje abordaremos o teste ergométrico.

Boa leitura!

Para que serve o teste ergométrico?

Como sabemos, o teste ergométrico – ou teste de esforço – é a avaliação realizada com o paciente fazendo um determinado esforço numa esteira ergométrica, enquanto tem a pressão arterial e os batimentos cardíacos monitorados por aparelhos.

Esse exame serve para investigar problemas no sistema cardiovascular que, possivelmente, não seriam evidenciados com o paciente em repouso.

O teste ergométrico é solicitado em geral nas seguintes situações:

  • Avaliação pré-operatória – O exame é capaz de indicar a capacidade cardíaca do paciente para suportar os riscos do procedimento cirúrgico, por meio da escala de MET (múltiplos de equivalente metabólico).
  • Check-up cardiológico – É muito frequente o teste ergométrico fazer parte da bateria de exames solicitados para avaliação anual da saúde cardíaca, especialmente em pacientes com mais de 40 anos.
  • Confirmação de eletrocardiograma – Quando um ECG convencional revela algum tipo de alteração – ou segundo critérios médicos – o teste de esforço pode ser solicitado para trazer um panorama mais amplo.
  • Liberação para atividades físicas – Para pacientes sedentários, com mais de 40 anos, em grupos de risco ou a critério médico, o exame se mostra importante para indicar o tipo de atividade física ou o nível de esforço seguro.

Além disso, o exame também pode ser solicitado para avaliar o funcionamento de dispositivos implantados no coração (como marca-passo) ou para checar as respostas do coração a terapias ou ao uso de medicamentos.

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Como é feito o teste ergométrico?

Esse exame pode ser realizado tanto em hospitais quanto em clínicas, contanto que o espaço conte com os equipamentos e os profissionais necessários para garantir a segurança do paciente, em caso de intercorrências.

Antes de começar a avaliação, são fixados eletrodos em pontos específicos do corpo do paciente, geralmente no tórax, além do aparelho para monitorar a pressão arterial, que é instalado no braço.

Conforme o protocolo determinado pelo médico, de acordo com o histórico e o condicionamento do paciente, a atividade se inicia e vai aumentando de velocidade gradativamente.

A intenção é que o paciente atinja o seu grau de esforço máximo, e assim que esse pico é alcançado o aparelho passa desacelerar até o fim da atividade.

O exame pode ser interrompido a qualquer momento, caso os aparelhos indiquem alterações relevantes, ou ainda se o próprio paciente referir sintomas ou queixas.

Vale citar que, apesar de o objetivo do exame seja testar a capacidade cardíaca máxima do paciente, trata-se de um exame bastante seguro, desde que realizado em ambiente adequadamente equipado e com o devido suporte profissional.

Como se preparar para o teste do esforço?

A preparação para o teste ergométrico envolve alguns cuidados, confira quais são eles:

  • Não utilizar cremes, pomadas e gel na região torácica antes do exame.
  • Ir para o local do exame com roupas confortáveis, próprias para atividades físicas.
  • Não fumar antes e logo após o exame.
  • Não fazer o exame em jejum e não comer alimentos de difícil digestão antes do teste.
  • Não praticar exercícios físicos antes da realização do exame.

O que o teste ergométrico detecta?

Inúmeras alterações e doenças que afetam o sistema cardiovascular podem ser detectadas durante o teste ergométrico. Entre as mais comuns, podemos destacar:  

  • Doença arterial coronariana (obstrução dos vasos que irrigam o coração).
  • Arritmias (alterações no ritmo dos batimentos cardíacos, para mais ou para menos).
  • Isquemia miocárdica (diminuição da passagem de sangue pelas artérias coronárias).
  • Hipertensão arterial.
  • Risco (ou histórico) de infarto miocárdico.

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Onde realizar teste ergométrico em Brasília-DF?

Neste exame você conheceu para que serve e como é feito o teste ergométrico. Esperamos que as informações trazidas aqui tenham esclarecido suas dúvidas.

Agora que você já sabe da importância desse exame, que tal conhecer o local ideal para realizá-lo.

A Clínica Viver é referência no Distrito Federal em exames de imagem, como o teste de esforço. Oferecemos aos nossos pacientes uma estrutura moderna e confortável, equipamentos de ponta e uma equipe preparada e atenciosa.

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Teste ergométrico na Asa Sul, Brasília-DF

SHLS 716 Sul | Ed. Centro Clínico Sul Torre I | 3º andar | Salas 320 à 324 CEP: 70390-700

Teste ergométrico Em Taguatinga, Brasília-DF

QS 3 Lotes 3, 5 e 7 | Edifício Pátio Capital Pistão Sul | 2º andar | Salas 232 e 233 Taguatinga/DF

Exame Holter 24 horas: como é feito e para que serve?

O exame Holter 24 horas é um dos exames mais importantes usados para avaliar a saúde do nosso sistema cardiovascular.

Trata-se de uma avaliação capaz de trazer inúmeras informações importantes, que vão auxiliar seu médico no diagnóstico, tratamento ou acompanhamento de sua saúde cardiovascular.

Neste artigo, vamos te mostrar como é feito o exame de Holter e para que ele serve. 

Boa leitura!

Para que serve o exame de Holter 24 horas?

O exame Holter é uma avaliação capaz de monitorar a atividade do coração durante o período de 24 horas, a fim de acompanhar o comportamento cardíaco do paciente durante um dia normal de sua rotina, inclusive durante o sono.

Também conhecido como eletrocardiograma de 24 horas, ele tem como maior diferencial a capacidade de trazer informações mais amplas, diferentemente de um eletrocardiograma tradicional, que dura apenas alguns poucos minutos.

Confira abaixo queixas e suspeitas que podem levar o médico a solicitar a realização desse exame:

  • Pacientes com queixas de palpitação ou arritmia.
  • Portadores de marcapasso.
  • Acompanhamento de pacientes com problemas cardíacos diagnosticados.
  • Como exame complementar ao MAPA de 24 horas, permitindo uma avaliação mais completa.
  • Queixas de tontura ou desmaios frequentes.
  • Fraqueza, cansaço ou excessivos e injustificados.
  • Eletrocardiograma alterado, visando aprofundar a investigação.

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Como é feito o exame Holter?

O exame Holter 24 horas é uma avaliação completamente indolor e não invasiva, realizada a partir da fixação de eletrodos no tórax do paciente, conectados a um aparelho que fica preso à cintura ou a tiracolo. 

Enquanto os eletrodos fazem a função de medir o funcionamento do coração, o aparelho registra as informações.

Exame Holter: como é feito e para que serve?

A instalação do dispositivo pode ser feita tanto em ambiente hospitalar quanto em ambulatório e, após isso, o paciente é liberado para realizar as suas atividades normais, monitorado pelo aparelho.

Após as 24 horas, o paciente retorna para fazer a retirada do dispositivo e dos eletrodos, a partir do que os dados colhidos pelo aparelho serão analisados para emissão do laudo.

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Qual a preparação para o exame Holter?

Para a realização do exame Holter, o paciente deverá se atentar para alguns detalhes, que são:

  • Não aplicar cremes, pomadas ou hidratantes na região do tórax, a fim de não dificultar a fixação dos eletrodos.
  • Como o aparelho não pode ser molhado, aconselha-se que o paciente tome banho antes de colocá-lo, para que o próximo banho ocorra somente após sua retirada.
  • Se for o caso, pode ser necessário depilar algumas áreas do peito, para facilitar a fixação dos eletrodos.
  • Não interromper o uso das medicações normalmente utilizadas, a menos que seja por indicação médica.

Além dos procedimentos preparatórios, é importante também se atentar aos cuidados necessários durante a realização do exame para que tudo saia conforme o esperado e ele não tenha de ser refeito:

  • Evitar molhar o aparelho.
  • Manter a programação normal do dia a dia normalmente, para que o aparelho registre a condição normal de vida do paciente.
  • Evitar o consumo de álcool e bebidas que contenham cafeína.
  • Fazer contato com a equipe assistente, caso os eletrodos se soltem ou ocorra algum problema que afete a avaliação.
  • Os pacientes devem ser estimulados a escrever seus sintomas em um diário,  juntamente com a hora em que ocorreram.

Quais doenças podem ser diagnosticadas pelo exame Holter?

Em geral, o aparelho é capaz de detectar todas as alterações que se reflitam no ritmo e na frequência cardíaca, como:

  • Extrassístoles atriais ou ventriculares (batimentos extra que ocorrem nas câmaras do coração)
  • Bloqueios do sistema de condução do coração. 
  • Bradicardia (ritmo cardíaco mais lento).
  • Taquicardia (ritmo cardíaco acelerado).

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Onde realizar o exame Holter 24 horas em Brasília-DF?

Neste artigo, você conheceu como é feito e para que serve o exame de Holter. Esperamos que o conteúdo tenha sido útil.

Agora que você já sabe mais sobre esse importante exame, que tal conhecer um ótimo local para realizá-lo? 

Para isso, considere a Clínica Viver como sua melhor opção. Somos referência em exames de imagem no Distrito Federal, contando com equipamentos modernos, uma estrutura confortável, além de uma equipe preparada e acolhedora.

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Exame MAPA 24h: como é feito e para que serve?

Por mais que a medição tradicional da pressão arterial seja importante para avaliar esse dado, em alguns casos pode ser necessária uma avaliação mais prolongada e completa.

Nesses casos, o exame de escolha é o MAPA de 24h!

Se você passou por uma consulta médica, recebeu recomendação para realizar o exame MAPA 24h e quer saber mais sobre como ele é feito e para que serve, neste artigo você poderá sanar todas as suas dúvidas sobre esse procedimento fundamental para a análise da sua saúde cardiovascular. 

Boa leitura!

O que é para que serve o exame MAPA de 24 horas?

MAPA de 24h significa monitorização ambulatorial da pressão arterial realizada durante 24 horas. Como o próprio nome sugere, esse exame avalia a pressão do paciente durante um dia inteiro, inclusive durante o sono e suas atividades cotidianas.

Essa avaliação é importante porque algumas condições cardiovasculares podem só se manifestar em outros momentos e situações, que uma simples avaliação da pressão no ambulatório pode não revelar.

Algumas das vantagens dessa forma prolongada de avaliar a pressão em relação à medição tradicional são:

  • Obter uma “média” da pressão arterial do paciente ao longo do dia, já que as muitas medições permitem descartar uma ou outra medida muito alterada.
  • Poder avaliar como a pressão se comporta durante o sono, em pacientes com quadros de apneia do sono.
  • Medir a pressão em um ambiente familiar para o paciente, para esclarecer se uma eventual alteração se deu pelo estresse do consultório médico. (hipertensão do jaleco branco)
  • Permite acompanhar a resposta à medicação anti-hipertensiva.
  • Possibilita também a investigação de episódios e sintomas de hipotensão. 

Agora que você já sabe o que é o MAPA, continue acompanhando o texto para conhecer a resposta para outras dúvidas que se relacionam ao exame.

Como é feito o exame MAPA 24 horas?

Assim como a avaliação da pressão em consultório, o exame MAPA 24h é um exame não invasivo e tranquilo para o paciente.

Ele é feito a partir de um manguito fixado ao braço do paciente, para acompanhar a pressão, além de um monitor que registra os seus resultados. Esse monitor pode ficar em uma pequena bolsa ou fixado à cintura.

O tempo de intervalo entre as verificações pode ser indicado pelo próprio médico, e todo trabalho é feito pelo próprio aparelho. Por exemplo, se a medição tiver de ser realizada a cada 15 minutos, nesse intervalo de tempo, o próprio sistema fará o procedimento e registrará o resultado.

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Qual a diferença entre o Holter e o MAPA?

Apesar de guardarem algumas semelhanças, o Holter e o exame MAPA 24h são procedimentos realizados de maneira diferentes e priorizam a identificação de resultados distintos.

O Holter serve para monitorar a atividade elétrica do coração, também durante 24 horas, com eletrodos fixados ao tórax do paciente e ligados a um aparelho que faz o acompanhamento do registro.

Exame Holter
Exame Holter 24h

Nesse exame serão identificados arritmias, bloqueios,  palpitações e demais alterações no funcionamento do coração, enquanto no MAPA serão identificados problemas relacionados à pressão arterial.

Ambos os exames podem ser utilizados de maneira complementar, possibilitando um diagnóstico mais preciso de doenças ligadas ao coração.

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Onde realizar o exame MAPA 24h em Brasília-DF?

O MAPA pode fazer parte do check-up anual do paciente ou indicado esporadicamente para o acompanhamento da pressão.

Se você é de Brasília e possui um pedido de realização do MAPA conheça a Clínica Viver e agende o seu exame, contamos com equipamentos de ponta e uma equipe preparada para atender às suas necessidades!

 

Exame MAPA 24h na Asa Sul, Brasília-DF

SHLS 716 Sul | Ed. Centro Clínico Sul Torre I | 3º andar | Salas 320 à 324 CEP: 70390-700

Exame MAPA 24h Em Taguatinga, Brasília-DF

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O que a deficiência de vitamina D pode causar?

A Ciência já sabe hoje que a deficiência da vitamina D pode – em alguns casos – levar à dor óssea e osteomalácia (perda da rigidez óssea) em adultos, e ao raquitismo (fragilidade e deformidades) em crianças.

Entretanto, alguns estudos têm demonstrado a relação da vitamina D também com doenças cardiovasculares (como a hipertensão), obesidade, transtornos do humor, diabetes, fraqueza muscular e até câncer colorretal (intestino grosso). Estudos chegaram a apontar que a falta da vitamina aumentaria  as chances de desenvolvimento da forma grave da covid-19.

Confira quais são os outros distúrbios que a deficiência de vitamina D pode causar em nosso corpo e como esse quadro pode ser revertido.

Quais os benefícios da vitamina D?

A vitamina D está envolvida em vários processos, tanto do nosso sistema imunológico, digestivo, circulatório, ósseo e até nervoso.

Para entender o que a deficiência desta vitamina pode causar, é necessário entender primeiramente quais os benefícios que ela traz para o nosso corpo, dentre os quais podemos citar:

  • Aumenta a imunidade.
  • Favorece a absorção do cálcio, fortalecendo os ossos.
  • Auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares.
  • Ajuda no combate à depressão.
  • Melhora a performance esportiva.
  • Combate a insônia.
  • Auxilia na prevenção do câncer colorretal.
  • Ajuda a reduzir a pressão arterial.

O que a deficiência de vitamina D pode causar?

Agora que você já sabe quais os benefícios que a vitamina D traz para o nosso corpo, confira quais são as principais doenças causadas por sua deficiência:

1. Osteomalácia

A osteomalácia é uma doença causada pela falta de deposição de cálcio e fosfato nos ossos (desmineralização óssea), devido a deficiência de vitamina D, que impede que esses minerais sejam absorvidos pelo intestino.

Com isso, os ossos se tornam mais fracos, ficam arqueados e com maior risco de sofrer fraturas.

Além disso, a musculatura tende a também ficar enfraquecida, e o paciente se queixa de dores ósseas generalizadas. 

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2. Raquitismo na infância. 

A exemplo da osteomalácia, o raquitismo também está relacionado à deficiência de vitamina D, sendo que suas principais causas na infância são as doenças gástricas, doenças intestinais, insuficiência renal, insuficiência hepática, desnutrição, uso de medicações (como anticonvulsivantes), entre outras.

O que a deficiência de vitamina D pode causar

Esse quadro se manifesta com o atraso no fechamento das moleiras, retardo no crescimento, ossos mal desenvolvidos e curvados.

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3. Doenças respiratórias

Você poderia até saber que a deficiência de vitamina D traz problemas para os ossos, mas você sabia que ela também pode estar associada a questões respiratórias, como a asma?

Isso mesmo, a falta de vitamina D tende a aumentar as chances de crise de asma em adultos e crianças.

A explicação científica para isso é que alguns genes relacionados ao aparecimento e agravamento da asma são regulados por essa vitamina em nosso corpo.

Por conta disso, pessoas que já apresentam problemas respiratórios devem redobrar a atenção e evitar que os níveis de vitamina D fiquem abaixo do normal.

O que a deficiência de vitamina D pode causar?

O que fazer para tratar a falta de Vitamina D?

Além dessas doenças, algumas outras também podem estar ligadas a falta de vitamina D, como a diabetes tipo 2 e depressão.

Para evitar o surgimento desses problemas de saúde, é necessário identificar e tratar a deficiência de vitamina D.

Para descobrir se o seu nível de vitamina D está baixo ou não, é necessário fazer um exame de sangue. Inclusive é indicado que esse exame seja incluído no check up anual, garantindo um acompanhamento constante.

Em caso de deficiência comprovada, a reposição da vitamina D pode ser feita de algumas formas, a depender da avaliação médica, como:

  • Os conhecidos banhos de sol diários, o que estimula naturalmente sua produção.
  • A ingestão de alimentos ricos nessa vitamina, como peixes, ovos, leite e cogumelo.
  • Já a terceira opção é a suplementação, seja por via oral ou injetável, a critério do seu médico.

Exames de imagem para os ossos? Clínica Viver!

Neste artigo você conheceu alguns dos problemas que a deficiência de vitamina D pode causar.

Como sabemos, uma das principais consequências da carência dessa vitamina é a fraqueza dos ossos e, para avaliar a situação dos ossos, o principal exame é a densitometria óssea. Na Clínica Viver você realiza a densitometria com toda comodidade e tecnologia, para ter o resultado mais preciso e seguro.

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Sinais de que o seu corpo pode ter falta de Vitamina D

A vitamina D possui um papel fundamental no metabolismo do cálcio e, consequentemente, na saúde óssea

Por isso, sua ausência pode levar a diversos problemas e até causar doenças graves, principalmente no sistema músculo-esquelético.  

Muito se tem debatido e estudado sobre as valores normais ou alterados para essa vitamina (já considerada um hormônio), bem como sobre seu papel em outras áreas do nosso corpo, e hoje sabemos que ela parece interferir também no cérebro, coração e artérias, sistema imunológico, pâncreas e até no intestino grosso.

Mas o que acontece quando nosso corpo está com falta de Vitamina D? Conheça os sinais que indicam a falta da substância e como diagnosticar essa ausência.

Sinais que o seu corpo pode ter falta de Vitamina D.

1. Enfraquecimento dos ossos

A osteomalácia e o raquitismo são problemas causados pelo enfraquecimento dos ossos, e ocorrem, respectivamente, na idade adulta e na infância, devido à não formação adequada da parte mineral do osso (cálcio e fosfato), em decorrência da deficiência de vitamina D. 

Já a osteoporose é o enfraquecimento dos ossos devido à perda de tecido ósseo,  ocasionada pela incapacidade do nosso organismo de repor adequadamente a composição dessa estrutura. 

A osteomalácia costuma causar dores ósseas e fraqueza muscular,  já a osteoporose não causa sintomas, até que a primeira fratura ocorra, geralmente na coluna, quadril ou punho.

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2. Dificuldade para dormir

A insônia também pode ser causada pela baixa produção de vitamina D. Segundo alguns estudos, devido à interferência que essa carência faz na produção de serotonina.

3. Fadiga sem causa aparente

Alguns pacientes referem sensação de cansaço constante, sem recuperação após o sono.  

Após serem descartadas outras causas orgânicas, como problemas cardíacos, a deficiência de vitamina D deve ser um dos fatores a se considerar, pois pode levar à sensação de falta de energia.  

4. Infecções respiratórias de repetição.  

Gripes e resfriados de repetição também poderiam ser facilitados pela deficiência de vitamina D, através da inibição de células envolvidas no sistema imunológico.

Além disso, alguns estudos têm demonstrado uma associação entre níveis insuficientes de vitamina D e algumas doenças, como hipertensão arterial, resistência à insulina, doenças autoimunes e câncer colorretal.  

Entretanto, um estudo realizado em janeiro de 2022, pela American Journal of Clinical Nutrition, com 2.495 participantes – utilizando suplementação de vitamina D para verificar doenças cardiovasculares ou câncer invasivo – detectou que a suplementação não impediu o aparecimento dessas doenças.

Assim, ainda são necessárias mais pesquisas e estudos sobre o assunto.  

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Como confirmar a falta de Vitamina D?

Se você apresenta os sinais de falta de Vitamina D e quer confirmar se essa pode ser a causa (ou uma delas) para os problemas percebidos, a maneira mais fácil é através da realização de um exame de sangue, com a dosagem da 25 OH vitamina D, também chamada Calcidiol.

Caso seja confirmada a falta dessa vitamina, seu médico-assistente pode sugerir tanto alguns cuidados no dia a dia quanto a suplementação dessa substância.

Neste outro artigo do nosso Blog, você sabe mais sobre como proteger sua saúde óssea como formas de aumentar seus níveis de vitamina D. 

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Neste artigo você conheceu alguns sinais de que seu corpo pode ter falta de vitamina D. Esperamos que o conteúdo tenha sido útil.

Como sabemos, uma das principais consequências da carência dessa vitamina é a fraqueza dos ossos e, para avaliar a situação dos ossos, o principal exame é a densitometria óssea. Na Clínica Viver você realiza a densitometria com toda comodidade e tecnologia, para ter o resultado mais preciso e seguro.

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É possível reverter a osteoporose?

A osteoporose é o estado crônico de um processo de enfraquecimento progressivo dos ossos, que se dá principalmente pela carência de cálcio no organismo, o que ocorre por diversos motivos.

Quando tratada em seus estágios iniciais, a doença apresenta um prognóstico bastante positivo de recuperação e até mesmo cura.

Mas, e quando a condição já se estabeleceu e está mais avançada? É possível reverter a osteoporose?

Saiba a resposta logo abaixo!

É possível reverter a osteoporose?

Inicialmente é importante entender o processo de enfraquecimento dos ossos e por que ele ocorre.

Para manter a saúde dos nossos ossos, o organismo promove um processo contínuo de renovação das células ósseas, que são constantemente repostas à medida que outras são descartadas. Isso garante que tenhamos um “estoque” contínuo de massa óssea.

Devido ao envelhecimento e pela falta de alguns cuidados diários, esse processo de renovação vai se tornando ineficiente, fazendo com que os ossos percam seu conteúdo, se tornando mais porosos e fracos (conforme imagem abaixo).

É possível reverter a osteoporose

Quando essa perda óssea está em seu estágio inicial (até cerca de 30% de perda), o quadro é considerado de osteopenia e, nessa fase, os tratamentos disponíveis hoje são capazes de reverter a condição e devolver a saúde dos ossos. 

No entanto, quando esse processo não é interrompido e evolui, pode chegar ao que chamamos de osteoporose efetivamente. Condição mais grave e perigosa que, infelizmente, não tem mais possibilidade de cura.

Nessa fase, os cuidados estão voltados a garantir mais proteção ao(à) paciente, visando evitar fraturas e riscos de complicações.

A boa notícia é que, mesmo nessa fase, existem inúmeras ações que podem ser tomadas, e os pacientes afetados podem ter uma ótima qualidade de vida; lógico, tomando os devidos cuidados preventivos.

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Já que a osteoporose não tem cura, o que é possível fazer?

Mesmo que a medicina ainda não disponha de formas de curar a osteoporose, existem medidas e cuidados que podem trazer conforto, segurança e qualidade de vida aos pacientes, reduzindo os riscos das temidas fraturas que podem trazer grandes riscos, especialmente para os idosos.

Confira abaixo as principais medidas que podem ser tomadas por pacientes com osteoporose.

1. Reforçar o consumo de cálcio

Como sabemos, o nutriente mais importante para a saúde dos ossos é o cálcio. Por isso, pessoas com osteoporose precisam reforçar os estoques desse mineral no organismo, para evitar que o quadro progrida.

Nesse sentido, alguns alimentos são essenciais para garantir esse aporte. 

Dentre os principais, podemos citar:

  • O leite e seus derivados (iogurtes e queijos).
  • Os peixes de águas frias (sardinha e salmão).
  • As folhas e vegetais de cor escura (couves, espinafre e brócolis).
  • Os grãos como aveia e grão de bico.

Caso seja necessário, o(a) médico(a) pode recomendar a suplementação de cálcio.

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2. Manter bons níveis de vitamina D

A segunda recomendação para gerenciar quadros de osteoporose, minimizando os riscos de agravamento, é manter a vitamina D em bons níveis no organismo.

Essa vitamina é fundamental para garantir uma boa absorção do cálcio pelo corpo, porém é necessário que nosso organismo seja estimulado a produzi-la.

A principal forma de estimular a produção de vitamina D pelo organismo é a exposição ao sol. Sessões diárias de cerca de 20 minutos, entre as 10h e as 16h, já se mostram suficientes para garantir esse estímulo.

Além disso, alguns alimentos – como ovos, atum e salmão – também auxiliam na produção dessa vitamina.

Em casos de carências mais acentuadas, o médico pode prescrever a suplementação, por via oral ou injetável.

3. Uso de medicamentos

Outro recurso para pacientes já com quadros estabelecidos de osteoporose é o uso de medicações.

Nesse sentido, existem medicações que agem reduzindo o processo de perda de células ósseas, enquanto outros atuam acelerando a produção dessas células.

Especificamente no caso das mulheres – mais de 70% dos casos – existe ainda a possibilidade de reposição hormonal do estrogênio e da progesterona, fundamentais para a saúde dos ossos.

🚨 Caso você possua osteoporose, é importante não se automedicar, a reposição hormonal deve ser prescrita por um médico e pensada de maneira personalizada.

4. Atividades físicas

Outra medida fundamental para proteção e qualidade de vida de pacientes com osteoporose é a prática regular de exercícios físicos.

Entre os mais indicados está a musculação, já que além de fortalecer a massa muscular – protegendo os ossos –, também ajudam a fortalecer a estrutura óssea.

O grande cuidado aqui, para pacientes portadores da doença, é somente realizar exercícios com prescrição e supervisão profissional, visando minimizar o risco de novas fraturas.

Finalmente, é fundamental abandonar hábitos que também prejudicam os ossos, como o tabagismo e o consumo exagerado de bebidas alcoólicas.

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Osteoporose: importância do acompanhamento médico e da densitometria óssea!

O passo inicial para a definição de todos os cuidados citados acima é o acompanhamento médico regular e a realização periódica do exame de densitometria óssea.

É o médico quem irá participar tanto do diagnóstico quanto da condução do melhor tratamento para cada paciente, indicando as melhores condutas, eventual prescrição de medicamentos e até o encaminhamento para outros profissionais, como fisioterapeutas.

Além disso, o principal exame para diagnosticar e monitorar o avanço da osteoporose é a densitometria óssea, sendo indicado como exame preventivo para homens a partir dos 60 anos e mulheres a partir dos 50, ou ainda caso o médico identifique fatores de risco.

Nesse sentido, considere a Clínica Viver como sua melhor opção!

Somos referência no Distrito Federal em exames de imagem e contamos com uma estrutura moderna, equipamentos de ponta, além de uma equipe experiente e atenciosa.

Se você está no Distrito Federal ou Entorno e possui pedido médico, agende online seu exame e venha cuidar da sua saúde conosco!

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Qual exame detecta trombose na perna?

Com risco de evoluir para quadros graves, como o de embolia pulmonar, a trombose tem como um de seus principais aliados o diagnóstico rápido e realizado quando os sintomas estão começando a aparecer.

O local mais afetado pela condição são as pernas, que podem apresentar uma série de sintomas por conta do coágulo sanguíneo nas veias.

Saiba qual exame detecta trombose na perna, como ele funciona e quando um médico solicitará a sua realização. 

Entenda mais sobre os trombos e como eles se formam lendo:

O que são trombos e como evitá-los

Qual exame detecta trombose na perna?

O exame que detecta trombose na perna é o ecodoppler venoso de membros inferiores.

Através do resultado do exame é possível detectar se existe um coágulo em alguma das veias da perna, sejam elas superficiais ou profundas.

Realizado através de um aparelho que emite um som de alta frequência, chamado ecógrafo, o ecodoppler tem os seus resultados convertidos em imagem por conta das respostas que o som encontra ao entrar em contato com as partes do corpo, nesse caso, a circulação sanguínea.

Qual exame detecta trombose na perna

A pessoa com sintomas de trombose não precisa ter medo nenhum da realização do exame, o ecodoppler é totalmente indolor e não emite radiação, além de que as frequências de som utilizadas não são percebidas pelo nosso ouvido.

Dentro dos procedimentos padrões para a realização do exame, estão a aplicação de um gel aquecido para facilitar o deslizamento do aparelho e alteração da posição do paciente e da condição corporal, como inspirando e expirando, para uma melhor checagem.

Além de detectar a trombose venosa superficial ou profunda, o ecodoppler venoso de membros inferiores também identifica varizes, insuficiência venosa e outras complicações que envolvem a circulação sanguínea.

Quer descobrir como melhorar a sua circulação sanguínea? Confira nosso artigo completo sobre o assunto:

Como melhorar e o que é bom para circulação do sangue (sanguínea)?

Quando é realizado o exame que detecta a trombose?

Por conta do risco que a trombose traz aos demais órgãos do corpo, o médico solicitará a realização do ecodoppler assim que o paciente apresentar os sintomas de obstrução das veias, que são:

  • Inchaço de uma perna, ou ao longo de uma veia específica;
  • Dor ou falta de sensibilidade na perna;
  • Vermelhidão ou arroxeamento do membro;
  • Sensação de quentura no local do inchaço.

Além dos sintomas, também existem condições que facilitam o aparecimento da trombose, fazendo com que mesmo com sintomas leves ou quase imperceptíveis o médico solicite o exame, são elas:

  • Histórico familiar, representando uma tendência genética;
  • Obesidade;
  • Tabagismo;
  • Uso constante de remédios com ação coagulante.

Saiba mais sobre o diagnóstico da trombose lendo:

Trombose: sintomas, diagnóstico e tratamento

Como é o tratamento da trombose na perna?

Agora que você já sabe qual exame detecta trombose na perna, confira como é realizado o tratamento da doença após a sua identificação.

Na maioria dos casos, o tratamento para a trombose é realizado através de remédios anticoagulantes.

O médico irá prescrever o seu tempo de uso conforme a gravidade e acompanhamento da situação, porém, um tempo regular seria de 3 a 6 meses.

Qual exame detecta trombose na perna

Em alguns casos, o médico pode detectar riscos maiores da doença se desenvolver novamente, indicando o uso contínuo do remédio pelo paciente por tempo indeterminado.

Quando os remédios não fazem efeito, ou o trombo está localizado em uma veia muito profunda, o médico pode recorrer à cirurgia, retirando o coágulo ou aplicando um filtro na veia, o que impedirá a chegada da trombose a outros órgãos, como o coração.

Veja também: Glicose alta: causas, sintomas e como controlar

Onde fazer o exame de ecodoppler venoso de membros inferiores em Brasília?

Para realizar o Ecodoppler venoso de membros inferiores em Brasília, você pode contar com a Clínica Viver.

As doenças cardiovasculares costumam apresentar sintomas que, muitas vezes, passam despercebidos.

Casos graves de trombose podem acabar afetando o coração, pulmão ou cérebro, levando a um infarto, embolia pulmonar e AVC, respectivamente.

Se o seu check-up vascular não está em dia, principalmente se você já foi vítima da COVID-19, marque a sua consulta na Viver, a clínica mais preparada de Brasília para cuidar da sua saúde.

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Trombose e Covid-19: entenda tudo sobre essa relação

Entre as complicações atribuídas a Covid-19 está a trombose, condição que pode ser grave e afetar órgãos vitais, como o coração.

Um estudo recente realizado na Suécia e publicado na revista British Medical Journal (BMJ) aponta que uma pessoa que teve Covid-19 têm maior risco de desenvolver um coágulo sanguíneo grave dentro de seis meses após ter a doença.

pesquisa da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) apresentou que 82% dos angiologistas e cirurgiões vasculares relataram casos de pacientes que contraíram o coronavírus e tiveram trombose nos membros inferiores

Pensando nisso, elaboramos um conteúdo para que você entenda a interligação entre trombose e Covid-19, e quais as prescrições médicas para que o risco de trombo durante a infecção pelo vírus seja evitado.

Além disso, você também vai saber qual a relação entre a trombose e o coração, e quais fatores de risco favorecem o seu aparecimento, assim como as práticas indicadas para que as suas chances de desenvolvimento sejam menores.

O que é a trombose?

A trombose é ocasionada pela formação de um trombo, momento em que um coágulo sanguíneo se forma dentro de uma veia ou artéria e passa a impedir a circulação do restante do líquido.

Trombose e covid
Trombose: formação de um coágulo dentro de um vaso sanguíneo

Saiba mais sobre a trombose em nosso artigo completo sobre o assunto:

Trombose: sintomas, diagnóstico e tratamento

Essa condição gera graves consequências se o trombo que se formou mudar de local e chegar a alguns órgãos como o pulmão, o coração e o cérebro, o portador correrá risco de vida.

Ao atingir o pulmão, a trombose pode gerar uma embolia pulmonar. Quando atinge o coração, a trombose pode causar um infarto.

Por fim, se atingir o cérebro, ela pode causar uma embolia cerebral, que por sua vez, pode gerar um AVC (acidente vascular cerebral) ou AIT (ataque isquêmico transitório).

Agora que você já sabe o que é a condição e como ela pode representar um grave risco à saúde, confira qual a relação entre a trombose e Covid-19.

Relação entre Trombose e Covid-19

A Covid-19 é responsável por causar diversas inflamações internas no corpo de seu portador. Entre as partes do corpo inflamadas estão as veias, levando a uma vasculite.

A vasculite, por sua vez, acarreta anormalidade na coagulação sanguínea, o que pode gerar um trombo e logo uma trombose. 

Com o caminho nas artérias obstruindo, a trombose no sistema cardiovascular faz com que o sangue passe a não circular no coração, o que pode causar um infarto.

O estudo da revista especializada British Medical Journal sugere que, após uma infecção por Covid-19, existe um risco maior de se desenvolver:

  • trombose venosa profunda (TVP), que são coágulos sanguíneos na perna, dentro de três meses.
  • embolia pulmonar, que são coágulos sanguíneos nos pulmões, dentro de seis meses.
  • sangramento interno, como um acidente vascular cerebral, dentro de um período de dois meses.

Quando comparado aos riscos de coágulos sanguíneos após a covid-19 com o nível normal de risco, os cientistas dizem que:

  • Cerca de 4 em 10 mil pacientes com Covid desenvolveram TVP, em comparação com 1 em 10 mil pessoas que não tiveram o vírus.
  • Cerca de 17 em cada 10 mil pacientes com Covid tiveram um coágulo de sangue no pulmão, em comparação com menos de 1 em 10 mil que não tiveram covid.

Para evitar o surgimento da trombose durante a Covid-19, os médicos adotaram como protocolo a ministração de remédios anticoagulantes em pacientes hospitalizados.

Pessoas que já tomam esse tipo de remédio, por serem portadoras de fatores de risco, não devem interromper o seu uso se forem infectadas pelo vírus.

Além dos problemas causados durante a infecção pela Covid-19, o coração também pode enfrentar complicações após o desaparecimento da doença.

Se você tem interesse em melhorar a circulação sanguínea, confira como em nosso artigo:

Como melhorar e o que é bom para circulação do sangue (sanguínea)?

Como a Covid-19 pode afetar o sistema cardiovascular

Um estudo divulgado pelo American College of Cardiology, feito com pacientes internados devido à Covid-19, confirmou essa relação entre a infecção e problemas cardíacos:

  • 40% dos internados também tinham alguma doença cardiovascular ou cerebrovascular.
  • Dos casos que foram a óbito, 33% tinham problemas cardíacos e respiratórios.
  • 7% das mortes ocorreram em pessoas que tinham apenas problemas cardíacos.

Dentre os problemas cardiológicos causados pelo novo coronavírus, um dos principais é a miocardite, especialmente por ser uma alteração provocada pela ação de vírus e infecções.

Entenda melhor lendo:

Qual a relação entre miocardite e Covid-19?

Miocardite associada ao coronavírus e influenza: quais os sintomas e como detectar

Quais são os fatores de risco e como evitar a trombose?

Além da Covid-19, outros fatores de risco podem acelerar o aparecimento da trombose, sendo eles:

  • Tabagismo;
  • Idade avançada;
  • Diabetes e hipertensão;
  • Obesidade;
  • Gravidez;
  • Uso de anticoncepcionais;
  • Tendências genéticas;
  • Imobilidade de membro, principalmente a perna, como em longos períodos sentados.

Alguns dos fatores de risco podem ser evitados, como o tabagismo, já outros são condições não controláveis, necessitando de um acompanhamento médico próximo, e caso seja necessário, do uso de medicamentos continuamente.

Saiba como evitar os trombos lendo o artigo:

O que são trombos e como evitá-los

Glicose alta: causas, sintomas e como controlar

Check up cardiovascular é na Clínica Viver

Esperamos que este artigo tenha te ajudado a entender um pouco mais sobre essa importante relação entre trombose e Covid-19. 

Aqui na Clínica Viver estamos preparados para realizar o seu check up cardiovascular e auxiliar no cuidado da sua saúde. Realizamos vários exames capazes de identificar a trombose ainda em seu estágio inicial.

Somos referência em Brasília em exames de imagem e oferecemos a nossos(as) pacientes tecnologia de ponta, em um ambiente confortável e acolhedor, além de um time de profissionais experientes e atenciosos.

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